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O texto a seguir foi utilizado para as questões de 03 a 10.
[…] Já dispomos no Brasil, atualmente, de expressiva literatura acerca dos processos e cenários sociais mais significativos das mudanças estruturais do capitalismo mundializado e, consequentemente, de transformações no mundo da produção e do trabalho. Embora os percursos teóricos-metodológicos guardem especificidades, pode-se dizer, grosso modo, que o fio condutor destas análises de estudiosos da área continua sendo o das relações capital-trabalho, evidentemente que numa fase singular da história do capitalismo. Além disso, é possível observar que há, nessas análises, esforços no sentido de compreender as transformações no mundo do trabalho e, consequentemente, nos processos de produção, de organização e de formação profissional.
De um modo geral, o setor empresarial passa por mudanças significativas, em que predominam fusões e associações, com a finalidade de dotar as organizações de maior eficiência e eficácia. As necessidades decorrentes do processo de mundialização implicam novos cenários competitivos, ocasionando a absorção de novos formatos organizacionais. Tais alterações são perceptíveis pela absorção da microeletrônica, em larga escala, desde as relações da indústria com os bancos e com o sistema financeiro até as infra-estruturas e serviços públicos, nível de qualificação da mão-de-obra, qualidade do sistema de pesquisa, dentre outros. A tecnologia tornou-se fator fundamental num contexto em que a competitividade e a produtividade se tornaram dogmas absolutos e sinônimo de luta pela sobrevivência no mundo dos negócios. Portanto, nesta ótica empresarial, verifica-se que grande parte das vantagens está associada à qualificação dos recursos humanos e à qualidade dos conhecimentos produzidos. Por isso, a questão da formação e da produção do conhecimento passaram a ser de fundamental interesse das empresas, especialmente das transnacionais.
(CATANI, A. M.; OLIVEIRA, J. F. de.; DOURADO L. F. Política educacional, mudanças no mundo do trabalho e reforma curricular dos cursos de graduação no Brasil. Educação & Sociedade, ano XXII, no 75, Agosto/2001 p. 68-69. (adaptado))
Assinale a alternativa em que há problema de concordância.
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O texto a seguir foi utilizado para as questões de 03 a 10.
[…] Já dispomos no Brasil, atualmente, de expressiva literatura acerca dos processos e cenários sociais mais significativos das mudanças estruturais do capitalismo mundializado e, consequentemente, de transformações no mundo da produção e do trabalho. Embora os percursos teóricos-metodológicos guardem especificidades, pode-se dizer, grosso modo, que o fio condutor destas análises de estudiosos da área continua sendo o das relações capital-trabalho, evidentemente que numa fase singular da história do capitalismo. Além disso, é possível observar que há, nessas análises, esforços no sentido de compreender as transformações no mundo do trabalho e, consequentemente, nos processos de produção, de organização e de formação profissional.
De um modo geral, o setor empresarial passa por mudanças significativas, em que predominam fusões e associações, com a finalidade de dotar as organizações de maior eficiência e eficácia. As necessidades decorrentes do processo de mundialização implicam novos cenários competitivos, ocasionando a absorção de novos formatos organizacionais. Tais alterações são perceptíveis pela absorção da microeletrônica, em larga escala, desde as relações da indústria com os bancos e com o sistema financeiro até as infra-estruturas e serviços públicos, nível de qualificação da mão-de-obra, qualidade do sistema de pesquisa, dentre outros. A tecnologia tornou-se fator fundamental num contexto em que a competitividade e a produtividade se tornaram dogmas absolutos e sinônimo de luta pela sobrevivência no mundo dos negócios. Portanto, nesta ótica empresarial, verifica-se que grande parte das vantagens está associada à qualificação dos recursos humanos e à qualidade dos conhecimentos produzidos. Por isso, a questão da formação e da produção do conhecimento passaram a ser de fundamental interesse das empresas, especialmente das transnacionais.
(CATANI, A. M.; OLIVEIRA, J. F. de.; DOURADO L. F. Política educacional, mudanças no mundo do trabalho e reforma curricular dos cursos de graduação no Brasil. Educação & Sociedade, ano XXII, no 75, Agosto/2001 p. 68-69. (adaptado))
Só serão mantidos o sentido original do texto e a sua gramática se
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O texto a seguir foi utilizado para as questões de 03 a 10.
[…] Já dispomos no Brasil, atualmente, de expressiva literatura acerca dos processos e cenários sociais mais significativos das mudanças estruturais do capitalismo mundializado e, consequentemente, de transformações no mundo da produção e do trabalho. Embora os percursos teóricos-metodológicos guardem especificidades, pode-se dizer, grosso modo, que o fio condutor destas análises de estudiosos da área continua sendo o das relações capital-trabalho, evidentemente que numa fase singular da história do capitalismo. Além disso, é possível observar que há, nessas análises, esforços no sentido de compreender as transformações no mundo do trabalho e, consequentemente, nos processos de produção, de organização e de formação profissional.
