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De acordo com a RDC nº 22, de 29 de abril de 2014,
os estabelecimentos devem realizar a escrituração de
toda e qualquer movimentação e o controle do estoque
de medicamentos e insumos farmacêuticos sujeitos
a essa resolução por meio de sistema informatizado
compatível com as especificações e padrão de
transmissão estabelecidos pela Anvisa, de modo a
garantir a interoperabilidade entre os sistemas.
Sobre a escrituração e o controle de estoque, assinale a alternativa incorreta.
Sobre a escrituração e o controle de estoque, assinale a alternativa incorreta.
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Em relação aos registros e notificações das vacinações,
assinale a alternativa que não é de competência dos
serviços de vacinação, de acordo com a RDC nº 197,
de 2017.
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Analise os objetivos do Sistema Nacional de
Gerenciamento de Produtos Controlados – SNGPC
a seguir.
I. Capturar e analisar os dados provenientes da produção, manipulação, distribuição, prescrição, dispensação, consumo de medicamentos e insumos farmacêuticos para gerar informações, em seus diversos detalhamentos.
II. Otimizar as ações de controle sobre os procedimentos de escrituração de medicamentos e insumos farmacêuticos sujeitos a essa resolução.
III. Aprimorar as ações de vigilância sanitária relacionadas ao monitoramento sanitário e farmacoepidemiológico e controle dos medicamentos e insumos farmacêuticos sujeitos a essa resolução.
IV. Subsidiar a gestão de riscos associados aos medicamentos e aos insumos farmacêuticos na pós-comercialização e no pós-uso.
De acordo com a RDC nº 22, de 29 de abril de 2014, estão corretos os objetivos
I. Capturar e analisar os dados provenientes da produção, manipulação, distribuição, prescrição, dispensação, consumo de medicamentos e insumos farmacêuticos para gerar informações, em seus diversos detalhamentos.
II. Otimizar as ações de controle sobre os procedimentos de escrituração de medicamentos e insumos farmacêuticos sujeitos a essa resolução.
III. Aprimorar as ações de vigilância sanitária relacionadas ao monitoramento sanitário e farmacoepidemiológico e controle dos medicamentos e insumos farmacêuticos sujeitos a essa resolução.
IV. Subsidiar a gestão de riscos associados aos medicamentos e aos insumos farmacêuticos na pós-comercialização e no pós-uso.
De acordo com a RDC nº 22, de 29 de abril de 2014, estão corretos os objetivos
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Dentre as ações para a segurança do paciente,
instituídas pela RDC nº 36, de 2013, está a elaboração
do plano de segurança do paciente.
Sobre esse documento, analise as afirmativas a seguir e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) É elaborado, implantado, divulgado e atualizado pela direção do serviço de saúde.
( ) Estabelece estratégias e ações de gestão de risco para identificação, análise, avaliação, monitoramento e comunicação dos riscos no serviço de saúde, de forma sistemática.
( ) É o documento que aponta situações de risco e descreve as estratégias e ações definidas pelo serviço de saúde para a gestão de risco visando à prevenção e à mitigação dos incidentes, desde a admissão até a transferência, a alta ou o óbito do paciente no serviço de saúde.
Assinale a sequência correta.
Sobre esse documento, analise as afirmativas a seguir e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) É elaborado, implantado, divulgado e atualizado pela direção do serviço de saúde.
( ) Estabelece estratégias e ações de gestão de risco para identificação, análise, avaliação, monitoramento e comunicação dos riscos no serviço de saúde, de forma sistemática.
( ) É o documento que aponta situações de risco e descreve as estratégias e ações definidas pelo serviço de saúde para a gestão de risco visando à prevenção e à mitigação dos incidentes, desde a admissão até a transferência, a alta ou o óbito do paciente no serviço de saúde.
Assinale a sequência correta.
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Corresponde a uma competência do profissional
responsável pelo CME do serviço de saúde, segundo a
RDC nº 15, de 15 de março de 2012, exceto:
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Sobre os requisitos de boas práticas para o
processamento de produtos para saúde, dispostos na
RDC nº 15, de 15 de março de 2012, assinale a
alternativa incorreta.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir, para responder à questão.
TEXTO I
HPV: Por que vacina que ajuda a prevenir diferentes tipos de câncer tem pouca adesão no Brasil?
