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Foram encontradas 40 questões.

2525657 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
Mulher de 29 anos em consulta médica em unidade hospitalar, cujo registro prontuário consta que “A paciente relata que o marido chegou em casa embriagado, agressivo, xingando-a. Em seguida, deu um soco forte no seu ouvido e muitos pontapés”. Como verificado, os motivos alegados para desencadear a agressão conjugal variaram em torno de alguns núcleos de sentido básicos, dentre os quais:
I - O casamento não vai bem (motivos banais do cotidiano que ganham destaque e viram tema de briga, como ligar ou desligar uma TV, manter uma janela aberta.)
II - A briga é uma rotina (a discussão verbal, acompanhada ou não de agressão física, é uma prática diária do casal).
III - Estar alcoolizado (o marido alcoolista usualmente ofende e agride fisicamente a mulher).
IV - Meter-se em “negócios de homem” (a mulher cobra satisfações sobre a conduta masculina, como a de olhar para outra mulher, ter amantes, dormir fora de casa e, em um dos casos, por apartar uma briga do marido com outro homem, despertando a sua fúria.)
V - Ele não aceita a separação (separações cuja iniciativa foi feminina e não foram aceitas pelos maridos ou namorados).
Portanto,
 

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2525287 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
Dentre os fatores determinantes da superlotação das portas hospitalares de atenção às urgências, coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso.
( ) As diferentes concepções que os usuários, a população e os profissionais de saúde têm para definir a urgência.
( ) A discreta resolutividade da atenção primária e dos PAs; a falta de ordenação do acesso dos usuários aos serviços da rede assistencial e, em particular, àqueles que atendem às urgências.
( ) A inadequação arquitetônica e tecnológica dos PAS, dos Hospitais de Urgência e, em particular, das Portas Hospitalares de Urgência; a falta de apoio dos serviços do hospital, para investigação e internação dos casos atendidos na Porta Hospitalar de Urgência.
( ) As limitações de perfil e de capacitação dos profissionais que atuam na urgência, para lidar com as dimensões biomédica, social e subjetiva das urgências; a lógica do financiamento do sistema, ainda centrado em pagamento por procedimentos realizados.
( ) O esgotamento dos modelos de gestão administrativa e clínica, para processamento das distintas racionalidades que perpassam pelos serviços de urgência.
( ) A falta de sistematização, nos Hospitais universitários, dos processos de ensino, assistência e pesquisa na área da urgência; a insuficiência dos serviços de retaguarda pós- hospitalar: atenção domiciliar e reabilitação.
( ) A falta de regulação dos sistemas de referência e contrarreferência nas urgências e emergências médicas.
Portanto, a sequência CORRETA é:
 

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2524904 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
Considerando as infecções do trato urinário humano, é possível evidenciar que:
I - Mycoplasma hominis e Ureaplasma sp. são espécies de micoplasmas comensais pertencentes à microflora do trato geniturinário humano.
II - Existem evidências do papel etiológico destas bactérias em diversas infecções.
III - A alta positividade de M. hominis e Ureaplasma sp. e a associação com sintomas de infecção genital podem contribuir para evidenciar a importância desses microrganismos como agentes de infecção genital.
Portanto,
 

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2522949 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
Considerando atestados de óbito originais comparados com informações clínicas, pode-se afirmar que:
I - É possível avaliar a exatidão das informações declaradas pelos médicos no atestado de óbito original, comparando-o com o atestado refeito.
II - As informações colhidas dão a dimensão da exatidão das informações se foram baseadas em dados contidos nos prontuários médicos, informações dadas por médicos, exames de laboratórios, laudos de autópsias etc., bem como, muitas vezes, entrevistas junto com familiares da pessoa falecida.
III - Não há como se avaliar com exatidão as informações declaradas pelos médicos no atestado de óbito original, comparando-o com o atestado refeito, mesmo baseado em dados contidos nos prontuários médicos, informações dadas por médicos, exames de laboratórios, laudos de autópsias etc. bem como, muitas vezes, entrevistas junto com familiares da pessoa falecida.
Portanto,
 

