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Em todas as sentenças dadas a seguir, o verbo
entre parênteses está empregado corretamente,
exceto em:
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Assinale a alternativa que apresenta a associação
correta entre as sentenças a seguir e a respectiva
justificativa para o uso da próclise em cada uma
delas. Não é necessário usar todas as
justificativas.
I. Não o comunicaram que a inscrição do vestibular havia sido prorrogada.
II. Os colegas o tinham avisado.
III. Alguém me disse que a vida era bonita.
(1) presença de palavra atrativa;
(2) forma verbal principal no particípio;
(3) forma verbal principal no futuro do pretérito.
I. Não o comunicaram que a inscrição do vestibular havia sido prorrogada.
II. Os colegas o tinham avisado.
III. Alguém me disse que a vida era bonita.
(1) presença de palavra atrativa;
(2) forma verbal principal no particípio;
(3) forma verbal principal no futuro do pretérito.
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A única sentença cujo verbo apresenta apenas um
complemento, sendo este classificado como
objeto direto, é:
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Nas sentenças a seguir, o único caso em que
ocorre crase e que, portanto, requer o emprego do
acento grave na palavra “a” está em:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Votos para o Ano-Novo
Os cronistas mais organizados costumam
escolher, no fim de ano, os dez melhores, os dez
maiores, os dez mais isto ou aquilo do ano que
passou. Essas escolhas públicas não têm o
encanto das escolhas particulares, feitas em uma
pequena roda, em que se costuma decidir, depois
de severos debates, qual foi o maior “fora”, o pior
vexame, o melhor golpe do baú, o maior chato do
ano, a mais bela dor de cotovelo, o mais louvável
infarto do miocárdio, o party mais fracassado, a
cena mais ridícula, o marido mais manso etc.
Note-se que para a escolha deste último deve-se
levar em conta que há muitos cavalheiros que não
podem ser aceitos no páreo, devem ser considerados hors-concours. É preciso
incentivar os valores novos.
Depois desse salutar exercício, proponho
que cada pessoa faça um exame de consciência e
pergunte a si mesma com que direito se arvora
em juiz dos outros. Pense nos seus próprios
pecados, nos seus próprios ridículos. Procure ver
a si mesmo como se fosse alguém a quem
quisesse ridicularizar. Como seria fácil! Quem
sabe que a virtude de que você mais se envaidece
é menos uma virtude do que medo da polícia, ou,
mais comumente, do ridículo?
Dizem que o crime não compensa. E a
virtude, compensará? Espero que sim, mas talvez
só no outro mundo. Neste aqui não sei; mas
conheço pessoas virtuosas que me parecem tão
azedas, tão infelizes, tão entediadas, tão sem
graça com a própria virtude que dão vontade da
gente dizer:
― Está muito bem, nossa amizade, você
é formidável. Mas assim também enjoa. Peque
pelo menos uma vezinha, sim? É bom para
relaxar.
Raul de Leoni sonhava com... “um
cristianismo ideal, que não existe, onde a virtude
não precisasse ser triste, onde a tristeza fosse um
pecado venial...”.
Acho que a pessoa querer buscar a
felicidade em pecados e sujeiras só não é um erro
quando a pessoa tem mesmo muita vocação para essas coisas. Mas isso é raríssimo. A maior parte
dos sujos tem uma inveja secreta e imensa dos
honrados, dos limpos. Sofre com isto. Sofre tanto
quanto os que vivem além do gabarito da própria
virtude.
Desejo a todos, no Ano-Novo, muitas
virtudes e boas ações e alguns pecados
agradáveis, excitantes, discretos, e,
principalmente, bem-sucedidos.
BRAGA, R. Votos para o Ano-Novo. In: BRAGA, R.
As boas coisas da vida. Rio de Janeiro: Record, 1989,
p. 185-187. Disponível em
. <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/14877/voto
s-para-o-ano-novo>.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Votos para o Ano-Novo
Os cronistas mais organizados costumam
escolher, no fim de ano, os dez melhores, os dez
maiores, os dez mais isto ou aquilo do ano que
passou. Essas escolhas públicas não têm o
encanto das escolhas particulares, feitas em uma
pequena roda, em que se costuma decidir, depois
de severos debates, qual foi o maior “fora”, o pior
vexame, o melhor golpe do baú, o maior chato do
ano, a mais bela dor de cotovelo, o mais louvável
infarto do miocárdio, o party mais fracassado, a
cena mais ridícula, o marido mais manso etc.
