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Elevação da prolactina secundária ao uso de medicamentos representa a causa
mais comum de hiperprolactinemia não fisiológica.
São causas de hiperprolactinemia farmacológica, EXCETO:
São causas de hiperprolactinemia farmacológica, EXCETO:
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A cetoacidose diabética euglicêmica (CAD-E) é uma condição pouco comum, mas
potencialmente ameaçadora à vida, e uma emergência que pode ocorrer em pessoas com DM1, DM2, ou mesmo em pessoas sem diabetes.
Sobre a CAD-E, é CORRETO afirmar:
Sobre a CAD-E, é CORRETO afirmar:
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Paciente do sexo feminino, 35 anos, G1, gestante de 8 semanas comparece à
consulta com exames evidenciando glicemia de jejum 94 mg/dL. Segundo a Diretriz Oficial da Sociedade Brasileira de Diabetes de 2022, qual a afirmativa CORRETA?
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Mulher, 58 anos, fez exame de rotina, sem queixas. Apresenta exames laboratoriais normais, inclusive TSH. US de tireoide mostrou glândula discretamente aumentada de volume às custas de 1 nódulo sólido, isoecogênico, com contornos regulares, mais largo que alto, presença de microcalcificações puntiformes, medindo
1,9 x 1,8 x 1,7 cm.
De acordo com o Colégio Americano de Radiologia (ACR TI-RADS), qual a classificação do TIRADS e qual a melhor conduta?
De acordo com o Colégio Americano de Radiologia (ACR TI-RADS), qual a classificação do TIRADS e qual a melhor conduta?
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Para proteção renal no paciente diabético, busca-se o uso de inibidores de SGLT2
(iSGLT2) e de anti-hipertensivos que bloqueiam o sistema renina angiotensina
(BRA/IECA). Em relação ao local de ação (arteríola aferente ou eferente) e à ação
(vasodilatação ou vasoconstrição dos iSGLT2 e dos BRA/IECA, assinale a afirmativa CORRETA:
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Paciente do sexo feminino, 32 anos, com diagnóstico prévio de hipertireoidismo
por Doença de Graves, atualmente em uso de levotiroxina para tratamento de hipotireodismo pós-tratamento com radioiodoterapia há 15 meses, com TSH estável
nos últimos 6 meses. Comparece à consulta com relato de ter engravidado e que
está na 6ª semana de gestação.
Em relação ao caso, qual a afirmativa CORRETA?
Em relação ao caso, qual a afirmativa CORRETA?
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Paciente do sexo masculino, 28 anos, foi encaminhado ao cardiologista para investigação de dor precordial. Ao exame físico, chamava a atenção a presença de
hepatoesplenomegalia discreta e amígdalas hipertrofiadas, com coloração alaranjada. A pressão arterial e a ausculta cardíaca eram normais, IMC 26,5 kg/m2
. Exames laboratoriais evidenciaram glicemia em jejum 95 mg/dL, colesterol total
122 mg/dL, HDL-colesterol 18 mg/dL, LDL-colesterol 70 mg/dL e triglicérides
178 mg/dL.
Qual o diagnóstico mais provável para este paciente?
Qual o diagnóstico mais provável para este paciente?
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Paciente do sexo masculino, 34 anos, procura o endocrinologista em razão do surgimento de ginecomastia bilateral há 3 meses. Nega disfunção erétil, bem como o
uso de substâncias ilícitas. Ao exame físico: altura 175 cm, envergadura 171 cm;
IMC 23,5 kg/m2
; ginecomastia bilateral, dolorosa à esquerda, sem galactorreia.
Traz exames laboratoriais: testosterona 420 ng/dL (VR 240-816), prolactina
12 ng/mL (VR 2,6-13,1), estradiol (E2) 140 pg/mL (VR: 11-44); glicemia, creatinina,
hemograma, LH e FSH normais.
Qual dos seguintes exames seria de MENOR utilidade na avaliação diagnóstica adicional inicial deste paciente?
Qual dos seguintes exames seria de MENOR utilidade na avaliação diagnóstica adicional inicial deste paciente?
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Mulher de 72 anos de idade apresenta-se com osteoporose na coluna lombar e no
fêmur (T-escore de -2,8 em L1-14 e -3,4 no colo femoral). Ela tem gastrite e esofagite de refluxo e não tolerou a terapia oral com alendronato ou risedronato semanais. As avaliações bioquímica (glicemia, cálcio, creatinina e fosfatase alcalina)
e hormonal (função tireoidiana, 25-OH vitamina D e PTH) mostraram-se normais.
Qual dos tratamentos a seguir seria mais eficaz na redução do risco de fraturas osteoporóticas vertebrais e não vertebrais?
Qual dos tratamentos a seguir seria mais eficaz na redução do risco de fraturas osteoporóticas vertebrais e não vertebrais?
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Paciente do sexo feminino, 40 anos, foi encaminhada ao endocrinologista com
suspeita clínica de síndrome de Cushing. Ela se queixava de ganho de peso de
15 kg e ciclos menstruais irregulares nos últimos 2 anos. Ao exame físico: IMC
32 kg/m2
; PA 120x80 mmHg; circunferência abdominal 92 cm, com aumento da
gordura retrocervical; sem estrias violáceas. Estava em uso de losartana 50 mg
duas vezes ao dia. Nega uso de anticoncepcional oral. Exames laboratoriais: cortisol sérico às 8 h 15,5 e 17,5 µg/dL (VR: 5-25); cortisol sérico após supressão
noturna com 1 mg de dexametasona 6,6 g/dL; cortisol sérico após supressão com
0,5 mg de dexametasona a cada 6 h por 48 h 1,4 g/dL; ACTH 18,8 pg/mL (VR: 5-
46); testosterona normal; US transvaginal sem anormalidades.
Em relação ao caso acima, qual é a hipótese etiológica mais provável?
Em relação ao caso acima, qual é a hipótese etiológica mais provável?
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