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A orientação para a alimentação é uma parte importante da
educação infantil. Ensinar as crianças sobre alimentação
saudável pode ajudá-las a desenvolver hábitos
alimentares saudáveis que durarão a vida toda. Por isso,
as crianças devem ser sempre
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A aprendizagem ativa é uma abordagem pedagógica que
envolve os alunos no processo de ensino-aprendizagem.
Considere ainda que, o mundo transmuta-se em um
processo contínuo, na direção da transformação de suas
bases tecnológicas, as quais impactam nas relações
sociais e mercadológicas. Formar estudantes nesse
contexto, para que não apenas conheçam, mas dominem
as tecnologias de comunicação com base na internet e
possam se tornar, produtores de conteúdo, de
conhecimento técnico ou científico e ainda os difundir pela
rede mundial de computadores é, o desafio a ser
enfrentado na realidade escolar. Considerando isso, é
possível inferir que:
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A avaliação educacional é uma parte importante do
processo de ensino e aprendizagem. Ela ajuda os
professores a entenderem o progresso dos alunos e a
identificar áreas onde os alunos podem precisar de mais
apoio. O modelo de avaliação dissertativa é indicado para
avaliar certas habilidades dos alunos como a capacidade
de:
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) estabelece
o direcionamento para a educação nacional e a educação
básica é composta por três etapas de aprendizagem e
formação, sendo que a etapa da Educação Infantil
consiste:
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A educação escolar para conferir ao indivíduo uma
formação integral, atribuindo à sua formação uma
diversidade curricular, a mesma deve vincular-se ao
mundo do trabalho e à prática social, assim preconiza a
LDB. A forma mais efetiva de promover uma formação com
esse viés é por meio da inclusão:
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As cidades que nos abrigam
Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos
próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes,
as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos,
e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para
bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.
Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou
pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local
ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade,
o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento
nuclear.
Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas
nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se
à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço
urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar
"engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que
não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.
Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por
parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população
está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o
favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as
vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres,
sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros
pontos da cidade.
No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado
para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja
edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço
repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo
urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.
Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à
urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se
consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada
núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer
grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários
equipamentos e instituições para servir seus habitantes.
Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso
não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim
por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços
voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.
Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem
atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os
ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras.
Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido
contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem.
(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
(Fonte: http://apugssind.com.br/wp-content/uploads/2017/05/chargecongresso.jpg).
A charge apresentada mantém relação intertextual com o texto de Aldo Paviani, o que pode ser comprovado, principalmente, pela alternativa:
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As cidades que nos abrigam
Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos
próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes,
as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos,
e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para
bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.
Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou
pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local
ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade,
o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento
nuclear.
Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas
nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se
à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço
urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar
"engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que
não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.
Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por
parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população
está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o
favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as
vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres,
sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros
pontos da cidade.
No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado
para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja
edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço
repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo
urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.
Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à
urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se
consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada
núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer
grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários
equipamentos e instituições para servir seus habitantes.
Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso
não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim
por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços
voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.
Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem
atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os
ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras.
Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido
contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem.
(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
Assinale a alternativa em que o referente do pronome destacado está corretamente indicado entre parênteses.
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As cidades que nos abrigam
Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos
próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes,
as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos,
e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para
bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.
Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou
pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local
ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade,
o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento
nuclear.
Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas
nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se
à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço
urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar
"engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que
não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.
Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por
parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população
está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o
favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as
vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres,
sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros
pontos da cidade.
No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado
para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja
edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço
repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo
urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.
Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à
urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se
consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada
núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer
grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários
equipamentos e instituições para servir seus habitantes.
Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso
não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim
por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços
voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.
Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem
atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os
ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras.
Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido
contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem.
(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
A inserção de vírgulas após “trabalhadores” e antes de “e”, acarretaria:
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As cidades que nos abrigam
Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos
próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes,
as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos,
e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para
bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.
Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou
pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local
ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade,
o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento
nuclear.
Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas
nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se
à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço
urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar
"engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que
não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.
Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por
parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população
está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o
favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as
vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres,
sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros
pontos da cidade.
No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado
para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja
edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço
repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo
urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.
Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à
urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se
consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada
núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer
grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários
equipamentos e instituições para servir seus habitantes.
Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso
não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim
por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços
voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.
Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem
atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os
ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras.
Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido
contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem.
(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
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As cidades que nos abrigam
Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos
próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes,
as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos,
e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para
bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.
Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou
pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local
ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade,
o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento
nuclear.
Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas
nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se
à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço
urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar
"engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que
não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.
Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por
parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população
está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o
favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as
vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres,
sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros
pontos da cidade.
No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado
para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja
edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço
repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo
urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.
Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à
urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se
consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada
núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer
grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários
equipamentos e instituições para servir seus habitantes.
Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso
não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim
por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços
voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.
Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem
atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os
ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras.
Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido
contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem.
(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
“Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade”.
Desprezando-se o sentido obtido, assinale a única alternativa em que a reescrita do trecho apresentado NÃO respeita os preceitos da norma culta para a concordância verbal.
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