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"Nóis tava dormino lá em casa, às treis hora da
manhã, i os PM chegaro, deu um tiro na porta,
pegô na perna do 'fulano' aí em seguida ez
arrebentô a porta, aí deu oto tiro, pegô na cabeça
do Adauto, ez viro que tinha acertado no
Adauto. (...)."
O trecho acima, transcrito de uma pesquisa sociolinguística, apresenta vários traços da linguagem oral, exceto:
O trecho acima, transcrito de uma pesquisa sociolinguística, apresenta vários traços da linguagem oral, exceto:
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BRAINLY. Disponível em
<https://brainly.com.br/tarefa/47761560>.
Pelas características apresentadas no texto acima, ele se enquadra no gênero:
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
A nota que a vida escreve
Sempre achei curioso o conselho de
classe. Uma reunião solene, com professores
reunidos em torno de uma mesa, decidindo o
destino acadêmico de jovens vidas. Lembro-me
de ter participado de muitos desses conselhos,
ora como aluno, ora como professor. E, a cada
um deles, uma nova reflexão sobre o papel da
escola na formação do indivíduo.
Ultimamente, tenho ouvido falar muito
sobre a importância de considerar as
"adversidades existenciais" dos alunos no
momento da avaliação. É claro que a vida de
cada um é um mosaico único, repleto de
desafios e particularidades. No entanto, me
pergunto se estamos indo longe demais nessa
direção.
A escola, em sua essência, é um lugar de
aprendizado, um espaço onde os alunos são
desafiados a superar seus limites e a
desenvolver suas capacidades. Ao priorizar as
dificuldades em detrimento das conquistas,
corremos o risco de criar uma geração de jovens
que esperam ser aprovados por pena, e não por
mérito. A vida, por mais injusta que possa
parecer, não funciona assim. No mercado de
trabalho, por exemplo, não haverá um conselho
de classe para avaliar nossas "adversidades
existenciais". A única coisa que valerá será
nossa capacidade de entregar resultados.
É como se estivéssemos ensinando aos
nossos alunos que o sucesso é algo que se
conquista sem esforço, que basta ter uma boa
história para ser recompensado. Mas a vida não
é um conto de fadas, e o sucesso é fruto de
dedicação, persistência e, sim, de um pouco de
suor.
Certa vez, ouvi um colega de trabalho
dizer que a escola deveria ser um refúgio, um
lugar onde os alunos pudessem se sentir
acolhidos e compreendidos. Concordo
plenamente. No entanto, a escola também deve
ser um espaço de crescimento e
desenvolvimento. É preciso encontrar um
equilíbrio entre a compaixão e a exigência,
entre o acolhimento e a cobrança.
A nota, por si só, não define o valor de
uma pessoa. Mas ela é um indicador importante
do nosso desempenho e do nosso empenho. Ao
desvalorizar a nota, corremos o risco de
desvalorizar o próprio processo de
aprendizagem. Afinal, o conhecimento é a
ferramenta mais poderosa que temos para
transformar nossas vidas e o mundo ao nosso
redor. (...)
PHERREIRA, Kllawdessy. A nota que a vida escreve.
Recanto das Letras. Disponível em
<https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/8213331>.
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
A nota que a vida escreve
Sempre achei curioso o conselho de
classe. Uma reunião solene, com professores
reunidos em torno de uma mesa, decidindo o
destino acadêmico de jovens vidas. Lembro-me
de ter participado de muitos desses conselhos,
ora como aluno, ora como professor. E, a cada
um deles, uma nova reflexão sobre o papel da
escola na formação do indivíduo.
Ultimamente, tenho ouvido falar muito
sobre a importância de considerar as
"adversidades existenciais" dos alunos no
momento da avaliação. É claro que a vida de
cada um é um mosaico único, repleto de
desafios e particularidades. No entanto, me
pergunto se estamos indo longe demais nessa
direção.
A escola, em sua essência, é um lugar de
aprendizado, um espaço onde os alunos são
desafiados a superar seus limites e a
desenvolver suas capacidades. Ao priorizar as
dificuldades em detrimento das conquistas,
corremos o risco de criar uma geração de jovens
que esperam ser aprovados por pena, e não por
mérito. A vida, por mais injusta que possa
parecer, não funciona assim. No mercado de
trabalho, por exemplo, não haverá um conselho
de classe para avaliar nossas "adversidades
existenciais". A única coisa que valerá será
nossa capacidade de entregar resultados.
É como se estivéssemos ensinando aos
nossos alunos que o sucesso é algo que se
conquista sem esforço, que basta ter uma boa
história para ser recompensado. Mas a vida não
é um conto de fadas, e o sucesso é fruto de
dedicação, persistência e, sim, de um pouco de
suor.
Certa vez, ouvi um colega de trabalho
dizer que a escola deveria ser um refúgio, um
lugar onde os alunos pudessem se sentir
acolhidos e compreendidos. Concordo
plenamente. No entanto, a escola também deve
ser um espaço de crescimento e
desenvolvimento. É preciso encontrar um
equilíbrio entre a compaixão e a exigência,
entre o acolhimento e a cobrança.
