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2916767 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Prodesan
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Leia a tirinha.

Enunciado 3205569-1

(O melhor de Calvin Bill Watterson. O Estado de S.Paulo, 28 de maio de 2022. Adaptado)

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.

 

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2916766 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Prodesan
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Mentes não tão brilhantes

Objeto de análise desde os primórdios da civilização, a inteligência humana é um mistério tão intrigante quanto a origem do universo. As dúvidas sobre o que faz os indivíduos serem mais ou menos inteligentes permanecem, mas, ao longo de milênios, o conceito foi sendo destrinchado em estudos científicos sobre os mecanismos que movem o intelecto até se chegar a uma forma de medição padronizada – o teste de Q.I. (quociente de inteligência) – amplamente reconhecida e aceita.

Em boa parte do século XX, os países mais avançados, principalmente, puderam bater no peito e anunciar com orgulho que o Q.I. médio de seus habitantes subia consistentemente – até a curva começar a cair e a inteligência engatar marcha a ré a partir dos anos 2000. Em levantamentos, descobriu- se algo constrangedor para a civilização: pela primeira vez, os filhos passaram a ter mentes menos afiadas do que a de seus pais.

No livro A Fábrica de Cretinos Digitais, o renomado cientista francês Michel Desmurget, aponta as baterias de combate ao estado atual para o que afirma ser sua maior causa: o excesso de tempo passado diante da tela dos mais variados aparelhos digitais. “A tela, em si, não representa um mal, mas o número de horas despendidas na sua frente é assustador”, ressaltou Desmurget à VEJA. “O uso de computadores e celulares por pré-adolescentes é três vezes maior para se divertir do que para fazer trabalhos escolares. No caso dos adolescentes, o número sobe para oito”.

Sobre o desenvolvimento de crianças pequenas, o especialista adverte que internet e aplicativos de redes sociais em demasia afetam negativamente as interações, a linguagem e a concentração, os três pilares básicos do processo cognitivo em qualquer idade, mas de excepcional importância nos cinco primeiros anos da existência. “No caso das crianças pequenas, celular é um entretenimento passivo, sem reflexão ou desafios.”, alerta Claudio Serfaty, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal Fluminense.

Colocada dessa maneira, parece que a tecnologia é um mal. Longe disso. O foguete do progresso tecnológico transportou a humanidade para um novo patamar de conhecimento, criatividade, bem-estar e longevidade, com nítidos e incontáveis benefícios em todas as áreas – inclusive no estudo da inteligência. O ruim é o exagero.

(Ernesto Neves e Caio Saad. Veja, no 39, 6 de outubro de 2021. Adaptado)

Assinale a alternativa que descreve corretamente fatos linguísticos do texto.

 

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2916765 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Prodesan
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Mentes não tão brilhantes

Objeto de análise desde os primórdios da civilização, a inteligência humana é um mistério tão intrigante quanto a origem do universo. As dúvidas sobre o que faz os indivíduos serem mais ou menos inteligentes permanecem, mas, ao longo de milênios, o conceito foi sendo destrinchado em estudos científicos sobre os mecanismos que movem o intelecto até se chegar a uma forma de medição padronizada – o teste de Q.I. (quociente de inteligência) – amplamente reconhecida e aceita.

Em boa parte do século XX, os países mais avançados, principalmente, puderam bater no peito e anunciar com orgulho que o Q.I. médio de seus habitantes subia consistentemente – até a curva começar a cair e a inteligência engatar marcha a ré a partir dos anos 2000. Em levantamentos, descobriu- se algo constrangedor para a civilização: pela primeira vez, os filhos passaram a ter mentes menos afiadas do que a de seus pais.

No livro A Fábrica de Cretinos Digitais, o renomado cientista francês Michel Desmurget, aponta as baterias de combate ao estado atual para o que afirma ser sua maior causa: o excesso de tempo passado diante da tela dos mais variados aparelhos digitais. “A tela, em si, não representa um mal, mas o número de horas despendidas na sua frente é assustador”, ressaltou Desmurget à VEJA. “O uso de computadores e celulares por pré-adolescentes é três vezes maior para se divertir do que para fazer trabalhos escolares. No caso dos adolescentes, o número sobe para oito”.

Sobre o desenvolvimento de crianças pequenas, o especialista adverte que internet e aplicativos de redes sociais em demasia afetam negativamente as interações, a linguagem e a concentração, os três pilares básicos do processo cognitivo em qualquer idade, mas de excepcional importância nos cinco primeiros anos da existência. “No caso das crianças pequenas, celular é um entretenimento passivo, sem reflexão ou desafios.”, alerta Claudio Serfaty, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal Fluminense.

