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Popeye, Tintim, Oswald de Andrade: o que entra em domínio público em 2025
Entenda as regras sobre propriedade intelectual nos EUA e aqui no Brasil – e conheça as obras cujas restrições caducaram desde o dia 1º de janeiro.
O dia 1 de janeiro é, além do marco do ano novo, o “dia do domínio público”. É quando personagens, filmes e músicas antigas são oficialmente desamarradas dos direitos autorais e caem no uso livre pelo público – de acordo, claro, com o país de origem.
Você deve se lembrar que no ano passado, por exemplo, a versão do Mickey Mouse em preto e branco, dirigindo um barquinho, no curta O vapor Willie foi liberada após completar 95 anos. Isso acontece porque, nos Estados Unidos, esse é o período de proteção para obras produzidas até 1978. Quem veio depois de 1978 segue uma nova lei: os direitos caducam 70 anos após a morte do autor – aqui no Brasil, a regra é a mesma.
Para o mundo do design e da publicidade, por exemplo, isso significa que o uso das imagens não vem com o custo extra de licenciamento, é simplesmente gratuito. Nos EUA, filmes de terror e jogos de videogame com o Mickey arcaico já foram lançados ou estão em desenvolvimento.
Vale ressaltar que apenas obras lançadas 95 anos atrás entram em domínio público esse ano, ou seja o Mickey Mouse colorido e mais conhecido recentemente ainda se mantém no cerco (a Disney e seus advogados fizeram questão de proteger ao máximo o personagem).
Em 2025, as conquistas são aquelas lançadas em 1929. Vamos às obras:
Popeye
O marinheiro foi visto pela primeira vez em 17 de janeiro de 1929, criado pelo quadrinista americano Elzie Crisler Segar. Inicialmente, as aventuras eram vistas em uma série de tirinhas no jornal Thimble Theatre, que retratava o clássico do personagem: Popeye comendo espinafre, ficando super forte e salvando a amada, Olívia Palito.
A namorada do Popeye, vale dizer, é mais antiga que ele. Sua primeira versão já está em domínio público desde 2015.
Tintim
As Aventuras de Tintim também surgiram como quadrinhos de jornal e foram publicadas no Le Petit Vintième, um periódico belga. Foi idealizado por Georges Prosper Remi e visto pela primeira vez em 10 de janeiro de 1929. As aventuras são baseadas no olhar do principal, um repórter, e tem uma pegada bastante política, ambientado em um mundo contemporâneo que tem como cenário Guerras Mundiais, a alunissagem e a insurreição bolchevique.
Só depois Tintim conquistou outros espaços, como livros e a televisão. Milu, seu cachorrinho, também entra em domínio público, pois já acompanhava o garoto desde a primeira tirinha.
Literatura
No campo da leitura, várias obras chegam sem amarras, como Adeus às armas, do americano (e Nobel de Literatura) Ernest Hemingway; Um teto todo seu, da britânica Virginia Woolf, e O som e a fúria, do americano e também Nobel William Faulkner. Aqui no Brasil, Oswald de Andrade também teve suas obras liberadas.
[...]
Adaptado de: https://super.abril.com.br/cultura/popeye-tintim-oswald-de-andrade-o-que-entra-em-dominio-publico-em-2025/. Acesso em: 4 jan. 2024.
A respeito do emprego dos adjetivos no excerto “As Aventuras de Tintim também surgiram como quadrinhos de jornal e foram publicadas no Le Petit Vintième, um periódico belga.”, assinale a alternativa correta.
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Popeye, Tintim, Oswald de Andrade: o que entra em domínio público em 2025
Entenda as regras sobre propriedade intelectual nos EUA e aqui no Brasil – e conheça as obras cujas restrições caducaram desde o dia 1º de janeiro.
O dia 1 de janeiro é, além do marco do ano novo, o “dia do domínio público”. É quando personagens, filmes e músicas antigas são oficialmente desamarradas dos direitos autorais e caem no uso livre pelo público – de acordo, claro, com o país de origem.
Você deve se lembrar que no ano passado, por exemplo, a versão do Mickey Mouse em preto e branco, dirigindo um barquinho, no curta O vapor Willie foi liberada após completar 95 anos. Isso acontece porque, nos Estados Unidos, esse é o período de proteção para obras produzidas até 1978. Quem veio depois de 1978 segue uma nova lei: os direitos caducam 70 anos após a morte do autor – aqui no Brasil, a regra é a mesma.
