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Em relação à política de atenção à saúde dos povos indígenas no
Brasil, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a
verdadeira e (F) para a falsa.
( ) É dever do Estado construir a Política Setorial de Saúde Indígena, no contexto do Sistema Único de Saúde.
( ) Além de promover a interação entre a medicina indígena e a ocidental, deve-se valorizar as práticas da medicina tradicional indígena, reconhecendo e respeitando seu conhecimento.
( ) Deve-se contestar a incorporação dos pajés e das parteiras indígenas, como categorias profissionais, ao Sistema de Saúde.
As afirmativas são, respectivamente,
( ) É dever do Estado construir a Política Setorial de Saúde Indígena, no contexto do Sistema Único de Saúde.
( ) Além de promover a interação entre a medicina indígena e a ocidental, deve-se valorizar as práticas da medicina tradicional indígena, reconhecendo e respeitando seu conhecimento.
( ) Deve-se contestar a incorporação dos pajés e das parteiras indígenas, como categorias profissionais, ao Sistema de Saúde.
As afirmativas são, respectivamente,
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O texto a seguir refere-se à questão
Brasil e Colômbia sofreram intensos impactos dos processos de
colonização e de globalização, os quais desencadearam e
continuam promovendo grandes perdas linguísticas, totais ou
parciais, apesar de todos os movimentos e ações de resistência.
O histórico de relações colonizadoras e opressivas, direcionadas
para a integração à sociedade dominante, por meio de
escravizações, explorações, catequizações e sistemas
eurocêntricos de escolarização, provocou imensa erosão
linguística, implicando também na perda de elementos
ritualísticos, saberes ancestrais e práticas tradicionais.
Queiroz e Paula (2018) destacam os impactos desse desgaste
linguístico não somente com relação às estruturas das línguas, mas
abrangendo a totalidade de saberes culturais sistematizados pela
língua de cada povo, com perdas de suas histórias, experiências,
compreensões de mundo e modos de se relacionar e de
transformar a realidade.
Luciano (2017) descreve profundamente essa relação entre língua
e tradição, com suas perdas mútuas, implicando em eliminação de
importantes cosmovisões, mitos, rituais, cantos e conhecimentos
espirituais, tornando-se essenciais os processos de revitalização e
fortalecimento das línguas, de forma conectada às tradições de
cada etnia.
STUMPF, Beatriz O. e MENEZES, Ana Luísa T. de. Experiências com línguas e
linguagens em licenciaturas indígenas do Brasil e da Colômbia. Tellus,
Campo Grande, MS, 2022, nº 47, p. 83-108.
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O texto a seguir refere-se à questão
Brasil e Colômbia sofreram intensos impactos dos processos de
colonização e de globalização, os quais desencadearam e
continuam promovendo grandes perdas linguísticas, totais ou
parciais, apesar de todos os movimentos e ações de resistência.
O histórico de relações colonizadoras e opressivas, direcionadas
para a integração à sociedade dominante, por meio de
escravizações, explorações, catequizações e sistemas
eurocêntricos de escolarização, provocou imensa erosão
linguística, implicando também na perda de elementos
ritualísticos, saberes ancestrais e práticas tradicionais.
Queiroz e Paula (2018) destacam os impactos desse desgaste
linguístico não somente com relação às estruturas das línguas, mas
abrangendo a totalidade de saberes culturais sistematizados pela
língua de cada povo, com perdas de suas histórias, experiências,
compreensões de mundo e modos de se relacionar e de
transformar a realidade.
Luciano (2017) descreve profundamente essa relação entre língua
e tradição, com suas perdas mútuas, implicando em eliminação de
importantes cosmovisões, mitos, rituais, cantos e conhecimentos
espirituais, tornando-se essenciais os processos de revitalização e
fortalecimento das línguas, de forma conectada às tradições de
cada etnia.
STUMPF, Beatriz O. e MENEZES, Ana Luísa T. de. Experiências com línguas e
linguagens em licenciaturas indígenas do Brasil e da Colômbia. Tellus,
Campo Grande, MS, 2022, nº 47, p. 83-108.
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Em um projeto de educação bilíngue e intercultural, as políticas
linguísticas devem
I. ganhar sustentabilidade nos projetos voltados para as línguas maternas e mobilidades culturais.
II. englobar os estudos sociolinguísticos que fornecem dados fundamentais das comunidades e das práticas pedagógicas.
III. integrar os pilares das atividades indigenistas que assimilaram a colonialidade do saber.
Está correto o que se afirma em
I. ganhar sustentabilidade nos projetos voltados para as línguas maternas e mobilidades culturais.
II. englobar os estudos sociolinguísticos que fornecem dados fundamentais das comunidades e das práticas pedagógicas.
III. integrar os pilares das atividades indigenistas que assimilaram a colonialidade do saber.
Está correto o que se afirma em
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A respeito das Modalidades e Práticas de Ensino, analise as
afirmativas a seguir.
I. Na prática de ensino, os futuros professores participam de um processo em que o estágio é o locus da formação da identidade docente.
II. A prática de ensino é o conjunto de esquemas que permite engendrar práticas e ações para uma atuação eficaz na sala de aula.
III. A educação especial é a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para os educandos portadores de necessidades especiais.
Está correto o que se afirma em
I. Na prática de ensino, os futuros professores participam de um processo em que o estágio é o locus da formação da identidade docente.
