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Foram encontradas 50 questões.

1396487 Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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SAX é uma API padronizada para processar dados no formato XML. Esta API implementa um conjunto de interfaces. Dentre as alternativas abaixo, assinale aquela que contém apenas interfaces do padrão SAX.
 

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1394497 Ano: 2014
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Gatilhos (triggers) são procedimentos armazenados que são automaticamente ativados pelo Sistema de Banco de Dados em resposta a alteração nos dados. Assinale a alternativa correta sobre triggers em sistemas de banco de dados relacionais.
 

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1394202 Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Escreva V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma nos itens abaixo sobre formas de autenticação NET.
( ) A segurança de aplicações ASP.NET pode ser feita pela autenticação do Microsoft IIS.
( ) ASP.NET 8.1 não permite a coleta de dados do usuário e autenticação por formulários.
( ) O SDK do Windows Live ID é um exemplo de autenticação através do protocolo SSH.NET.
( ) Os métodos da classe FormsUserAuth permitem o uso de senhas criptografadas.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
 

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1393956 Ano: 2014
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Relacione corretamente os itens referentes a firewall da Coluna I às definições listadas na Coluna II.
Coluna I
1. DNAT
2. IPSec
3. QoS
4. SNAT
Coluna II
( ) Identifica a qualidade de serviço que um pacote deve receber.
( ) Técnica de tradução do endereço IP de origem de um pacote.
( ) Protocolo usado para encriptar pacotes IPv4.
( ) Técnica de tradução do endereço IP de destino de um pacote.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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1393906 Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Considere o seguinte código ASP:
<%
onLoad=”Response.Write('página carregada com sucesso')”
%>
O que existe de errado no código acima?
 

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1393892 Ano: 2014
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Considere um banco de dados com duas tabelas T e U com n e m linhas respectivamente, sendo n < m. Supondo a existência da coluna c1 na tabela T e da coluna c2 na tabela U, a consulta SQL
SELECT * FROM T,U WHERE c1=c2
pode retornar um resultado com o seguinte número de linhas:
 

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1393155 Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Assinale a alternativa correta sobre polimorfismo e sua implementação por meio da linguagem Java.
 

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1392538 Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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Assinale a alternativa com a sintaxe CSS correta para tornar negrito todos os elementos <p>
 

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TEXTO
Os Negócios que Vêm do Lixo
A urbanista Raquel Rolnik publicou um artigo mostrando o que acontece com a coleta seletiva e a reciclagem na cidade de São Paulo, a mais populosa do País e a que mais gera resíduos, de todas as classes, recicláveis ou não. Ela aponta que a cidade tem 46% de domicílios servidos por coleta seletiva, no entanto apenas 2% dos resíduos são de fato reciclados.
Essa é uma realidade que em maior ou menor grau se espraia por todas as cidades brasileiras, apesar de coleta seletiva e reciclagem estarem previstas na Política Nacional de Resíduos Sólidos, de dezembro de 2010 (depois de 20 anos dormitando no Congresso), e que tem 2014 como prazo para a eliminação completa dos lixões e implantação de aterros sanitários em todo o País.
Minha opinião é que nada disso vai dar certo se não houver também um esforço consistente para a geração de novos produtos e negócios com base em matérias-primas obtidas a partir da separação dos resíduos coletados, seja em residências ou em empresas. Negócios capazes de gerar inovação, empregos e renda a partir do uso de materiais que podem ser obtidos a partir da mineração dos resíduos gerados pela atividade humana.
O primeiro desafio que se impõe é a necessidade de que esses negócios sejam espalhados por todo o País, uma vez que transportar resíduos por longas distâncias pode tornar o custo da operação incompatível com qualquer negócio. Então, será preciso envolver não apenas cooperativas de recicladores (capazes de coletar, separar e dar destinação adequada a cada classe de resíduo), mas também fomentar o empreendedorismo para a formação de milhares de pequenas empresas que utilizem esses materiais para a produção de uma miríade de produtos que satisfaçam as mais diversas necessidades da sociedade.
Isso não acontecerá de forma espontânea, será preciso um planejamento e um esforço coordenado de empresas, governos, universidades, institutos de pesquisa e organismos financeiros capazes de produzir inovações, design e modelos de negócios viáveis e espalhá-los por todo o Brasil. Desta forma não apenas as principais questões relativas aos resíduos podem ser encaminhadas, como também haverá muito mais oportunidades de negócios e empregos à disposição da sociedade.
Já existem iniciativas na direção de transformar lixo em matéria-prima para produtos de bom valor econômico e alto benefício social. Um exemplo interessante é o desenvolvimento de produtos a partir da reciclagem de embalagens longa-vida. Hoje já existem no mercado telhas e uma série de tipos de painéis feitos a partir da reciclagem desses materiais, com grande vantagem frente a materiais tradicionais no mercado.
Para se chegar a esse formato de produto e negócio, a Tetra Pak, maior empresa global de embalagens longa-vida apostou no desenvolvimento de tecnologias e apoio às cooperativas de catadores e produtores de telhas e placas. “O resultado foi a criação de um mercado novo, algo que não existia antes e que a demanda é ainda bem maior do que a capacidade de oferta”, explica Fernando von Zuben, diretor de meio ambiente da empresa.
A inovação neste caso foi planejada e não veio apenas porque a empresa é boazinha, mas também porque ela deve ser responsável pelos resíduos que coloca no mercado. Centenas de pequenas empresas estão sendo criadas em todo o Brasil para o aproveitamento dessa matéria-prima com bons resultados nos negócios. Outros materiais têm mais valor e, por isso, são mais demandados, é o caso das latas de alumínio, onde o Brasil detém recordes de reciclagem. Vidros e PETs estão entrando nessa linha de materiais com valor comercial, mas ainda em escala insuficiente para cumprir as metas da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
A chave para a solução dos resíduos está basicamente em dois vetores, a redução na produção e a inovação na geração de novos produtos e negócios a partir dos resíduos coletados. Sem isso a coleta seletiva simplesmente vai fazer com que as prefeituras tenham de manter imensos depósitos de materiais recicláveis que não serão reciclados por falta de uma cadeia de negócios que os utilize.
www.cartacapital.com.br/colunistas/ Dal-Marcondes
Em “O primeiro desafio que se impõe é a necessidade de que esses negócios sejam espalhados por todo o País, uma vez que transportar resíduos por longas distâncias pode tornar o custo da operação incompatível com qualquer negócio”, a oração grifada tem a função de
 

