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1006811 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. São João Rei-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.
TEXTO I
Cientistas escrevem na Science contra ameaça à biodiversidade

Pesquisadores criticam projeto de lei que coloca em risco até 100 mil quilômetros quadrados de áreas protegidas
Pesquisadores de diferentes instituições de Minas Gerais assinaram uma carta endereçada à Science, principal periódico científico do planeta, para denunciar os riscos à biodiversidade caso o Projeto de Lei (PL) 3751/2015 seja aprovado. [...] a iniciativa tornaria inválidas todas as unidades de conservação (UCs) cujos proprietários privados não foram indenizados no período de 5 anos.
No texto, os cientistas afirmam que o Brasil é um destaque global em relação às medidas para a proteção da biodiversidade e a criação de áreas protegidas. Caso a lei seja aprovada no Congresso Nacional, entretanto, expressiva área de conservação estaria em risco: segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), 56 mil quilômetros quadrados de área privada deixariam de ser unidades de conservação (podendo chegar até 100 mil quilômetros quadrados), o que equivale a quase 10% do total desses espaços.
“Essa lei entra em conflito com o artigo 225 da Constituição brasileira, que determina que ‘todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado’, e representa o ápice de uma série de ataques à biodiversidade do Brasil em áreas de proteção ambiental”, afirmam os pesquisadores. [...]
Redação Galileu. Galileu.
Disponível em: <https://glo.bo/2M2Qa1j> .
Acesso em: 9 ago. 2018 (Fragmento adaptado).
Releia o trecho a seguir. “[...] unidades de conservação (UCs) cujos proprietários privados não foram indenizados [...]” Em relação à palavra destacada, considere as afirmativas a seguir.
I. Indica posse. II. Trata-se de um pronome. III. Admite flexão de gênero, número e grau.
Estão corretas as afirmativas
 

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1006810 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. São João Rei-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.
TEXTO I
Cientistas escrevem na Science contra ameaça à biodiversidade

Pesquisadores criticam projeto de lei que coloca em risco até 100 mil quilômetros quadrados de áreas protegidas
Pesquisadores de diferentes instituições de Minas Gerais assinaram uma carta endereçada à Science, principal periódico científico do planeta, para denunciar os riscos à biodiversidade caso o Projeto de Lei (PL) 3751/2015 seja aprovado. [...] a iniciativa tornaria inválidas todas as unidades de conservação (UCs) cujos proprietários privados não foram indenizados no período de 5 anos.
No texto, os cientistas afirmam que o Brasil é um destaque global em relação às medidas para a proteção da biodiversidade e a criação de áreas protegidas. Caso a lei seja aprovada no Congresso Nacional, entretanto, expressiva área de conservação estaria em risco: segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), 56 mil quilômetros quadrados de área privada deixariam de ser unidades de conservação (podendo chegar até 100 mil quilômetros quadrados), o que equivale a quase 10% do total desses espaços.
“Essa lei entra em conflito com o artigo 225 da Constituição brasileira, que determina que ‘todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado’, e representa o ápice de uma série de ataques à biodiversidade do Brasil em áreas de proteção ambiental”, afirmam os pesquisadores. [...]
Redação Galileu. Galileu.
Disponível em: <https://glo.bo/2M2Qa1j> .
Acesso em: 9 ago. 2018 (Fragmento adaptado).
Releia o trecho a seguir. “[...] assinaram uma carta endereçada à Science, principal periódico científico do planeta, para denunciar os riscos à biodiversidade [...]” O excerto destacado nesse trecho é um(a)
 

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Sobre a banalização do próprio corpo

Recentemente, num café da manhã entre confrades, ao sugerir – destaco “sugerir” – a uma amiga atriz que fechasse um dos botões de sua camisa, pois um de seus seios poderia ficar exposto ao movimentar-se, obtenho a resposta: “Mas é só um peito como todos os outros. Como aquele das mães que amamentam. É só mais um peito”.

Um pouco confuso com a reação, me calo e reflito… “É só mais um peito”? Mal da Filosofia: faço da afirmação um problema, uma questão.

A pergunta me remói por dias, até que assisto ao espetáculo Ziggy, homenagem prestada a David Bowie pela Cisne Negro Cia. de Dança, de Hulda Bittencourt. Ao mergulhar minha visão – e meu ser, portanto – nos corpos em gesto dos bailarinos e nas suas extensões, isto é, o belo e inspirado figurino de Fabio Namatame, uma pletora de pensamentos me invade, dentre eles, e sobretudo, a reflexão do filósofo francês Maurice Merleau-Ponty.

