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No emprego do hífen, assinale a alternativa correta quanto aos itens:
(1) Emprega-se o hífen depois dos prefixos, cuja letra inicial do segundo elemento começa por h.
(2) Emprega-se o hífen depois do prefixo, cuja vogal é igual à do segundo elemento.
(3) Não se emprega o hífen em elementos de diferentes vogais.
(4) Não se emprega o hífen, quando o prefixo terminar em vogal e o segundo elemento começar por consoante, exceto h.
(5) Emprega-se o hífen, quando o segundo elemento tiver a consoante igual à do prefixo.
(6) Se o segundo elemento começar por r, ou s, e o prefixo terminar por vogal, essas letras são duplicadas para manter a pronúncia.
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Quanto ao uso, ou não, da vírgula, assinale cada item com (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta:
( ) A vírgula é obrigatória para separar os elementos de um termo composto.
( ) A vírgula é obrigatória para isolar o aposto explicativo.
( ) Não se usa a vírgula para isolar adjuntos adverbiais deslocados.
( ) A vírgula é obrigatória para isolar o vocativo.
( ) Não se usa a vírgula para separar expressões explicativas.
( ) Não se usa a vírgula para indicar a elipse do verbo.
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Traduzir-se. (Ferreira Gullar)
Uma parte de mim
é todo mundo;
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera;
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta;
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente;
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem;
outra parte,
linguagem.
Traduzir-se uma parte
na outra parte
— que é uma questão
de vida ou morte —
será arte?
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A FELICIDADE. (Vinicius de Moraes, Antônio Carlos Jobim)
Tristeza não tem fim
Felicidade sim.
A felicidade é como a gota
De orvalho numa pétala de flor
Brilha tranquila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor.
A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho
Pra fazer a fantasia
De rei ou de pirata ou jardineira
Pra tudo se acabar na quarta-feira.
Tristeza não tem fim
Felicidade sim.
A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar.
A minha felicidade está sonhando
Nos olhos da minha namorada
É como esta noite, passando, passando
Em busca da madrugada
Falem baixo, por favor
Pra que ela acorde alegre com o dia
Oferecendo beijos de amor.
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Quanto aos tipos textuais, assinale cada item como (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta:
( ) Texto explicativo prescritivo: instrui o receptor com relação a determinado procedimento, sem permitir sua liberdade de ação.
( ) Texto explicativo injuntivo: também conhecido como instrucional, busca orientar o receptor com o uso de verbos no imperativo, no sentido de persuadi-lo.
( ) Texto dissertativo argumentativo: exposição de tema ou assunto com o uso de argumentos defendendo um determinado ponto de vista.
( ) Texto dissertativo expositivo: exposição de uma ideia, usando conceitos, comparações, definições, descrições e informações.
( ) Texto descritivo: apresentações, ações em determinado tempo e espaço. Sua estrutura é composta por apresentação, desenvolvimento, clímax e desfecho.
( ) Texto narrativo: relato e exposição de acontecimento, lugar ou pessoa, sendo assim rico em adjetivos que possam transmitir imagens.
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Sobre figuras de linguagem, faça a associação de acordo com o seguinte código:
(A) Antítese
(B) Paradoxo
(C) Eufemismo
(D) Prosopopeia
(E) Perífrase
(F) Comparação
( ) Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado. (Chico Buarque).
( ) E pela paz derradeira que enfim vai nos redimir
Deus lhe pague. (Chico Buarque).
( ) Onde queres prazer sou o que dói
E onde queres tortura, mansidão
Onde queres um lar, revolução
E onde queres bandido sou herói. (Caetano Veloso).
( ) Cidade maravilhosa
Cheia de encantos mil
Cidade maravilhosa
Coração do meu Brasil. (André Filho).
( ) Amor é fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer. (Camões).
( ) ... A lua
Tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria
Um brilho de aluguel. (João Bosco).
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Toada do Amor. (Carlos Drummond de Andrade)
E o amor sempre nessa toada:
briga perdoa perdoa briga.
Não se deve xingar a vida,
a gente vive, depois esquece.
Só o amor volta para brigar,
para perdoar,
amor cachorro bandido trem.
Mas, se não fosse ele, também
que graça que a vida tinha?
Mariquita, dá cá o pito,
no teu pito está o infinito.
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