A nota, por si só, não define o valor de
uma pessoa. Mas ela é um indicador importante
do nosso desempenho e do nosso empenho. Ao
desvalorizar a nota, corremos o risco de
desvalorizar o próprio processo de
aprendizagem. Afinal, o conhecimento é a
ferramenta mais poderosa que temos para
transformar nossas vidas e o mundo ao nosso
redor. (...)
PHERREIRA, Kllawdessy. A nota que a vida escreve.
Recanto das Letras. Disponível em
<https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/8213331>.
(2) "Ultimamente, tenho ouvido falar muito sobre a importância de considerar as 'adversidades existenciais' dos alunos no momento da avaliação."
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o sentido das expressões verbais destacadas nos trechos numerados acima.
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
A nota que a vida escreve
Sempre achei curioso o conselho de
classe. Uma reunião solene, com professores
reunidos em torno de uma mesa, decidindo o
destino acadêmico de jovens vidas. Lembro-me
de ter participado de muitos desses conselhos,
ora como aluno, ora como professor. E, a cada
um deles, uma nova reflexão sobre o papel da
escola na formação do indivíduo.
Ultimamente, tenho ouvido falar muito
sobre a importância de considerar as
"adversidades existenciais" dos alunos no
momento da avaliação. É claro que a vida de
cada um é um mosaico único, repleto de
desafios e particularidades. No entanto, me
pergunto se estamos indo longe demais nessa
direção.
A escola, em sua essência, é um lugar de
aprendizado, um espaço onde os alunos são
desafiados a superar seus limites e a
desenvolver suas capacidades. Ao priorizar as
dificuldades em detrimento das conquistas,
corremos o risco de criar uma geração de jovens
que esperam ser aprovados por pena, e não por
mérito. A vida, por mais injusta que possa
parecer, não funciona assim. No mercado de
trabalho, por exemplo, não haverá um conselho
de classe para avaliar nossas "adversidades
existenciais". A única coisa que valerá será
nossa capacidade de entregar resultados.
É como se estivéssemos ensinando aos
nossos alunos que o sucesso é algo que se
conquista sem esforço, que basta ter uma boa
história para ser recompensado. Mas a vida não
é um conto de fadas, e o sucesso é fruto de
dedicação, persistência e, sim, de um pouco de
suor.
Certa vez, ouvi um colega de trabalho
dizer que a escola deveria ser um refúgio, um
lugar onde os alunos pudessem se sentir
acolhidos e compreendidos. Concordo
plenamente. No entanto, a escola também deve
ser um espaço de crescimento e
desenvolvimento. É preciso encontrar um
equilíbrio entre a compaixão e a exigência,
entre o acolhimento e a cobrança.
A nota, por si só, não define o valor de
uma pessoa. Mas ela é um indicador importante
do nosso desempenho e do nosso empenho. Ao
desvalorizar a nota, corremos o risco de
desvalorizar o próprio processo de
aprendizagem. Afinal, o conhecimento é a
ferramenta mais poderosa que temos para
transformar nossas vidas e o mundo ao nosso
redor. (...)
PHERREIRA, Kllawdessy. A nota que a vida escreve.
Recanto das Letras. Disponível em
<https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/8213331>.
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A Política Nacional de Educação Especial
Inclusiva institui como um dos objetivos do
Atendimento Educacional Especializado (AEE)
o seguinte:
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- Currículo (Teoria e Prática)Currículo, interdisciplinaridade, transversalidade e a transdisciplinaridade
Analise as afirmativas a seguir. Segundo as
Diretrizes Nacionais da Educação em Direitos
Humanos, a inserção dos conhecimentos
concernentes à Educação em Direitos Humanos
na organização dos currículos da Educação
Básica poderá ocorrer da(s) seguinte(s)
forma(s):
I. Pela transversalidade, por meio de temas relacionados aos Direitos Humanos e tratados interdisciplinarmente.
II. Como um conteúdo específico de uma das disciplinas já existentes no currículo escolar.
III. De maneira mista, ou seja, combinando transversalidade e disciplinaridade.
IV. Quaisquer outras formas mesmo que inobservadas as especificidades dos níveis e modalidades.
Assinale a alternativa correta.
I. Pela transversalidade, por meio de temas relacionados aos Direitos Humanos e tratados interdisciplinarmente.
II. Como um conteúdo específico de uma das disciplinas já existentes no currículo escolar.
III. De maneira mista, ou seja, combinando transversalidade e disciplinaridade.
IV. Quaisquer outras formas mesmo que inobservadas as especificidades dos níveis e modalidades.
Assinale a alternativa correta.
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (Lei nº 9.394/1996) estabelece
determinadas incumbências aos docentes.
Assinale a alternativa que dispõe uma
incumbência correta.
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- Tecnologias Educacionais
- Mídias, Comunicação e Tecnologias na Educação
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
As aprendizagens necessárias para a educação
digital e midiática são as seguintes, EXCETО
uma:
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De acordo com Libâneo, Oliveira e Toschi, ao
planejar o currículo da escola, valendo-se do
currículo oficial, é necessário considerar alguns
princípios práticos. Assinale a alternativa que
apresenta um princípio correto.
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