Colocada dessa maneira, parece que a tecnologia é um mal. Longe disso. O foguete do progresso tecnológico transportou a humanidade para um novo patamar de conhecimento, criatividade, bem-estar e longevidade, com nítidos e incontáveis benefícios em todas as áreas – inclusive no estudo da inteligência. O ruim é o exagero.

(Ernesto Neves e Caio Saad. Veja, no 39, 6 de outubro de 2021. Adaptado)

Considere as passagens do terceiro parágrafo:

A tela, em si, não representa um mal, mas o número de horas despendidas na sua frente é assustador...

O uso de computadores e celulares por pré-adolescentes é três vezes maior para se divertir...

As palavras em destaque imprimem às orações, correta e respectivamente, relações de sentido de

 

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2916764 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Prodesan
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Mentes não tão brilhantes

Objeto de análise desde os primórdios da civilização, a inteligência humana é um mistério tão intrigante quanto a origem do universo. As dúvidas sobre o que faz os indivíduos serem mais ou menos inteligentes permanecem, mas, ao longo de milênios, o conceito foi sendo destrinchado em estudos científicos sobre os mecanismos que movem o intelecto até se chegar a uma forma de medição padronizada – o teste de Q.I. (quociente de inteligência) – amplamente reconhecida e aceita.

Em boa parte do século XX, os países mais avançados, principalmente, puderam bater no peito e anunciar com orgulho que o Q.I. médio de seus habitantes subia consistentemente – até a curva começar a cair e a inteligência engatar marcha a ré a partir dos anos 2000. Em levantamentos, descobriu- se algo constrangedor para a civilização: pela primeira vez, os filhos passaram a ter mentes menos afiadas do que a de seus pais.

No livro A Fábrica de Cretinos Digitais, o renomado cientista francês Michel Desmurget, aponta as baterias de combate ao estado atual para o que afirma ser sua maior causa: o excesso de tempo passado diante da tela dos mais variados aparelhos digitais. “A tela, em si, não representa um mal, mas o número de horas despendidas na sua frente é assustador”, ressaltou Desmurget à VEJA. “O uso de computadores e celulares por pré-adolescentes é três vezes maior para se divertir do que para fazer trabalhos escolares. No caso dos adolescentes, o número sobe para oito”.

Sobre o desenvolvimento de crianças pequenas, o especialista adverte que internet e aplicativos de redes sociais em demasia afetam negativamente as interações, a linguagem e a concentração, os três pilares básicos do processo cognitivo em qualquer idade, mas de excepcional importância nos cinco primeiros anos da existência. “No caso das crianças pequenas, celular é um entretenimento passivo, sem reflexão ou desafios.”, alerta Claudio Serfaty, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal Fluminense.

Colocada dessa maneira, parece que a tecnologia é um mal. Longe disso. O foguete do progresso tecnológico transportou a humanidade para um novo patamar de conhecimento, criatividade, bem-estar e longevidade, com nítidos e incontáveis benefícios em todas as áreas – inclusive no estudo da inteligência. O ruim é o exagero.

(Ernesto Neves e Caio Saad. Veja, no 39, 6 de outubro de 2021. Adaptado)

O emprego da vírgula está correto em:

 

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2916763 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Prodesan
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Mentes não tão brilhantes

Objeto de análise desde os primórdios da civilização, a inteligência humana é um mistério tão intrigante quanto a origem do universo. As dúvidas sobre o que faz os indivíduos serem mais ou menos inteligentes permanecem, mas, ao longo de milênios, o conceito foi sendo destrinchado em estudos científicos sobre os mecanismos que movem o intelecto até se chegar a uma forma de medição padronizada – o teste de Q.I. (quociente de inteligência) – amplamente reconhecida e aceita.

Em boa parte do século XX, os países mais avançados, principalmente, puderam bater no peito e anunciar com orgulho que o Q.I. médio de seus habitantes subia consistentemente – até a curva começar a cair e a inteligência engatar marcha a ré a partir dos anos 2000. Em levantamentos, descobriu- se algo constrangedor para a civilização: pela primeira vez, os filhos passaram a ter mentes menos afiadas do que a de seus pais.

No livro A Fábrica de Cretinos Digitais, o renomado cientista francês Michel Desmurget, aponta as baterias de combate ao estado atual para o que afirma ser sua maior causa: o excesso de tempo passado diante da tela dos mais variados aparelhos digitais. “A tela, em si, não representa um mal, mas o número de horas despendidas na sua frente é assustador”, ressaltou Desmurget à VEJA. “O uso de computadores e celulares por pré-adolescentes é três vezes maior para se divertir do que para fazer trabalhos escolares. No caso dos adolescentes, o número sobe para oito”.