De um modo geral, o setor empresarial passa por mudanças significativas, em que predominam fusões e associações, com a finalidade de dotar as organizações de maior eficiência e eficácia. As necessidades decorrentes do processo de mundialização implicam novos cenários competitivos, ocasionando a absorção de novos formatos organizacionais. Tais alterações são perceptíveis pela absorção da microeletrônica, em larga escala, desde as relações da indústria com os bancos e com o sistema financeiro até as infra-estruturas e serviços públicos, nível de qualificação da mão-de-obra, qualidade do sistema de pesquisa, dentre outros. A tecnologia tornou-se fator fundamental num contexto em que a competitividade e a produtividade se tornaram dogmas absolutos e sinônimo de luta pela sobrevivência no mundo dos negócios. Portanto, nesta ótica empresarial, verifica-se que grande parte das vantagens está associada à qualificação dos recursos humanos e à qualidade dos conhecimentos produzidos. Por isso, a questão da formação e da produção do conhecimento passaram a ser de fundamental interesse das empresas, especialmente das transnacionais.
(CATANI, A. M.; OLIVEIRA, J. F. de.; DOURADO L. F. Política educacional, mudanças no mundo do trabalho e reforma curricular dos cursos de graduação no Brasil. Educação & Sociedade, ano XXII, no 75, Agosto/2001 p. 68-69. (adaptado))
A expressão destacada que funciona como sujeito é
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O texto a seguir foi utilizado para as questões de 03 a 10.
[…] Já dispomos no Brasil, atualmente, de expressiva literatura acerca dos processos e cenários sociais mais significativos das mudanças estruturais do capitalismo mundializado e, consequentemente, de transformações no mundo da produção e do trabalho. Embora os percursos teóricos-metodológicos guardem especificidades, pode-se dizer, grosso modo, que o fio condutor destas análises de estudiosos da área continua sendo o das relações capital-trabalho, evidentemente que numa fase singular da história do capitalismo. Além disso, é possível observar que há, nessas análises, esforços no sentido de compreender as transformações no mundo do trabalho e, consequentemente, nos processos de produção, de organização e de formação profissional.
De um modo geral, o setor empresarial passa por mudanças significativas, em que predominam fusões e associações, com a finalidade de dotar as organizações de maior eficiência e eficácia. As necessidades decorrentes do processo de mundialização implicam novos cenários competitivos, ocasionando a absorção de novos formatos organizacionais. Tais alterações são perceptíveis pela absorção da microeletrônica, em larga escala, desde as relações da indústria com os bancos e com o sistema financeiro até as infra-estruturas e serviços públicos, nível de qualificação da mão-de-obra, qualidade do sistema de pesquisa, dentre outros. A tecnologia tornou-se fator fundamental num contexto em que a competitividade e a produtividade se tornaram dogmas absolutos e sinônimo de luta pela sobrevivência no mundo dos negócios. Portanto, nesta ótica empresarial, verifica-se que grande parte das vantagens está associada à qualificação dos recursos humanos e à qualidade dos conhecimentos produzidos. Por isso, a questão da formação e da produção do conhecimento passaram a ser de fundamental interesse das empresas, especialmente das transnacionais.
(CATANI, A. M.; OLIVEIRA, J. F. de.; DOURADO L. F. Política educacional, mudanças no mundo do trabalho e reforma curricular dos cursos de graduação no Brasil. Educação & Sociedade, ano XXII, no 75, Agosto/2001 p. 68-69. (adaptado))
Assinale a alternativa cuja expressão destacada NÃO teve seu sentido corretamente identificado.
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O texto a seguir foi utilizado para as questões de 03 a 10.
[…] Já dispomos no Brasil, atualmente, de expressiva literatura acerca dos processos e cenários sociais mais significativos das mudanças estruturais do capitalismo mundializado e, consequentemente, de transformações no mundo da produção e do trabalho. Embora os percursos teóricos-metodológicos guardem especificidades, pode-se dizer, grosso modo, que o fio condutor destas análises de estudiosos da área continua sendo o das relações capital-trabalho, evidentemente que numa fase singular da história do capitalismo. Além disso, é possível observar que há, nessas análises, esforços no sentido de compreender as transformações no mundo do trabalho e, consequentemente, nos processos de produção, de organização e de formação profissional.
De um modo geral, o setor empresarial passa por mudanças significativas, em que predominam fusões e associações, com a finalidade de dotar as organizações de maior eficiência e eficácia. As necessidades decorrentes do processo de mundialização implicam novos cenários competitivos, ocasionando a absorção de novos formatos organizacionais. Tais alterações são perceptíveis pela absorção da microeletrônica, em larga escala, desde as relações da indústria com os bancos e com o sistema financeiro até as infra-estruturas e serviços públicos, nível de qualificação da mão-de-obra, qualidade do sistema de pesquisa, dentre outros. A tecnologia tornou-se fator fundamental num contexto em que a competitividade e a produtividade se tornaram dogmas absolutos e sinônimo de luta pela sobrevivência no mundo dos negócios. Portanto, nesta ótica empresarial, verifica-se que grande parte das vantagens está associada à qualificação dos recursos humanos e à qualidade dos conhecimentos produzidos. Por isso, a questão da formação e da produção do conhecimento passaram a ser de fundamental interesse das empresas, especialmente das transnacionais.