A cura definitiva para qualquer tipo de câncer ainda é um sonho para a Ciência. Mas já existem meios efetivos de prevenir — uma das ferramentas importantes para isso, a vacina contra o vírus HPV, que está disponível em todo o Brasil e contribui para a prevenção de ao menos seis tipos de câncer, tem pouca adesão no país.
Disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para as meninas desde janeiro de 2014 e para meninos desde 2017, a vacina vem sofrendo quedas na adesão desde o segundo ano de sua implantação no Plano Nacional de Imunizações (PNI). Dados levantados pelo Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA) no DataSUS, do Ministério da Saúde, indicam que 72% menos meninas e 52% menos meninos foram imunizados após o primeiro ano de vacinação no Brasil (entre 2015 e 2021 e entre 2018 e 2021, respectivamente).
A imunização de ambos os sexos é necessária para quebrar a cadeia de transmissão do Papilomavírus humano (HPV), que é fator de risco para desenvolvimento de câncer de pênis, vulva, vagina, reto e de cabeça e pescoço (orofaringe / garganta) e, principalmente, de colo do útero.
Com acesso à vacina contra HPV e ao Papanicolau, considerado o principal exame preventivo, o câncer de colo do útero pode ser erradicado do país, assim como caminham países como Canadá e Austrália.
“Dependendo do tipo de HPV, o vírus pode representar baixo ou alto risco de evolução para câncer. Hoje, a vacina é quadrivalente e protege contra os quatro tipos de vírus mais frequentes”, explica a oncologista clínica Andréa Gadêlha Guimarães, coordenadora de advocacy do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA) e médica titular do A. C. Camargo Cancer Center.
Além de meninos e meninas, o Ministério da Saúde ampliou a campanha de vacinação para homens e mulheres imunossuprimidos, de 9 a 45 anos, que vivem com HIV / Aids, transplantados de órgãos sólidos ou medula óssea e pacientes oncológicos.
Quem não faz parte do público-alvo, mas sabe que não se imunizou na infância ou adolescência, pode receber a vacina na rede privada, a depender de avaliação médica que conclua que a pessoa pode ser beneficiada.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que haja de 9 a 10 milhões de infectados por esse vírus no Brasil e que, a cada ano, surjam 700 mil novos casos de infecção.
Mas se a vacinação é importante para doenças tão graves quanto o câncer, por que as famílias brasileiras não levam as crianças e adolescentes para receber as doses?
Disponível em: https://bbc.in/3gBMsfj. Acesso em: 18 out. 2022 (adaptado).
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II

Disponível em: l1nq.com/4fhVA. Acesso em: 21 out. 2022.
INSTRUÇÃO: Leia o texto III a seguir para responder à questão.
TEXTO III

Disponível em: https://bit.ly/3gy9CTN. Acesso em: 21 out. 2022.
INSTRUÇÃO: Leia o texto IV a seguir, para responder à questão.
TEXTO IV
Os jovens na proteção das comunidades tradicionais da Amazônia
Sendo maioria na região Norte, juventude precisa assumir seu papel na garantia da justiça social e climática na Amazônia
Não é de hoje que a juventude vem lutando por mais voz e participação nas tomadas de decisões dos seus próprios territórios. O jovem mais engajado e mobilizado cumpre seu papel nas transformações sociais, sobretudo na redução da pobreza, na garantia da qualidade de vida e na conservação ambiental. Se olharmos para o Norte do Brasil, onde há a maior concentração da população com idade entre 15 e 29 anos, percebemos que a pluralidade cultural e de gênero dos jovens ribeirinhos, indígenas ou quilombolas sequer são discutidas nos planos e políticas públicas de estado. Erguer esforços em ações afirmativas para as e os jovens em áreas descentralizadas é a direção correta que precisamos seguir. Potencializando, especialmente, a juventude no fortalecimento comunitário e no desenvolvimento econômico local.
Em comparação com outros estados brasileiros, o Amapá carrega o maior percentual de jovens em sua população, cerca de 29,1%, segundo o Atlas das Juventudes de 2021. Muitos desses adolescentes estão inseridos em grupos historicamente marginalizados, vivendo hoje sem oportunidade de trabalho, sem acesso à educação, saúde, condições essenciais para o desenvolvimento humano, como revela um dos recortes do estudo “Quilombos Urbanos: Fortalecimento Comunitário e Cadeias Socioprodutivas”, desenvolvido pelo Instituto Mapinguari.
