Foram encontradas 50 questões.
Texto III, para responder às questões de 4 a 6.
1 __Professores e professoras apaixonadas dormem
tarde e acordam cedo, movidos pelas ideias fixas de que
podem mover o mundo. Apaixonados, esquecem a hora do
4 almoço e do jantar: estão preocupados com as múltiplas
fomes que, de múltiplas formas, debilitam as inteligências.
As professoras apaixonadas descobriram que há
7 homens no magistério igualmente apaixonados pela arte de
ensinar, que é a arte de dar contexto a todos os textos.
Não há pretextos que justifiquem, para os
10 professores apaixonados, um grau a menos de paixão, e não
vai nisso nem um pouco de romantismo barato. Apaixonar-se
sai caro!
13 __Os professores apaixonados, com ou sem carro,
buzinam o silêncio comodista, dão carona aos alunos
que moram mais longe do conhecimento, saem cantando o pneu
16 da alegria. Se estão apaixonados, e estão, fazem da sala de
aula um espaço de cânticos, de ênfases, de sínteses que
demonstram, pela via do contraste, o absurdo que é viver
19 sem paixão, ensinar sem paixão.
Dá pena, dá compaixão ver o professor
desapaixonado, sonhando acordado com a aposentadoria,
22 contando nos dedos os dias que faltam para as suas férias,
catando no calendário os próximos feriados.
Os professores apaixonados muito bem sabem das
25 dificuldades, do desrespeito, das injustiças, até mesmo dos
horrores que há na profissão. Mas o professor apaixonado
não deixa de professar, e seu protesto é continuar amando
28 apaixonadamente.
Dar aula não é contar piada, mas quem dá aula sem
humor não está com nada, ensinar é uma forma de oração
31. Não essa oração de chacoalhar palavras sem sentido, com
voz melosa ou ríspida. Mera oração subordinada, e mais
nada.
34 __Os professores apaixonados querem tudo. Querem
multiplicar o tempo, somar esforços, dividir os problemas
para solucioná-los. Querem analisar a química da realidade.
37 Querem traçar o mapa de inusitados tesouros.
Gabriel Perissé. Internet (com adaptações). Acesso em 30/5/2010.
Com relação ao primeiro parágrafo do texto III, assinale a alternativa em que a reescritura altera o sentido original.
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Texto I, para responder às questões de 1 a 3.

Internet: <http://veja.abril.com.br> (com adaptações).
Acesso em 8/7/2010.
Texto II, para responder às questões de 1 a 3.
1 __Daqui a uns cinquenta anos, alguns dos recursos
usados hoje em sala de aula e considerados modernos
provavelmente estarão obsoletos. Novos utensílios serão
4 desenvolvidos; alguns até, quem sabe, revolucionários. No
entanto, na opinião da doutora em educação pela Pontifícia
Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Profª.
7 Andrea Ramal, não serão ferramentas de última geração que
marcarão a aula do futuro. Para ela, os novos rumos da
educação estão mais relacionados à postura de professores
10 e alunos em sala de aula. "Imagino a sala de aula do futuro
como um lugar comunicativo, sendo o espaço da polifonia, da
diversidade das vozes, onde todos poderão se comunicar, se
13 posicionar, e onde, desse diálogo, vai se produzir
conhecimento", prevê a doutora.
“A aula do futuro, a meu ver, será formada por
16 grupos, reunidos por interesses em temas específicos, e não
por faixas etárias, exclusivamente; equipes multidisciplinares,
trabalhando juntas nos colégios, e não divididas em áreas
19 como português, matemática, geografia, história. Serão
equipes de trabalho, formadas por professores e alunos,
desenvolvendo projetos juntos. A avaliação não será a
22 mesma para todos e não vai ser determinada por uma única
pessoa. Isso porque existirão tantos currículos quantas forem
as navegações dos alunos. Como o indivíduo navegante é o
25 próprio autor, haverá um currículo por aluno. No fundo,
existirão avaliações diversificadas, por competências, e não
por conteúdos; em síntese: uma mudança radical, em que
26 não vai mais existir o conceito de turma, mas de comunidade
cooperativa de aprendizagem.”