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TEXTO
Os Negócios que Vêm do Lixo
A urbanista Raquel Rolnik publicou um artigo mostrando o que acontece com a coleta seletiva e a reciclagem na cidade de São Paulo, a mais populosa do País e a que mais gera resíduos, de todas as classes, recicláveis ou não. Ela aponta que a cidade tem 46% de domicílios servidos por coleta seletiva, no entanto apenas 2% dos resíduos são de fato reciclados.
Essa é uma realidade que em maior ou menor grau se espraia por todas as cidades brasileiras, apesar de coleta seletiva e reciclagem estarem previstas na Política Nacional de Resíduos Sólidos, de dezembro de 2010 (depois de 20 anos dormitando no Congresso), e que tem 2014 como prazo para a eliminação completa dos lixões e implantação de aterros sanitários em todo o País.
Minha opinião é que nada disso vai dar certo se não houver também um esforço consistente para a geração de novos produtos e negócios com base em matérias-primas obtidas a partir da separação dos resíduos coletados, seja em residências ou em empresas. Negócios capazes de gerar inovação, empregos e renda a partir do uso de materiais que podem ser obtidos a partir da mineração dos resíduos gerados pela atividade humana.
O primeiro desafio que se impõe é a necessidade de que esses negócios sejam espalhados por todo o País, uma vez que transportar resíduos por longas distâncias pode tornar o custo da operação incompatível com qualquer negócio. Então, será preciso envolver não apenas cooperativas de recicladores (capazes de coletar, separar e dar destinação adequada a cada classe de resíduo), mas também fomentar o empreendedorismo para a formação de milhares de pequenas empresas que utilizem esses materiais para a produção de uma miríade de produtos que satisfaçam as mais diversas necessidades da sociedade.
Isso não acontecerá de forma espontânea, será preciso um planejamento e um esforço coordenado de empresas, governos, universidades, institutos de pesquisa e organismos financeiros capazes de produzir inovações, design e modelos de negócios viáveis e espalhá-los por todo o Brasil. Desta forma não apenas as principais questões relativas aos resíduos podem ser encaminhadas, como também haverá muito mais oportunidades de negócios e empregos à disposição da sociedade.
Já existem iniciativas na direção de transformar lixo em matéria-prima para produtos de bom valor econômico e alto benefício social. Um exemplo interessante é o desenvolvimento de produtos a partir da reciclagem de embalagens longa-vida. Hoje já existem no mercado telhas e uma série de tipos de painéis feitos a partir da reciclagem desses materiais, com grande vantagem frente a materiais tradicionais no mercado.
Para se chegar a esse formato de produto e negócio, a Tetra Pak, maior empresa global de embalagens longa-vida apostou no desenvolvimento de tecnologias e apoio às cooperativas de catadores e produtores de telhas e placas. “O resultado foi a criação de um mercado novo, algo que não existia antes e que a demanda é ainda bem maior do que a capacidade de oferta”, explica Fernando von Zuben, diretor de meio ambiente da empresa.
A inovação neste caso foi planejada e não veio apenas porque a empresa é boazinha, mas também porque ela deve ser responsável pelos resíduos que coloca no mercado. Centenas de pequenas empresas estão sendo criadas em todo o Brasil para o aproveitamento dessa matéria-prima com bons resultados nos negócios. Outros materiais têm mais valor e, por isso, são mais demandados, é o caso das latas de alumínio, onde o Brasil detém recordes de reciclagem. Vidros e PETs estão entrando nessa linha de materiais com valor comercial, mas ainda em escala insuficiente para cumprir as metas da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
A chave para a solução dos resíduos está basicamente em dois vetores, a redução na produção e a inovação na geração de novos produtos e negócios a partir dos resíduos coletados. Sem isso a coleta seletiva simplesmente vai fazer com que as prefeituras tenham de manter imensos depósitos de materiais recicláveis que não serão reciclados por falta de uma cadeia de negócios que os utilize.
www.cartacapital.com.br/colunistas/ Dal-Marcondes
Ao ler todo o texto, pode-se inferir acertadamente que
 

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