Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

Leia o texto a seguir para responder as questões de 01 a 07.


O conceito de salvação na Idade Média era vinculado à ideia de viagem. Imprensado entre dois mundos, o da carne pecadora e o da alma, entre o mundo terrestre efêmero e a eternidade do mundo celeste, o homem medieval se via como um viajante (homo viator), um caminhante entre dois mundos.

Deste modo, a terra era entendida essencialmente como um lugar de passagem. O alto, representado pelo Céu, era associado a Deus e ao macrocosmos, local onde habitavam o Criador e os Anjos. Já o microcosmo, identificado com a natureza, era a sede das criaturas de Deus, lugar das tentações. Assim como o homem era a cópia imperfeita de Deus, a terra era uma corrupção do mundo celeste, possuindo com este uma analogia.

A morte também era considerada uma viagem da Alma. Em outras culturas a ideia de viagem também fora valorizada entre os heróis mitológicos gregos e suas travessias marítimas em busca de aventuras, como Ulisses ou Jasão. A morte do Deus egípcio Osíris na água também ligava-se à ideia de renascimento. Topos como as ilhas e a água tiveram significados importantes em várias culturas, representando muitas vezes o contato entre vivos e mortos, mundo dos deuses e dos humanos, como entre as populações célticas para quem as ilhas são o local por excelência dos deuses, o Sîd.

Para o medievo o mundo era um espaço a ser temido já que o sobrenatural, povoado por entes maléficos, estava escondido nas coisas cotidianas. A noite, a floresta, eram repletas de mistério e motivo de temor por esconderem o desconhecido, oculto e diabólico, no qual o corpo e a alma seriam postos à prova, pois, no paradoxo medieval, o corpo era corruptível, mas através dele a alma seria salva. Se o homem conseguisse manter o corpo puro conseguiria a salvação. Caso o maculasse, sua alma sofreria a danação com castigos eternos no Inferno ou provisórios no Purgatório. De qualquer forma, o castigo seria sentido pela alma de uma forma quase corpórea e era caracterizado por torturas no fogo e no frio.

(ZIERER, A. Paraíso versus Inferno: a Visão de Túndalo e a Viagem Medieval em Busca da Salvação da Alma (séc. XII). In: Mirabilia 02, dez/2002. (Adaptado))

Só serão mantidos o sentido original do texto e a sua gramática se

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto a seguir para responder as questões de 01 a 07.


O conceito de salvação na Idade Média era vinculado à ideia de viagem. Imprensado entre dois mundos, o da carne pecadora e o da alma, entre o mundo terrestre efêmero e a eternidade do mundo celeste, o homem medieval se via como um viajante (homo viator), um caminhante entre dois mundos.

Deste modo, a terra era entendida essencialmente como um lugar de passagem. O alto, representado pelo Céu, era associado a Deus e ao macrocosmos, local onde habitavam o Criador e os Anjos. Já o microcosmo, identificado com a natureza, era a sede das criaturas de Deus, lugar das tentações. Assim como o homem era a cópia imperfeita de Deus, a terra era uma corrupção do mundo celeste, possuindo com este uma analogia.

A morte também era considerada uma viagem da Alma. Em outras culturas a ideia de viagem também fora valorizada entre os heróis mitológicos gregos e suas travessias marítimas em busca de aventuras, como Ulisses ou Jasão. A morte do Deus egípcio Osíris na água também ligava-se à ideia de renascimento. Topos como as ilhas e a água tiveram significados importantes em várias culturas, representando muitas vezes o contato entre vivos e mortos, mundo dos deuses e dos humanos, como entre as populações célticas para quem as ilhas são o local por excelência dos deuses, o Sîd.

Para o medievo o mundo era um espaço a ser temido já que o sobrenatural, povoado por entes maléficos, estava escondido nas coisas cotidianas. A noite, a floresta, eram repletas de mistério e motivo de temor por esconderem o desconhecido, oculto e diabólico, no qual o corpo e a alma seriam postos à prova, pois, no paradoxo medieval, o corpo era corruptível, mas através dele a alma seria salva. Se o homem conseguisse manter o corpo puro conseguiria a salvação. Caso o maculasse, sua alma sofreria a danação com castigos eternos no Inferno ou provisórios no Purgatório. De qualquer forma, o castigo seria sentido pela alma de uma forma quase corpórea e era caracterizado por torturas no fogo e no frio.