Note-se que para a escolha deste último deve-se
levar em conta que há muitos cavalheiros que não
podem ser aceitos no páreo, devem ser considerados hors-concours. É preciso
incentivar os valores novos.
Depois desse salutar exercício, proponho
que cada pessoa faça um exame de consciência e
pergunte a si mesma com que direito se arvora
em juiz dos outros. Pense nos seus próprios
pecados, nos seus próprios ridículos. Procure ver
a si mesmo como se fosse alguém a quem
quisesse ridicularizar. Como seria fácil! Quem
sabe que a virtude de que você mais se envaidece
é menos uma virtude do que medo da polícia, ou,
mais comumente, do ridículo?
Dizem que o crime não compensa. E a
virtude, compensará? Espero que sim, mas talvez
só no outro mundo. Neste aqui não sei; mas
conheço pessoas virtuosas que me parecem tão
azedas, tão infelizes, tão entediadas, tão sem
graça com a própria virtude que dão vontade da
gente dizer:
― Está muito bem, nossa amizade, você
é formidável. Mas assim também enjoa. Peque
pelo menos uma vezinha, sim? É bom para
relaxar.
Raul de Leoni sonhava com... “um
cristianismo ideal, que não existe, onde a virtude
não precisasse ser triste, onde a tristeza fosse um
pecado venial...”.
Acho que a pessoa querer buscar a
felicidade em pecados e sujeiras só não é um erro
quando a pessoa tem mesmo muita vocação para essas coisas. Mas isso é raríssimo. A maior parte
dos sujos tem uma inveja secreta e imensa dos
honrados, dos limpos. Sofre com isto. Sofre tanto
quanto os que vivem além do gabarito da própria
virtude.
Desejo a todos, no Ano-Novo, muitas
virtudes e boas ações e alguns pecados
agradáveis, excitantes, discretos, e,
principalmente, bem-sucedidos.
BRAGA, R. Votos para o Ano-Novo. In: BRAGA, R.
As boas coisas da vida. Rio de Janeiro: Record, 1989,
p. 185-187. Disponível em
. <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/14877/voto
s-para-o-ano-novo>.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Votos para o Ano-Novo
Os cronistas mais organizados costumam
escolher, no fim de ano, os dez melhores, os dez
maiores, os dez mais isto ou aquilo do ano que
passou. Essas escolhas públicas não têm o
encanto das escolhas particulares, feitas em uma
pequena roda, em que se costuma decidir, depois
de severos debates, qual foi o maior “fora”, o pior
vexame, o melhor golpe do baú, o maior chato do
ano, a mais bela dor de cotovelo, o mais louvável
infarto do miocárdio, o party mais fracassado, a
cena mais ridícula, o marido mais manso etc.
Note-se que para a escolha deste último deve-se
levar em conta que há muitos cavalheiros que não
podem ser aceitos no páreo, devem ser considerados hors-concours. É preciso
incentivar os valores novos.
Depois desse salutar exercício, proponho
que cada pessoa faça um exame de consciência e
pergunte a si mesma com que direito se arvora
em juiz dos outros. Pense nos seus próprios
pecados, nos seus próprios ridículos. Procure ver
a si mesmo como se fosse alguém a quem
quisesse ridicularizar. Como seria fácil! Quem
sabe que a virtude de que você mais se envaidece
é menos uma virtude do que medo da polícia, ou,
mais comumente, do ridículo?
Dizem que o crime não compensa. E a
virtude, compensará? Espero que sim, mas talvez
só no outro mundo. Neste aqui não sei; mas
conheço pessoas virtuosas que me parecem tão
azedas, tão infelizes, tão entediadas, tão sem
graça com a própria virtude que dão vontade da
gente dizer:
― Está muito bem, nossa amizade, você
é formidável. Mas assim também enjoa. Peque
pelo menos uma vezinha, sim? É bom para
relaxar.
Raul de Leoni sonhava com... “um
cristianismo ideal, que não existe, onde a virtude
não precisasse ser triste, onde a tristeza fosse um
pecado venial...”.
Acho que a pessoa querer buscar a
felicidade em pecados e sujeiras só não é um erro
quando a pessoa tem mesmo muita vocação para essas coisas. Mas isso é raríssimo. A maior parte
dos sujos tem uma inveja secreta e imensa dos
honrados, dos limpos. Sofre com isto. Sofre tanto
quanto os que vivem além do gabarito da própria
virtude.