Para o mundo do design e da publicidade, por exemplo, isso significa que o uso das imagens não vem com o custo extra de licenciamento, é simplesmente gratuito. Nos EUA, filmes de terror e jogos de videogame com o Mickey arcaico já foram lançados ou estão em desenvolvimento.
Vale ressaltar que apenas obras lançadas 95 anos atrás entram em domínio público esse ano, ou seja o Mickey Mouse colorido e mais conhecido recentemente ainda se mantém no cerco (a Disney e seus advogados fizeram questão de proteger ao máximo o personagem).
Em 2025, as conquistas são aquelas lançadas em 1929. Vamos às obras:
Popeye
O marinheiro foi visto pela primeira vez em 17 de janeiro de 1929, criado pelo quadrinista americano Elzie Crisler Segar. Inicialmente, as aventuras eram vistas em uma série de tirinhas no jornal Thimble Theatre, que retratava o clássico do personagem: Popeye comendo espinafre, ficando super forte e salvando a amada, Olívia Palito.
A namorada do Popeye, vale dizer, é mais antiga que ele. Sua primeira versão já está em domínio público desde 2015.
Tintim
As Aventuras de Tintim também surgiram como quadrinhos de jornal e foram publicadas no Le Petit Vintième, um periódico belga. Foi idealizado por Georges Prosper Remi e visto pela primeira vez em 10 de janeiro de 1929. As aventuras são baseadas no olhar do principal, um repórter, e tem uma pegada bastante política, ambientado em um mundo contemporâneo que tem como cenário Guerras Mundiais, a alunissagem e a insurreição bolchevique.
Só depois Tintim conquistou outros espaços, como livros e a televisão. Milu, seu cachorrinho, também entra em domínio público, pois já acompanhava o garoto desde a primeira tirinha.
Literatura
No campo da leitura, várias obras chegam sem amarras, como Adeus às armas, do americano (e Nobel de Literatura) Ernest Hemingway; Um teto todo seu, da britânica Virginia Woolf, e O som e a fúria, do americano e também Nobel William Faulkner. Aqui no Brasil, Oswald de Andrade também teve suas obras liberadas.
[...]
Adaptado de: https://super.abril.com.br/cultura/popeye-tintim-oswald-de-andrade-o-que-entra-em-dominio-publico-em-2025/. Acesso em: 4 jan. 2024.
No texto, há um desvio de pontuação em relação à norma-padrão da língua portuguesa. Assinale a alternativa que apresenta o trecho no qual há ausência de vírgula obrigatória isolando expressão explicativa.
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Popeye, Tintim, Oswald de Andrade: o que entra em domínio público em 2025
Entenda as regras sobre propriedade intelectual nos EUA e aqui no Brasil – e conheça as obras cujas restrições caducaram desde o dia 1º de janeiro.
O dia 1 de janeiro é, além do marco do ano novo, o “dia do domínio público”. É quando personagens, filmes e músicas antigas são oficialmente desamarradas dos direitos autorais e caem no uso livre pelo público – de acordo, claro, com o país de origem.
Você deve se lembrar que no ano passado, por exemplo, a versão do Mickey Mouse em preto e branco, dirigindo um barquinho, no curta O vapor Willie foi liberada após completar 95 anos. Isso acontece porque, nos Estados Unidos, esse é o período de proteção para obras produzidas até 1978. Quem veio depois de 1978 segue uma nova lei: os direitos caducam 70 anos após a morte do autor – aqui no Brasil, a regra é a mesma.
Para o mundo do design e da publicidade, por exemplo, isso significa que o uso das imagens não vem com o custo extra de licenciamento, é simplesmente gratuito. Nos EUA, filmes de terror e jogos de videogame com o Mickey arcaico já foram lançados ou estão em desenvolvimento.
Vale ressaltar que apenas obras lançadas 95 anos atrás entram em domínio público esse ano, ou seja o Mickey Mouse colorido e mais conhecido recentemente ainda se mantém no cerco (a Disney e seus advogados fizeram questão de proteger ao máximo o personagem).
Em 2025, as conquistas são aquelas lançadas em 1929. Vamos às obras:
Popeye
O marinheiro foi visto pela primeira vez em 17 de janeiro de 1929, criado pelo quadrinista americano Elzie Crisler Segar. Inicialmente, as aventuras eram vistas em uma série de tirinhas no jornal Thimble Theatre, que retratava o clássico do personagem: Popeye comendo espinafre, ficando super forte e salvando a amada, Olívia Palito.