Realizado na Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Curiaú, o estudo aponta características, levanta dados e demandas das comunidades que fazem parte dessa região, duas delas reconhecidas como quilombos. Os resultados mostram a presença numerosa de jovens nas comunidades. Em média, 54% da população quilombola da APA do Curiaú possuem menos de 29 anos, enquanto que adultos e idosos se distribuem entre 36% e 9%, respectivamente.
Nessa formação social com predominância da juventude, constata-se um baixo nível de escolaridade, com mais de 30% da população atrasada ou que abandonou os estudos. Essa alta taxa de evasão escolar pode estar atrelada com a necessidade de abandonar os estudos para ajudar na geração da renda familiar. O próprio quilombo do Curralinho, que possui uma alta taxa de evasão, é uma forte produtora de hortaliças que abastecem feiras, mercados e supermercados de Macapá.
Superar essas disparidades é conhecer o contexto local e construir estratégias e ações afirmativas de mobilização e empoderamento da juventude quilombola. Atuação que o Instituto Mapinguari propõe para o fortalecimento comunitário da APA do Curiaú. Atualmente, levando o debate para o contexto internacional, apresentando durante a COP 27, em Sharm El Sheikh, no Egito, subsídios que confirmam a necessidade de incentivar jovens quilombolas na organização do seu território e nas decisões de suas comunidades. Ressaltando o lugar das comunidades tradicionais na linha de frente do combate às mudanças climáticas e como primeiros afetados pelas alterações bruscas no clima.
Apostar na educação como o agente fundamental para o desenvolvimento social, pensar em políticas públicas que transformem e incentivem o ensino e aprendizagem de crianças, jovens e adultos nos quilombos é fundamental na garantia da justiça social.
Disponível em: l1nq.com/Yvvrs. Acesso em: 19 out. 2022 (adaptado).
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INSTRUÇÃO: Leia o texto IV a seguir, para responder à questão.
TEXTO IV
Os jovens na proteção das comunidades
tradicionais da Amazônia
Sendo maioria na região Norte, juventude precisa
assumir seu papel na garantia da justiça social e
climática na Amazônia
Não é de hoje que a juventude vem lutando por mais
voz e participação nas tomadas de decisões dos seus
próprios territórios. O jovem mais engajado e mobilizado
cumpre seu papel nas transformações sociais, sobretudo
na redução da pobreza, na garantia da qualidade de vida
e na conservação ambiental. Se olharmos para o Norte
do Brasil, onde há a maior concentração da população
com idade entre 15 e 29 anos, percebemos que a
pluralidade cultural e de gênero dos jovens ribeirinhos,
indígenas ou quilombolas sequer são discutidas nos
planos e políticas públicas de estado. Erguer esforços
em ações afirmativas para as e os jovens em áreas
descentralizadas é a direção correta que precisamos
seguir. Potencializando, especialmente, a juventude
no fortalecimento comunitário e no desenvolvimento
econômico local.
Em comparação com outros estados brasileiros, o Amapá
carrega o maior percentual de jovens em sua população,
cerca de 29,1%, segundo o Atlas das Juventudes de
2021. Muitos desses adolescentes estão inseridos em
grupos historicamente marginalizados, vivendo hoje sem
oportunidade de trabalho, sem acesso à educação, saúde,
condições essenciais para o desenvolvimento humano,
como revela um dos recortes do estudo “Quilombos
Urbanos: Fortalecimento Comunitário e Cadeias
Socioprodutivas”, desenvolvido pelo Instituto Mapinguari.
Realizado na Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio
Curiaú, o estudo aponta características, levanta dados
e demandas das comunidades que fazem parte dessa
região, duas delas reconhecidas como quilombos.
Os resultados mostram a presença numerosa de jovens
nas comunidades. Em média, 54% da população
quilombola da APA do Curiaú possuem menos de
29 anos, enquanto que adultos e idosos se distribuem
entre 36% e 9%, respectivamente.
Nessa formação social com predominância da juventude,
constata-se um baixo nível de escolaridade, com mais
de 30% da população atrasada ou que abandonou
os estudos. Essa alta taxa de evasão escolar pode
estar atrelada com a necessidade de abandonar os
estudos para ajudar na geração da renda familiar.
O próprio quilombo do Curralinho, que possui uma alta
taxa de evasão, é uma forte produtora de hortaliças
que abastecem feiras, mercados e supermercados
de Macapá.
