Foram encontradas 30 questões.
Os computadores vêm evoluindo ao longo do tempo e para marcar cada época foi criada uma classificação por geração, sendo:
I - 1ª Geração: década de 40, os computadores eram constituídos de transistores. As máquinas eram muito grandes.
II - 2ª Geração: as máquinas passaram a ser constituídas por milhares de válvulas.
III - 3ª Geração: as válvulas foram reunidas em pastilhas, denominadas chips.
IV - 4ª Geração: considerada a geração atual (apesar de alguns autores defenderem outras gerações após essa), caracterizada pela miniaturização dos chips (VLSI). Grande quantidade de transistores em um chip.
Está INCORRETO o que se afirma em:
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‘Sem festa’, por Caetano Veloso
Parece que há quem queira festejar. Eu, neste primeiro momento do governo Michel Temer, só tenho mesmo é uma grande queixa a fazer: a extinção do MinC é ato retrógrado. Depois de já haver, oportunisticamente, desistido de diminuir o número de ministérios, Temer, premido pela má repercussão da notícia, voltou a fazer o que a maioria dos brasileiros, acertadamente, quer: enxugar a máquina administrativa, na crença de que, assim, faz economia e livra-se do toma-lá-dá-cá. Na verdade, o peso econômico é pífio e as escolhas dos novos ministros não apontam para um critério técnico e meritocrático. Seria uma beleza se um presidente peemedebista nos livrasse do vício da distribuição “política” de cargos. Mas nossa oficialidade não vive de belezas. No entanto, reduzir o número de ministérios é bom de qualquer jeito. É bom simbolicamente, formalmente. Mas o desfazimento do MinC é negativo. Só Collor o tinha tentado antes, com tétricos resultados.
O Ministério da Cultura mostrou-se necessário ao Brasil. Hoje temos estudos e projetos brasileiros como referência em organizações internacionais que tratam dos problemas dos direitos autorais em ambiente digital. Somos (ou tínhamos sido) pioneiros na luta em defesa dos criadores, que se viram sem saber o quê, como, quanto e quando receberão pela divulgação de sua obra em plataformas de streaming. A Diretoria de Direitos Intelectuais (DDI) do MinC vinha se tornando um “thinktank” especializado nesses assuntos. Sem falar na situação do audiovisual, que se tornou uma atividade superavitária; nos Pontos de Cultura, que buscam acompanhar e proteger centros de criação artística em todo o território nacional; na atenção ao patrimônio histórico. Sem altas verbas (muito ao contrário), o MinC tem mostrado que o país passou a dar à produção cultural o valor que ela merece. Sei que os maluquinhos habituais vão repetir que os artistas famosos brasileiros vivem do dinheiro do Estado, que querem mais, que são dependentes do governo. Repetirão todas as bobagens que têm dito sobre a Lei Rouanet e demonstrarão todo o ressentimento pelo que filmes, peças, canções, escritos, desenhos, edifícios, estátuas, performances, instalações, criações artísticas em geral representam quando atingem multidões ou íntimas sensibilidades. Não. Eu digo NÃO. Os artistas que se sentem atraídos pelo histórico do PT, o mais duradouro e estruturado partido de esquerda do mundo contemporâneo, não são dependentes de governo. Eu não sou dependente de governo. Tenho minhas opiniões próprias e exibo as contradições de minhas buscas. Só retirarei a afirmação de que baixar o MinC a uma secretaria dentro do Ministério da Educação (que tem tarefa gigante pela frente) ou a uma Secretaria Nacional de Cultura ligada à Presidência da República, como se cogita agora, é retroagir se, uma vez em ação, o novo governo prove que é capaz de dar à produção cultural a atenção que ela requer. Se os trabalhos da DDI tiverem continuidade, se os ajustes que se mostrem necessários no uso da Lei Rouanet servirem para que ela seja mais eficaz no estímulo à inventividade, se outras áreas da criação forem levadas à condição de superavitárias, se o Estado exibir que sabe o quanto o apoio à cultura pode resultar em crescimento econômico, direto e indireto, local ou como estímulo ao turismo internacional. Sem isso, não quero nem saber de festa.
VELOSO, Caetano. Sem festa, por Caetano Veloso. O Globo, Rio de Janeiro. 15 mai. 2016. Disponível em: <http://oglobo.globo.com/cultura/artigo-sem-festa-por-caetano-veloso-19308827#ixzz48psqYC5d>.
Leia a seguinte oração do texto:
“Hoje temos estudos e projetos brasileiros como referência em organizações internacionais que tratam dos problemas dos direitos autorais em ambiente digital”.
De acordo com a classificação sintática dos termos da oração, assinale a alternativa CORRETA:
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910368
Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
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Sobre os campos da ergonomia contemporânea, assinale a alternativa CORRETA:
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‘Sem festa’, por Caetano Veloso
Parece que há quem queira festejar. Eu, neste primeiro momento do governo Michel Temer, só tenho mesmo é uma grande queixa a fazer: a extinção do MinC é ato retrógrado. Depois de já haver, oportunisticamente, desistido de diminuir o número de ministérios, Temer, premido pela má repercussão da notícia, voltou a fazer o que a maioria dos brasileiros, acertadamente, quer: enxugar a máquina administrativa, na crença de que, assim, faz economia e livra-se do toma-lá-dá-cá. Na verdade, o peso econômico é pífio e as escolhas dos novos ministros não apontam para um critério técnico e meritocrático. Seria uma beleza se um presidente peemedebista nos livrasse do vício da distribuição “política” de cargos. Mas nossa oficialidade não vive de belezas. No entanto, reduzir o número de ministérios é bom de qualquer jeito. É bom simbolicamente, formalmente. Mas o desfazimento do MinC é negativo. Só Collor o tinha tentado antes, com tétricos resultados.
