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Primigesta de 38 anos submetida a coleta de colpocitologia oncótica em primeira consulta de prénatal tem resultado de células escamosas atípicas de significado indeterminado não podendo excluir lesão intraepitelial de alto grau (ASC-H). Encaminhada para colposcopia, que não visualiza áreas suspeitas de invasão. Assinale a alternativa com a conduta recomendada.
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CASO 2: Primigesta, com idade gestacional de 36 semanas, chega em consulta de pré-natal para acompanhamento após tratamento de sífilis na gestação. Refere que VDRL da primeira consulta tinha titulação 1:64 e, após tratamento com doses semanais de Penicilina benzatina, por 3 semanas, a titulação caiu para 1:8 no segundo trimestre. Traz resultado de exame coletado há 2 semanas, com titulação de 1:8. Refere que o parceiro realizou o mesmo tratamento que ela e ambos estão assintomáticos.
Considerando que a paciente do CASO 2 entrou em trabalho de parto e, em certo momento do acompanhamento obstétrico, ao toque vaginal, o colo estava pérvio para 8cm, fino e anteriorizado, com membranas amnióticas rotas, apresentação cefálica e o ponto de referência da apresentação fetal era o bregma, voltado para a eminência ileopectínea esquerda materna. Assinale a alternativa que descreve a apresentação fetal, a linha de orientação fetal e o sentido e angulação da rotação que deverá ser realizada para que o feto faça o desprendimento da cabeça em occipitopúbico.
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CASO 2: Primigesta, com idade gestacional de 36 semanas, chega em consulta de pré-natal para acompanhamento após tratamento de sífilis na gestação. Refere que VDRL da primeira consulta tinha titulação 1:64 e, após tratamento com doses semanais de Penicilina benzatina, por 3 semanas, a titulação caiu para 1:8 no segundo trimestre. Traz resultado de exame coletado há 2 semanas, com titulação de 1:8. Refere que o parceiro realizou o mesmo tratamento que ela e ambos estão assintomáticos.
Com base na paciente do CASO 2, assinale a alternativa com a conduta correta.
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CASO 1: Secundigesta com idade gestacional de 32 semanas e 4 dias, com histórico de aborto espontâneo há 4 anos, dá entrada no pronto socorro com queixa de nucalgia há 3 horas associada a “manchas brilhantes” na visão. Faz acompanhamento em pré-natal de alto risco devido diagnóstico de pré-eclâmpsia, em uso de Metildopa 2g/dia. Refere sentir movimentação fetal e nega perdas via vaginal. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, corada e hidratada, afebril, eupneica, pressão arterial: 170x120. Ao exame abdominal, tônus uterino normal, dinâmica uterina ausente, batimentos cardiofetais adequados e altura uterina de 28cm. Ao toque vaginal: colo grosso, posterior e pérvio para 2cm, apresentação cefálica e bolsa íntegra. É encaminhada para realização de cardiotocografia e analgesia endovenosa, em decúbito lateral esquerdo. Após vinte minutos, nova aferição de pressão arterial é realizada: 160x120.
A paciente do CASO 1 recebeu alta hospitalar após período de internação e resolução da gestação. O recém-nascido ficou internado em Unidade de Terapia Intensiva devido a complicações da prematuridade. Um mês após a alta, paciente retorna ao pronto socorro referindo ingurgitamento mamário a direita e febre de 38,5ºC. Refere que iniciou amamentação do filho há pouco tempo e que ainda apresenta dificuldades na pega adequada. Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, hipocorada +/4+, hidratada, febril e eupneica. As mamas estão ingurgitadas e doloridas com presença de fissuras mamilares e, à direita, apresenta hiperemia em quadrante superolateral, sem presença de coleções sugestivas de abscesso. Assinale a alternativa que apresenta o agente etiológico mais comum e uma opção de antibioticoterapia adequada para o caso.
