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Se M e N são proposições lógicas simples, então, uma expressão lógica que é equivalente à proposição M→(~N) é a expressão:
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Em certo time, são verdadeiras as afirmações:
I. Qualquer jogador é otimista.
II. Nenhum otimista reclama.
Portanto, é CORRETO concluir que, nesse time:
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Considerando-se a classificação do sujeito, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Sujeito simples.
(2) Sujeito indeterminado.
(3) Sujeito inexistente.
( ) Apesar do engarrafamento, poucos chegaram atrasados ao escritório.
( ) Atropelaram várias pessoas na parada de ônibus.
( ) Fez muito frio durante o inverno.
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Em relação à regência verbal, analisar os itens abaixo:
I. O não pagamento da conta implicará em juros.
II. Cheguei cedo ao trabalho.
III. Ele não quis opinar sobre isso.
Está(ão) CORRETO(S):
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Assinalar a alternativa em que a formação da palavra se dá pelo mesmo processo de “irrestrito”:
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Remédio vencido faz mal ou só perde o efeito?
Depende do remédio, de sua forma farmacêutica – comprimido, cápsula, xarope –, das condições de armazenamento e uma série de outras variáveis. Alguns se tornam tóxicos; outros, inativos. Não é uma boa apostar no segundo caso.
Isso é especialmente perigoso no caso de antibióticos, já que, em vez de matar as bactérias, eles podem torná-las mais fortes. Um grupo de bactérias a uma dose insuficiente de antibiótico a chance de evoluir, por seleção natural, para resistir àquele medicamento.
Algo divertido acontece com a aspirina: em contato com a água, o princípio ativo, chamado ácido acetilsalicílico, decompõe-se em ácido salicílico (que sem o “acetil” fica mais ácido e pode causar úlceras) e ácido acético, que é vinagre. O nome desse processo é hidrólise, e ele ocorre com muitos outros remédios quando submetidos à umidade.
A humanidade consome 44 mil toneladas de aspirina por ano, o que dá aproximadamente 120 bilhões de comprimidos. A aspirina, como 80% dos remédios, tem origem natural. A salicina (que dá origem ao ácido acetilsalicílico) era extraída originalmente da casca do salgueiro. O papiro de Ebers, um manual médico escrito no Egito Antigo, 3.500 anos, já recomendava a casca do salgueiro como um bom analgésico.
A substituição do ácido salicílico por ácido acetilsalicílico, com a redução correspondente de , foi essencial para alcançar os parâmetros de segurança que tornam a aspirina tão comum e popular atualmente.
(Fonte: Superinteressante - adaptado.)
No período “Algo divertido acontece com a aspirina.”, o verbo sublinhado está no tempo:
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Remédio vencido faz mal ou só perde o efeito?
Depende do remédio, de sua forma farmacêutica – comprimido, cápsula, xarope –, das condições de armazenamento e uma série de outras variáveis. Alguns se tornam tóxicos; outros, inativos. Não é uma boa apostar no segundo caso.
Isso é especialmente perigoso no caso de antibióticos, já que, em vez de matar as bactérias, eles podem torná-las mais fortes. Um grupo de bactérias a uma dose insuficiente de antibiótico a chance de evoluir, por seleção natural, para resistir àquele medicamento.
Algo divertido acontece com a aspirina: em contato com a água, o princípio ativo, chamado ácido acetilsalicílico, decompõe-se em ácido salicílico (que sem o “acetil” fica mais ácido e pode causar úlceras) e ácido acético, que é vinagre. O nome desse processo é hidrólise, e ele ocorre com muitos outros remédios quando submetidos à umidade.
A humanidade consome 44 mil toneladas de aspirina por ano, o que dá aproximadamente 120 bilhões de comprimidos. A aspirina, como 80% dos remédios, tem origem natural. A salicina (que dá origem ao ácido acetilsalicílico) era extraída originalmente da casca do salgueiro. O papiro de Ebers, um manual médico escrito no Egito Antigo, 3.500 anos, já recomendava a casca do salgueiro como um bom analgésico.