II. A prática de ensino é o conjunto de esquemas que permite engendrar práticas e ações para uma atuação eficaz na sala de aula.
III. A educação especial é a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para os educandos portadores de necessidades especiais.
Está correto o que se afirma em
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Em relação ao conhecimento, analise as afirmativas a seguir e
assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) A educação monocultural lida com a visão de um sujeito ideal e com a manifestação e valorização dos pensamentos uniformes.
( ) A abordagem empírica defende que as categorias pelas quais nós interpretamos o mundo são consideradas inatas, estáveis e não são derivadas diretamente da experiência.
( ) A educação indígena ao participar do diálogo intercultural e transdisciplinar discute diferenças culturais e diversidade linguística.
As afirmativas são, respectivamente,
( ) A educação monocultural lida com a visão de um sujeito ideal e com a manifestação e valorização dos pensamentos uniformes.
( ) A abordagem empírica defende que as categorias pelas quais nós interpretamos o mundo são consideradas inatas, estáveis e não são derivadas diretamente da experiência.
( ) A educação indígena ao participar do diálogo intercultural e transdisciplinar discute diferenças culturais e diversidade linguística.
As afirmativas são, respectivamente,
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Assobiar é outro modo de usar o corpo como instrumento musical,
além do vocal para expressão de cantorias. A prática da linguagem
do assobio é um aspecto importante na medida em que reforça a
comunicação interpessoal e a socialidade com o seu entorno.
Os Sateré-Mawé assobiam para imitar os pássaros para a caça, assobiam para cantar os cantos da igreja, assobiam para cantar as cantorias, assobiam para expressar suas alegrias e tristezas, assobiam para compor suas músicas, assobiam para chamar alguém que está distante.
RAMOS, Clarinda M. Cantos e danças: uma antropologia da musicalidade Sateré-Mawé. Dissertação. UFAM: Manaus, 2021, p. 58.
Buscando coerência com o princípio de partir da realidade para a formação em sala de aula e tendo o texto de Ramos (2021) como referência, numa aula sobre musicalidades decoloniais na escola Sateré-Mawé, deve-se
Os Sateré-Mawé assobiam para imitar os pássaros para a caça, assobiam para cantar os cantos da igreja, assobiam para cantar as cantorias, assobiam para expressar suas alegrias e tristezas, assobiam para compor suas músicas, assobiam para chamar alguém que está distante.
RAMOS, Clarinda M. Cantos e danças: uma antropologia da musicalidade Sateré-Mawé. Dissertação. UFAM: Manaus, 2021, p. 58.
Buscando coerência com o princípio de partir da realidade para a formação em sala de aula e tendo o texto de Ramos (2021) como referência, numa aula sobre musicalidades decoloniais na escola Sateré-Mawé, deve-se
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A língua Palikur que as pessoas hoje falam é diferente do Palikur
antigo que os mais velhos usam. Fazendo uma comparação de um
idoso falando com um jovem as falas são totalmente diferentes, na
pronúncia das palavras, nas novas palavras usadas pelos mais
jovens. Os mais velhos falam com uma pronúncia bem clara, os
sons das palavras são bem nítidos. Os mais novos pronunciam as
palavras de modo diferente às vezes até nós mesmo Palikur, os
mais velhos, não conseguimos entender a palavra que alguns
jovens falam.
HIPÓLITO, N. Palikur, uma língua ameaçada? Estudo do caso das aldeias Ywawka e Tawari. Disponível em: <https://www2.unifap.br/indigena/files/2021/04/2009. Acesso em: 21 mar. 2023, p. 6.
De acordo com o texto, é correto afirmar que
HIPÓLITO, N. Palikur, uma língua ameaçada? Estudo do caso das aldeias Ywawka e Tawari. Disponível em: <https://www2.unifap.br/indigena/files/2021/04/2009. Acesso em: 21 mar. 2023, p. 6.
De acordo com o texto, é correto afirmar que
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A sociedade indígena, como já dissemos anteriormente, é de
tradição oral. Oralidade não é apenas a palavra que sai da boca
das pessoas. É uma coreografia que faz o corpo dançar. O corpo é
reverberação do som das palavras. A oralidade é a divindade que
se torna carne. O narrador é o mestre da palavra. A palavra não
volta sem cumprir sua missão. Da mesma forma que Cristo não
retornou a seu Pai sem cumprir a sua. Corpos físicos e espirituais
dançam ao som das palavras, pela mágica que produzem. A chuva
cai pela súplica; o fogo arde pela voz embargada das mãos; o vento
traz notícias de longe, ao ouvir o chamado humano; a terra é
recriada pelo canto místico ancestral. A natureza é atraída,
seduzida pela palavra.
MUNDURUKU, Daniel. O Banquete dos Deuses: conversa sobre a origem da cultura brasileira. 2ª ed. São Paulo: Global, 2009, p. 93.
Segundo o autor do texto, é correto afirmar que um povo indígena de tradição oral
MUNDURUKU, Daniel. O Banquete dos Deuses: conversa sobre a origem da cultura brasileira. 2ª ed. São Paulo: Global, 2009, p. 93.
Segundo o autor do texto, é correto afirmar que um povo indígena de tradição oral
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A língua traz em si marcas do contexto específico em que foi cunhada.
Admitir essa ideia é considerar que a língua
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