Merleau-Ponty teve um papel importantíssimo ao recuperar a importância da percepção para a Filosofia. Suas teses de doutorado – a complementar, A estrutura do comportamento, e a principal, Fenomenologia da percepção – são consagradas a permutar, no modo como concebemos a consciência, o ego cogito (“eu penso”), tal como o compreendemos até então, pelo ego percipio (“eu percebo”). Numa direção diversa daquela de Descartes, Merleau-Ponty não funda o modo de ser singular do homem em sua capacidade de pensar, mas em sua percepção.

A partir das reflexões de Edmund Husserl, MerleauPonty alerta que não há uma consciência pura, tal como o defendia Descartes, isto é, o homem não pode ser simplesmente uma “coisa pensante” (res cogitans). Ele é necessariamente uma consciência aberta para o mundo. Sua consciência é sempre consciência de alguma coisa. E aquilo que possibilita a ele estar no mundo em consciência é seu corpo. E aqui temos uma marca importantíssima.

Em diálogo com Husserl e com toda uma série de pensadores franceses – dentre eles Malecranche, Maine de Biran e Bergson –, Merleau-Ponty evoca a noção de corpo-próprio. Podemos compreendê-la melhor por meio de uma distinção que faz a língua alemã. Dentre as palavras usadas para se referir a “corpo”, destacam-se duas: Körper e Leib. Körper designa qualquer corpo posto no espaço. Leib designa um corpo animado, um corpo vivo, o corpo próprio a um dado sujeito ou, se se preferir, a uma dada subjetividade.

Mas por que desta distinção? Responder a esta pergunta nos auxilia a responder à questão que nos colocamos de início. Nosso próprio corpo, ou, se se preferir, nosso corpo-próprio – como se traduz usualmente em português a palavra Leib – não é como qualquer outro corpo posto no espaço. Ele é dotado de vida: vida única, singular e que nos constitui. Sem ele, não estaríamos presentes no mundo, não o perceberíamos e não faríamos a sua experiência (a do corpo e a do mundo).

Nosso corpo não se desloca no espaço, ele realiza gestos. Uma cadeira não realiza gestos, um automóvel ou uma máquina tampouco. Minha mão, seus olhos, os braços de um dançarino, o corpo de um ator se movimentam no espaço de uma maneira totalmente diversa daquela de qualquer outro corpo. O corpo próprio percebe tudo aquilo que o envolve no ato em que se move, percebendo a si próprio. Mais que isso, na e pela percepção ele cria, inventa e transforma o espaço que se abre para acolher seu gesto.

Como diria Merleau-Ponty em sua tese principal, “O corpo-próprio está no mundo como o coração no organismo: ele mantém continuamente com vida o espetáculo visível, ele o anima e o nutre interiormente, forma com ele um sistema”.

Regressemos ao espetáculo Ziggy. Nele, o figurino expunha partes dos corpos dos bailarinos sem qualquer excesso, sem qualquer possibilidade de banalização. Lá havia seios à mostra: em alguns casos um; noutros, eram vistos parcialmente. Mas tudo sem excesso. O figurino valorizava os movimentos de cada um dos corpos que se ofereciam ao espaço, que eram por ele acolhidos e que, simultaneamente, o faziam se abrir a seus gestos. Na dança, por exemplo, é possível captar esta bela dimensão em que se percebe a criação como o encontro entre o movimento e o espaço, e não somente como fruto do movimento de um sujeito num espaço inerte. Não é possível um sem o outro.

Fechando o círculo constituído por esta reflexão, retomo, então, a questão: “É só mais um peito”? Não se tratava, ali, de “só um peito”, mas de um seio único que não é simplesmente algo à parte, um conjunto de pontos localizáveis no espaço que o constituem como um corpo isolado. Ele é necessariamente parte de um corpo inteiro que, por sua vez, põe a pessoa em contato com o mundo e a faz, por esta situação, transformar o próprio mundo por seus gestos. Como o seio da dançarina, aquele dito “só mais um peito” se movimenta com o corpo todo. Dizia Merleau-Ponty que as partes do corpo “se reportam umas às outras de uma maneira original: não estão dispersas umas ao lado das outras, mas envolvidas umas nas outras”.

Ao tomar o seio, por exemplo, como “só mais um peito”, é desprezado o corpo inteiro da bailarina que se expressa no movimento, compondo um gesto singular que cria a cena, que abre um horizonte de percepção. Ao banalizar o corpo-próprio, seu gesto – a dança, o atuar, o canto, por exemplo – perde sentido. Os seios nus das combatentes do “Femens” deixariam de ter o mesmo impacto e de, em sua densidade, constituir ato político. E assim será se banalizarmos qualquer parte de nosso corpo ou mesmo quaisquer de seus gestos: punhos erguidos, palmas, vaias, o beijo.