Sobre o desenvolvimento de crianças pequenas, o especialista adverte que internet e aplicativos de redes sociais em demasia afetam negativamente as interações, a linguagem e a concentração, os três pilares básicos do processo cognitivo em qualquer idade, mas de excepcional importância nos cinco primeiros anos da existência. “No caso das crianças pequenas, celular é um entretenimento passivo, sem reflexão ou desafios.”, alerta Claudio Serfaty, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal Fluminense.

Colocada dessa maneira, parece que a tecnologia é um mal. Longe disso. O foguete do progresso tecnológico transportou a humanidade para um novo patamar de conhecimento, criatividade, bem-estar e longevidade, com nítidos e incontáveis benefícios em todas as áreas – inclusive no estudo da inteligência. O ruim é o exagero.

(Ernesto Neves e Caio Saad. Veja, no 39, 6 de outubro de 2021. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta frase em que a concordância e a regência estão em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.

 

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2916762 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Prodesan
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Mentes não tão brilhantes

Objeto de análise desde os primórdios da civilização, a inteligência humana é um mistério tão intrigante quanto a origem do universo. As dúvidas sobre o que faz os indivíduos serem mais ou menos inteligentes permanecem, mas, ao longo de milênios, o conceito foi sendo destrinchado em estudos científicos sobre os mecanismos que movem o intelecto até se chegar a uma forma de medição padronizada – o teste de Q.I. (quociente de inteligência) – amplamente reconhecida e aceita.

Em boa parte do século XX, os países mais avançados, principalmente, puderam bater no peito e anunciar com orgulho que o Q.I. médio de seus habitantes subia consistentemente – até a curva começar a cair e a inteligência engatar marcha a ré a partir dos anos 2000. Em levantamentos, descobriu- se algo constrangedor para a civilização: pela primeira vez, os filhos passaram a ter mentes menos afiadas do que a de seus pais.

No livro A Fábrica de Cretinos Digitais, o renomado cientista francês Michel Desmurget, aponta as baterias de combate ao estado atual para o que afirma ser sua maior causa: o excesso de tempo passado diante da tela dos mais variados aparelhos digitais. “A tela, em si, não representa um mal, mas o número de horas despendidas na sua frente é assustador”, ressaltou Desmurget à VEJA. “O uso de computadores e celulares por pré-adolescentes é três vezes maior para se divertir do que para fazer trabalhos escolares. No caso dos adolescentes, o número sobe para oito”.

Sobre o desenvolvimento de crianças pequenas, o especialista adverte que internet e aplicativos de redes sociais em demasia afetam negativamente as interações, a linguagem e a concentração, os três pilares básicos do processo cognitivo em qualquer idade, mas de excepcional importância nos cinco primeiros anos da existência. “No caso das crianças pequenas, celular é um entretenimento passivo, sem reflexão ou desafios.”, alerta Claudio Serfaty, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal Fluminense.

Colocada dessa maneira, parece que a tecnologia é um mal. Longe disso. O foguete do progresso tecnológico transportou a humanidade para um novo patamar de conhecimento, criatividade, bem-estar e longevidade, com nítidos e incontáveis benefícios em todas as áreas – inclusive no estudo da inteligência. O ruim é o exagero.

(Ernesto Neves e Caio Saad. Veja, no 39, 6 de outubro de 2021. Adaptado)

Considere as passagens do texto:

• ... o conceito foi sendo destrinchado em estudos científicos. (1º parágrafo)

• ... a inteligência humana é um mistério tão intrigante quanto... (1º parágrafo)

• ... o Q.I. médio de seus habitantes subia consistentemente... (2º parágrafo)

Os termos destacados significam, correta e respectivamente:

 

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2916761 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Prodesan
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Mentes não tão brilhantes

Objeto de análise desde os primórdios da civilização, a inteligência humana é um mistério tão intrigante quanto a origem do universo. As dúvidas sobre o que faz os indivíduos serem mais ou menos inteligentes permanecem, mas, ao longo de milênios, o conceito foi sendo destrinchado em estudos científicos sobre os mecanismos que movem o intelecto até se chegar a uma forma de medição padronizada – o teste de Q.I. (quociente de inteligência) – amplamente reconhecida e aceita.

