Foram encontradas 30 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 9.
O passarinho que ajuda cientistas brasileiros a entender as mudanças climáticas
Todos os meses, durante quatro ou cinco dias, um grupo de cientistas brasileiros vive a vida de um passarinho.
Eles acordam cedo, antes de o sol raiar, e se embrenham por horas em pântanos lotados de capins altos e muitos insetos.
O objetivo da missão é um só: observar o bicudinho-do-brejo, uma ave rara encontrada apenas em regiões específicas da Baía de Guaratuba, quase na divisa entre o Paraná e Santa Catarina.
Entre os mais de sessenta indivíduos da espécie que são acompanhados de perto, um se tornou o queridinho da equipe de biólogos: Rosaldo, um macho de dezesseis anos, que é acompanhado pelos pesquisadores antes mesmo de nascer, quando ainda estava se desenvolvendo no ovo.
Esse tempo de observação de um mesmo animal permitiu aos especialistas reunir uma série de dados sobre a história de sua vida.
As informações ajudam a entender as estratégias que a espécie adota para se adaptar e responder às mudanças climáticas — como o aumento do nível do mar ou a maior frequência de eventos extremos.
"O bicudinho tem o peso de um bombom", detalha a bióloga Giovana Sandretti-Silva, que coordena um projeto de conservação da espécie e faz parte do grupo de pesquisa de Bornschein.
"O macho é um pouco mais escuro e tem a barriga marrom. Já a fêmea possui uma barriga carijó, com penas brancas e pretas", diz ela.
A primeira década de pesquisa com o bicudinho-do-brejo também permitiu descobrir que esses pássaros são territorialistas e mantêm relacionamentos por longos períodos.
"O casal vive no mesmo lugar por vários anos, alimenta-se de pequenos insetos ou caranguejos e usa os capins do brejo para fazer os ninhos", acrescenta Sandretti-Silva.
Segundo a bióloga, os bicudinhos geram dois ovos por ciclo reprodutivo — e, se bem-sucedidos, eles terão dois filhotinhos para cuidar por algumas semanas.
"Uma coisa interessante é que macho e fêmea dividem todas as tarefas. Juntos, eles constroem os ninhos, chocam os ovos, cuidam dos filhotes", exemplifica ela.
Quando o filho cresce e consegue se virar sozinho, ele é expulso pelos próprios pais e precisa buscar um território próprio.
"Eles não têm muita autonomia de voo, então pulam de um capim para outro e vagam até achar um novo lugar", aponta Sandretti-Silva.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgr321dpg49o. Adaptado.
Eles acordam cedo, antes de o sol raiar, e se embrenham por horas em pântanos lotados de capins altos e muitos insetos.
Assinale a expressão que contenha, pelo menos, um adjetivo.
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoIndicativo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoEmprego dos Tempos Verbais
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O passarinho que ajuda cientistas brasileiros a entender as mudanças climáticas
Todos os meses, durante quatro ou cinco dias, um grupo de cientistas brasileiros vive a vida de um passarinho.
Eles acordam cedo, antes de o sol raiar, e se embrenham por horas em pântanos lotados de capins altos e muitos insetos.
O objetivo da missão é um só: observar o bicudinho-do-brejo, uma ave rara encontrada apenas em regiões específicas da Baía de Guaratuba, quase na divisa entre o Paraná e Santa Catarina.
Entre os mais de sessenta indivíduos da espécie que são acompanhados de perto, um se tornou o queridinho da equipe de biólogos: Rosaldo, um macho de dezesseis anos, que é acompanhado pelos pesquisadores antes mesmo de nascer, quando ainda estava se desenvolvendo no ovo.
Esse tempo de observação de um mesmo animal permitiu aos especialistas reunir uma série de dados sobre a história de sua vida.
As informações ajudam a entender as estratégias que a espécie adota para se adaptar e responder às mudanças climáticas — como o aumento do nível do mar ou a maior frequência de eventos extremos.
"O bicudinho tem o peso de um bombom", detalha a bióloga Giovana Sandretti-Silva, que coordena um projeto de conservação da espécie e faz parte do grupo de pesquisa de Bornschein.