A substituição do ácido salicílico por ácido acetilsalicílico, com a redução correspondente de , foi essencial para alcançar os parâmetros de segurança que tornam a aspirina tão comum e popular atualmente.
(Fonte: Superinteressante - adaptado.)
Em conformidade com o texto, analisar os itens abaixo:
I. O que dá origem ao ácido acetilsalicílico é a salicina, a qual era extraída originalmente da casca do salgueiro.
II. A aspirina tem origem natural, como todos os remédios.
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Remédio vencido faz mal ou só perde o efeito?
Depende do remédio, de sua forma farmacêutica – comprimido, cápsula, xarope –, das condições de armazenamento e uma série de outras variáveis. Alguns se tornam tóxicos; outros, inativos. Não é uma boa apostar no segundo caso.
Isso é especialmente perigoso no caso de antibióticos, já que, em vez de matar as bactérias, eles podem torná-las mais fortes. Um grupo de bactérias a uma dose insuficiente de antibiótico a chance de evoluir, por seleção natural, para resistir àquele medicamento.
Algo divertido acontece com a aspirina: em contato com a água, o princípio ativo, chamado ácido acetilsalicílico, decompõe-se em ácido salicílico (que sem o “acetil” fica mais ácido e pode causar úlceras) e ácido acético, que é vinagre. O nome desse processo é hidrólise, e ele ocorre com muitos outros remédios quando submetidos à umidade.
A humanidade consome 44 mil toneladas de aspirina por ano, o que dá aproximadamente 120 bilhões de comprimidos. A aspirina, como 80% dos remédios, tem origem natural. A salicina (que dá origem ao ácido acetilsalicílico) era extraída originalmente da casca do salgueiro. O papiro de Ebers, um manual médico escrito no Egito Antigo, 3.500 anos, já recomendava a casca do salgueiro como um bom analgésico.
A substituição do ácido salicílico por ácido acetilsalicílico, com a redução correspondente de , foi essencial para alcançar os parâmetros de segurança que tornam a aspirina tão comum e popular atualmente.
(Fonte: Superinteressante - adaptado.)
Em conformidade com o texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) A casca do salgueiro já era recomendada como um bom analgésico no papiro de Ebers.
( ) Por ano, 44 mil toneladas de aspirina são consumidas pela humanidade.
( ) Em contato com a água, a aspirina se decompõe em ácido acético e ácido acetilsalicílico.
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Remédio vencido faz mal ou só perde o efeito?
Depende do remédio, de sua forma farmacêutica – comprimido, cápsula, xarope –, das condições de armazenamento e uma série de outras variáveis. Alguns se tornam tóxicos; outros, inativos. Não é uma boa apostar no segundo caso.
Isso é especialmente perigoso no caso de antibióticos, já que, em vez de matar as bactérias, eles podem torná-las mais fortes. Um grupo de bactérias a uma dose insuficiente de antibiótico a chance de evoluir, por seleção natural, para resistir àquele medicamento.
Algo divertido acontece com a aspirina: em contato com a água, o princípio ativo, chamado ácido acetilsalicílico, decompõe-se em ácido salicílico (que sem o “acetil” fica mais ácido e pode causar úlceras) e ácido acético, que é vinagre. O nome desse processo é hidrólise, e ele ocorre com muitos outros remédios quando submetidos à umidade.
A humanidade consome 44 mil toneladas de aspirina por ano, o que dá aproximadamente 120 bilhões de comprimidos. A aspirina, como 80% dos remédios, tem origem natural. A salicina (que dá origem ao ácido acetilsalicílico) era extraída originalmente da casca do salgueiro. O papiro de Ebers, um manual médico escrito no Egito Antigo, 3.500 anos, já recomendava a casca do salgueiro como um bom analgésico.
A substituição do ácido salicílico por ácido acetilsalicílico, com a redução correspondente de , foi essencial para alcançar os parâmetros de segurança que tornam a aspirina tão comum e popular atualmente.
(Fonte: Superinteressante - adaptado.)
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
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Sejam x e y números reais, tais que x − y = 18 e x está para y, assim como 5 está para 2. Nessas condições, o valor de x supera o de y em quantas unidades?
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