(ZIERER, A. Paraíso versus Inferno: a Visão de Túndalo e a Viagem Medieval em Busca da Salvação da Alma (séc. XII). In: Mirabilia 02, dez/2002. (Adaptado))

“Para o medievo o mundo era um espaço a ser temido já que o sobrenatural, povoado por entes maléficos, estava escondido nas coisas cotidianas.”

A locução conjuntiva “já que” NÃO pode ser substituída, nesse contexto, por

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto a seguir para responder as questões de 01 a 07.


O conceito de salvação na Idade Média era vinculado à ideia de viagem. Imprensado entre dois mundos, o da carne pecadora e o da alma, entre o mundo terrestre efêmero e a eternidade do mundo celeste, o homem medieval se via como um viajante (homo viator), um caminhante entre dois mundos.

Deste modo, a terra era entendida essencialmente como um lugar de passagem. O alto, representado pelo Céu, era associado a Deus e ao macrocosmos, local onde habitavam o Criador e os Anjos. Já o microcosmo, identificado com a natureza, era a sede das criaturas de Deus, lugar das tentações. Assim como o homem era a cópia imperfeita de Deus, a terra era uma corrupção do mundo celeste, possuindo com este uma analogia.

A morte também era considerada uma viagem da Alma. Em outras culturas a ideia de viagem também fora valorizada entre os heróis mitológicos gregos e suas travessias marítimas em busca de aventuras, como Ulisses ou Jasão. A morte do Deus egípcio Osíris na água também ligava-se à ideia de renascimento. Topos como as ilhas e a água tiveram significados importantes em várias culturas, representando muitas vezes o contato entre vivos e mortos, mundo dos deuses e dos humanos, como entre as populações célticas para quem as ilhas são o local por excelência dos deuses, o Sîd.

Para o medievo o mundo era um espaço a ser temido já que o sobrenatural, povoado por entes maléficos, estava escondido nas coisas cotidianas. A noite, a floresta, eram repletas de mistério e motivo de temor por esconderem o desconhecido, oculto e diabólico, no qual o corpo e a alma seriam postos à prova, pois, no paradoxo medieval, o corpo era corruptível, mas através dele a alma seria salva. Se o homem conseguisse manter o corpo puro conseguiria a salvação. Caso o maculasse, sua alma sofreria a danação com castigos eternos no Inferno ou provisórios no Purgatório. De qualquer forma, o castigo seria sentido pela alma de uma forma quase corpórea e era caracterizado por torturas no fogo e no frio.

(ZIERER, A. Paraíso versus Inferno: a Visão de Túndalo e a Viagem Medieval em Busca da Salvação da Alma (séc. XII). In: Mirabilia 02, dez/2002. (Adaptado))

A expressão “paradoxo” pode ser entendida, no texto, como

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto a seguir para responder as questões de 01 a 07.


O conceito de salvação na Idade Média era vinculado à ideia de viagem. Imprensado entre dois mundos, o da carne pecadora e o da alma, entre o mundo terrestre efêmero e a eternidade do mundo celeste, o homem medieval se via como um viajante (homo viator), um caminhante entre dois mundos.

Deste modo, a terra era entendida essencialmente como um lugar de passagem. O alto, representado pelo Céu, era associado a Deus e ao macrocosmos, local onde habitavam o Criador e os Anjos. Já o microcosmo, identificado com a natureza, era a sede das criaturas de Deus, lugar das tentações. Assim como o homem era a cópia imperfeita de Deus, a terra era uma corrupção do mundo celeste, possuindo com este uma analogia.

A morte também era considerada uma viagem da Alma. Em outras culturas a ideia de viagem também fora valorizada entre os heróis mitológicos gregos e suas travessias marítimas em busca de aventuras, como Ulisses ou Jasão. A morte do Deus egípcio Osíris na água também ligava-se à ideia de renascimento. Topos como as ilhas e a água tiveram significados importantes em várias culturas, representando muitas vezes o contato entre vivos e mortos, mundo dos deuses e dos humanos, como entre as populações célticas para quem as ilhas são o local por excelência dos deuses, o Sîd.

Para o medievo o mundo era um espaço a ser temido já que o sobrenatural, povoado por entes maléficos, estava escondido nas coisas cotidianas. A noite, a floresta, eram repletas de mistério e motivo de temor por esconderem o desconhecido, oculto e diabólico, no qual o corpo e a alma seriam postos à prova, pois, no paradoxo medieval, o corpo era corruptível, mas através dele a alma seria salva. Se o homem conseguisse manter o corpo puro conseguiria a salvação. Caso o maculasse, sua alma sofreria a danação com castigos eternos no Inferno ou provisórios no Purgatório. De qualquer forma, o castigo seria sentido pela alma de uma forma quase corpórea e era caracterizado por torturas no fogo e no frio.

