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Foram encontradas 29 questões.

820810 Ano: 2017
Disciplina: Geografia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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“É um bioma sem árvores, encontrado entre a floresta boreal e a calota polar em grandes altitudes de conjuntos orográficos. Caracterizada por exibir condições ambientais estressantes, até mesmo mais que os das florestas boreais. As temperaturas permanecem abaixo do congelamento por pelo menos sete meses do ano, a precipitação é frequentemente menos que a de muitos desertos quentes, e os solos são caracterizados por exibirem limitações aos nutrientes, até mais do que em florestas boreais, o solo também é saturado com água, devido às reduzidas taxas de evaporação e à presença de permafrost(uma camada congelada e impermeável de solo, que fica a uma profundidade de um metro ou menos no verão). Consequentemente, a produtividade primária, a biomassa e a diversidade desse bioma são mais modestas do que a maioria de outros biomas terrestres.” (Brown James H e Lomolino, Mark V. Biogeografia. 2ª Ed. Ribeirão Preto, SP. FUNPEC Editora 2006, p. 121.) As características anteriormente descritas são do bioma:
 

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820808 Ano: 2017
Disciplina: Geografia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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Os fusos horários estão referidos ao Meridiano de Greenwichou Meridiano Internacional de Origem (meridiano que passa sobre o antigo Observatório Real de Greenwich, em um subúrbio de Londres), cuja longitude é de zero grau, e ao seu antimeridiano a 180°deste, sobre o qual se localiza a Linha Internacional de Mudança de Data ou, simplesmente, Linha Internacional de Data. (FITZ, Paulo Roberto. Cartografia Básica. São Paulo: Oficina de Textos 2008, p. 80.)
enunciado 820808-1

Com base na descrição anterior, na observação dos fusos, bem como dos seus conhecimentos sobre a temática, é correto afirmar que:
 

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820807 Ano: 2017
Disciplina: Geografia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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A estrutura fundiária de um país corresponde à forma de distribuição social das terras, ou seja, ao modelo pelo qual essas terras estão distribuídas, quer pela área, quer pela forma de utilização. Com base na estrutura fundiária brasileira,analise as afirmativas a seguir.
I.A modernização da agricultura e a ocupação estimada e desordenada da fronteira agrícola no Brasil tiveram efeitos sobre a estrutura fundiária e as condições de absorção de mão de obra, gerando,principalmente,a redução do nível de emprego. II.No Brasil, ainda há muita terra com pouca gente e muita gente com pouca terra. III.Quando se criou o sistema de capitanias hereditárias e se doaram enormes parcelas de terras a um só donatário, dotado de enormes poderes, iniciou-se um processo histórico de concentração de terras.
Estão corretas as afirmativas
 

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820806 Ano: 2017
Disciplina: Geografia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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Seu berço são os Estados Unidos, difundindo-se rapidamente pelo mundo na década de 1960. Dentre seus produtores incluem-se geógrafos de todos os países, mesmo da França, onde encontra reações. Explica-se a menor difusão entre os geógrafos franceses o fatode a escola anglo-saxônica apresentar-se como uma nova escola, contraposta à geografia de origem europeia, a velha geografia. Sua rápida e ampla mundialização revela o substrato que lhe dá substância: a mundialização do capital. Sua origem nos Estados Unidos revela seu caráter mais preciso, a hegemonia mundial do capital americano. Sua expressão mundial revela a face nova do imperialismo: as empresas multinacionais.” (MOREIRA, Ruy. O que é Geografia? 14ª Ed. São Paulo: Brasiliense, 1994 p. 43.)
A descrição anterior trata-se de uma das correntes da geografia e a sua designação correta é:
 

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Oh! Minas Gerais!
Oh! Minas Gerais!
Quem te conhece
Não esquece jamais
Oh! Minas Gerais!
Tuas terras que são altaneiras
O teu céu é do mais puro anil
És bonita, ó terra mineira,
Esperança do nosso Brasil!
Tua lua é a mais prateada
Que ilumina o nosso torrão.
És formosa, ó terra encantada,
És o orgulho da nossa nação! (...)
Lavradores de pele tostada,
Boiadeiros vestidos de couro,
Operários da indústria pesada,
Garimpeiros de pedra e de ouro.
Mil poetas de doce memória
E valentes heróis imortais,
Todos eles figuram na história
Do Brasil e de Minas Gerais.

(José Duduca de Morais e Manoel Araújo. Oh! Minas Gerais (Minas Gerais). Minas ao Luar, canções.)
Em “Todos eles figuram na história” o termo destacado apresenta uma variedade de aposição que
 

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Silêncio e barulho

Pode parecer paradoxal querer falar sobre silêncio em se tratando de educação ou reeducação para o exercício da cidadania. Para sermos humanamente plenos, é indispensável que tenhamos sido treinados para lidar tanto com o barulho quanto com o silêncio.

Se o excesso de ruído embrutece, o silêncio absoluto nos enfraquece. Ambos nos impedem de notar nuances do mundo, absolutamente necessárias para que possamos antever o momento seguinte. Morreremos rápido se não formos capazes de antecipar a chegada de um carro, o estouro de uma boiada ou a queda de uma pedra.