"O macho é um pouco mais escuro e tem a barriga marrom. Já a fêmea possui uma barriga carijó, com penas brancas e pretas", diz ela.
A primeira década de pesquisa com o bicudinho-do-brejo também permitiu descobrir que esses pássaros são territorialistas e mantêm relacionamentos por longos períodos.
"O casal vive no mesmo lugar por vários anos, alimenta-se de pequenos insetos ou caranguejos e usa os capins do brejo para fazer os ninhos", acrescenta Sandretti-Silva.
Segundo a bióloga, os bicudinhos geram dois ovos por ciclo reprodutivo — e, se bem-sucedidos, eles terão dois filhotinhos para cuidar por algumas semanas.
"Uma coisa interessante é que macho e fêmea dividem todas as tarefas. Juntos, eles constroem os ninhos, chocam os ovos, cuidam dos filhotes", exemplifica ela.
Quando o filho cresce e consegue se virar sozinho, ele é expulso pelos próprios pais e precisa buscar um território próprio.
"Eles não têm muita autonomia de voo, então pulam de um capim para outro e vagam até achar um novo lugar", aponta Sandretti-Silva.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgr321dpg49o. Adaptado.
Eles não 'têm' muita autonomia de voo, então 'pulam' de um capim para outro e 'vagam' até achar um novo lugar.
Conjugando os verbos destacados no futuro do presente do indicativo, tem-se:
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O passarinho que ajuda cientistas brasileiros a entender as mudanças climáticas
Todos os meses, durante quatro ou cinco dias, um grupo de cientistas brasileiros vive a vida de um passarinho.
Eles acordam cedo, antes de o sol raiar, e se embrenham por horas em pântanos lotados de capins altos e muitos insetos.
O objetivo da missão é um só: observar o bicudinho-do-brejo, uma ave rara encontrada apenas em regiões específicas da Baía de Guaratuba, quase na divisa entre o Paraná e Santa Catarina.
Entre os mais de sessenta indivíduos da espécie que são acompanhados de perto, um se tornou o queridinho da equipe de biólogos: Rosaldo, um macho de dezesseis anos, que é acompanhado pelos pesquisadores antes mesmo de nascer, quando ainda estava se desenvolvendo no ovo.
Esse tempo de observação de um mesmo animal permitiu aos especialistas reunir uma série de dados sobre a história de sua vida.
As informações ajudam a entender as estratégias que a espécie adota para se adaptar e responder às mudanças climáticas — como o aumento do nível do mar ou a maior frequência de eventos extremos.
"O bicudinho tem o peso de um bombom", detalha a bióloga Giovana Sandretti-Silva, que coordena um projeto de conservação da espécie e faz parte do grupo de pesquisa de Bornschein.
"O macho é um pouco mais escuro e tem a barriga marrom. Já a fêmea possui uma barriga carijó, com penas brancas e pretas", diz ela.
A primeira década de pesquisa com o bicudinho-do-brejo também permitiu descobrir que esses pássaros são territorialistas e mantêm relacionamentos por longos períodos.
"O casal vive no mesmo lugar por vários anos, alimenta-se de pequenos insetos ou caranguejos e usa os capins do brejo para fazer os ninhos", acrescenta Sandretti-Silva.
Segundo a bióloga, os bicudinhos geram dois ovos por ciclo reprodutivo — e, se bem-sucedidos, eles terão dois filhotinhos para cuidar por algumas semanas.
"Uma coisa interessante é que macho e fêmea dividem todas as tarefas. Juntos, eles constroem os ninhos, chocam os ovos, cuidam dos filhotes", exemplifica ela.
Quando o filho cresce e consegue se virar sozinho, ele é expulso pelos próprios pais e precisa buscar um território próprio.
"Eles não têm muita autonomia de voo, então pulam de um capim para outro e vagam até achar um novo lugar", aponta Sandretti-Silva.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgr321dpg49o. Adaptado.
Todos os meses, durante quatro ou cinco dias, um grupo de cientistas brasileiros vive a vida de um passarinho.
Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração de sentido da frase original.
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O passarinho que ajuda cientistas brasileiros a entender as mudanças climáticas
Todos os meses, durante quatro ou cinco dias, um grupo de cientistas brasileiros vive a vida de um passarinho.
