Foram encontradas 40 questões.
Um automóvel gasta 18 litros de gasolina para percorrer 360 km. Sabendo que uma milha equivale a 1,6 km, este automóvel percorrerá com 32 litros de gasolina:
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Quatro contadores averiguam o patrimônio de uma empresa em 18 dias. Nove contadores fariam, o mesmo trabalho, em:
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Um programa confere 300 holerites em 6 horas. Para conferir 400 holerites, o programa levará:
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Na prova de um concurso público, um candidato acertou 22 questões e errou 18. O total de acertos deste candidato corresponde a:
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Luiz pagou pelas horas extras de 18 funcionários, R$ 106,82 cada. O valor total pago por Luiz foi de:
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Considere as igualdades:
I- (–,025)0 = 1
II- 10-1 = 0,1
III- (–0,6) : (–0,6) = 0
IV- 2-3 = 1/8.
V- 1/5 = 5%.
São verdadeiras apenas:
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O valor da expressão numérica –42 : (3 + 1) + (–2)3 : (–1)2 – [32 – (–2)4 . (–5)] – (–5) . (–4) é igual a:
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A concordância verbal está correta em:
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A pontuação apresenta-se correta em:
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Considere o texto abaixo para responder às questões de 01 a 06.
Receita Federal analisa redes sociais para checar patrimônio das pessoas
Uma foto inocente pode revelar o que uma pessoa não contou para a Receita Federal. Os auditores estão investigando as redes sociais para checar o patrimônio das pessoas. Quem ostenta na web e não declara no Imposto Renda, vai ter que se explicar.
A Receita Federal já treinou 100 auditores e analistas para a função. As redes sociais têm ajudado de duas formas: a primeira é quando os auditores da Receita cruzam as informações que a pessoa colocou na declaração do imposto de renda, ou seja, renda e patrimônio com fotos e coisas que a pessoa costuma postar nas redes sociais.
Eles analisam se a renda que a pessoa declarou consegue de fato pagar aquela vida luxuosa, viagens, carros de luxo, imóveis que ostenta nas redes sociais. Se isso não bate, eles começam a investigar de onde vem esse dinheiro.
"Eles querem mostrar para as outras pessoas esses carros de luxo, iates, as viagens, as mansões. Eles não conseguem esconder isso das outras pessoas porque a grande vantagem é mostrar", fala o auditor fiscal da Receita Federal, Fábio Paes Maccacchero.
A segunda forma de investigação é para o caso de buscas patrimoniais, quando o contribuinte deve para a Receita. Os técnicos verificam se existem bens que possam ser penhorados para o pagamento dessa dívida.
"São vários milhões, dezenas de milhões já recuperados por conta dessa técnica e a tendência é cada vez mais ser utilizada pela Receita Federal", diz Fábio Kirzner Ejchel, superintendente adjunto da Receita Federal em São Paulo.
A Receita diz que esse cruzamento de dados está sendo muito usado na Operação Lava Jato. "A sonegação e a corrupção andam de mãos dadas. Conseguindo achar um sonegador, provavelmente a gente vai achar também um rastro de corrupção. Por isso, está sendo tão importante na Lava Jato", completa Fábio Paes Maccacchero.
http://www.crcsp.org.br/index.asp?l=get_online&url=visitantes/noticias/todas_noticias.asp. Acesso em 17/04/2016.
No trecho “Se isso não bate, eles começam a investigar de onde vem esse dinheiro”, os termos grifados classificam-se como:
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