(ZIERER, A. Paraíso versus Inferno: a Visão de Túndalo e a Viagem Medieval em Busca da Salvação da Alma (séc. XII). In: Mirabilia 02, dez/2002. (Adaptado))

Em “Caso o maculasse…”, a expressão “caso” introduz relação de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto a seguir para responder as questões de 01 a 07.


O conceito de salvação na Idade Média era vinculado à ideia de viagem. Imprensado entre dois mundos, o da carne pecadora e o da alma, entre o mundo terrestre efêmero e a eternidade do mundo celeste, o homem medieval se via como um viajante (homo viator), um caminhante entre dois mundos.

Deste modo, a terra era entendida essencialmente como um lugar de passagem. O alto, representado pelo Céu, era associado a Deus e ao macrocosmos, local onde habitavam o Criador e os Anjos. Já o microcosmo, identificado com a natureza, era a sede das criaturas de Deus, lugar das tentações. Assim como o homem era a cópia imperfeita de Deus, a terra era uma corrupção do mundo celeste, possuindo com este uma analogia.

A morte também era considerada uma viagem da Alma. Em outras culturas a ideia de viagem também fora valorizada entre os heróis mitológicos gregos e suas travessias marítimas em busca de aventuras, como Ulisses ou Jasão. A morte do Deus egípcio Osíris na água também ligava-se à ideia de renascimento. Topos como as ilhas e a água tiveram significados importantes em várias culturas, representando muitas vezes o contato entre vivos e mortos, mundo dos deuses e dos humanos, como entre as populações célticas para quem as ilhas são o local por excelência dos deuses, o Sîd.

Para o medievo o mundo era um espaço a ser temido já que o sobrenatural, povoado por entes maléficos, estava escondido nas coisas cotidianas. A noite, a floresta, eram repletas de mistério e motivo de temor por esconderem o desconhecido, oculto e diabólico, no qual o corpo e a alma seriam postos à prova, pois, no paradoxo medieval, o corpo era corruptível, mas através dele a alma seria salva. Se o homem conseguisse manter o corpo puro conseguiria a salvação. Caso o maculasse, sua alma sofreria a danação com castigos eternos no Inferno ou provisórios no Purgatório. De qualquer forma, o castigo seria sentido pela alma de uma forma quase corpórea e era caracterizado por torturas no fogo e no frio.

(ZIERER, A. Paraíso versus Inferno: a Visão de Túndalo e a Viagem Medieval em Busca da Salvação da Alma (séc. XII). In: Mirabilia 02, dez/2002. (Adaptado))

Em “por esconderem o desconhecido, oculto e diabólico”, a preposição “por” estabelece relação semântica de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto a seguir para responder as questões de 01 a 07.


O conceito de salvação na Idade Média era vinculado à ideia de viagem. Imprensado entre dois mundos, o da carne pecadora e o da alma, entre o mundo terrestre efêmero e a eternidade do mundo celeste, o homem medieval se via como um viajante (homo viator), um caminhante entre dois mundos.

Deste modo, a terra era entendida essencialmente como um lugar de passagem. O alto, representado pelo Céu, era associado a Deus e ao macrocosmos, local onde habitavam o Criador e os Anjos. Já o microcosmo, identificado com a natureza, era a sede das criaturas de Deus, lugar das tentações. Assim como o homem era a cópia imperfeita de Deus, a terra era uma corrupção do mundo celeste, possuindo com este uma analogia.

A morte também era considerada uma viagem da Alma. Em outras culturas a ideia de viagem também fora valorizada entre os heróis mitológicos gregos e suas travessias marítimas em busca de aventuras, como Ulisses ou Jasão. A morte do Deus egípcio Osíris na água também ligava-se à ideia de renascimento. Topos como as ilhas e a água tiveram significados importantes em várias culturas, representando muitas vezes o contato entre vivos e mortos, mundo dos deuses e dos humanos, como entre as populações célticas para quem as ilhas são o local por excelência dos deuses, o Sîd.