Desejo a todos, no Ano-Novo, muitas
virtudes e boas ações e alguns pecados
agradáveis, excitantes, discretos, e,
principalmente, bem-sucedidos.
BRAGA, R. Votos para o Ano-Novo. In: BRAGA, R.
As boas coisas da vida. Rio de Janeiro: Record, 1989,
p. 185-187. Disponível em
. <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/14877/voto
s-para-o-ano-novo>.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Votos para o Ano-Novo
Os cronistas mais organizados costumam
escolher, no fim de ano, os dez melhores, os dez
maiores, os dez mais isto ou aquilo do ano que
passou. Essas escolhas públicas não têm o
encanto das escolhas particulares, feitas em uma
pequena roda, em que se costuma decidir, depois
de severos debates, qual foi o maior “fora”, o pior
vexame, o melhor golpe do baú, o maior chato do
ano, a mais bela dor de cotovelo, o mais louvável
infarto do miocárdio, o party mais fracassado, a
cena mais ridícula, o marido mais manso etc.
Note-se que para a escolha deste último deve-se
levar em conta que há muitos cavalheiros que não
podem ser aceitos no páreo, devem ser considerados hors-concours. É preciso
incentivar os valores novos.
Depois desse salutar exercício, proponho
que cada pessoa faça um exame de consciência e
pergunte a si mesma com que direito se arvora
em juiz dos outros. Pense nos seus próprios
pecados, nos seus próprios ridículos. Procure ver
a si mesmo como se fosse alguém a quem
quisesse ridicularizar. Como seria fácil! Quem
sabe que a virtude de que você mais se envaidece
é menos uma virtude do que medo da polícia, ou,
mais comumente, do ridículo?
Dizem que o crime não compensa. E a
virtude, compensará? Espero que sim, mas talvez
só no outro mundo. Neste aqui não sei; mas
conheço pessoas virtuosas que me parecem tão
azedas, tão infelizes, tão entediadas, tão sem
graça com a própria virtude que dão vontade da
gente dizer:
― Está muito bem, nossa amizade, você
é formidável. Mas assim também enjoa. Peque
pelo menos uma vezinha, sim? É bom para
relaxar.
Raul de Leoni sonhava com... “um
cristianismo ideal, que não existe, onde a virtude
não precisasse ser triste, onde a tristeza fosse um
pecado venial...”.
Acho que a pessoa querer buscar a
felicidade em pecados e sujeiras só não é um erro
quando a pessoa tem mesmo muita vocação para essas coisas. Mas isso é raríssimo. A maior parte
dos sujos tem uma inveja secreta e imensa dos
honrados, dos limpos. Sofre com isto. Sofre tanto
quanto os que vivem além do gabarito da própria
virtude.
Desejo a todos, no Ano-Novo, muitas
virtudes e boas ações e alguns pecados
agradáveis, excitantes, discretos, e,
principalmente, bem-sucedidos.
BRAGA, R. Votos para o Ano-Novo. In: BRAGA, R.
As boas coisas da vida. Rio de Janeiro: Record, 1989,
p. 185-187. Disponível em
. <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/14877/voto
s-para-o-ano-novo>.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Votos para o Ano-Novo
Os cronistas mais organizados costumam
escolher, no fim de ano, os dez melhores, os dez
maiores, os dez mais isto ou aquilo do ano que
passou. Essas escolhas públicas não têm o
encanto das escolhas particulares, feitas em uma
pequena roda, em que se costuma decidir, depois
de severos debates, qual foi o maior “fora”, o pior
vexame, o melhor golpe do baú, o maior chato do
ano, a mais bela dor de cotovelo, o mais louvável
infarto do miocárdio, o party mais fracassado, a
cena mais ridícula, o marido mais manso etc.
Note-se que para a escolha deste último deve-se
levar em conta que há muitos cavalheiros que não
podem ser aceitos no páreo, devem ser considerados hors-concours. É preciso
incentivar os valores novos.
