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Foram encontradas 720 questões.

3796580 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Em seu livro Para que serve a sociologia?, ao ser questionado se a sociologia seria uma prática ética, Zygmunt Bauman responde: “A moral é uma questão de responsabilidade em relação ao Outro; e o mais poderoso argumento em favor de assumir essa responsabilidade é a dependência mútua dos seres humanos, a condição que a sociologia investiga, exibe e busca infatigavelmente fazer compreender”.
A partir da análise de Bauman, a sociologia contribui para a ética social ao
 

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3796579 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Wolfdietrich Schmied-Kowarzik, em seu texto intitulado A práxis e a compreensão da práxis: sobre as teses as Feuerbach, afirma: “Na oitava tese sobre Feuerbach, Marx destaca que toda a vida social [...] e que os problemas teoricamente insolúveis encontram sua solução na práxis humana e na compreensão desta”.
Segundo Schmied-Kowarzik, a concepção marxiana da realidade social e histórica se fundamenta na
 

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3796578 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Max Weber, em seu livro Ensaio de Sociologia, apresenta o seguinte entendimento acerca do papel do professor: “Na prática, podeis tomar esta ou aquela posição em relação a um problema de valor - pensai, por favor, nos fenômenos sociais. Se tomardes esta ou aquela posição, então, segundo a experiência científica, tereis de usar tais e tais meios para colocar em prática vossa convicção. Tendes, então, simplesmente de escolher entre o fim e os meios inevitáveis. Justificará o ‘fim’ os meios? Ou não? O professor pode apresentar-vos a necessidade de tal escolha. Não pode fazer mais do que isso, enquanto quiser continuar como professor, e não tornar-se um demagogo”.
De acordo com Max Weber, ao tratar de questões de valor, o professor deve
 

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3796577 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Em seu livro Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, Ricardo Antunes argumenta que: “uma vida cheia de sentido fora do trabalho supõe uma vida dotada de sentido dentro do trabalho. Não é possível compatibilizar trabalho assalariado, fetichizado e estranhado com tempo (verdadeiramente) livre”.
Com base na análise de Ricardo Antunes, o tempo livre
 

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3796576 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Ao tratar do tema da violência, o IBGE, em seu informativo Desigualdades sociais por cor ou raça no Brasil, indica o seguinte: “Em 2020, as pessoas de cor ou raça parda apresentaram taxa de 34,1 mortes por 100 mil habitantes e as de cor ou raça preta de 21,9 mortes, o que representa quase o triplo e o dobro, respectivamente, da taxa observada entre as pessoas de cor ou raça branca”.
A taxa indicada no excerto indica que, no Brasil, a violência letal
 

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3796575 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Em seu texto Viver e interpretar o mundo social: para que serve o ensino de Sociologia?, Bernard Lahire analisa o conhecimento sociológico: “Esse conhecimento mediato – que permite ultrapassar o horizonte limitado de todas as visões que reduzem o mundo social ao que os atores puderam sentir, pensar ou dizer dele – supõe numa dissociação da percepção e do conhecimento: se trata de conhecer o mundo fora da percepção direta ou imediata deste”.
No excerto, Bernard Lahire define o conhecimento mediato como a
 

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3796574 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Flavia Piovesan, em seu texto Ações afirmativas da perspectiva dos direitos humanos, apresenta a seguinte consideração: “Torna-se insuficiente tratar o indivíduo de forma genérica, geral e abstrata. Faz-se necessária a especificação do sujeito de direito, que passa a ser visto em sua particularidade. Ao lado do direito à igualdade, surge o direito à diferença” (Adaptado).
A relação entre os tipos de direitos, mencionados por Flavia Piovesan, implica a
 

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3796573 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
O ser autêntico na sociedade de consumo é apresentado por Zygmunt Bauman, em seu livro Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadoria, no seguinte trecho: “Os membros da sociedade de consumidores são eles próprios mercadorias de consumo, e é a qualidade de ser uma mercadoria de consumo que os torna membros autênticos dessa sociedade”.
Segundo Bauman, a noção de “autenticidade” dos indivíduos está relacionada
 

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3796572 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
José Murilo de Carvalho, em seu livro A formação das almas: o imaginário da República no Brasil, explica a inflexão positivista de Auguste Comte: “Foi sobretudo a partir do encontro com Clotilde que Comte desenvolveu os elementos utópicos e religiosos de seu pensamento. O sentimento foi colocado em primeiro plano, deslocando a razão, para uma posição subordinada. O positivismo comtiano evoluiu na direção de uma religião da humanidade, com sua teologia, seus rituais. Pretendendo ser uma concepção laica, fundia o religioso com o cívico, ou melhor, o cívico se tornava religioso” (Adaptado).
De acordo com José Murilo de Carvalho, a inflexão positivista comteana influenciou o
 

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3796571 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Em seu texto Construção e desconstrução do silêncio: reflexões sobre o racismo e o antirracismo na sociedade brasileira, presente na coletânea Caminhos convergentes (Marilene de Paula e Rosana Heringer, 2009), Átila Roque destaca que: “Estivemos, na verdade, ao longo da última década, participando de um processo fundamental de ruptura de um dos principais – talvez o mais importante – pilares de sustentação do racismo no Brasil: o silêncio. Silêncio tão conhecido de negros, mulatos, morenos, afrodescendentes ou qualquer outra denominação atribuída à tonalidade da pele – que sofrem ao longo das suas vidas com as consequências do racismo”.
Segundo a reflexão de Átila Roque, o silêncio acerca das questões raciais no Brasil
 

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