Para o medievo o mundo era um espaço a ser temido já que o sobrenatural, povoado por entes maléficos, estava escondido nas coisas cotidianas. A noite, a floresta, eram repletas de mistério e motivo de temor por esconderem o desconhecido, oculto e diabólico, no qual o corpo e a alma seriam postos à prova, pois, no paradoxo medieval, o corpo era corruptível, mas através dele a alma seria salva. Se o homem conseguisse manter o corpo puro conseguiria a salvação. Caso o maculasse, sua alma sofreria a danação com castigos eternos no Inferno ou provisórios no Purgatório. De qualquer forma, o castigo seria sentido pela alma de uma forma quase corpórea e era caracterizado por torturas no fogo e no frio.

(ZIERER, A. Paraíso versus Inferno: a Visão de Túndalo e a Viagem Medieval em Busca da Salvação da Alma (séc. XII). In: Mirabilia 02, dez/2002. (Adaptado))

Em “Já o microcosmo”, a expressão “já” funciona como elemento que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O Arraial da Conquista foi fundado em 1783 por João Gonçalves da Costa, que foi para o Brasil a serviço de D. José I, com a missão de conquistar as terras a oeste da costa da Bahia. Em 1840, o Arraial foi elevado à Vila e Freguesia, passando a ser denominado Imperial Vila da Vitória. Em ato de 1º de Julho de 1891, a Imperial Vila da Vitória passou à categoria de cidade, recebendo, simplesmente, o nome de Conquista. Finalmente, em dezembro de 1943, através da Lei Estadual n.º 141, o nome do Município é modificado para Vitória da Conquista. Sobre a história desta cidade, assinale a alternativa INCORRETA.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1644045 Ano: 2014
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Vitória Conquista-BA
Provas:

Esta Norma estabelece um sistema de numeração progressiva das seções de documentos escritos, de modo a expor numa sequência lógica o inter-relacionamento da matéria e a permitir sua localização. Qual é esta NBR de numeração progressiva das seções?

Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1644042 Ano: 2014
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Vitória Conquista-BA
Provas:

Na catalogação de recursos bibliográficos pelo AACR2 em MARC21, existem regras para substituir sinais de pontuação na área de título e indicação de responsabilidade. Na entrada por título, como ficaria um título que inclui reticências (...), ou seja, por qual sinal serão substituído as reticências?

Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto a seguir para responder as questões de 01 a 07.


O conceito de salvação na Idade Média era vinculado à ideia de viagem. Imprensado entre dois mundos, o da carne pecadora e o da alma, entre o mundo terrestre efêmero e a eternidade do mundo celeste, o homem medieval se via como um viajante (homo viator), um caminhante entre dois mundos.

Deste modo, a terra era entendida essencialmente como um lugar de passagem. O alto, representado pelo Céu, era associado a Deus e ao macrocosmos, local onde habitavam o Criador e os Anjos. Já o microcosmo, identificado com a natureza, era a sede das criaturas de Deus, lugar das tentações. Assim como o homem era a cópia imperfeita de Deus, a terra era uma corrupção do mundo celeste, possuindo com este uma analogia.

A morte também era considerada uma viagem da Alma. Em outras culturas a ideia de viagem também fora valorizada entre os heróis mitológicos gregos e suas travessias marítimas em busca de aventuras, como Ulisses ou Jasão. A morte do Deus egípcio Osíris na água também ligava-se à ideia de renascimento. Topos como as ilhas e a água tiveram significados importantes em várias culturas, representando muitas vezes o contato entre vivos e mortos, mundo dos deuses e dos humanos, como entre as populações célticas para quem as ilhas são o local por excelência dos deuses, o Sîd.

Para o medievo o mundo era um espaço a ser temido já que o sobrenatural, povoado por entes maléficos, estava escondido nas coisas cotidianas. A noite, a floresta, eram repletas de mistério e motivo de temor por esconderem o desconhecido, oculto e diabólico, no qual o corpo e a alma seriam postos à prova, pois, no paradoxo medieval, o corpo era corruptível, mas através dele a alma seria salva. Se o homem conseguisse manter o corpo puro conseguiria a salvação. Caso o maculasse, sua alma sofreria a danação com castigos eternos no Inferno ou provisórios no Purgatório. De qualquer forma, o castigo seria sentido pela alma de uma forma quase corpórea e era caracterizado por torturas no fogo e no frio.

(ZIERER, A. Paraíso versus Inferno: a Visão de Túndalo e a Viagem Medieval em Busca da Salvação da Alma (séc. XII). In: Mirabilia 02, dez/2002. (Adaptado))

A expressão “através” pode ser substituída, no contexto, por

Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas