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Foram encontradas 57 questões.

3250371 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-AC
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Texto CG2A1

De acordo com as narrativas convencionais, a matemática europeia originou-se com os gregos entre as épocas de Tales e de Euclides, foi preservada e traduzida pelos árabes no início da Idade Média e, depois, levada de volta para seu lugar de origem, a Europa, entre os séculos XIII e XV, quando chegou à Itália pelas mãos de fugitivos vindos de Constantinopla. Esse relato parte do princípio de que a matemática é um saber único, cujos longínquos precursores foram os mesopotâmicos e egípcios, mas que se originou com os gregos. Ora, com base nas evidências, não é possível sequer estabelecer uma continuidade entre as matemáticas mesopotâmica e grega. Com raras exceções, a matemática mesopotâmica parece ter desaparecido por volta da mesma época em que os primeiros registros da matemática grega que nos chegaram foram produzidos; logo, não podemos relacionar essas duas tradições. Isso indica que talvez não possamos falar de evolução de uma única matemática ao longo da história, mas da presença de diferentes práticas que podemos chamar de “matemáticas” segundo critérios que também variam.

A partir do século XVI, a história foi escrita, muitas vezes, com o intuito de mostrar que os europeus são herdeiros de uma tradição já europeia, desde a Antiguidade. Nesse momento, construiu-se o mito da herança grega, que serviu também para responder a demandas identitárias dos europeus. Entender o como e o porquê de sua construção nos ajuda a compreender que o papel da história não é acessório na formação de uma imagem da matemática: sua função é também social e política.

Tatiana Roque. História da matemática. Uma visão crítica,

desfazendo mitos e lendas. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 20-21 (com adaptações).

Com base nas ideias veiculadas no texto CG2A1, julgue os itens que se seguem.

I De acordo com a perspectiva defendida pela autora, não há evidências que amparem o entendimento segundo o qual a matemática mesopotâmica tenha sido precursora da matemática grega.

II A data de origem da matemática europeia é incerta, situando-se em algum momento entre os séculos XIII e XV, conforme as informações do primeiro parágrafo.

III Infere-se do texto que a suposta herança grega da matemática é considerada um mito porque propaga uma história eurocêntrica da matemática.

Assinale a opção correta.

 

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3250370 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-AC
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Texto CG2A1

De acordo com as narrativas convencionais, a matemática europeia originou-se com os gregos entre as épocas de Tales e de Euclides, foi preservada e traduzida pelos árabes no início da Idade Média e, depois, levada de volta para seu lugar de origem, a Europa, entre os séculos XIII e XV, quando chegou à Itália pelas mãos de fugitivos vindos de Constantinopla. Esse relato parte do princípio de que a matemática é um saber único, cujos longínquos precursores foram os mesopotâmicos e egípcios, mas que se originou com os gregos. Ora, com base nas evidências, não é possível sequer estabelecer uma continuidade entre as matemáticas mesopotâmica e grega. Com raras exceções, a matemática mesopotâmica parece ter desaparecido por volta da mesma época em que os primeiros registros da matemática grega que nos chegaram foram produzidos; logo, não podemos relacionar essas duas tradições. Isso indica que talvez não possamos falar de evolução de uma única matemática ao longo da história, mas da presença de diferentes práticas que podemos chamar de “matemáticas” segundo critérios que também variam.

A partir do século XVI, a história foi escrita, muitas vezes, com o intuito de mostrar que os europeus são herdeiros de uma tradição já europeia, desde a Antiguidade. Nesse momento, construiu-se o mito da herança grega, que serviu também para responder a demandas identitárias dos europeus. Entender o como e o porquê de sua construção nos ajuda a compreender que o papel da história não é acessório na formação de uma imagem da matemática: sua função é também social e política.

Tatiana Roque. História da matemática. Uma visão crítica,

desfazendo mitos e lendas. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 20-21 (com adaptações).

