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Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita do último quadrinho na qual o item destacado mantém a norma-padrão de uso da língua.
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Na tirinha, qual é a atitude do aluno em relação à nota que tirou?
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No diálogo entre o aluno e a professora, qual é o sentido da palavra “absurdo”?
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Com base no diálogo entre o aluno e a professora, qual é o significado da expressão “colei dele”?
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A lebre e a tartaruga
No mundo dos animais, vivia uma lebre muito orgulhosa e vaidosa, que não cessava de falar que era a mais veloz e se gabava disso, diante da lentidão da tartaruga. “Lá vem dona tartaruga, vem andando sossegada, vou sair da frente dela pra não ser atropelada!” Cantava debochando a lebre da pobre tartaruga. Um dia, a tartaruga pensou em fazer uma aposta no mínimo inusitada para a lebre:
\( \bullet \) Estou certa que posso ganhar de você numa corrida! Desafiou a tartaruga.
\( \bullet \) A mim?! Debochou a assustada lebre com o desafio.
\( \bullet \) Sim, a você, disse a tartaruga. Façamos nossas apostas e vejamos quem ganha a corrida!
A lebre, meio incrédula, aceitou. Todos os animais se reuniram para assistir a corrida. A coruja marcou o ponto de partida e de chegada, e sem mais demoras, começou a competição em meio à incredulidade dos que assistiam.
Confiada na sua rapidez, a lebre deixou a tartaruga pegar vantagem e ficou tirando sarro dela. Logo, começou a correr velozmente e ultrapassou a tartaruga que caminhava vagarosamente, mas sem parar.
Só se deteve na metade do caminho, diante um pasto verde e frondoso, onde se dispôs a descansar antes de terminar a corrida. Ali, pegou no sono enquanto a tartaruga seguiu caminhando passo a passo, lentamente, mas sem se deter.
Quando a lebre despertou, viu desesperada que a tartaruga se encontrava a uma curtíssima distância da meta de chegada. Saiu correndo com todas as suas forças, mas já era muito tarde. A tartaruga tinha vencido a corrida!
Nesse dia, a lebre aprendeu, em meio a uma grande humilhação, que não deve se gabar dos demais. Também aprendeu que o excesso de confiança é um obstáculo para alcançar nossos objetivos.
Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/a-lebre-e-a-tartaruga/. Acesso em: 02 abr. 2024.
Considerando os termos sublinhados em “Nesse dia, a lebre aprendeu, em meio a uma grande humilhação, que não deve se gabar dos demais. Também aprendeu que o excesso de confiança é um obstáculo para alcançar nossos objetivos.”, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) No termo “nesse”, há um dígrafo.
( ) O termo “lebre” pertence à classe de palavras denominada substantivo.
( ) O termo “gabar” é uma palavra dissílaba.
( ) O termo “nossos” é um pronome possessivo.
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A lebre e a tartaruga
No mundo dos animais, vivia uma lebre muito orgulhosa e vaidosa, que não cessava de falar que era a mais veloz e se gabava disso, diante da lentidão da tartaruga. “Lá vem dona tartaruga, vem andando sossegada, vou sair da frente dela pra não ser atropelada!” Cantava debochando a lebre da pobre tartaruga. Um dia, a tartaruga pensou em fazer uma aposta no mínimo inusitada para a lebre:
\( \bullet \) Estou certa que posso ganhar de você numa corrida! Desafiou a tartaruga.
\( \bullet \) A mim?! Debochou a assustada lebre com o desafio.
\( \bullet \) Sim, a você, disse a tartaruga. Façamos nossas apostas e vejamos quem ganha a corrida!
A lebre, meio incrédula, aceitou. Todos os animais se reuniram para assistir a corrida. A coruja marcou o ponto de partida e de chegada, e sem mais demoras, começou a competição em meio à incredulidade dos que assistiam.
Confiada na sua rapidez, a lebre deixou a tartaruga pegar vantagem e ficou tirando sarro dela. Logo, começou a correr velozmente e ultrapassou a tartaruga que caminhava vagarosamente, mas sem parar.
Só se deteve na metade do caminho, diante um pasto verde e frondoso, onde se dispôs a descansar antes de terminar a corrida. Ali, pegou no sono enquanto a tartaruga seguiu caminhando passo a passo, lentamente, mas sem se deter.
Quando a lebre despertou, viu desesperada que a tartaruga se encontrava a uma curtíssima distância da meta de chegada. Saiu correndo com todas as suas forças, mas já era muito tarde. A tartaruga tinha vencido a corrida!