Não se trata, aqui, de debater a ocasião em que a frase sugerida para discussão – “Mas é só um peito […]” – fora enunciada. Tampouco de renegar as lutas políticas pelas quais passamos nas últimas décadas, de que somos devedores, que possibilitaram liberações em dimensões diversas de nossa vida em sociedade, e de nos recolhermos na redoma conservadora que, nos anos recentes, se ergue em torno de nós e nos sufoca tal qual clausura. É preciso defender o espaço

Trata-se apenas de um convite a pôr em questão a frase proferida, de modo a manter-nos despertos e atentos a cada gesto realizado, não para perscrutar a própria consciência ou mesmo o inconsciente, como se ambos escondessem alguma verdade à espera da decifração, mas para, por meio desta atenção sobre nós mesmos, vivermos intensamente cada gesto realizado pelo próprio corpo, pelo corpo inteiro – pelo corpo-próprio –, em sua singular complexidade.conquistado.

Francisco Alessandro. Revista cult. Disponível em:

<https://bit.ly/2LHLa1P>. Acesso em: 6 ago. 2018 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.

“[...] retomo, então, a questão [...]”

A palavra destacada é

 

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1006808 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. São João Rei-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.

TEXTO II
Um grupo de 51 organizações representativas do movimento socioambiental, incluindo membros do Ministério Público, divulga nota pública contra projeto de lei que muda regras de licenciamento ambiental. O grupo, do qual participam o WWF-Brasil, o Greenpeace, o Instituto Socioambiental e SOS Mata Atlântica, entre outras 43 entidades, exige que “órgãos técnicos, comunidade científica, comissões ambientais, populações atingidas e a sociedade em geral sejam ouvidos”.
Segundo as entidades, trata-se de um desmonte da legislação. O projeto, que tramita na Câmara dos Deputados, pode ir a votação no plenário ainda este mês, segundo o presidente da Casa [...]. Enquanto isso, a população de Barcarena, no Pará, sofre as consequências de vazamento tóxico de mineração. “Trata-se de uma triste e trágica demonstração de que as regras para o licenciamento ambiental deveriam, na verdade, se tornar mais rígidas, e não mais permissivas, como quer o PL em questão”, diz o coordenador de Políticas Públicas do WWF-Brasil, Michel Santos.
“Caso aprovada a proposta na forma como se encontra, esta e outras tragédias, como o rompimento da barragem em Mariana, em Minas, ficariam mais propensas a ocorrer, atingindo de forma ainda mais brutal as populações locais”, diz um trecho da nota. [...]

WWF-Brasil. WWF. Disponível em: <https://bit.ly/2pxETsH>
. Acesso em: 10 ago. 2018 (Fragmento adaptado).
Releia o trecho a seguir. “[...] pode ir a votação no plenário ainda este mês [...]” Em relação à palavra destacada, considere as afirmativas a seguir.
I. Trata-se de pronome demonstrativo. II. Pode ser combinada com preposições para formar diferentes palavras. III. Em contextos como esse, pode ser substituída por “esse”, sem prejuízo do sentido original da oração.
De acordo com o contexto e com a norma-padrão, estão corretas as afirmativas
 

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1006807 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. São João Rei-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.

TEXTO II

Um grupo de 51 organizações representativas do movimento socioambiental, incluindo membros do Ministério Público, divulga nota pública contra projeto de lei que muda regras de licenciamento ambiental. O grupo, do qual participam o WWF-Brasil, o Greenpeace, o Instituto Socioambiental e SOS Mata Atlântica, entre outras 43 entidades, exige que “órgãos técnicos, comunidade científica, comissões ambientais, populações atingidas e a sociedade em geral sejam ouvidos”.

Segundo as entidades, trata-se de um desmonte da legislação. O projeto, que tramita na Câmara dos Deputados, pode ir a votação no plenário ainda este mês, segundo o presidente da Casa [...]. Enquanto isso, a população de Barcarena, no Pará, sofre as consequências de vazamento tóxico de mineração. “Trata-se de uma triste e trágica demonstração de que as regras para o licenciamento ambiental deveriam, na verdade, se tornar mais rígidas, e não mais permissivas, como quer o PL em questão”, diz o coordenador de Políticas Públicas do WWF-Brasil, Michel Santos.

“Caso aprovada a proposta na forma como se encontra, esta e outras tragédias, como o rompimento da barragem em Mariana, em Minas, ficariam mais propensas a ocorrer, atingindo de forma ainda mais brutal as populações locais”, diz um trecho da nota. [...]

WWF-Brasil. WWF. Disponível em: <https://bit.ly/2pxETsH>. Acesso em: 10 ago. 2018 (Fragmento adaptado).