A namorada do Popeye, vale dizer, é mais antiga que ele. Sua primeira versão já está em domínio público desde 2015.
Tintim
As Aventuras de Tintim também surgiram como quadrinhos de jornal e foram publicadas no Le Petit Vintième, um periódico belga. Foi idealizado por Georges Prosper Remi e visto pela primeira vez em 10 de janeiro de 1929. As aventuras são baseadas no olhar do principal, um repórter, e tem uma pegada bastante política, ambientado em um mundo contemporâneo que tem como cenário Guerras Mundiais, a alunissagem e a insurreição bolchevique.
Só depois Tintim conquistou outros espaços, como livros e a televisão. Milu, seu cachorrinho, também entra em domínio público, pois já acompanhava o garoto desde a primeira tirinha.
Literatura
No campo da leitura, várias obras chegam sem amarras, como Adeus às armas, do americano (e Nobel de Literatura) Ernest Hemingway; Um teto todo seu, da britânica Virginia Woolf, e O som e a fúria, do americano e também Nobel William Faulkner. Aqui no Brasil, Oswald de Andrade também teve suas obras liberadas.
[...]
Adaptado de: https://super.abril.com.br/cultura/popeye-tintim-oswald-de-andrade-o-que-entra-em-dominio-publico-em-2025/. Acesso em: 4 jan. 2024.
Assinale a alternativa cujo termo destacado evidencia uma preposição que introduz um complemento verbal.
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Popeye, Tintim, Oswald de Andrade: o que entra em domínio público em 2025
Entenda as regras sobre propriedade intelectual nos EUA e aqui no Brasil – e conheça as obras cujas restrições caducaram desde o dia 1º de janeiro.
O dia 1 de janeiro é, além do marco do ano novo, o “dia do domínio público”. É quando personagens, filmes e músicas antigas são oficialmente desamarradas dos direitos autorais e caem no uso livre pelo público – de acordo, claro, com o país de origem.
Você deve se lembrar que no ano passado, por exemplo, a versão do Mickey Mouse em preto e branco, dirigindo um barquinho, no curta O vapor Willie foi liberada após completar 95 anos. Isso acontece porque, nos Estados Unidos, esse é o período de proteção para obras produzidas até 1978. Quem veio depois de 1978 segue uma nova lei: os direitos caducam 70 anos após a morte do autor – aqui no Brasil, a regra é a mesma.
Para o mundo do design e da publicidade, por exemplo, isso significa que o uso das imagens não vem com o custo extra de licenciamento, é simplesmente gratuito. Nos EUA, filmes de terror e jogos de videogame com o Mickey arcaico já foram lançados ou estão em desenvolvimento.
Vale ressaltar que apenas obras lançadas 95 anos atrás entram em domínio público esse ano, ou seja o Mickey Mouse colorido e mais conhecido recentemente ainda se mantém no cerco (a Disney e seus advogados fizeram questão de proteger ao máximo o personagem).
Em 2025, as conquistas são aquelas lançadas em 1929. Vamos às obras:
Popeye
O marinheiro foi visto pela primeira vez em 17 de janeiro de 1929, criado pelo quadrinista americano Elzie Crisler Segar. Inicialmente, as aventuras eram vistas em uma série de tirinhas no jornal Thimble Theatre, que retratava o clássico do personagem: Popeye comendo espinafre, ficando super forte e salvando a amada, Olívia Palito.
A namorada do Popeye, vale dizer, é mais antiga que ele. Sua primeira versão já está em domínio público desde 2015.
Tintim
As Aventuras de Tintim também surgiram como quadrinhos de jornal e foram publicadas no Le Petit Vintième, um periódico belga. Foi idealizado por Georges Prosper Remi e visto pela primeira vez em 10 de janeiro de 1929. As aventuras são baseadas no olhar do principal, um repórter, e tem uma pegada bastante política, ambientado em um mundo contemporâneo que tem como cenário Guerras Mundiais, a alunissagem e a insurreição bolchevique.
Só depois Tintim conquistou outros espaços, como livros e a televisão. Milu, seu cachorrinho, também entra em domínio público, pois já acompanhava o garoto desde a primeira tirinha.
Literatura
No campo da leitura, várias obras chegam sem amarras, como Adeus às armas, do americano (e Nobel de Literatura) Ernest Hemingway; Um teto todo seu, da britânica Virginia Woolf, e O som e a fúria, do americano e também Nobel William Faulkner. Aqui no Brasil, Oswald de Andrade também teve suas obras liberadas.