Nesse dia, a lebre aprendeu, em meio a uma grande humilhação, que não deve se gabar dos demais. Também aprendeu que o excesso de confiança é um obstáculo para alcançar nossos objetivos.
Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/a-lebre-e-a-tartaruga/. Acesso em: 02 abr. 2024.
Em “A mim?! Debochou a assustada lebre com o desafio.”, é possível substituir o termo “debochou”, sem mudar o sentido do texto, por
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A lebre e a tartaruga
No mundo dos animais, vivia uma lebre muito orgulhosa e vaidosa, que não cessava de falar que era a mais veloz e se gabava disso, diante da lentidão da tartaruga. “Lá vem dona tartaruga, vem andando sossegada, vou sair da frente dela pra não ser atropelada!” Cantava debochando a lebre da pobre tartaruga. Um dia, a tartaruga pensou em fazer uma aposta no mínimo inusitada para a lebre:
\( \bullet \) Estou certa que posso ganhar de você numa corrida! Desafiou a tartaruga.
\( \bullet \) A mim?! Debochou a assustada lebre com o desafio.
\( \bullet \) Sim, a você, disse a tartaruga. Façamos nossas apostas e vejamos quem ganha a corrida!
A lebre, meio incrédula, aceitou. Todos os animais se reuniram para assistir a corrida. A coruja marcou o ponto de partida e de chegada, e sem mais demoras, começou a competição em meio à incredulidade dos que assistiam.
Confiada na sua rapidez, a lebre deixou a tartaruga pegar vantagem e ficou tirando sarro dela. Logo, começou a correr velozmente e ultrapassou a tartaruga que caminhava vagarosamente, mas sem parar.
Só se deteve na metade do caminho, diante um pasto verde e frondoso, onde se dispôs a descansar antes de terminar a corrida. Ali, pegou no sono enquanto a tartaruga seguiu caminhando passo a passo, lentamente, mas sem se deter.
Quando a lebre despertou, viu desesperada que a tartaruga se encontrava a uma curtíssima distância da meta de chegada. Saiu correndo com todas as suas forças, mas já era muito tarde. A tartaruga tinha vencido a corrida!
Nesse dia, a lebre aprendeu, em meio a uma grande humilhação, que não deve se gabar dos demais. Também aprendeu que o excesso de confiança é um obstáculo para alcançar nossos objetivos.
Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/a-lebre-e-a-tartaruga/. Acesso em: 02 abr. 2024.
O texto “A lebre e a tartaruga” é uma fábula, que é um tipo de narrativa curta, com personagens animais que agem como seres humanos, e que ilustra um preceito moral. Sendo assim, assinale a alternativa que corresponde à moral da história apresentada.
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MOTORISTAS X PEDESTRES QUEM VENCE ESSA GUERRA?
Diariamente nos deslocamos de um lugar para o outro. Ao longo de nosso percurso, mudamos de papéis no trânsito: ora somos motoristas, ora pedestres. E conforme assumimos um ou outro papel, mudamos de interesses e comportamentos. Em geral, todos esses deslocamentos são feitos de maneira mecânica. Automaticamente cruzamos ruas, somos comandados por sinais, passamos por viadutos e passarelas e andamos nas calçadas sem tomar consciência de toda a dinâmica do trânsito e das várias relações que se estabelecem entre motoristas e pedestres.
PARE!
Vale a pena refletir sobre o trânsito para compreendê-lo melhor e entender nossas reações como seus participantes.
SIGA!
Conscientes dos problemas que envolvem a circulação de motoristas e pedestres estaremos melhor preparados para adotar um comportamento mais humano no trânsito e diminuir o número de acidentes.
POR QUE PEDESTRES E MOTORISTAS VIVEM NUM ETERNO CONFLITO?
O pedestre deseja chegar o mais depressa possível ao seu destino, com toda segurança, pelo melhor acesso e sem obstáculos que atrapalhem ou atrasem sua marcha. O motorista, por sua vez, deseja exatamente o mesmo. E é aí que começam os conflitos, porque motoristas e pedestres vão disputar os mesmos espaços no trânsito. Cada um, então, vai precisar ceder um pouco para que o tráfego não vire um caos. Diante de um sinal de trânsito, por exemplo, o pedestre deverá aguardar a sua vez para atravessar, assim como o motorista deverá esperar o sinal abrir para prosseguir. Se um dos dois quebra estas regras, provoca a irritação do outro que se sente desrespeitado em seus direitos. E as consequências podem ir desde a pacífica tolerância até a agressão verbal ou física. Ou, o que é pior, tudo acabar num acidente.