O Ministério da Cultura mostrou-se necessário ao Brasil. Hoje temos estudos e projetos brasileiros como referência em organizações internacionais que tratam dos problemas dos direitos autorais em ambiente digital. Somos (ou tínhamos sido) pioneiros na luta em defesa dos criadores, que se viram sem saber o quê, como, quanto e quando receberão pela divulgação de sua obra em plataformas de streaming. A Diretoria de Direitos Intelectuais (DDI) do MinC vinha se tornando um “thinktank” especializado nesses assuntos. Sem falar na situação do audiovisual, que se tornou uma atividade superavitária; nos Pontos de Cultura, que buscam acompanhar e proteger centros de criação artística em todo o território nacional; na atenção ao patrimônio histórico. Sem altas verbas (muito ao contrário), o MinC tem mostrado que o país passou a dar à produção cultural o valor que ela merece. Sei que os maluquinhos habituais vão repetir que os artistas famosos brasileiros vivem do dinheiro do Estado, que querem mais, que são dependentes do governo. Repetirão todas as bobagens que têm dito sobre a Lei Rouanet e demonstrarão todo o ressentimento pelo que filmes, peças, canções, escritos, desenhos, edifícios, estátuas, performances, instalações, criações artísticas em geral representam quando atingem multidões ou íntimas sensibilidades. Não. Eu digo NÃO. Os artistas que se sentem atraídos pelo histórico do PT, o mais duradouro e estruturado partido de esquerda do mundo contemporâneo, não são dependentes de governo. Eu não sou dependente de governo. Tenho minhas opiniões próprias e exibo as contradições de minhas buscas. Só retirarei a afirmação de que baixar o MinC a uma secretaria dentro do Ministério da Educação (que tem tarefa gigante pela frente) ou a uma Secretaria Nacional de Cultura ligada à Presidência da República, como se cogita agora, é retroagir se, uma vez em ação, o novo governo prove que é capaz de dar à produção cultural a atenção que ela requer. Se os trabalhos da DDI tiverem continuidade, se os ajustes que se mostrem necessários no uso da Lei Rouanet servirem para que ela seja mais eficaz no estímulo à inventividade, se outras áreas da criação forem levadas à condição de superavitárias, se o Estado exibir que sabe o quanto o apoio à cultura pode resultar em crescimento econômico, direto e indireto, local ou como estímulo ao turismo internacional. Sem isso, não quero nem saber de festa.
VELOSO, Caetano. Sem festa, por Caetano Veloso. O Globo, Rio de Janeiro. 15 mai. 2016. Disponível em: <http://oglobo.globo.com/cultura/artigo-sem-festa-por-caetano-veloso-19308827#ixzz48psqYC5d>.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à linguagem do texto:
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892777
Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
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Sobre o uso de Equipamentos de Proteção Individual, a empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento, na seguinte circunstância:
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887967
Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
Provas:
Assinale a alternativa conforme a norma regulamentadora referente ao nível de ruído contínuo ou intermitente mais elevado em dB (decibéis) ao qual um trabalhador pode ficar exposto diariamente, caso sua jornada de trabalho diária seja de 8 horas:
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Barramentos são os caminhos por onde os dados trafegam entre os componentes do computador. São as “pistas”, as vias que os dados percorrem. De acordo com esse conceito, assinale a alternativa CORRETA:
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876775
Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
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Sobre as ações, atribuições e procedimentos de prevenção da exposição ocupacional ao benzeno, visando à proteção da saúde do trabalhador, analise os itens a seguir:
I - É liberada a utilização do benzeno em indústrias e laboratórios que o utilizem em processos de síntese química;
II - É liberada a utilização do benzeno em indústrias e laboratórios que o empreguem em combustíveis derivados do petróleo;
III - As empresas que produzem, transportam, armazenam, utilizam ou manipulam benzeno e suas misturas líquidas contendo 1% (um por cento) ou mais de volume devem cadastrar seus estabelecimentos no Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho – DSST;
IV - O Fator de Conversão da concentração de benzeno de ppm para !$ mg/m^3 !$ é: 1ppm = 1,19 !$ mg/m^3 !$ nas condições de 25ºC, 101 KPa.
Estão CORRETOS:
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876544
Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
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Em relação às atividades que envolvem agentes biológicos, cuja insalubridade é caracterizada pela avaliação qualitativa, assinale a alternativa que se refere a uma atividade de Insalubridade de grau máximo:
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872699
Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
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A Ginástica Laboral consiste em uma atividade física leve e de curta duração, realizada no próprio ambiente de trabalho. Assinale a alternativa que se refere ao tipo de ginástica laboral realizada durante a jornada de trabalho, com duração aproximadamente de 5 a 10 minutos, como pausa ativa, compensando posturas inadequadas e esforços repetitivos, exigidos em funções operacionais:
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