[...]
Adaptado de: https://super.abril.com.br/cultura/popeye-tintim-oswald-de-andrade-o-que-entra-em-dominio-publico-em-2025/. Acesso em: 4 jan. 2024.
A partir do excerto “[...] ambientado em um mundo contemporâneo que tem como cenário Guerras Mundiais, a alunissagem e a insurreição bolchevique.”, assinale a alternativa na qual a substituição em destaque preserva um sentido equivalente ao do original.
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Popeye, Tintim, Oswald de Andrade: o que entra em domínio público em 2025
Entenda as regras sobre propriedade intelectual nos EUA e aqui no Brasil – e conheça as obras cujas restrições caducaram desde o dia 1º de janeiro.
O dia 1 de janeiro é, além do marco do ano novo, o “dia do domínio público”. É quando personagens, filmes e músicas antigas são oficialmente desamarradas dos direitos autorais e caem no uso livre pelo público – de acordo, claro, com o país de origem.
Você deve se lembrar que no ano passado, por exemplo, a versão do Mickey Mouse em preto e branco, dirigindo um barquinho, no curta O vapor Willie foi liberada após completar 95 anos. Isso acontece porque, nos Estados Unidos, esse é o período de proteção para obras produzidas até 1978. Quem veio depois de 1978 segue uma nova lei: os direitos caducam 70 anos após a morte do autor – aqui no Brasil, a regra é a mesma.
Para o mundo do design e da publicidade, por exemplo, isso significa que o uso das imagens não vem com o custo extra de licenciamento, é simplesmente gratuito. Nos EUA, filmes de terror e jogos de videogame com o Mickey arcaico já foram lançados ou estão em desenvolvimento.
Vale ressaltar que apenas obras lançadas 95 anos atrás entram em domínio público esse ano, ou seja o Mickey Mouse colorido e mais conhecido recentemente ainda se mantém no cerco (a Disney e seus advogados fizeram questão de proteger ao máximo o personagem).
Em 2025, as conquistas são aquelas lançadas em 1929. Vamos às obras:
Popeye
O marinheiro foi visto pela primeira vez em 17 de janeiro de 1929, criado pelo quadrinista americano Elzie Crisler Segar. Inicialmente, as aventuras eram vistas em uma série de tirinhas no jornal Thimble Theatre, que retratava o clássico do personagem: Popeye comendo espinafre, ficando super forte e salvando a amada, Olívia Palito.
A namorada do Popeye, vale dizer, é mais antiga que ele. Sua primeira versão já está em domínio público desde 2015.
Tintim
As Aventuras de Tintim também surgiram como quadrinhos de jornal e foram publicadas no Le Petit Vintième, um periódico belga. Foi idealizado por Georges Prosper Remi e visto pela primeira vez em 10 de janeiro de 1929. As aventuras são baseadas no olhar do principal, um repórter, e tem uma pegada bastante política, ambientado em um mundo contemporâneo que tem como cenário Guerras Mundiais, a alunissagem e a insurreição bolchevique.
Só depois Tintim conquistou outros espaços, como livros e a televisão. Milu, seu cachorrinho, também entra em domínio público, pois já acompanhava o garoto desde a primeira tirinha.
Literatura
No campo da leitura, várias obras chegam sem amarras, como Adeus às armas, do americano (e Nobel de Literatura) Ernest Hemingway; Um teto todo seu, da britânica Virginia Woolf, e O som e a fúria, do americano e também Nobel William Faulkner. Aqui no Brasil, Oswald de Andrade também teve suas obras liberadas.
[...]
Adaptado de: https://super.abril.com.br/cultura/popeye-tintim-oswald-de-andrade-o-que-entra-em-dominio-publico-em-2025/. Acesso em: 4 jan. 2024.
No trecho “No campo da leitura, várias obras chegam sem amarras, como Adeus às armas, do americano (e Nobel de Literatura) Ernest Hemingway; Um teto todo seu, da britânica Virginia Woolf, e O som e a fúria, do americano e também Nobel William Faulkner. Aqui no Brasil, Oswald de Andrade também teve suas obras liberadas.”, as tipologias textuais presentes são
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Popeye, Tintim, Oswald de Andrade: o que entra em domínio público em 2025
Entenda as regras sobre propriedade intelectual nos EUA e aqui no Brasil – e conheça as obras cujas restrições caducaram desde o dia 1º de janeiro.