Disponível em: Concordia - Especial cuidados no transito (pubhtml5.com) . Acesso em: 01 abr. 2024.
Em relação aos verbos “Pare!” e “Siga!” presentes no Texto 1, assinale a alternativa correta.
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MOTORISTAS X PEDESTRES QUEM VENCE ESSA GUERRA?
Diariamente nos deslocamos de um lugar para o outro. Ao longo de nosso percurso, mudamos de papéis no trânsito: ora somos motoristas, ora pedestres. E conforme assumimos um ou outro papel, mudamos de interesses e comportamentos. Em geral, todos esses deslocamentos são feitos de maneira mecânica. Automaticamente cruzamos ruas, somos comandados por sinais, passamos por viadutos e passarelas e andamos nas calçadas sem tomar consciência de toda a dinâmica do trânsito e das várias relações que se estabelecem entre motoristas e pedestres.
PARE!
Vale a pena refletir sobre o trânsito para compreendê-lo melhor e entender nossas reações como seus participantes.
SIGA!
Conscientes dos problemas que envolvem a circulação de motoristas e pedestres estaremos melhor preparados para adotar um comportamento mais humano no trânsito e diminuir o número de acidentes.
POR QUE PEDESTRES E MOTORISTAS VIVEM NUM ETERNO CONFLITO?
O pedestre deseja chegar o mais depressa possível ao seu destino, com toda segurança, pelo melhor acesso e sem obstáculos que atrapalhem ou atrasem sua marcha. O motorista, por sua vez, deseja exatamente o mesmo. E é aí que começam os conflitos, porque motoristas e pedestres vão disputar os mesmos espaços no trânsito. Cada um, então, vai precisar ceder um pouco para que o tráfego não vire um caos. Diante de um sinal de trânsito, por exemplo, o pedestre deverá aguardar a sua vez para atravessar, assim como o motorista deverá esperar o sinal abrir para prosseguir. Se um dos dois quebra estas regras, provoca a irritação do outro que se sente desrespeitado em seus direitos. E as consequências podem ir desde a pacífica tolerância até a agressão verbal ou física. Ou, o que é pior, tudo acabar num acidente.
Disponível em: Concordia - Especial cuidados no transito (pubhtml5.com) . Acesso em: 01 abr. 2024.
De acordo com o Texto 1, qual é o comportamento esperado tanto de pedestres quanto de motoristas para garantir a segurança no trânsito?
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MOTORISTAS X PEDESTRES QUEM VENCE ESSA GUERRA?
Diariamente nos deslocamos de um lugar para o outro. Ao longo de nosso percurso, mudamos de papéis no trânsito: ora somos motoristas, ora pedestres. E conforme assumimos um ou outro papel, mudamos de interesses e comportamentos. Em geral, todos esses deslocamentos são feitos de maneira mecânica. Automaticamente cruzamos ruas, somos comandados por sinais, passamos por viadutos e passarelas e andamos nas calçadas sem tomar consciência de toda a dinâmica do trânsito e das várias relações que se estabelecem entre motoristas e pedestres.
PARE!
Vale a pena refletir sobre o trânsito para compreendê-lo melhor e entender nossas reações como seus participantes.
SIGA!
Conscientes dos problemas que envolvem a circulação de motoristas e pedestres estaremos melhor preparados para adotar um comportamento mais humano no trânsito e diminuir o número de acidentes.
POR QUE PEDESTRES E MOTORISTAS VIVEM NUM ETERNO CONFLITO?
O pedestre deseja chegar o mais depressa possível ao seu destino, com toda segurança, pelo melhor acesso e sem obstáculos que atrapalhem ou atrasem sua marcha. O motorista, por sua vez, deseja exatamente o mesmo. E é aí que começam os conflitos, porque motoristas e pedestres vão disputar os mesmos espaços no trânsito. Cada um, então, vai precisar ceder um pouco para que o tráfego não vire um caos. Diante de um sinal de trânsito, por exemplo, o pedestre deverá aguardar a sua vez para atravessar, assim como o motorista deverá esperar o sinal abrir para prosseguir. Se um dos dois quebra estas regras, provoca a irritação do outro que se sente desrespeitado em seus direitos. E as consequências podem ir desde a pacífica tolerância até a agressão verbal ou física. Ou, o que é pior, tudo acabar num acidente.
Disponível em: Concordia - Especial cuidados no transito (pubhtml5.com) . Acesso em: 01 abr. 2024.
Assinale a alternativa que apresenta o propósito principal do Texto 1.
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