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Foram encontradas 340 questões.

Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
 

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Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas a seguir, de acordo com a colocação pronominal prevista pela norma-padrão.

- _________ os lápis que estão na mesa, aos quais _______ durante a nossa conversa.
- Jamais ________ uma desfeita dessa; peço que isso não ___________.
 

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Enunciado 4595388-1

TACOLADO. Placa de sinalização pessoas autorizadas. Disponível <https://www.tacolado.com.br/placa-de-sinalizacaopessoas-nao-autorizadas/>.

Assinale a alternativa cuja forma reescrita do texto utilizado na placa acima se encontra totalmente correta.

 

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"Agora, já aos 70 anos, o que eu realmente aprendi foi aquilo que eu não sabia aos 21: não adianta esperar pela resposta quando não se tem a pergunta certa." (Pedro Bandeira)

Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta da palavra destacada no período acima.
 

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Enunciado 4595386-1
CAZO. Nova onda de calor. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-nova-onda-decalor/>.

A expressão “pra ele poder sair”", empregada na fala da personagem na charge acima, tem o sentido de _____________ e pode ser reescrita como "_____________".

Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas acima, na mesma ordem.
 

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Assinale a alternativa cujo elemento destacado estabelece referência exofórica, isto é, remete a algo que está fora do enunciado.
 

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Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas a seguir, na mesma ordem:

- Tudo aconteceu ____ custa de muito esforço, graças ____ tentativa de anular ____ decisão da assembleia.
- Pouco _____ pouco, os convidados foram se acostumando ____ luminosidade do local.
- Dirijo-me ____ vocês com um objetivo muito simples: declarar minha adesão ____ causa desse grupo.
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.


Crônica da conexão


    Um doido dia resolveu mudar e o dia doido era eu. Tomei uma decisão:
    Eu não quero me conectar. Hoje eu quero um afastamento da tela do celular, da televisão, das redes sociais. Há de haver algum lugar no espaço ao meu alcance onde a conexão seja natural e não dependa de senhas.
    Assim como o sol quando eu olho ao sentir o brilho e percebo o relento. Preciso de uma conexão no meu espaço físico, na quantidade dos livros guardados chorando por mim. Conectar com histórias contadas em verso e prosa que eu abandonei há sete meses, e hoje é o dia do encontro. Ou reencontro, ou muito encanto. A gente precisou muito da conexão no caos diário, mas a gente se esgota. Pira, estranha, chora, e de repente a conexão se fez diferente. 

    Dei um basta. Respirei. Reaprendi a dialogar com as pessoas da minha vida real: filho, marido, cachorro, barulhos brandos, vozes, era nossa vez de escutar nosso cotidiano. E fazer planos, e cantar e sonhar. Nos reconectar e nos sentir vivos.

    Mas voltei para minha conexão virtual de todos os dias. Minha irmă usa apenas mensagem de áudio pra se comunicar. Por causa da minha irmã, minha filha, minha tia, eu me reconecto. Por carinho à causa. Um dia desses em que eu resolvi não olhar notificações, recebi um áudio:
     - Você não usa o telefone?
    Era minha irmã, sentindo minha falta.

    - Você quer falar comigo pelo telefone? Perguntei preocupada.
    - Quero falar com você por aqui mesmo. Pra gente conversar muito.

    Comecei a conversar com ela quatro, cinco vezes pelo WhatsApp navegável. Do jeitinho que ela gosta. É amor. E de amor estamos todos precisando. Em doses cavalares.

    Que restabeleça em mim a importância da conexão. Sem nunca perder a vontade de se desconectar por alguns momentos.


MODESTO, Sandra. Crônica da conexão. Revista Cult. Disponível em <https://revistacult.uol.com.br/home/cronica-daconexao/>.
"Era minha irmã, sentindo minha falta.

- Você quer falar comigo pelo telefone? Perguntei preocupada."

Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita correta de parte do trecho acima.
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.