Em boa parte do século XX, os países mais avançados, principalmente, puderam bater no peito e anunciar com orgulho que o Q.I. médio de seus habitantes subia consistentemente – até a curva começar a cair e a inteligência engatar marcha a ré a partir dos anos 2000. Em levantamentos, descobriu- se algo constrangedor para a civilização: pela primeira vez, os filhos passaram a ter mentes menos afiadas do que a de seus pais.

No livro A Fábrica de Cretinos Digitais, o renomado cientista francês Michel Desmurget, aponta as baterias de combate ao estado atual para o que afirma ser sua maior causa: o excesso de tempo passado diante da tela dos mais variados aparelhos digitais. “A tela, em si, não representa um mal, mas o número de horas despendidas na sua frente é assustador”, ressaltou Desmurget à VEJA. “O uso de computadores e celulares por pré-adolescentes é três vezes maior para se divertir do que para fazer trabalhos escolares. No caso dos adolescentes, o número sobe para oito”.

Sobre o desenvolvimento de crianças pequenas, o especialista adverte que internet e aplicativos de redes sociais em demasia afetam negativamente as interações, a linguagem e a concentração, os três pilares básicos do processo cognitivo em qualquer idade, mas de excepcional importância nos cinco primeiros anos da existência. “No caso das crianças pequenas, celular é um entretenimento passivo, sem reflexão ou desafios.”, alerta Claudio Serfaty, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal Fluminense.

Colocada dessa maneira, parece que a tecnologia é um mal. Longe disso. O foguete do progresso tecnológico transportou a humanidade para um novo patamar de conhecimento, criatividade, bem-estar e longevidade, com nítidos e incontáveis benefícios em todas as áreas – inclusive no estudo da inteligência. O ruim é o exagero.

(Ernesto Neves e Caio Saad. Veja, no 39, 6 de outubro de 2021. Adaptado)

Assinale a alternativa em que, no contexto em que se inserem, há palavras empregadas em sentido figurado.

 

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2916760 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Prodesan
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Mentes não tão brilhantes

Objeto de análise desde os primórdios da civilização, a inteligência humana é um mistério tão intrigante quanto a origem do universo. As dúvidas sobre o que faz os indivíduos serem mais ou menos inteligentes permanecem, mas, ao longo de milênios, o conceito foi sendo destrinchado em estudos científicos sobre os mecanismos que movem o intelecto até se chegar a uma forma de medição padronizada – o teste de Q.I. (quociente de inteligência) – amplamente reconhecida e aceita.

Em boa parte do século XX, os países mais avançados, principalmente, puderam bater no peito e anunciar com orgulho que o Q.I. médio de seus habitantes subia consistentemente – até a curva começar a cair e a inteligência engatar marcha a ré a partir dos anos 2000. Em levantamentos, descobriu- se algo constrangedor para a civilização: pela primeira vez, os filhos passaram a ter mentes menos afiadas do que a de seus pais.

No livro A Fábrica de Cretinos Digitais, o renomado cientista francês Michel Desmurget, aponta as baterias de combate ao estado atual para o que afirma ser sua maior causa: o excesso de tempo passado diante da tela dos mais variados aparelhos digitais. “A tela, em si, não representa um mal, mas o número de horas despendidas na sua frente é assustador”, ressaltou Desmurget à VEJA. “O uso de computadores e celulares por pré-adolescentes é três vezes maior para se divertir do que para fazer trabalhos escolares. No caso dos adolescentes, o número sobe para oito”.

Sobre o desenvolvimento de crianças pequenas, o especialista adverte que internet e aplicativos de redes sociais em demasia afetam negativamente as interações, a linguagem e a concentração, os três pilares básicos do processo cognitivo em qualquer idade, mas de excepcional importância nos cinco primeiros anos da existência. “No caso das crianças pequenas, celular é um entretenimento passivo, sem reflexão ou desafios.”, alerta Claudio Serfaty, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal Fluminense.

Colocada dessa maneira, parece que a tecnologia é um mal. Longe disso. O foguete do progresso tecnológico transportou a humanidade para um novo patamar de conhecimento, criatividade, bem-estar e longevidade, com nítidos e incontáveis benefícios em todas as áreas – inclusive no estudo da inteligência. O ruim é o exagero.

(Ernesto Neves e Caio Saad. Veja, no 39, 6 de outubro de 2021. Adaptado)

De acordo com informações presentes no texto, é correto afirmar que

 

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2916759 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Prodesan
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Objeto de análise desde os primórdios da civilização, a inteligência humana é um mistério tão intrigante quanto a origem do universo. As dúvidas sobre o que faz os indivíduos serem mais ou menos inteligentes permanecem, mas, ao longo de milênios, o conceito foi sendo destrinchado em estudos científicos sobre os mecanismos que movem o intelecto até se chegar a uma forma de medição padronizada – o teste de Q.I. (quociente de inteligência) – amplamente reconhecida e aceita.

