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186772 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP

Casos de malária crescem 50% e põem Região Norte do país em alerta

Depois de sete anos de queda, o número de casos de malária avançou 50% no último ano e tem gerado alerta na região Norte e em alguns outros estados do país.

Dados contabilizados pelo Ministério da Saúde e obtidos pela Folha apontam 194 mil registros em todo o ano de 2017 − um aumento de 50% em relação ao ano anterior. Em 2016, para efeito de comparação, o país chegou a alcançar o menor número de casos já registrado nos últimos 37 anos: 129 mil.

Em 2017, dados de janeiro, ainda preliminares, apontam que o avanço continua: são 17 mil confirmações. Desse total, 99% são em estados da região amazônica, que é endêmica para a doença, em especial Amazonas, Acre e Pará. O número de mortes ainda não foi atualizado. Foram 11, de janeiro a maio de 2017, o que não permite comparações com todo o ano de 2016.

A doença, causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles, ocorre em regiões rurais e acomete principalmente populações mais vulneráveis, em locais com más condições de saneamento e invasões em áreas de mata, por exemplo. Entre os registros, também cresceram casos de malária falciparum, nome dado à forma da doença causada pelo protozoário Plasmodium Falciparum, que é mais grave.

(Adaptado de: CANCIAN, Natália. Disponível em: www.folha.uol.com.br)

Entre os registros, também cresceram casos de malária falciparum, nome dado à forma da doença causada pelo protozoário Plasmodium Falciparum, que é mais grave. (último parágrafo)

O elemento sublinhado retoma a seguinte expressão do texto:

 

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186767 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP
Ambas as palavras destacadas estão empregadas em conformidade com a norma-padrão da língua em:
 

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186762 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP

Casos de malária crescem 50% e põem Região Norte do país em alerta

Depois de sete anos de queda, o número de casos de malária avançou 50% no último ano e tem gerado alerta na região Norte e em alguns outros estados do país.

Dados contabilizados pelo Ministério da Saúde e obtidos pela Folha apontam 194 mil registros em todo o ano de 2017 − um aumento de 50% em relação ao ano anterior. Em 2016, para efeito de comparação, o país chegou a alcançar o menor número de casos já registrado nos últimos 37 anos: 129 mil.

Em 2017, dados de janeiro, ainda preliminares, apontam que o avanço continua: são 17 mil confirmações. Desse total, 99% são em estados da região amazônica, que é endêmica para a doença, em especial Amazonas, Acre e Pará. O número de mortes ainda não foi atualizado. Foram 11, de janeiro a maio de 2017, o que não permite comparações com todo o ano de 2016.

A doença, causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles, ocorre em regiões rurais e acomete principalmente populações mais vulneráveis, em locais com más condições de saneamento e invasões em áreas de mata, por exemplo. Entre os registros, também cresceram casos de malária falciparum, nome dado à forma da doença causada pelo protozoário Plasmodium Falciparum, que é mais grave.

(Adaptado de: CANCIAN, Natália. Disponível em: www.folha.uol.com.br)

Identifica-se ideia de comparação no seguinte segmento:
 

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186761 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP

Pessoas instáveis são mais propensas ao uso excessivo do celular

Embora ainda não exista um consenso sobre a existência ou não da dependência em smartphones, ninguém pode negar que o uso excessivo pode trazer problemas. E um novo estudo encontrou um grupo especialmente propenso a cair nessa cilada: pessoas consideradas instáveis emocionalmente.

A pesquisa foi feita por uma equipe de psicólogos da Universidade de Derby e da Universidade Nottingham Trent por meio de um questionário on-line com 640 usuários de smartphones de idades entre 13 e 69 anos. O que mais chamou a atenção dos autores foi o fato de que, à medida que os níveis de ansiedade aumentam em um indivíduo, mais ele usa seu smartphone – até como forma de tentar se sentir melhor.

Alguns especialistas acreditam que o uso do celular pode ser benéfico ao permitir a interação com outras pessoas, mas esse não se mostrou o caso no estudo. É que os usuários mais propensos a um uso excessivo do celular eram justamente aqueles mais “fechados” em relação aos seus sentimentos e emoções.

“Eles podem estar envolvidos em uso passivo da rede social – que ocorre quando você passa muito tempo no Facebook, Twitter e Instagram vendo comentários, fotos e postagens de outras pessoas, e não publicando nada próprio nem se envolvendo em conversas. Então, não há uma interação social positiva real nas redes sociais para essas pessoas”, diz Zaheer Hussain, um dos autores do estudo.

(Adaptado de: PRADO, Ana. Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br)

Da fala de Zaheer Hussain, no último parágrafo, é correto concluir que
 

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186755 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP

Colírio com nanopartículas pode substituir o uso de óculos ou lentes

Quando se descobre a necessidade do uso de óculos, uma grande questão pode surgir: ao mesmo tempo em que ele faz com que você veja o mundo literalmente com outros olhos, a mudança de estilo nem sempre é bem-vinda e todas as armações podem parecer horríveis.

Em casos de uso indispensável são sugeridas as lentes de contato, que, apesar de não ficarem aparentes, poderão causar incômodo nos olhos de algumas pessoas.