Depois desse salutar exercício, proponho
que cada pessoa faça um exame de consciência e
pergunte a si mesma com que direito se arvora
em juiz dos outros. Pense nos seus próprios
pecados, nos seus próprios ridículos. Procure ver
a si mesmo como se fosse alguém a quem
quisesse ridicularizar. Como seria fácil! Quem
sabe que a virtude de que você mais se envaidece
é menos uma virtude do que medo da polícia, ou,
mais comumente, do ridículo?
Dizem que o crime não compensa. E a
virtude, compensará? Espero que sim, mas talvez
só no outro mundo. Neste aqui não sei; mas
conheço pessoas virtuosas que me parecem tão
azedas, tão infelizes, tão entediadas, tão sem
graça com a própria virtude que dão vontade da
gente dizer:
― Está muito bem, nossa amizade, você
é formidável. Mas assim também enjoa. Peque
pelo menos uma vezinha, sim? É bom para
relaxar.
Raul de Leoni sonhava com... “um
cristianismo ideal, que não existe, onde a virtude
não precisasse ser triste, onde a tristeza fosse um
pecado venial...”.
Acho que a pessoa querer buscar a
felicidade em pecados e sujeiras só não é um erro
quando a pessoa tem mesmo muita vocação para essas coisas. Mas isso é raríssimo. A maior parte
dos sujos tem uma inveja secreta e imensa dos
honrados, dos limpos. Sofre com isto. Sofre tanto
quanto os que vivem além do gabarito da própria
virtude.
Desejo a todos, no Ano-Novo, muitas
virtudes e boas ações e alguns pecados
agradáveis, excitantes, discretos, e,
principalmente, bem-sucedidos.
BRAGA, R. Votos para o Ano-Novo. In: BRAGA, R.
As boas coisas da vida. Rio de Janeiro: Record, 1989,
p. 185-187. Disponível em
. <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/14877/voto
s-para-o-ano-novo>.
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Os cronistas mais organizados costumam
escolher, no fim de ano, os dez melhores, os dez
maiores, os dez mais isto ou aquilo do ano que
passou. Essas escolhas públicas não têm o
encanto das escolhas particulares, feitas em uma
pequena roda, em que se costuma decidir, depois
de severos debates, qual foi o maior “fora”, o pior
vexame, o melhor golpe do baú, o maior chato do
ano, a mais bela dor de cotovelo, o mais louvável
infarto do miocárdio, o party mais fracassado, a
cena mais ridícula, o marido mais manso etc.
Note-se que para a escolha deste último deve-se
levar em conta que há muitos cavalheiros que não
podem ser aceitos no páreo, devem ser considerados hors-concours. É preciso
incentivar os valores novos.
Depois desse salutar exercício, proponho
que cada pessoa faça um exame de consciência e
pergunte a si mesma com que direito se arvora
em juiz dos outros. Pense nos seus próprios
pecados, nos seus próprios ridículos. Procure ver
a si mesmo como se fosse alguém a quem
quisesse ridicularizar. Como seria fácil! Quem
sabe que a virtude de que você mais se envaidece
é menos uma virtude do que medo da polícia, ou,
mais comumente, do ridículo?
Dizem que o crime não compensa. E a
virtude, compensará? Espero que sim, mas talvez
só no outro mundo. Neste aqui não sei; mas
conheço pessoas virtuosas que me parecem tão
azedas, tão infelizes, tão entediadas, tão sem
graça com a própria virtude que dão vontade da
gente dizer:
― Está muito bem, nossa amizade, você
é formidável. Mas assim também enjoa. Peque
pelo menos uma vezinha, sim? É bom para
relaxar.
Raul de Leoni sonhava com... “um
cristianismo ideal, que não existe, onde a virtude
não precisasse ser triste, onde a tristeza fosse um
pecado venial...”.
Acho que a pessoa querer buscar a
felicidade em pecados e sujeiras só não é um erro
quando a pessoa tem mesmo muita vocação para essas coisas. Mas isso é raríssimo. A maior parte
dos sujos tem uma inveja secreta e imensa dos
honrados, dos limpos. Sofre com isto. Sofre tanto
quanto os que vivem além do gabarito da própria
virtude.
Desejo a todos, no Ano-Novo, muitas
virtudes e boas ações e alguns pecados
agradáveis, excitantes, discretos, e,
principalmente, bem-sucedidos.
BRAGA, R. Votos para o Ano-Novo. In: BRAGA, R.
As boas coisas da vida. Rio de Janeiro: Record, 1989,
p. 185-187. Disponível em
. <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/14877/voto
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