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Foram encontradas 40 questões.

2356754 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. São José Cordeiros-PB
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Indique, dentre os materiais e instrumentais abaixo relacionados, os que serão utilizados na realização de uma restauração Mésio- Ocluso- Distal (MOD) NO elemento dentário 35, utilizando a Resina Composta Nanohíbrida, sendo selecionada a cor A3 para dentina e A2 para esmalte.
 

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2356753 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. São José Cordeiros-PB
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Indique qual, dentre os procedimentos clínico odontológico, abaixo mencionados, utiliza os seguintes instrumentais e materiais: lâmina e cabo de bisturi, pinça hemostática, tesoura, porta agulha, seringa carpule, agulha gengival, fio de sutura, gaze estéril.
 

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2356752 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. São José Cordeiros-PB
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Relacione a classificação dos preparos cavitários: da (1ª coluna) à sua respectiva descrição na (2ª coluna).
1. Classe I
( ) Cavidade que ocorre nas superfícies proximais de incisivos e caninos com envolvimento do ângulo incisal.
2. Classe II ( ) Cavidade que ocorre no terço cervical das superfícies vestibulares de todos os dentes.
3. Classe III ( ) Cavidade que ocorre nas superfícies oclusais de molares e pré- molares.
4. Classe IV
( ) Cavidade que ocorre nas superfícies proximais de incisivos sem comprometimento do angulo incisal.
5. Classe V ( ) Cavidade que ocorre nas superfícies proximais de molares e pré-molares.
A sequência CORRETA é:
 

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2356751 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. São José Cordeiros-PB
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Um paciente jovem, com 17 anos, chega à Unidade Básica de Saúde, sentindo dor nos primeiro e segundo molares inferiores direitos. Durante o exame clínico, o Cirurgião-Dentista diagnostica presença de cárie nos respectivos elementos dentários. Na ficha clínica do paciente, encontra-se o Odontograma, no qual serão marcadas as lesões nas faces correspondentes. No caso citado, os elementos dentários, que deverão ser marcados em seu prontuário como cariados são respectivamente:
 

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2356750 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. São José Cordeiros-PB
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Para que o exercício profissional do Auxiliar e Técnico em Saúde Bucal ocorra legalmente, estes deverão estar inscritos no Conselho Regional de Odontologia, havendo, assim, a garantia de respaldo legal para a prática de suas atribuições e competências. São algumas das competências da função Técnico em Saúde Bucal:
I- Preparar modelos em gesso.
II- Registrar dados e participar da análise das informações relacionadas ao controle administrativo em saúde bucal.
III- Realizar o acolhimento do paciente nos serviços de saúde bucal.
IV- Aplicar medidas de biossegurança no armazenamento, transporte, manuseio e descarte de produtos e resíduos odontológicos.
V- Prestar assistência, direta ou indiretamente, ao paciente, sem a indispensável supervisão do cirurgião-dentista.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
 

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2356613 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. São José Cordeiros-PB
Em uma determinada empresa, o banco de dados com as informações de todos os funcionários, que estava armazenado em um computador, foi acessado por usuários que não tinham autorização. Esses usuários conseguiram editar as informações contidas no banco. Neste cenário, identifique qual princípio da segurança da informação que não foi violado.
 

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A comunicação sem fio tem se tornado cada vez mais popular. Em um sistema de transmissão sem fio, é CORRETO afirmar que
 

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2356611 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. São José Cordeiros-PB
Leia a crônica abaixo e, em seguida, analise as proposições acerca do seu conteúdo.
O padeiro
Rubem Braga
Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer o café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.
Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
- Não é ninguém, é o padeiro!
Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
“Então você não é ninguém?”
Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém...
Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina – e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.
Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho
na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!”. E assobiava pelas escadas.
BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. 27 ed. Rio de Janeiro: Record, 2010.p. 319.
I- A situação criada na crônica, de um personagem – o padeiro – não se incomodar de ser considerado “ninguém”, ou alguém sem importância, é uma forma de o cronista provocar a reflexão sobre o valor que cada pessoa/profissional tem, independentemente de o cargo simbolizar maior ou menor prestígio social.
II- O cronista faz alusão a um diálogo entre dois personagens – o padeiro e a empregada – para esclarecer a origem da expressão “não é ninguém, é o padeiro”, com o propósito central de demonstrar que há discriminação entre pessoas de mesma classe social.
III- A lição de humildade a que o cronista se refere não tem a ver com a negação de que o trabalho envaideça quem o realiza – tanto é que o jornalista se orgulha de ter um texto com a sua assinatura, e não diminui o trabalho do padeiro – mas com o fato de o trabalho não ser norteado pela avaliação que os outros fazem.
IV- A identificação do cronista com o padeiro se dá porque, tal como a profissão de padeiro, a de jornalista que é de grande utilidade para a sociedade, já não tem, nos tempos modernos, tanto destaque, em virtude da ampla divulgação das notícias por meio das redes sociais.
A alternativa que responde CORRETAMENTE é:
 