No texto CG2A1, a referência ao desaparecimento da matemática mesopotâmica e a menção aos primeiros registros da matemática grega integram o argumento de que

 

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3250369 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-AC
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Texto CG2A1

De acordo com as narrativas convencionais, a matemática europeia originou-se com os gregos entre as épocas de Tales e de Euclides, foi preservada e traduzida pelos árabes no início da Idade Média e, depois, levada de volta para seu lugar de origem, a Europa, entre os séculos XIII e XV, quando chegou à Itália pelas mãos de fugitivos vindos de Constantinopla. Esse relato parte do princípio de que a matemática é um saber único, cujos longínquos precursores foram os mesopotâmicos e egípcios, mas que se originou com os gregos. Ora, com base nas evidências, não é possível sequer estabelecer uma continuidade entre as matemáticas mesopotâmica e grega. Com raras exceções, a matemática mesopotâmica parece ter desaparecido por volta da mesma época em que os primeiros registros da matemática grega que nos chegaram foram produzidos; logo, não podemos relacionar essas duas tradições. Isso indica que talvez não possamos falar de evolução de uma única matemática ao longo da história, mas da presença de diferentes práticas que podemos chamar de “matemáticas” segundo critérios que também variam.

A partir do século XVI, a história foi escrita, muitas vezes, com o intuito de mostrar que os europeus são herdeiros de uma tradição já europeia, desde a Antiguidade. Nesse momento, construiu-se o mito da herança grega, que serviu também para responder a demandas identitárias dos europeus. Entender o como e o porquê de sua construção nos ajuda a compreender que o papel da história não é acessório na formação de uma imagem da matemática: sua função é também social e política.

Tatiana Roque. História da matemática. Uma visão crítica,

desfazendo mitos e lendas. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 20-21 (com adaptações).

No primeiro parágrafo do texto CG2A1, a autora

 

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3250242 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-AC
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A balança comercial do estado do Acre vem alcançando recordes, e em 2022 houve um saldo positivo de US$ 49,12 milhões. O Acre exporta em torno de 10 vezes mais do que importa.

Internet: <seplan.ac.gov.br> (com adaptações).

Com relação à balança comercial do estado do Acre, assinale a opção que indica um dos produtos que tiveram mais participação percentual nas importações desse estado nos últimos cinco anos.

 

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3250241 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-AC
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No Plano Estratégico de Governo (2023-2026), as necessidades voltadas para o crescimento econômico do estado do Acre correspondem

 

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3250240 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-AC
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A balança comercial do estado do Acre registrou superávit de US$ 38,3 milhões nos primeiros 11 meses de 2023. As exportações somaram US$ 43,1 milhões, e as importações, US$ 4,8 milhões.

Internet: <agencia.ac.gov.br> (com adaptações).

Em referência à balança comercial do estado do Acre, assinale a opção que apresenta dois dos produtos que esse estado mais exporta na atualidade.

 

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3250239 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-AC
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Em relação aos aspectos físicos do Acre, que envolvem características de relevo, do solo e da rede hidrográfica do estado, assinale a opção correta.

 

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3250238 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-AC
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O rio nasce em território peruano, em cotas planálticas da ordem de 400 metros, e corre na direção oeste-leste, atuando como divisa entre o Brasil e o Peru, e depois como divisa entre o Brasil e a Bolívia. Percorre mais de 1.190 km desde suas nascentes até a sua desembocadura, na margem direita do Rio Purus. Drena um substrato formado, em grande parte, por unidades geológicas muito jovens — a Formação Solimões e terraços aluvionares antigos, que acompanham as principais drenagens e os sedimentos recentes dos rios, constituídos principalmente por rochas argilosas e sílticas, intercaladas por arenitos finos depositados em um sistema de leques aluviais, facilitando processos erosivos, de deslizamentos de terra e consequente assoreamento dos leitos.

Internet: <marte2.sid.inpe.br> (com adaptações).

O texto precedente sobre a Bacia Amazônica se refere ao rio

 

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3250237 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-AC
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No que se refere ao processo de anexação do Acre ao Brasil, assinale a opção correta.

 

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3250236 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-AC
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Acerca do contexto primordial da ocupação das terras acreanas, assinale a opção correta.

 

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