Crônica da conexão


    Um doido dia resolveu mudar e o dia doido era eu. Tomei uma decisão:
    Eu não quero me conectar. Hoje eu quero um afastamento da tela do celular, da televisão, das redes sociais. Há de haver algum lugar no espaço ao meu alcance onde a conexão seja natural e não dependa de senhas.
    Assim como o sol quando eu olho ao sentir o brilho e percebo o relento. Preciso de uma conexão no meu espaço físico, na quantidade dos livros guardados chorando por mim. Conectar com histórias contadas em verso e prosa que eu abandonei há sete meses, e hoje é o dia do encontro. Ou reencontro, ou muito encanto. A gente precisou muito da conexão no caos diário, mas a gente se esgota. Pira, estranha, chora, e de repente a conexão se fez diferente. 

    Dei um basta. Respirei. Reaprendi a dialogar com as pessoas da minha vida real: filho, marido, cachorro, barulhos brandos, vozes, era nossa vez de escutar nosso cotidiano. E fazer planos, e cantar e sonhar. Nos reconectar e nos sentir vivos.

    Mas voltei para minha conexão virtual de todos os dias. Minha irmă usa apenas mensagem de áudio pra se comunicar. Por causa da minha irmã, minha filha, minha tia, eu me reconecto. Por carinho à causa. Um dia desses em que eu resolvi não olhar notificações, recebi um áudio:
     - Você não usa o telefone?
    Era minha irmã, sentindo minha falta.

    - Você quer falar comigo pelo telefone? Perguntei preocupada.
    - Quero falar com você por aqui mesmo. Pra gente conversar muito.

    Comecei a conversar com ela quatro, cinco vezes pelo WhatsApp navegável. Do jeitinho que ela gosta. É amor. E de amor estamos todos precisando. Em doses cavalares.

    Que restabeleça em mim a importância da conexão. Sem nunca perder a vontade de se desconectar por alguns momentos.


MODESTO, Sandra. Crônica da conexão. Revista Cult. Disponível em <https://revistacult.uol.com.br/home/cronica-daconexao/>.
"Há(l) de haver(2) algum lugar no espaço ao meu alcance onde a conexão seja natural e não dependa de senhas."

Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta das duas formas verbais identificadas por números no enunciado acima.
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.


Crônica da conexão


    Um doido dia resolveu mudar e o dia doido era eu. Tomei uma decisão:
    Eu não quero me conectar. Hoje eu quero um afastamento da tela do celular, da televisão, das redes sociais. Há de haver algum lugar no espaço ao meu alcance onde a conexão seja natural e não dependa de senhas.
    Assim como o sol quando eu olho ao sentir o brilho e percebo o relento. Preciso de uma conexão no meu espaço físico, na quantidade dos livros guardados chorando por mim. Conectar com histórias contadas em verso e prosa que eu abandonei há sete meses, e hoje é o dia do encontro. Ou reencontro, ou muito encanto. A gente precisou muito da conexão no caos diário, mas a gente se esgota. Pira, estranha, chora, e de repente a conexão se fez diferente. 

    Dei um basta. Respirei. Reaprendi a dialogar com as pessoas da minha vida real: filho, marido, cachorro, barulhos brandos, vozes, era nossa vez de escutar nosso cotidiano. E fazer planos, e cantar e sonhar. Nos reconectar e nos sentir vivos.

    Mas voltei para minha conexão virtual de todos os dias. Minha irmă usa apenas mensagem de áudio pra se comunicar. Por causa da minha irmã, minha filha, minha tia, eu me reconecto. Por carinho à causa. Um dia desses em que eu resolvi não olhar notificações, recebi um áudio:
     - Você não usa o telefone?
    Era minha irmã, sentindo minha falta.

    - Você quer falar comigo pelo telefone? Perguntei preocupada.
    - Quero falar com você por aqui mesmo. Pra gente conversar muito.

    Comecei a conversar com ela quatro, cinco vezes pelo WhatsApp navegável. Do jeitinho que ela gosta. É amor. E de amor estamos todos precisando. Em doses cavalares.

    Que restabeleça em mim a importância da conexão. Sem nunca perder a vontade de se desconectar por alguns momentos.


MODESTO, Sandra. Crônica da conexão. Revista Cult. Disponível em <https://revistacult.uol.com.br/home/cronica-daconexao/>.
O texto "Crônica da conexão" é apresentado predominantemente na:
 

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