Releia o trecho a seguir.
“órgãos técnicos, comunidade científica, comissões ambientais, populações atingidas e a sociedade em geral sejam ouvidos”
Nesse trecho, as aspas foram utilizadas para
 

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1006806 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. São João Rei-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.

TEXTO I

Cientistas escrevem na Science contra ameaça à biodiversidade

Pesquisadores criticam projeto de lei que coloca

em risco até 100 mil quilômetros quadrados de

áreas protegidas

Pesquisadores de diferentes instituições de Minas Gerais assinaram uma carta endereçada à Science, principal periódico científico do planeta, para denunciar os riscos à biodiversidade caso o Projeto de Lei (PL) 3751/2015 seja aprovado. [...] a iniciativa tornaria inválidas todas as unidades de conservação (UCs) cujos proprietários privados não foram indenizados no período de 5 anos.

No texto, os cientistas afirmam que o Brasil é um destaque global em relação às medidas para a proteção da biodiversidade e a criação de áreas protegidas. Caso a lei seja aprovada no Congresso Nacional, entretanto, expressiva área de conservação estaria em risco: segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), 56 mil quilômetros quadrados de área privada deixariam de ser unidades de conservação (podendo chegar até 100 mil quilômetros quadrados), o que equivale a quase 10% do total desses espaços.

“Essa lei entra em conflito com o artigo 225 da Constituição brasileira, que determina que ‘todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado’, e representa o ápice de uma série de ataques à biodiversidade do Brasil em áreas de proteção ambiental”, afirmam os pesquisadores. [...]

Redação Galileu. Galileu.

Disponível em: <https://glo.bo/2M2Qa1j>.

Acesso em: 9 ago. 2018 (Fragmento adaptado).

Releia o trecho a seguir.
“[...]‘todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado’[...]”
São verbos que possuem a mesma acentuação, quando conjugados, que o verbo destacado na terceira pessoa do plural no presente do indicativo,exceto:
 

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1006805 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. São João Rei-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.

TEXTO I

Cientistas escrevem na Science contra ameaça à biodiversidade

Pesquisadores criticam projeto de lei que coloca

em risco até 100 mil quilômetros quadrados de

áreas protegidas

Pesquisadores de diferentes instituições de Minas Gerais assinaram uma carta endereçada à Science, principal periódico científico do planeta, para denunciar os riscos à biodiversidade caso o Projeto de Lei (PL) 3751/2015 seja aprovado. [...] a iniciativa tornaria inválidas todas as unidades de conservação (UCs) cujos proprietários privados não foram indenizados no período de 5 anos.

No texto, os cientistas afirmam que o Brasil é um destaque global em relação às medidas para a proteção da biodiversidade e a criação de áreas protegidas. Caso a lei seja aprovada no Congresso Nacional, entretanto, expressiva área de conservação estaria em risco: segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), 56 mil quilômetros quadrados de área privada deixariam de ser unidades de conservação (podendo chegar até 100 mil quilômetros quadrados), o que equivale a quase 10% do total desses espaços.

“Essa lei entra em conflito com o artigo 225 da Constituição brasileira, que determina que ‘todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado’, e representa o ápice de uma série de ataques à biodiversidade do Brasil em áreas de proteção ambiental”, afirmam os pesquisadores. [...]

Redação Galileu. Galileu.

Disponível em: <https://glo.bo/2M2Qa1j>.

Acesso em: 9 ago. 2018 (Fragmento adaptado).

Releia o trecho a seguir.
“[...] principal periódico científico do planeta [...]”As palavras destacadas a seguir são acentuadas pela mesma regra de acentuação da palavra destacada no trecho, exceto:

 

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Analise o trecho a seguir. “[Osama] Bin Laden detestava os modos ocidentalizados, perdulários, corruptos e ‘pouco islâmicos’ da família real (saudita). Tinha como objetivo alijá-la do poder e implantar no país a semente do que sempre sonhou – um governo que seguisse a lei islâmica. Da aliança entre Bin Laden e [Ayman] al-Zawahiri cresceu a preocupação com a ‘apostasia’ e os ‘infieis’. Crendo que tinham derrotado a União Soviética, passaram a visar os Estados Unidos como o grande inimigo a ser combatido – ‘a força maior dos cruzados’.”
Texto adaptado de PARADA, Maurício. Formação do mundo contemporâneo. O século estilhaçado. Petrópolis/RJ: Editora Vozes; Rio de Janeiro/RJ: Editora PUC Rio, 2014. P 237-8.
Osama bin Laden e Ayman al-Zawahiri, , os “novos califas”, que atuaram como líderes da Al-Qaeda, se apresentaram de forma ambígua frente à luta contra a modernidade ocidental ao
 

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