Superar essas disparidades é conhecer o contexto local e
construir estratégias e ações afirmativas de mobilização
e empoderamento da juventude quilombola. Atuação
que o Instituto Mapinguari propõe para o fortalecimento
comunitário da APA do Curiaú. Atualmente, levando
o debate para o contexto internacional, apresentando
durante a COP 27, em Sharm El Sheikh, no Egito,
subsídios que confirmam a necessidade de incentivar
jovens quilombolas na organização do seu território
e nas decisões de suas comunidades. Ressaltando o
lugar das comunidades tradicionais na linha de frente
do combate às mudanças climáticas e como primeiros
afetados pelas alterações bruscas no clima.
Apostar na educação como o agente fundamental para o
desenvolvimento social, pensar em políticas públicas que
transformem e incentivem o ensino e aprendizagem de
crianças, jovens e adultos nos quilombos é fundamental
na garantia da justiça social.
Disponível em: l1nq.com/Yvvrs.
Acesso em: 19 out. 2022 (adaptado).
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INSTRUÇÃO: Leia o texto IV a seguir, para responder à questão.
TEXTO IV
Os jovens na proteção das comunidades
tradicionais da Amazônia
Sendo maioria na região Norte, juventude precisa
assumir seu papel na garantia da justiça social e
climática na Amazônia
Não é de hoje que a juventude vem lutando por mais
voz e participação nas tomadas de decisões dos seus
próprios territórios. O jovem mais engajado e mobilizado
cumpre seu papel nas transformações sociais, sobretudo
na redução da pobreza, na garantia da qualidade de vida
e na conservação ambiental. Se olharmos para o Norte
do Brasil, onde há a maior concentração da população
com idade entre 15 e 29 anos, percebemos que a
pluralidade cultural e de gênero dos jovens ribeirinhos,
indígenas ou quilombolas sequer são discutidas nos
planos e políticas públicas de estado. Erguer esforços
em ações afirmativas para as e os jovens em áreas
descentralizadas é a direção correta que precisamos
seguir. Potencializando, especialmente, a juventude
no fortalecimento comunitário e no desenvolvimento
econômico local.
Em comparação com outros estados brasileiros, o Amapá
carrega o maior percentual de jovens em sua população,
cerca de 29,1%, segundo o Atlas das Juventudes de
2021. Muitos desses adolescentes estão inseridos em
grupos historicamente marginalizados, vivendo hoje sem
oportunidade de trabalho, sem acesso à educação, saúde,
condições essenciais para o desenvolvimento humano,
como revela um dos recortes do estudo “Quilombos
Urbanos: Fortalecimento Comunitário e Cadeias
Socioprodutivas”, desenvolvido pelo Instituto Mapinguari.
Realizado na Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio
Curiaú, o estudo aponta características, levanta dados
e demandas das comunidades que fazem parte dessa
região, duas delas reconhecidas como quilombos.
Os resultados mostram a presença numerosa de jovens
nas comunidades. Em média, 54% da população
quilombola da APA do Curiaú possuem menos de
29 anos, enquanto que adultos e idosos se distribuem
entre 36% e 9%, respectivamente.
Nessa formação social com predominância da juventude,
constata-se um baixo nível de escolaridade, com mais
de 30% da população atrasada ou que abandonou
os estudos. Essa alta taxa de evasão escolar pode
estar atrelada com a necessidade de abandonar os
estudos para ajudar na geração da renda familiar.
O próprio quilombo do Curralinho, que possui uma alta
taxa de evasão, é uma forte produtora de hortaliças
que abastecem feiras, mercados e supermercados
de Macapá.
Superar essas disparidades é conhecer o contexto local e
construir estratégias e ações afirmativas de mobilização
e empoderamento da juventude quilombola. Atuação
que o Instituto Mapinguari propõe para o fortalecimento
comunitário da APA do Curiaú. Atualmente, levando
o debate para o contexto internacional, apresentando
durante a COP 27, em Sharm El Sheikh, no Egito,
subsídios que confirmam a necessidade de incentivar
jovens quilombolas na organização do seu território
e nas decisões de suas comunidades. Ressaltando o
lugar das comunidades tradicionais na linha de frente
do combate às mudanças climáticas e como primeiros
afetados pelas alterações bruscas no clima.