O dia 1 de janeiro é, além do marco do ano novo, o “dia do domínio público”. É quando personagens, filmes e músicas antigas são oficialmente desamarradas dos direitos autorais e caem no uso livre pelo público – de acordo, claro, com o país de origem.
Você deve se lembrar que no ano passado, por exemplo, a versão do Mickey Mouse em preto e branco, dirigindo um barquinho, no curta O vapor Willie foi liberada após completar 95 anos. Isso acontece porque, nos Estados Unidos, esse é o período de proteção para obras produzidas até 1978. Quem veio depois de 1978 segue uma nova lei: os direitos caducam 70 anos após a morte do autor – aqui no Brasil, a regra é a mesma.
Para o mundo do design e da publicidade, por exemplo, isso significa que o uso das imagens não vem com o custo extra de licenciamento, é simplesmente gratuito. Nos EUA, filmes de terror e jogos de videogame com o Mickey arcaico já foram lançados ou estão em desenvolvimento.
Vale ressaltar que apenas obras lançadas 95 anos atrás entram em domínio público esse ano, ou seja o Mickey Mouse colorido e mais conhecido recentemente ainda se mantém no cerco (a Disney e seus advogados fizeram questão de proteger ao máximo o personagem).
Em 2025, as conquistas são aquelas lançadas em 1929. Vamos às obras:
Popeye
O marinheiro foi visto pela primeira vez em 17 de janeiro de 1929, criado pelo quadrinista americano Elzie Crisler Segar. Inicialmente, as aventuras eram vistas em uma série de tirinhas no jornal Thimble Theatre, que retratava o clássico do personagem: Popeye comendo espinafre, ficando super forte e salvando a amada, Olívia Palito.
A namorada do Popeye, vale dizer, é mais antiga que ele. Sua primeira versão já está em domínio público desde 2015.
Tintim
As Aventuras de Tintim também surgiram como quadrinhos de jornal e foram publicadas no Le Petit Vintième, um periódico belga. Foi idealizado por Georges Prosper Remi e visto pela primeira vez em 10 de janeiro de 1929. As aventuras são baseadas no olhar do principal, um repórter, e tem uma pegada bastante política, ambientado em um mundo contemporâneo que tem como cenário Guerras Mundiais, a alunissagem e a insurreição bolchevique.
Só depois Tintim conquistou outros espaços, como livros e a televisão. Milu, seu cachorrinho, também entra em domínio público, pois já acompanhava o garoto desde a primeira tirinha.
Literatura
No campo da leitura, várias obras chegam sem amarras, como Adeus às armas, do americano (e Nobel de Literatura) Ernest Hemingway; Um teto todo seu, da britânica Virginia Woolf, e O som e a fúria, do americano e também Nobel William Faulkner. Aqui no Brasil, Oswald de Andrade também teve suas obras liberadas.
[...]
Adaptado de: https://super.abril.com.br/cultura/popeye-tintim-oswald-de-andrade-o-que-entra-em-dominio-publico-em-2025/. Acesso em: 4 jan. 2024.
Assinale a alternativa na qual o termo em destaque tenha a função sintático-semântica de referir-se a um antecedente, como ocorre com a palavra destacada a seguir: “[...] ambientado em um mundo contemporâneo que tem como cenário Guerras Mundiais [...]”.
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Popeye, Tintim, Oswald de Andrade: o que entra em domínio público em 2025
Entenda as regras sobre propriedade intelectual nos EUA e aqui no Brasil – e conheça as obras cujas restrições caducaram desde o dia 1º de janeiro.
O dia 1 de janeiro é, além do marco do ano novo, o “dia do domínio público”. É quando personagens, filmes e músicas antigas são oficialmente desamarradas dos direitos autorais e caem no uso livre pelo público – de acordo, claro, com o país de origem.
Você deve se lembrar que no ano passado, por exemplo, a versão do Mickey Mouse em preto e branco, dirigindo um barquinho, no curta O vapor Willie foi liberada após completar 95 anos. Isso acontece porque, nos Estados Unidos, esse é o período de proteção para obras produzidas até 1978. Quem veio depois de 1978 segue uma nova lei: os direitos caducam 70 anos após a morte do autor – aqui no Brasil, a regra é a mesma.
Para o mundo do design e da publicidade, por exemplo, isso significa que o uso das imagens não vem com o custo extra de licenciamento, é simplesmente gratuito. Nos EUA, filmes de terror e jogos de videogame com o Mickey arcaico já foram lançados ou estão em desenvolvimento.