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2522346 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
Acerca da paralisia cerebral, coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso:
( ) O diagnóstico e tratamento da paralisia cerebral pode ser multidisciplinar.
( ) Ao lado do sintoma principal neuromotor, estão os sintomas associados que requerem igual atenção.
( ) Os exames de neuroimagem são importantes para melhor localizar a lesão, e mostrar sua extensão e características.
( ) O EEG pode auxiliar no diagnóstico das epilepsias associadas.
( ) O tratamento principal é fisioterápico, auxiliado pelo tratamento da espasticidade, com antiespásticos orais, ou com toxina botulínica injetável.
( ) O tratamento de epilepsia secundária varia de acordo com o tipo de crise.
( ) O pediatra é o primeiro médico a entrar em contato com a criança com paralisia cerebral, e deve estar apto para reconhecer precocemente os desvios do desenvolvimento, orientar o manejo e, dentro das possibilidades e necessidades, encaminhar ao especialista.
Portanto, está CORRETA a sequência:
 

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2519203 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
Acerca do exercício da medicina, pode-se afirmar que “o médico não pode praticar atos profissionais que possam ser danosos ao paciente”. Nesse sentido:
I - A imperícia ocorre quando o médico revela em sua atitude falta ou deficiência de conhecimentos técnicos da profissão. É a falta de observação das normas e despreparo prático necessário para exercer determinada atividade. Devem-se avaliar os progressos científicos que sejam de domínio público, e o profissional deve ter conhecimento para a utilização da técnica indicada para cada tipo de procedimento ou doença. O imperito não sabe, no seu modo de agir, o que um médico deveria saber.
II - A imprudência é a imprevisão do agente em relação às consequências do seu ato ou ação. O profissional médico tem atitudes, não precipitadas, sem ter cautela, sendo resultado da não racionalização. Neste caso, o médico tem perfeito conhecimento do risco, e ignorando a ciência médica, toma a decisão de agir mesmo assim. O imprudente usa terapêuticas sem necessidade e muitas vezes técnicas terapêuticas que podem ser nocivas para o paciente.
III - A negligência acontece pela falta de cuidado ou de precaução com que se executam certos atos. É caracterizada pela inércia, indolência, falta de ação e passividade. É um ato omissivo, oposto da diligência que seria agir com cautela, cuidado e atenção, evitando quaisquer distorções e falhas. O negligente não observa a norma técnica que deveria observar, e que todos os outros observam.
Conclui-se que:
 

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Da leitura da publicidade a seguir, pode-se depreender:
Enunciado 2800875-1
 

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2518167 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
Acerca do tétano, doença de notificação compulsória, pode-se afirmar que:
I - É doença infecciosa, não contagiosa, usualmente de início agudo, resultante do binômio solução de continuidade de pele/mucosa e contaminação pelo bacilo Clostridium tetani.
II - Caracteriza-se por espasmos dolorosos, rigidez muscular e disautonomia, causados pela tetanospasmina, potente neurotoxina bacilar.
III - A letalidade é bastante elevada, principalmente nas faixas etárias extremas.
IV - A morte se dá por asfixia das vias aéreas superiores, devido a espasmos brônquicos.
Portanto, está(ão) INCORRETA(S) apenas:
 

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2516751 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
Acerca de infecção hospitalar associada ao óbito, pode-se inferir que:
I - Para que a declaração de óbito possa ser utilizada como fonte de dados de infecção hospitalar associada ao óbito, é imprescindível a melhora na qualidade de preenchimento dos atestados de óbito.
II - O campo sobre tempo de início da doença deve ser sempre preenchido.
III - Nos atestados de óbito, é preciso que se introduza um campo para discriminar a infecção hospitalar e outro para procedimentos associados, já que existe atualmente apenas o campo para cirurgias.
Portanto,
 

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Tempos Loucos – Parte 2
Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco: além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a educação escolar virou item de consumo agora. A ordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo. Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá-la ao show do RBD, e este leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos. Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso, principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo, podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é à toa que os pequenos furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de consumo, condição social, entre outras coisas.
A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e pela publicidade. Tempos loucos, ou não?
SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – parte - 2 Disponível em http://blogaroselysayao.blog.uol.com.br
As palavras a seguir são, no contexto, sinônimas, EXCETO:
 

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