Apostar na educação como o agente fundamental para o
desenvolvimento social, pensar em políticas públicas que
transformem e incentivem o ensino e aprendizagem de
crianças, jovens e adultos nos quilombos é fundamental
na garantia da justiça social.
Disponível em: l1nq.com/Yvvrs.
Acesso em: 19 out. 2022 (adaptado).
“O próprio quilombo do Curralinho, que possui uma alta taxa de evasão, é uma forte produtora de hortaliças que abastecem feiras, mercados e supermercados de Macapá.”
Assinale a alternativa que classifica corretamente a oração destacada.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto IV a seguir, para responder à questão.
TEXTO IV
Os jovens na proteção das comunidades
tradicionais da Amazônia
Sendo maioria na região Norte, juventude precisa
assumir seu papel na garantia da justiça social e
climática na Amazônia
Não é de hoje que a juventude vem lutando por mais
voz e participação nas tomadas de decisões dos seus
próprios territórios. O jovem mais engajado e mobilizado
cumpre seu papel nas transformações sociais, sobretudo
na redução da pobreza, na garantia da qualidade de vida
e na conservação ambiental. Se olharmos para o Norte
do Brasil, onde há a maior concentração da população
com idade entre 15 e 29 anos, percebemos que a
pluralidade cultural e de gênero dos jovens ribeirinhos,
indígenas ou quilombolas sequer são discutidas nos
planos e políticas públicas de estado. Erguer esforços
em ações afirmativas para as e os jovens em áreas
descentralizadas é a direção correta que precisamos
seguir. Potencializando, especialmente, a juventude
no fortalecimento comunitário e no desenvolvimento
econômico local.
Em comparação com outros estados brasileiros, o Amapá
carrega o maior percentual de jovens em sua população,
cerca de 29,1%, segundo o Atlas das Juventudes de
2021. Muitos desses adolescentes estão inseridos em
grupos historicamente marginalizados, vivendo hoje sem
oportunidade de trabalho, sem acesso à educação, saúde,
condições essenciais para o desenvolvimento humano,
como revela um dos recortes do estudo “Quilombos
Urbanos: Fortalecimento Comunitário e Cadeias
Socioprodutivas”, desenvolvido pelo Instituto Mapinguari.
Realizado na Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio
Curiaú, o estudo aponta características, levanta dados
e demandas das comunidades que fazem parte dessa
região, duas delas reconhecidas como quilombos.
Os resultados mostram a presença numerosa de jovens
nas comunidades. Em média, 54% da população
quilombola da APA do Curiaú possuem menos de
29 anos, enquanto que adultos e idosos se distribuem
entre 36% e 9%, respectivamente.
Nessa formação social com predominância da juventude,
constata-se um baixo nível de escolaridade, com mais
de 30% da população atrasada ou que abandonou
os estudos. Essa alta taxa de evasão escolar pode
estar atrelada com a necessidade de abandonar os
estudos para ajudar na geração da renda familiar.
O próprio quilombo do Curralinho, que possui uma alta
taxa de evasão, é uma forte produtora de hortaliças
que abastecem feiras, mercados e supermercados
de Macapá.
Superar essas disparidades é conhecer o contexto local e
construir estratégias e ações afirmativas de mobilização
e empoderamento da juventude quilombola. Atuação
que o Instituto Mapinguari propõe para o fortalecimento
comunitário da APA do Curiaú. Atualmente, levando
o debate para o contexto internacional, apresentando
durante a COP 27, em Sharm El Sheikh, no Egito,
subsídios que confirmam a necessidade de incentivar
jovens quilombolas na organização do seu território
e nas decisões de suas comunidades. Ressaltando o
lugar das comunidades tradicionais na linha de frente
do combate às mudanças climáticas e como primeiros
afetados pelas alterações bruscas no clima.
Apostar na educação como o agente fundamental para o
desenvolvimento social, pensar em políticas públicas que
transformem e incentivem o ensino e aprendizagem de
crianças, jovens e adultos nos quilombos é fundamental
na garantia da justiça social.
Disponível em: l1nq.com/Yvvrs.
Acesso em: 19 out. 2022 (adaptado).
“Se olharmos para o Norte do Brasil, onde há a maior concentração da população com idade entre 15 e 29 anos, percebemos que a pluralidade cultural e de gênero dos jovens ribeirinhos, indígenas ou quilombolas sequer são discutidas nos planos e políticas públicas de estado.”
Qual palavra destacada não desempenha função de substantivo no trecho?
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