Foram encontradas 228 questões.
Sobre os tratados fronteiriços do século XVIII, relacione as colunas a seguir:
Coluna 1
1.Tratado de Santo Ildefonso (1777).
2.Tratado de Badajós (1801).
3.Tratados de Utrecht (1713 e 1715).
4.Tratado de Madri (1750).
Coluna 2
(__)Assinado entre representantes de Portugal e da França, estabelecia que o rio Oiapoque, no extremo norte da colônia, seria o limite de fronteira entre o Brasil e a Guiana Francesa.
(__)Estabeleceu que a região dos Sete Povos das Missões ficaria com os portugueses e a Colônia do Sacramento com os espanhóis.
(__)Estabelecido entre representantes dos reis da Espanha e de Portugal, determinava que a cada uma dessas nações caberia a posse das terras que ocupavam.
(__)Assinado por representantes de Portugal e Espanha, estabelecia que os espanhóis ficariam com a Colônia do Sacramento e a região dos Sete Povos das Missões.
A sequência correta é:
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Os registros portuários, enquanto fonte para o historiador, apresentam tanto possibilidades para análises seriais, como apresentam informações particulares sobre casos, embarcações, pessoas e produtos específicos. Pode-se dizer que o uso dos registros portuários pode ser fruto do(a):
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Segundo o historiador Marc Bloch, é errado dizer que a história é uma ciência do passado. Para ele, por trás dos grandes vestígios sensíveis da paisagem e dos escritos, são os homens que a história quer capturar. Diante disso, pode-se afirmar que o objeto do estudo da história é:
Fonte: BLOCH, Marc. Apologia da História. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 2002, p. 51.
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Considere a citação abaixo:
"[...] Na Bahia, os escravos foram recrutados para lutar a favor da Independência. Mas esses soldados buscavam mais do que livrar o Brasil do domínio de Portugal. Empunharam armas na esperança de usar seus serviços de guerra como moeda de troca para obterem a alforria [...]".
Fonte: KRAAY, Hendrik. Livres como o país. In: Revista de História da Biblioteca Nacional, 9 out. 2012.
A situação narrada pelo historiador Hendrik Kraay no excerto acima faz parte do contexto de:
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Segundo RUSEN (2015, p. 53) narrar é um procedimento mental próprio à constituição humana de sentido. Nesse sentido, pode-se dizer que narrar é um ato:
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O neocolonialismo é um fenômeno que ocorre quando países ou poderes econômicos exploram regiões ou nações independentes de maneiras sutis, como controle econômico e influência política, em busca de seus próprios interesses, sem a necessidade de uma ocupação territorial direta. Nesse sentido, o neocolonialismo do século XIX foi marcado pelo(a):
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Sobre as condições que levaram à instituição da República no Brasil, julgue os itens a seguir:
I.Os proprietários de terras tiveram posicionamento contrário à instituição da República, pois eram a favor da manutenção da escravidão.
II.Com a abolição da escravidão, houve o rompimento das alianças estabelecidas entre os senhores de escravizados e o governo do Império.
III.A frase "Somos da América e queremos ser americanos" era uma referência ao fato de o Brasil ser o único país que mantinha o regime monárquico no continente americano.
IV.As únicas instituições que permaneceram favoráveis à manutenção da monarquia no Brasil foram a igreja e o exército.
Está (ão) correta (s) apenas a (s) seguinte (s) proposição (ões):
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Considere o poema escrito por Estêvão de Fougères, religioso francês que viveu no século XII.
Os clérigos devem por todos orar
Os cavaleiros sem demora
Devem defender e honrar
E os camponeses sofrer
Cavaleiros e clero sem falha
Vivem de quem trabalha
Têm grande canseira e dor
Pagam primícias, corveias, orações ou talha
E cem coisas costumeiras
E quanto mais pobre viver
Mais mérito terá
Das faltas que cometeu
Se paga a todos o que deve
Se cumpre com lealdade a sua fé
Se suporta paciente o que lhe cabe:
Angústias e sofrimento.
Fonte: FOUGÈRES, Estêvão de. In: DUBY, Georges. As três ordens ou o imaginário do feudalismo. Lisboa: Estampa, 1982. p. 309-311.
A partir da leitura do poema, é possível afirmar que:
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O conceito de história (Geschichte), como mostra R. Koselleck, sofre mutações definitivas no espaço de língua alemã a partir de meados do século XVIII. A partir da mudança de paradigma, a história passa a ser entendida como:
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Para R. Koselleck, a história dos conceitos pressupõe uma interação entre a linguística e a realidade. Para isso, é preciso diferenciar a palavra do conceito, haja vista que em todo conceito habita uma palavra. Assim, pode-se dizer que os conceitos se diferenciam das palavras na medida que são:
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