Internet: <http://teclec.psico.ufrgs.br> (com adaptações).
Acesso em 8/7/2010.
Com relação aos aspectos gramaticais do texto I e do texto II, assinale a alternativa correta.
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Texto I, para responder às questões de 1 a 3.

Internet: <http://veja.abril.com.br> (com adaptações).
Acesso em 8/7/2010.
Texto II, para responder às questões de 1 a 3.
1 __Daqui a uns cinquenta anos, alguns dos recursos
usados hoje em sala de aula e considerados modernos
provavelmente estarão obsoletos. Novos utensílios serão
4 desenvolvidos; alguns até, quem sabe, revolucionários. No
entanto, na opinião da doutora em educação pela Pontifícia
Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Profª.
7 Andrea Ramal, não serão ferramentas de última geração que
marcarão a aula do futuro. Para ela, os novos rumos da
educação estão mais relacionados à postura de professores
10 e alunos em sala de aula. "Imagino a sala de aula do futuro
como um lugar comunicativo, sendo o espaço da polifonia, da
diversidade das vozes, onde todos poderão se comunicar, se
13 posicionar, e onde, desse diálogo, vai se produzir
conhecimento", prevê a doutora.
“A aula do futuro, a meu ver, será formada por
16 grupos, reunidos por interesses em temas específicos, e não
por faixas etárias, exclusivamente; equipes multidisciplinares,
trabalhando juntas nos colégios, e não divididas em áreas
19 como português, matemática, geografia, história. Serão
equipes de trabalho, formadas por professores e alunos,
desenvolvendo projetos juntos. A avaliação não será a
22 mesma para todos e não vai ser determinada por uma única
pessoa. Isso porque existirão tantos currículos quantas forem
as navegações dos alunos. Como o indivíduo navegante é o
25 próprio autor, haverá um currículo por aluno. No fundo,
existirão avaliações diversificadas, por competências, e não
por conteúdos; em síntese: uma mudança radical, em que
26 não vai mais existir o conceito de turma, mas de comunidade
cooperativa de aprendizagem.”
Internet: <http://teclec.psico.ufrgs.br> (com adaptações).
Acesso em 8/7/2010.
Quanto aos aspectos gramaticais e semânticos do texto I e do texto II, assinale a alternativa correta.
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Texto I, para responder às questões de 1 a 3.

Internet: <http://veja.abril.com.br> (com adaptações).
Acesso em 8/7/2010.
Texto II, para responder às questões de 1 a 3.
1 __Daqui a uns cinquenta anos, alguns dos recursos
usados hoje em sala de aula e considerados modernos
provavelmente estarão obsoletos. Novos utensílios serão
4 desenvolvidos; alguns até, quem sabe, revolucionários. No
entanto, na opinião da doutora em educação pela Pontifícia
Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Profª.
7 Andrea Ramal, não serão ferramentas de última geração que
marcarão a aula do futuro. Para ela, os novos rumos da
educação estão mais relacionados à postura de professores
10 e alunos em sala de aula. "Imagino a sala de aula do futuro
como um lugar comunicativo, sendo o espaço da polifonia, da
diversidade das vozes, onde todos poderão se comunicar, se
13 posicionar, e onde, desse diálogo, vai se produzir
conhecimento", prevê a doutora.
“A aula do futuro, a meu ver, será formada por
16 grupos, reunidos por interesses em temas específicos, e não
por faixas etárias, exclusivamente; equipes multidisciplinares,
trabalhando juntas nos colégios, e não divididas em áreas
19 como português, matemática, geografia, história. Serão
equipes de trabalho, formadas por professores e alunos,
desenvolvendo projetos juntos. A avaliação não será a
22 mesma para todos e não vai ser determinada por uma única
pessoa. Isso porque existirão tantos currículos quantas forem
as navegações dos alunos. Como o indivíduo navegante é o
25 próprio autor, haverá um currículo por aluno. No fundo,
existirão avaliações diversificadas, por competências, e não
por conteúdos; em síntese: uma mudança radical, em que
26 não vai mais existir o conceito de turma, mas de comunidade
cooperativa de aprendizagem.”