Eles acordam cedo, antes de o sol raiar, e se embrenham por horas em pântanos lotados de capins altos e muitos insetos.
O objetivo da missão é um só: observar o bicudinho-do-brejo, uma ave rara encontrada apenas em regiões específicas da Baía de Guaratuba, quase na divisa entre o Paraná e Santa Catarina.
Entre os mais de sessenta indivíduos da espécie que são acompanhados de perto, um se tornou o queridinho da equipe de biólogos: Rosaldo, um macho de dezesseis anos, que é acompanhado pelos pesquisadores antes mesmo de nascer, quando ainda estava se desenvolvendo no ovo.
Esse tempo de observação de um mesmo animal permitiu aos especialistas reunir uma série de dados sobre a história de sua vida.
As informações ajudam a entender as estratégias que a espécie adota para se adaptar e responder às mudanças climáticas — como o aumento do nível do mar ou a maior frequência de eventos extremos.
"O bicudinho tem o peso de um bombom", detalha a bióloga Giovana Sandretti-Silva, que coordena um projeto de conservação da espécie e faz parte do grupo de pesquisa de Bornschein.
"O macho é um pouco mais escuro e tem a barriga marrom. Já a fêmea possui uma barriga carijó, com penas brancas e pretas", diz ela.
A primeira década de pesquisa com o bicudinho-do-brejo também permitiu descobrir que esses pássaros são territorialistas e mantêm relacionamentos por longos períodos.
"O casal vive no mesmo lugar por vários anos, alimenta-se de pequenos insetos ou caranguejos e usa os capins do brejo para fazer os ninhos", acrescenta Sandretti-Silva.
Segundo a bióloga, os bicudinhos geram dois ovos por ciclo reprodutivo — e, se bem-sucedidos, eles terão dois filhotinhos para cuidar por algumas semanas.
"Uma coisa interessante é que macho e fêmea dividem todas as tarefas. Juntos, eles constroem os ninhos, chocam os ovos, cuidam dos filhotes", exemplifica ela.
Quando o filho cresce e consegue se virar sozinho, ele é expulso pelos próprios pais e precisa buscar um território próprio.
"Eles não têm muita autonomia de voo, então pulam de um capim para outro e vagam até achar um novo lugar", aponta Sandretti-Silva.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgr321dpg49o. Adaptado.
As informações ajudam a entender as estratégias que a espécie adota para se adaptar e responder às mudanças climáticas.
O número de substantivos presentes na frase é de:
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O passarinho que ajuda cientistas brasileiros a entender as mudanças climáticas
Todos os meses, durante quatro ou cinco dias, um grupo de cientistas brasileiros vive a vida de um passarinho.
Eles acordam cedo, antes de o sol raiar, e se embrenham por horas em pântanos lotados de capins altos e muitos insetos.
O objetivo da missão é um só: observar o bicudinho-do-brejo, uma ave rara encontrada apenas em regiões específicas da Baía de Guaratuba, quase na divisa entre o Paraná e Santa Catarina.
Entre os mais de sessenta indivíduos da espécie que são acompanhados de perto, um se tornou o queridinho da equipe de biólogos: Rosaldo, um macho de dezesseis anos, que é acompanhado pelos pesquisadores antes mesmo de nascer, quando ainda estava se desenvolvendo no ovo.
Esse tempo de observação de um mesmo animal permitiu aos especialistas reunir uma série de dados sobre a história de sua vida.
As informações ajudam a entender as estratégias que a espécie adota para se adaptar e responder às mudanças climáticas — como o aumento do nível do mar ou a maior frequência de eventos extremos.
"O bicudinho tem o peso de um bombom", detalha a bióloga Giovana Sandretti-Silva, que coordena um projeto de conservação da espécie e faz parte do grupo de pesquisa de Bornschein.
"O macho é um pouco mais escuro e tem a barriga marrom. Já a fêmea possui uma barriga carijó, com penas brancas e pretas", diz ela.
A primeira década de pesquisa com o bicudinho-do-brejo também permitiu descobrir que esses pássaros são territorialistas e mantêm relacionamentos por longos períodos.