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CASO 1: Secundigesta com idade gestacional de 32 semanas e 4 dias, com histórico de aborto espontâneo há 4 anos, dá entrada no pronto socorro com queixa de nucalgia há 3 horas associada a “manchas brilhantes” na visão. Faz acompanhamento em pré-natal de alto risco devido diagnóstico de pré-eclâmpsia, em uso de Metildopa 2g/dia. Refere sentir movimentação fetal e nega perdas via vaginal. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, corada e hidratada, afebril, eupneica, pressão arterial: 170x120. Ao exame abdominal, tônus uterino normal, dinâmica uterina ausente, batimentos cardiofetais adequados e altura uterina de 28cm. Ao toque vaginal: colo grosso, posterior e pérvio para 2cm, apresentação cefálica e bolsa íntegra. É encaminhada para realização de cardiotocografia e analgesia endovenosa, em decúbito lateral esquerdo. Após vinte minutos, nova aferição de pressão arterial é realizada: 160x120.
Considerando que a cardiotocografia da paciente do CASO 1 mostrou sinais de sofrimento fetal agudo, sem melhora do pico hipertensivo, foi optado pela cesárea e a paciente recebeu sulfato de magnésio endovenoso por 24 horas após o parto, com estabilização clínica no período. Assinale a alternativa que apresenta a concentração terapêutica considerada segura para o sulfato de magnésio.
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CASO 1: Secundigesta com idade gestacional de 32 semanas e 4 dias, com histórico de aborto espontâneo há 4 anos, dá entrada no pronto socorro com queixa de nucalgia há 3 horas associada a “manchas brilhantes” na visão. Faz acompanhamento em pré-natal de alto risco devido diagnóstico de pré-eclâmpsia, em uso de Metildopa 2g/dia. Refere sentir movimentação fetal e nega perdas via vaginal. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, corada e hidratada, afebril, eupneica, pressão arterial: 170x120. Ao exame abdominal, tônus uterino normal, dinâmica uterina ausente, batimentos cardiofetais adequados e altura uterina de 28cm. Ao toque vaginal: colo grosso, posterior e pérvio para 2cm, apresentação cefálica e bolsa íntegra. É encaminhada para realização de cardiotocografia e analgesia endovenosa, em decúbito lateral esquerdo. Após vinte minutos, nova aferição de pressão arterial é realizada: 160x120.
Considerando que a cardiotocografia da paciente do CASO 1 foi laudada como categoria 1, assinale a alternativa que apresenta a conduta adequada para o seguimento do caso.
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Primigesta de 37 semanas e 4 dias dá entrada no pronto socorro obstétrico com queixa de contrações há 3 horas, com intervalo entre elas cada vez menor. Descobriu ser portadora do vírus da imunodeficiência humana no início da gestação e está em uso de terapia antirretroviral (TARV) desde então. A última carga viral realizada há 3 semanas é de 200 cópias/mL. Ao exame físico, apresenta tônus uterino normal, dinâmica uterina de 3 contrações em 10 minutos, batimentos cardiofetais adequados. Ao toque vaginal: colo medianizado, esvaecido 50%, dilatado em 5cm, apresentação cefálica e com presença de bolsa íntegra. Assinale a alternativa correta quanto a via de parto e profilaxia de transmissão vertical.
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Tercigesta com idade gestacional de 33 semanas realizando pré-natal de baixo risco retorna à consulta com sorologia de toxoplasmose alterada, sendo IgM e IgG reagentes. Sorologias anteriores eram não reagentes. Assinale a alternativa com a conduta adequada.
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As principais indicações da terapêutica hormonal da menopausa são para o tratamento dos sintomas vasomotores e da síndrome geniturinária e a prevenção da osteoporose e fraturas osteoporóticas. Analise as assertivas e assinale a alternativa que apresenta contraindicações à terapia hormonal da menopausa.
I. Doença hepática descompensada.
II. Antecedentes pessoais de neoplasia hematológica.
III. Sangramento vaginal de causa desconhecida.
IV. Câncer de mama.
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DeLancey descreveu, baseado em dissecção de cadáveres, a base estrutural de sustentação da vagina, dividindo esta em três níveis. Associe a coluna dos níveis de DeLancey à coluna das estruturas de sustentação e assinale a alternativa com a sequência correta.
A. Nível I.
B. Nível II.
C. Nível III.
( ) Arco tendíneo da fáscia pélvica.
( ) Paramétrios laterais.
( ) Ligamentos uterossacros.
( ) Músculos elevadores do ânus.
( ) Corpo perineal.
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