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2356610 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. São José Cordeiros-PB
Leia o texto abaixo de modo a responder a questão.
NÃO COMERÁS COMO ANTES
Uma nova revolução está em curso e promete transformar a indústria de alimentos e a agropecuária, talvez em menos de duas décadas. Sabemos que as transformações digitais em série tiraram os discos e CDs da estante e obrigaram a indústria fonográfica a reinventar-se. A indústria automotiva debruça-se sobre os efeitos da sociedade uberizada e redesenha seus próximos passos com carros elétricos, autônomos e drones automotivos pelo ar. A febre de aplicativos de bikes e patinetes aponta para a chegada de uma nova geração decidida a desembarcar do sonho de ter um carro e do desejo de dirigir. Os smart-phones não só transformaram o telefone fixo quase em enfeite, mas já obrigam até potentes emissoras de televisão a repensar suas telinhas e modelos de negócio, isso para citar apenas um aspecto. Testemunhamos uma série de mudanças de crenças, valores e certezas. Qual será a próxima onda disruptiva? Possivelmente ela acontecerá pela boca. Ou em torno de todo o modelo que existe hoje para alimentar as pessoas. Não comerás como antes. E não produzirás alimentos da mesma forma que se faz hoje. Em questão de décadas, o que soa agora como um mandamento bíblico poderá fazer todo o sentido.
É possível que a produção de tudo o que se come atualmente seja muito diferente em um futuro não muito distante. O setor econômico que gira ao redor da circunferência de um prato de arroz, feijão, alface, batata, tomate e carne, entre uma garfada geracional e outra, sofrerá impactos estruturais. Chegou a hora de discutir o que a comida disruptiva – e toda a sua fascinante tecnologia – fará com o modus operandi da indústria e da agropecuária e com a próxima etapa do agronegócio, quando a produção de bifes de laboratório ganhar escala e se tornar acessível, por exemplo. Será que, nas próximas décadas, a carne suculenta saboreada no almoço ainda vai depender da criação de gado para o abate, como sempre funcionou no modelo tradicional da pecuária?
[...] (Veja, 12/06/19)
O título do texto apresenta o verbo na forma imperativa, que pode dar à frase um sentido de ordem ou um conselho. Mas, no corpo do texto, ao se referir a algo que está para acontecer, muitas vezes, empregam-se palavras (advérbios ou verbos) que sinalizam dúvida, possibilidade, incerteza. Dito isso, analise as sentenças abaixo elencadas, e assinale a alternativa que, tal como o título, indica certeza.
 

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2356609 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. São José Cordeiros-PB
Leia o texto abaixo de modo a responder a questão.
NÃO COMERÁS COMO ANTES
Uma nova revolução está em curso e promete transformar a indústria de alimentos e a agropecuária, talvez em menos de duas décadas. Sabemos que as transformações digitais em série tiraram os discos e CDs da estante e obrigaram a indústria fonográfica a reinventar-se. A indústria automotiva debruça-se sobre os efeitos da sociedade uberizada e redesenha seus próximos passos com carros elétricos, autônomos e drones automotivos pelo ar. A febre de aplicativos de bikes e patinetes aponta para a chegada de uma nova geração decidida a desembarcar do sonho de ter um carro e do desejo de dirigir. Os smart-phones não só transformaram o telefone fixo quase em enfeite, mas já obrigam até potentes emissoras de televisão a repensar suas telinhas e modelos de negócio, isso para citar apenas um aspecto. Testemunhamos uma série de mudanças de crenças, valores e certezas. Qual será a próxima onda disruptiva? Possivelmente ela acontecerá pela boca. Ou em torno de todo o modelo que existe hoje para alimentar as pessoas. Não comerás como antes. E não produzirás alimentos da mesma forma que se faz hoje. Em questão de décadas, o que soa agora como um mandamento bíblico poderá fazer todo o sentido.
É possível que a produção de tudo o que se come atualmente seja muito diferente em um futuro não muito distante. O setor econômico que gira ao redor da circunferência de um prato de arroz, feijão, alface, batata, tomate e carne, entre uma garfada geracional e outra, sofrerá impactos estruturais. Chegou a hora de discutir o que a comida disruptiva – e toda a sua fascinante tecnologia – fará com o modus operandi da indústria e da agropecuária e com a próxima etapa do agronegócio, quando a produção de bifes de laboratório ganhar escala e se tornar acessível, por exemplo. Será que, nas próximas décadas, a carne suculenta saboreada no almoço ainda vai depender da criação de gado para o abate, como sempre funcionou no modelo tradicional da pecuária?
[...] (Veja, 12/06/19)
Observe a construção dos períodos abaixo transcritos:
I- “(...) as transformações digitais em série tiraram os discos e CDs da estante e obrigaram a indústria fonográfica a reinventar-se”.
II- “A indústria automotiva debruça-se sobre os efeitos da sociedade uberizada e redesenha seus próximos passos com carros elétricos, autônomos e drones automotivos pelo ar”.
III- “Os smart-phones não só transformaram o telefone fixo quase em enfeite, mas já obrigam até potentes emissoras de televisão a repensar suas telinhas e modelos de negócio”.
Em todos os períodos citados, há duas afirmações sobre o tópico inicial, mas, em III, são empregados dois conectores para enfatizar a segunda informação. O mecanismo de construção do período empregado em III se classifica como:
 

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