"O casal vive no mesmo lugar por vários anos, alimenta-se de pequenos insetos ou caranguejos e usa os capins do brejo para fazer os ninhos", acrescenta Sandretti-Silva.
Segundo a bióloga, os bicudinhos geram dois ovos por ciclo reprodutivo — e, se bem-sucedidos, eles terão dois filhotinhos para cuidar por algumas semanas.
"Uma coisa interessante é que macho e fêmea dividem todas as tarefas. Juntos, eles constroem os ninhos, chocam os ovos, cuidam dos filhotes", exemplifica ela.
Quando o filho cresce e consegue se virar sozinho, ele é expulso pelos próprios pais e precisa buscar um território próprio.
"Eles não têm muita autonomia de voo, então pulam de um capim para outro e vagam até achar um novo lugar", aponta Sandretti-Silva.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgr321dpg49o. Adaptado.
Todos os meses, durante quatro ou cinco dias, um grupo de cientistas brasileiros vive a vida de um passarinho. Eles acordam cedo, antes de o sol raiar, e se embrenham por horas em pântanos lotados de capins altos e muitos insetos.
Com base no texto fornecido, qual das seguintes afirmações é verdadeira?
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O passarinho que ajuda cientistas brasileiros a entender as mudanças climáticas
Todos os meses, durante quatro ou cinco dias, um grupo de cientistas brasileiros vive a vida de um passarinho.
Eles acordam cedo, antes de o sol raiar, e se embrenham por horas em pântanos lotados de capins altos e muitos insetos.
O objetivo da missão é um só: observar o bicudinho-do-brejo, uma ave rara encontrada apenas em regiões específicas da Baía de Guaratuba, quase na divisa entre o Paraná e Santa Catarina.
Entre os mais de sessenta indivíduos da espécie que são acompanhados de perto, um se tornou o queridinho da equipe de biólogos: Rosaldo, um macho de dezesseis anos, que é acompanhado pelos pesquisadores antes mesmo de nascer, quando ainda estava se desenvolvendo no ovo.
Esse tempo de observação de um mesmo animal permitiu aos especialistas reunir uma série de dados sobre a história de sua vida.
As informações ajudam a entender as estratégias que a espécie adota para se adaptar e responder às mudanças climáticas — como o aumento do nível do mar ou a maior frequência de eventos extremos.
"O bicudinho tem o peso de um bombom", detalha a bióloga Giovana Sandretti-Silva, que coordena um projeto de conservação da espécie e faz parte do grupo de pesquisa de Bornschein.
"O macho é um pouco mais escuro e tem a barriga marrom. Já a fêmea possui uma barriga carijó, com penas brancas e pretas", diz ela.
A primeira década de pesquisa com o bicudinho-do-brejo também permitiu descobrir que esses pássaros são territorialistas e mantêm relacionamentos por longos períodos.
"O casal vive no mesmo lugar por vários anos, alimenta-se de pequenos insetos ou caranguejos e usa os capins do brejo para fazer os ninhos", acrescenta Sandretti-Silva.
Segundo a bióloga, os bicudinhos geram dois ovos por ciclo reprodutivo — e, se bem-sucedidos, eles terão dois filhotinhos para cuidar por algumas semanas.
"Uma coisa interessante é que macho e fêmea dividem todas as tarefas. Juntos, eles constroem os ninhos, chocam os ovos, cuidam dos filhotes", exemplifica ela.
Quando o filho cresce e consegue se virar sozinho, ele é expulso pelos próprios pais e precisa buscar um território próprio.
"Eles não têm muita autonomia de voo, então pulam de um capim para outro e vagam até achar um novo lugar", aponta Sandretti-Silva.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgr321dpg49o. Adaptado.
O objetivo da missão é um só: observar o bicudinho-do-brejo, uma ave rara encontrada apenas em regiões específicas da Baía de Guaratuba, quase na divisa entre o Paraná e Santa Catarina.
De acordo com as regras de acentuação gráfica, é correto afirmar que:
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O passarinho que ajuda cientistas brasileiros a entender as mudanças climáticas
Todos os meses, durante quatro ou cinco dias, um grupo de cientistas brasileiros vive a vida de um passarinho.