Vale ressaltar que apenas obras lançadas 95 anos atrás entram em domínio público esse ano, ou seja o Mickey Mouse colorido e mais conhecido recentemente ainda se mantém no cerco (a Disney e seus advogados fizeram questão de proteger ao máximo o personagem).
Em 2025, as conquistas são aquelas lançadas em 1929. Vamos às obras:
Popeye
O marinheiro foi visto pela primeira vez em 17 de janeiro de 1929, criado pelo quadrinista americano Elzie Crisler Segar. Inicialmente, as aventuras eram vistas em uma série de tirinhas no jornal Thimble Theatre, que retratava o clássico do personagem: Popeye comendo espinafre, ficando super forte e salvando a amada, Olívia Palito.
A namorada do Popeye, vale dizer, é mais antiga que ele. Sua primeira versão já está em domínio público desde 2015.
Tintim
As Aventuras de Tintim também surgiram como quadrinhos de jornal e foram publicadas no Le Petit Vintième, um periódico belga. Foi idealizado por Georges Prosper Remi e visto pela primeira vez em 10 de janeiro de 1929. As aventuras são baseadas no olhar do principal, um repórter, e tem uma pegada bastante política, ambientado em um mundo contemporâneo que tem como cenário Guerras Mundiais, a alunissagem e a insurreição bolchevique.
Só depois Tintim conquistou outros espaços, como livros e a televisão. Milu, seu cachorrinho, também entra em domínio público, pois já acompanhava o garoto desde a primeira tirinha.
Literatura
No campo da leitura, várias obras chegam sem amarras, como Adeus às armas, do americano (e Nobel de Literatura) Ernest Hemingway; Um teto todo seu, da britânica Virginia Woolf, e O som e a fúria, do americano e também Nobel William Faulkner. Aqui no Brasil, Oswald de Andrade também teve suas obras liberadas.
[...]
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Em “O dia 1 de janeiro é, além do marco do ano novo, o ‘dia do domínio público’.”, as aspas na expressão “dia do domínio público” exercem a função de
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções CoordenativasConjunções coordenativas adversativas
Popeye, Tintim, Oswald de Andrade: o que entra em domínio público em 2025
Entenda as regras sobre propriedade intelectual nos EUA e aqui no Brasil – e conheça as obras cujas restrições caducaram desde o dia 1º de janeiro.
O dia 1 de janeiro é, além do marco do ano novo, o “dia do domínio público”. É quando personagens, filmes e músicas antigas são oficialmente desamarradas dos direitos autorais e caem no uso livre pelo público – de acordo, claro, com o país de origem.
Você deve se lembrar que no ano passado, por exemplo, a versão do Mickey Mouse em preto e branco, dirigindo um barquinho, no curta O vapor Willie foi liberada após completar 95 anos. Isso acontece porque, nos Estados Unidos, esse é o período de proteção para obras produzidas até 1978. Quem veio depois de 1978 segue uma nova lei: os direitos caducam 70 anos após a morte do autor – aqui no Brasil, a regra é a mesma.
Para o mundo do design e da publicidade, por exemplo, isso significa que o uso das imagens não vem com o custo extra de licenciamento, é simplesmente gratuito. Nos EUA, filmes de terror e jogos de videogame com o Mickey arcaico já foram lançados ou estão em desenvolvimento.
Vale ressaltar que apenas obras lançadas 95 anos atrás entram em domínio público esse ano, ou seja o Mickey Mouse colorido e mais conhecido recentemente ainda se mantém no cerco (a Disney e seus advogados fizeram questão de proteger ao máximo o personagem).
Em 2025, as conquistas são aquelas lançadas em 1929. Vamos às obras:
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O marinheiro foi visto pela primeira vez em 17 de janeiro de 1929, criado pelo quadrinista americano Elzie Crisler Segar. Inicialmente, as aventuras eram vistas em uma série de tirinhas no jornal Thimble Theatre, que retratava o clássico do personagem: Popeye comendo espinafre, ficando super forte e salvando a amada, Olívia Palito.
A namorada do Popeye, vale dizer, é mais antiga que ele. Sua primeira versão já está em domínio público desde 2015.
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Com base nas relações sintático-semânticas estabelecidas entre as orações, é correto afirmar que o trecho destacado em “Milu, seu cachorrinho, também entra em domínio público, pois já acompanhava o garoto desde a primeira tirinha.” apresenta uma relação
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Pref. São Luís-MA
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