(CATANI, A. M.; OLIVEIRA, J. F. de.; DOURADO L. F. Política educacional, mudanças no mundo do trabalho e reforma curricular dos cursos de graduação no Brasil. Educação & Sociedade, ano XXII, no 75, Agosto/2001 p. 68-69. (adaptado))
O emprego da expressão embora tem a função de
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O texto a seguir foi utilizado para as questões de 03 a 10.
[…] Já dispomos no Brasil, atualmente, de expressiva literatura acerca dos processos e cenários sociais mais significativos das mudanças estruturais do capitalismo mundializado e, consequentemente, de transformações no mundo da produção e do trabalho. Embora os percursos teóricos-metodológicos guardem especificidades, pode-se dizer, grosso modo, que o fio condutor destas análises de estudiosos da área continua sendo o das relações capital-trabalho, evidentemente que numa fase singular da história do capitalismo. Além disso, é possível observar que há, nessas análises, esforços no sentido de compreender as transformações no mundo do trabalho e, consequentemente, nos processos de produção, de organização e de formação profissional.
De um modo geral, o setor empresarial passa por mudanças significativas, em que predominam fusões e associações, com a finalidade de dotar as organizações de maior eficiência e eficácia. As necessidades decorrentes do processo de mundialização implicam novos cenários competitivos, ocasionando a absorção de novos formatos organizacionais. Tais alterações são perceptíveis pela absorção da microeletrônica, em larga escala, desde as relações da indústria com os bancos e com o sistema financeiro até as infra-estruturas e serviços públicos, nível de qualificação da mão-de-obra, qualidade do sistema de pesquisa, dentre outros. A tecnologia tornou-se fator fundamental num contexto em que a competitividade e a produtividade se tornaram dogmas absolutos e sinônimo de luta pela sobrevivência no mundo dos negócios. Portanto, nesta ótica empresarial, verifica-se que grande parte das vantagens está associada à qualificação dos recursos humanos e à qualidade dos conhecimentos produzidos. Por isso, a questão da formação e da produção do conhecimento passaram a ser de fundamental interesse das empresas, especialmente das transnacionais.
(CATANI, A. M.; OLIVEIRA, J. F. de.; DOURADO L. F. Política educacional, mudanças no mundo do trabalho e reforma curricular dos cursos de graduação no Brasil. Educação & Sociedade, ano XXII, no 75, Agosto/2001 p. 68-69. (adaptado))
A expressão especialmente foi empregada para conferir foco à expressão
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As questões 01 e 02 referem-se à tirinha a seguir.

Folha de S.Paulo, 27 de agosto de 2013.
A oração “chegar ao estágio da raiva incontida” funciona como
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As questões 01 e 02 referem-se à tirinha a seguir.

Folha de S.Paulo, 27 de agosto de 2013.
A expressão “por mim” funciona como
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Vitória Conquista-BA
A Independência do Brasil é um dos processos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitos morreram na luta por este ideal. Sobre este processo, assinale a alternativa correta.
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O texto a seguir foi utilizado para as questões de 03 a 10.
[…] Já dispomos no Brasil, atualmente, de expressiva literatura acerca dos processos e cenários sociais mais significativos das mudanças estruturais do capitalismo mundializado e, consequentemente, de transformações no mundo da produção e do trabalho. Embora os percursos teóricos-metodológicos guardem especificidades, pode-se dizer, grosso modo, que o fio condutor destas análises de estudiosos da área continua sendo o das relações capital-trabalho, evidentemente que numa fase singular da história do capitalismo. Além disso, é possível observar que há, nessas análises, esforços no sentido de compreender as transformações no mundo do trabalho e, consequentemente, nos processos de produção, de organização e de formação profissional.
De um modo geral, o setor empresarial passa por mudanças significativas, em que predominam fusões e associações, com a finalidade de dotar as organizações de maior eficiência e eficácia. As necessidades decorrentes do processo de mundialização implicam novos cenários competitivos, ocasionando a absorção de novos formatos organizacionais. Tais alterações são perceptíveis pela absorção da microeletrônica, em larga escala, desde as relações da indústria com os bancos e com o sistema financeiro até as infra-estruturas e serviços públicos, nível de qualificação da mão-de-obra, qualidade do sistema de pesquisa, dentre outros. A tecnologia tornou-se fator fundamental num contexto em que a competitividade e a produtividade se tornaram dogmas absolutos e sinônimo de luta pela sobrevivência no mundo dos negócios. Portanto, nesta ótica empresarial, verifica-se que grande parte das vantagens está associada à qualificação dos recursos humanos e à qualidade dos conhecimentos produzidos. Por isso, a questão da formação e da produção do conhecimento passaram a ser de fundamental interesse das empresas, especialmente das transnacionais.
(CATANI, A. M.; OLIVEIRA, J. F. de.; DOURADO L. F. Política educacional, mudanças no mundo do trabalho e reforma curricular dos cursos de graduação no Brasil. Educação & Sociedade, ano XXII, no 75, Agosto/2001 p. 68-69. (adaptado))
A sequência verbal continua sendo indica aspecto
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