Eles acordam cedo, antes de o sol raiar, e se embrenham por horas em pântanos lotados de capins altos e muitos insetos.
O objetivo da missão é um só: observar o bicudinho-do-brejo, uma ave rara encontrada apenas em regiões específicas da Baía de Guaratuba, quase na divisa entre o Paraná e Santa Catarina.
Entre os mais de sessenta indivíduos da espécie que são acompanhados de perto, um se tornou o queridinho da equipe de biólogos: Rosaldo, um macho de dezesseis anos, que é acompanhado pelos pesquisadores antes mesmo de nascer, quando ainda estava se desenvolvendo no ovo.
Esse tempo de observação de um mesmo animal permitiu aos especialistas reunir uma série de dados sobre a história de sua vida.
As informações ajudam a entender as estratégias que a espécie adota para se adaptar e responder às mudanças climáticas — como o aumento do nível do mar ou a maior frequência de eventos extremos.
"O bicudinho tem o peso de um bombom", detalha a bióloga Giovana Sandretti-Silva, que coordena um projeto de conservação da espécie e faz parte do grupo de pesquisa de Bornschein.
"O macho é um pouco mais escuro e tem a barriga marrom. Já a fêmea possui uma barriga carijó, com penas brancas e pretas", diz ela.
A primeira década de pesquisa com o bicudinho-do-brejo também permitiu descobrir que esses pássaros são territorialistas e mantêm relacionamentos por longos períodos.
"O casal vive no mesmo lugar por vários anos, alimenta-se de pequenos insetos ou caranguejos e usa os capins do brejo para fazer os ninhos", acrescenta Sandretti-Silva.
Segundo a bióloga, os bicudinhos geram dois ovos por ciclo reprodutivo — e, se bem-sucedidos, eles terão dois filhotinhos para cuidar por algumas semanas.
"Uma coisa interessante é que macho e fêmea dividem todas as tarefas. Juntos, eles constroem os ninhos, chocam os ovos, cuidam dos filhotes", exemplifica ela.
Quando o filho cresce e consegue se virar sozinho, ele é expulso pelos próprios pais e precisa buscar um território próprio.
"Eles não têm muita autonomia de voo, então pulam de um capim para outro e vagam até achar um novo lugar", aponta Sandretti-Silva.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgr321dpg49o. Adaptado.
A 'primeira' década de pesquisa com o bicudinho-do-brejo também [...].
Na frase em questão, é correto afirmar que o numeral destacado é:
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O passarinho que ajuda cientistas brasileiros a entender as mudanças climáticas
Todos os meses, durante quatro ou cinco dias, um grupo de cientistas brasileiros vive a vida de um passarinho.
Eles acordam cedo, antes de o sol raiar, e se embrenham por horas em pântanos lotados de capins altos e muitos insetos.
O objetivo da missão é um só: observar o bicudinho-do-brejo, uma ave rara encontrada apenas em regiões específicas da Baía de Guaratuba, quase na divisa entre o Paraná e Santa Catarina.
Entre os mais de sessenta indivíduos da espécie que são acompanhados de perto, um se tornou o queridinho da equipe de biólogos: Rosaldo, um macho de dezesseis anos, que é acompanhado pelos pesquisadores antes mesmo de nascer, quando ainda estava se desenvolvendo no ovo.
Esse tempo de observação de um mesmo animal permitiu aos especialistas reunir uma série de dados sobre a história de sua vida.
As informações ajudam a entender as estratégias que a espécie adota para se adaptar e responder às mudanças climáticas — como o aumento do nível do mar ou a maior frequência de eventos extremos.
"O bicudinho tem o peso de um bombom", detalha a bióloga Giovana Sandretti-Silva, que coordena um projeto de conservação da espécie e faz parte do grupo de pesquisa de Bornschein.
"O macho é um pouco mais escuro e tem a barriga marrom. Já a fêmea possui uma barriga carijó, com penas brancas e pretas", diz ela.
A primeira década de pesquisa com o bicudinho-do-brejo também permitiu descobrir que esses pássaros são territorialistas e mantêm relacionamentos por longos períodos.