Agora uma terceira opção pode se tornar viável: o uso de nanopartículas aplicadas como um colírio. Pesquisadores do Centro Médico Shaare Zedek e da Universidade Bar-Ilan publicaram um estudo explicando como o método funciona. O processo atualmente exigiria visitas periódicas ao médico, mas, após essa etapa, tal uso funciona sem problema algum.

(Texto adaptado. Disponível em: www.tecmundo.com.br)

Quando se descobre a necessidade do uso de óculos, uma grande questão pode surgir... (1° parágrafo)

Uma correta interpretação para o trecho sublinhado está em:

 

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186752 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP

Casos de malária crescem 50% e põem Região Norte do país em alerta

Depois de sete anos de queda, o número de casos de malária avançou 50% no último ano e tem gerado alerta na região Norte e em alguns outros estados do país.

Dados contabilizados pelo Ministério da Saúde e obtidos pela Folha apontam 194 mil registros em todo o ano de 2017 − um aumento de 50% em relação ao ano anterior. Em 2016, para efeito de comparação, o país chegou a alcançar o menor número de casos já registrado nos últimos 37 anos: 129 mil.

Em 2017, dados de janeiro, ainda preliminares, apontam que o avanço continua: são 17 mil confirmações. Desse total, 99% são em estados da região amazônica, que é endêmica para a doença, em especial Amazonas, Acre e Pará. O número de mortes ainda não foi atualizado. Foram 11, de janeiro a maio de 2017, o que não permite comparações com todo o ano de 2016.

A doença, causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles, ocorre em regiões rurais e acomete principalmente populações mais vulneráveis, em locais com más condições de saneamento e invasões em áreas de mata, por exemplo. Entre os registros, também cresceram casos de malária falciparum, nome dado à forma da doença causada pelo protozoário Plasmodium Falciparum, que é mais grave.

(Adaptado de: CANCIAN, Natália. Disponível em: www.folha.uol.com.br)

Entre os registros, também cresceram casos de malária falciparum, nome dado à forma da doença causada pelo protozoário Plasmodium Falciparum, que é mais grave. (último parágrafo)

Mantendo-se a correção da frase e as principais informações contidas no trecho, o segmento destacado acima pode ser substituído por:

 

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186750 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP

Colírio com nanopartículas pode substituir o uso de óculos ou lentes

Quando se descobre a necessidade do uso de óculos, uma grande questão pode surgir: ao mesmo tempo em que ele faz com que você veja o mundo literalmente com outros olhos, a mudança de estilo nem sempre é bem-vinda e todas as armações podem parecer horríveis.

Em casos de uso indispensável são sugeridas as lentes de contato, que, apesar de não ficarem aparentes, poderão causar incômodo nos olhos de algumas pessoas.

Agora uma terceira opção pode se tornar viável: o uso de nanopartículas aplicadas como um colírio. Pesquisadores do Centro Médico Shaare Zedek e da Universidade Bar-Ilan publicaram um estudo explicando como o método funciona. O processo atualmente exigiria visitas periódicas ao médico, mas, após essa etapa, tal uso funciona sem problema algum.

(Texto adaptado. Disponível em: www.tecmundo.com.br)

O uso de dois-pontos no primeiro parágrafo introduz
 

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186749 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP
A frase em que o vocábulo em destaque está empregado conforme a concordância da norma-padrão da língua é:
 

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186748 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP

Casos de malária crescem 50% e põem Região Norte do país em alerta

Depois de sete anos de queda, o número de casos de malária avançou 50% no último ano e tem gerado alerta na região Norte e em alguns outros estados do país.

Dados contabilizados pelo Ministério da Saúde e obtidos pela Folha apontam 194 mil registros em todo o ano de 2017 − um aumento de 50% em relação ao ano anterior. Em 2016, para efeito de comparação, o país chegou a alcançar o menor número de casos já registrado nos últimos 37 anos: 129 mil.

Em 2017, dados de janeiro, ainda preliminares, apontam que o avanço continua: são 17 mil confirmações. Desse total, 99% são em estados da região amazônica, que é endêmica para a doença, em especial Amazonas, Acre e Pará. O número de mortes ainda não foi atualizado. Foram 11, de janeiro a maio de 2017, o que não permite comparações com todo o ano de 2016.

A doença, causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles, ocorre em regiões rurais e acomete principalmente populações mais vulneráveis, em locais com más condições de saneamento e invasões em áreas de mata, por exemplo. Entre os registros, também cresceram casos de malária falciparum, nome dado à forma da doença causada pelo protozoário Plasmodium Falciparum, que é mais grave.

(Adaptado de: CANCIAN, Natália. Disponível em: www.folha.uol.com.br)

...acomete principalmente populações mais vulneráveis... (último parágrafo)

Esse trecho do texto está corretamente reescrito com a forma verbal na voz passiva correspondente em:

 

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186743 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP

Ausência

Por muito tempo achei que a ausência é falta.

E lastimava, ignorante, a falta.

Hoje não a lastimo.

Não há falta na ausência.

A ausência é um estar em mim.

E sinto-a branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,

que rio e danço e invento exclamações alegres,

porque a ausência, essa ausência assimilada,

ninguém a rouba mais de mim.

(Texto adaptado. Disponível em: www.revistabula.com)

O sentido de assimilada, no poema, é:
 

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