Internet: <http://teclec.psico.ufrgs.br> (com adaptações).
Acesso em 8/7/2010.
Com base no texto I e no texto II, assinale a alternativa correta.
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[...] se todo movimento é solidário de outro e sempre um novo sai de um antigo, segundo uma ordem determinada, se os elementos não fazem, pela sua declinação, qualquer princípio de movimento que quebre as leis do destino, de modo que as causas não se sigam perpetuamente às causas, donde vem esta liberdade que têm os seres vivos [...]?
Lucrécio. Da natureza. In: Os pensadores. São Paulo:
Abril Cultural, 1980, p. 50 (com adaptações).
Considerando o texto acima e os debates em torno dos problemas do livre-arbítrio e do determinismo, assinale a alternativa correta.
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Com base na noção de imperativo categórico, Kant sugeriu que a máxima sobre a qual uma ação é baseada, e não a ação individual em si mesma, é a chave para determinar se uma ação é moralmente boa. Tendo em vista a filosofia moral kantiana, assinale a alternativa correta.
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De acordo com o debate a respeito da liberdade, presente na tradição liberal em filosofia política, argumenta-se que o ônus da prova deveria sempre estar a cargo daqueles que são contra a liberdade. A suposição a priori é sempre a favor da liberdade. Isso é o que ficou denominado como o princípio liberal fundamental (Gerald F.Gaus): a liberdade é normativamente básica e, assim, o ônus da justificação está sobre aqueles que intencionam limitar a liberdade, especialmente por meio de meios coercivos. Com base nesse e nos mais importantes princípios fundamentais do liberalismo político, assinale a alternativa correta.
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Contrapondo-se à noção de Estado, há a definição de sociedade civil como um sistema de carências, uma estrutura em que os indivíduos satisfazem às suas necessidades por meio do trabalho, da divisão do trabalho e da troca, sendo a esfera dos interesses privados, econômico-corporativos e antagônicos entre si. Essa definição de sociedade civil foi elaborada pelo filósofo
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A respeito das proposições categóricas, sabe-se que é costume usar as letras A, E, I e O como marcadores para as quatro formas típicas dessas proposições: universal afirmativa, universal negativa, particular afirmativa e particular negativa, respectivamente. As proposições categóricas de forma típica começam com uma das expressões: “todos”, “nenhum” ou “alguns”, pois elas têm “qualidade” (afirmativa ou negativa) e “quantidade” (universal e particular). Elas compõem-se de quatro partes: o quantificador, o termo sujeito, a cópula (verbo “ser” afirmado ou negado e flexionado de acordo com o tempo e o modo verbal) e o termo predicado. A partir das proposições categóricas, podem-se fazer inferências imediatas, já que há apenas uma premissa, diferentemente do silogismo, em que se fazem inferências mediatas, pois há mais de uma premissa.
Tendo como base o texto acima, considere as seguintes proposições categóricas, assim interpretadas:
A: Todo professor é inteligente.
E: Nenhum professor é inteligente.
I: Algum professor é inteligente.
O: Algum professor não é inteligente.
Assumindo que “I: Algum professor é inteligente” é falsa, é correto inferir, imediatamente, que
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Os que definiram a lógica como a ciência das leis do pensamento sustentaram, frequentemente, que existem exatamente três leis fundamentais do pensamento, as quais são necessárias e suficientes para que o pensar se desenvolva de maneira correta.
I. M. Copi. Introdução à lógica. São Paulo: Mestre Jou, 1978, p. 256 (com adaptações).
Considerando o texto acima, os nomes tradicionais dessas três leis fundamentais do pensamento são os princípios
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