Em boa parte do século XX, os países mais avançados, principalmente, puderam bater no peito e anunciar com orgulho que o Q.I. médio de seus habitantes subia consistentemente – até a curva começar a cair e a inteligência engatar marcha a ré a partir dos anos 2000. Em levantamentos, descobriu- se algo constrangedor para a civilização: pela primeira vez, os filhos passaram a ter mentes menos afiadas do que a de seus pais.

No livro A Fábrica de Cretinos Digitais, o renomado cientista francês Michel Desmurget, aponta as baterias de combate ao estado atual para o que afirma ser sua maior causa: o excesso de tempo passado diante da tela dos mais variados aparelhos digitais. “A tela, em si, não representa um mal, mas o número de horas despendidas na sua frente é assustador”, ressaltou Desmurget à VEJA. “O uso de computadores e celulares por pré-adolescentes é três vezes maior para se divertir do que para fazer trabalhos escolares. No caso dos adolescentes, o número sobe para oito”.

Sobre o desenvolvimento de crianças pequenas, o especialista adverte que internet e aplicativos de redes sociais em demasia afetam negativamente as interações, a linguagem e a concentração, os três pilares básicos do processo cognitivo em qualquer idade, mas de excepcional importância nos cinco primeiros anos da existência. “No caso das crianças pequenas, celular é um entretenimento passivo, sem reflexão ou desafios.”, alerta Claudio Serfaty, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal Fluminense.

Colocada dessa maneira, parece que a tecnologia é um mal. Longe disso. O foguete do progresso tecnológico transportou a humanidade para um novo patamar de conhecimento, criatividade, bem-estar e longevidade, com nítidos e incontáveis benefícios em todas as áreas – inclusive no estudo da inteligência. O ruim é o exagero.

(Ernesto Neves e Caio Saad. Veja, no 39, 6 de outubro de 2021. Adaptado)

De acordo com informações presentes no texto, é correto afirmar que

 

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Disciplina: Português
Banca: VUNESP
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Objeto de análise desde os primórdios da civilização, a inteligência humana é um mistério tão intrigante quanto a origem do universo. As dúvidas sobre o que faz os indivíduos serem mais ou menos inteligentes permanecem, mas, ao longo de milênios, o conceito foi sendo destrinchado em estudos científicos sobre os mecanismos que movem o intelecto até se chegar a uma forma de medição padronizada – o teste de Q.I. (quociente de inteligência) – amplamente reconhecida e aceita.

Em boa parte do século XX, os países mais avançados, principalmente, puderam bater no peito e anunciar com orgulho que o Q.I. médio de seus habitantes subia consistentemente – até a curva começar a cair e a inteligência engatar marcha a ré a partir dos anos 2000. Em levantamentos, descobriu- se algo constrangedor para a civilização: pela primeira vez, os filhos passaram a ter mentes menos afiadas do que a de seus pais.

No livro A Fábrica de Cretinos Digitais, o renomado cientista francês Michel Desmurget, aponta as baterias de combate ao estado atual para o que afirma ser sua maior causa: o excesso de tempo passado diante da tela dos mais variados aparelhos digitais. “A tela, em si, não representa um mal, mas o número de horas despendidas na sua frente é assustador”, ressaltou Desmurget à VEJA. “O uso de computadores e celulares por pré-adolescentes é três vezes maior para se divertir do que para fazer trabalhos escolares. No caso dos adolescentes, o número sobe para oito”.

Sobre o desenvolvimento de crianças pequenas, o especialista adverte que internet e aplicativos de redes sociais em demasia afetam negativamente as interações, a linguagem e a concentração, os três pilares básicos do processo cognitivo em qualquer idade, mas de excepcional importância nos cinco primeiros anos da existência. “No caso das crianças pequenas, celular é um entretenimento passivo, sem reflexão ou desafios.”, alerta Claudio Serfaty, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal Fluminense.

Colocada dessa maneira, parece que a tecnologia é um mal. Longe disso. O foguete do progresso tecnológico transportou a humanidade para um novo patamar de conhecimento, criatividade, bem-estar e longevidade, com nítidos e incontáveis benefícios em todas as áreas – inclusive no estudo da inteligência. O ruim é o exagero.

(Ernesto Neves e Caio Saad. Veja, no 39, 6 de outubro de 2021. Adaptado)

Com base no texto, é correto afirmar que

 

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