"O casal vive no mesmo lugar por vários anos, alimenta-se de pequenos insetos ou caranguejos e usa os capins do brejo para fazer os ninhos", acrescenta Sandretti-Silva.
Segundo a bióloga, os bicudinhos geram dois ovos por ciclo reprodutivo — e, se bem-sucedidos, eles terão dois filhotinhos para cuidar por algumas semanas.
"Uma coisa interessante é que macho e fêmea dividem todas as tarefas. Juntos, eles constroem os ninhos, chocam os ovos, cuidam dos filhotes", exemplifica ela.
Quando o filho cresce e consegue se virar sozinho, ele é expulso pelos próprios pais e precisa buscar um território próprio.
"Eles não têm muita autonomia de voo, então pulam de um capim para outro e vagam até achar um novo lugar", aponta Sandretti-Silva.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgr321dpg49o. Adaptado.
"O bicudinho tem o peso de um bombom", detalha a bióloga Giovana Sandretti-Silva, que coordena um projeto de conservação da espécie e faz parte do grupo de pesquisa de Bornschein.
Com base no texto fornecido, qual das seguintes afirmações é verdadeira?
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 9.
O passarinho que ajuda cientistas brasileiros a entender as mudanças climáticas
Todos os meses, durante quatro ou cinco dias, um grupo de cientistas brasileiros vive a vida de um passarinho.
Eles acordam cedo, antes de o sol raiar, e se embrenham por horas em pântanos lotados de capins altos e muitos insetos.
O objetivo da missão é um só: observar o bicudinho-do-brejo, uma ave rara encontrada apenas em regiões específicas da Baía de Guaratuba, quase na divisa entre o Paraná e Santa Catarina.
Entre os mais de sessenta indivíduos da espécie que são acompanhados de perto, um se tornou o queridinho da equipe de biólogos: Rosaldo, um macho de dezesseis anos, que é acompanhado pelos pesquisadores antes mesmo de nascer, quando ainda estava se desenvolvendo no ovo.
Esse tempo de observação de um mesmo animal permitiu aos especialistas reunir uma série de dados sobre a história de sua vida.
As informações ajudam a entender as estratégias que a espécie adota para se adaptar e responder às mudanças climáticas — como o aumento do nível do mar ou a maior frequência de eventos extremos.
"O bicudinho tem o peso de um bombom", detalha a bióloga Giovana Sandretti-Silva, que coordena um projeto de conservação da espécie e faz parte do grupo de pesquisa de Bornschein.
"O macho é um pouco mais escuro e tem a barriga marrom. Já a fêmea possui uma barriga carijó, com penas brancas e pretas", diz ela.
A primeira década de pesquisa com o bicudinho-do-brejo também permitiu descobrir que esses pássaros são territorialistas e mantêm relacionamentos por longos períodos.
"O casal vive no mesmo lugar por vários anos, alimenta-se de pequenos insetos ou caranguejos e usa os capins do brejo para fazer os ninhos", acrescenta Sandretti-Silva.
Segundo a bióloga, os bicudinhos geram dois ovos por ciclo reprodutivo — e, se bem-sucedidos, eles terão dois filhotinhos para cuidar por algumas semanas.
"Uma coisa interessante é que macho e fêmea dividem todas as tarefas. Juntos, eles constroem os ninhos, chocam os ovos, cuidam dos filhotes", exemplifica ela.
Quando o filho cresce e consegue se virar sozinho, ele é expulso pelos próprios pais e precisa buscar um território próprio.
"Eles não têm muita autonomia de voo, então pulam de um capim para outro e vagam até achar um novo lugar", aponta Sandretti-Silva.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgr321dpg49o. Adaptado.
Esse tempo de observação de um mesmo animal permitiu aos especialistas reunir uma série de dados sobre a história de sua vida.
Na frase apresentada, é correto afirmar que:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Vila Rica-MT
A cidadania envolve uma série de direitos e responsabilidades que os indivíduos têm dentro de uma sociedade. Nesse contexto, é correto afirmar que o acesso à educação, à saúde, à moradia, à segurança, ao trabalho digno e à previdência social são:
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