Por outro lado, o silêncio é importante para nos humanizar. O aprendiz precisa ser capaz de focar no que vai aprender, e focar sem silêncio é difícil. Mas o aprendiz precisa não ter medo de se isolar do meio, e isso exige treino intensivo. Não se pode ter medo dos fantasmas do nosso mundo interno, que sempre surgem quando o mundo exterior se esvai.

O silêncio não é condição natural para os homens e muito menos para outros seres da escala animal. A escuta é um sinalizador da aproximação tanto do bem quanto do mal. É o ouvido que nos alerta de que é bom “dar no pé” depois de nos certificarmos também pelo olhar. O que escutamos é o que nos avisa para dar uma olhada. Mergulhar em um grande silêncio, profundo e longo, nos leva frequentemente ao medo. (...)

Quando imposto, vira castigo – recurso, aliás, muito usado em sistemas correcionais em que frequentemente se apela para o isolamento (a solitária nas prisões, o quarto escuro para as crianças). Por outro lado, esse mesmo silêncio é indispensável para adquirir ou fixar novos conhecimentos. Instaurar silêncio em local de estudo não deve ser punição, mas condição para que a aprendizagem ocorra. O silêncio é, pois, um fato ambíguo. Ele é necessário para que se percebam com clareza os ruídos que vêm para ameaçar nossa integridade, mas, sem eles, não podemos nos desenvolver nem emocional nem intelectualmente. (...)

(MAUTNER, Anna Verônica. Folha de S. Paulo, Equilíbrio, 11/01/2007.)

A autora afirma que “o silêncio é um fato ambíguo” (5º§). Tal ambiguidade pode ser constatada a partir da exposição das ideias da autora que antecedem à oração transcrita. Assinale, a seguir, um exemplo em que tal vício de linguagem pode ser constatado
 

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Silêncio e barulho

Pode parecer paradoxal querer falar sobre silêncio em se tratando de educação ou reeducação para o exercício da cidadania. Para sermos humanamente plenos, é indispensável que tenhamos sido treinados para lidar tanto com o barulho quanto com o silêncio.

Se o excesso de ruído embrutece, o silêncio absoluto nos enfraquece. Ambos nos impedem de notar nuances do mundo, absolutamente necessárias para que possamos antever o momento seguinte. Morreremos rápido se não formos capazes de antecipar a chegada de um carro, o estouro de uma boiada ou a queda de uma pedra.

Por outro lado, o silêncio é importante para nos humanizar. O aprendiz precisa ser capaz de focar no que vai aprender, e focar sem silêncio é difícil. Mas o aprendiz precisa não ter medo de se isolar do meio, e isso exige treino intensivo. Não se pode ter medo dos fantasmas do nosso mundo interno, que sempre surgem quando o mundo exterior se esvai.

O silêncio não é condição natural para os homens e muito menos para outros seres da escala animal. A escuta é um sinalizador da aproximação tanto do bem quanto do mal. É o ouvido que nos alerta de que é bom “dar no pé” depois de nos certificarmos também pelo olhar. O que escutamos é o que nos avisa para dar uma olhada. Mergulhar em um grande silêncio, profundo e longo, nos leva frequentemente ao medo. (...)

Quando imposto, vira castigo – recurso, aliás, muito usado em sistemas correcionais em que frequentemente se apela para o isolamento (a solitária nas prisões, o quarto escuro para as crianças). Por outro lado, esse mesmo silêncio é indispensável para adquirir ou fixar novos conhecimentos. Instaurar silêncio em local de estudo não deve ser punição, mas condição para que a aprendizagem ocorra. O silêncio é, pois, um fato ambíguo. Ele é necessário para que se percebam com clareza os ruídos que vêm para ameaçar nossa integridade, mas, sem eles, não podemos nos desenvolver nem emocional nem intelectualmente. (...)

(MAUTNER, Anna Verônica. Folha de S. Paulo, Equilíbrio, 11/01/2007.)

Considerando os sentidos do texto anterior, pode-se depreender que
 

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Silêncio e barulho

Pode parecer paradoxal querer falar sobre silêncio em se tratando de educação ou reeducação para o exercício da cidadania. Para sermos humanamente plenos, é indispensável que tenhamos sido treinados para lidar tanto com o barulho quanto com o silêncio.

Se o excesso de ruído embrutece, o silêncio absoluto nos enfraquece. Ambos nos impedem de notar nuances do mundo, absolutamente necessárias para que possamos antever o momento seguinte. Morreremos rápido se não formos capazes de antecipar a chegada de um carro, o estouro de uma boiada ou a queda de uma pedra.

Por outro lado, o silêncio é importante para nos humanizar. O aprendiz precisa ser capaz de focar no que vai aprender, e focar sem silêncio é difícil. Mas o aprendiz precisa não ter medo de se isolar do meio, e isso exige treino intensivo. Não se pode ter medo dos fantasmas do nosso mundo interno, que sempre surgem quando o mundo exterior se esvai.

O silêncio não é condição natural para os homens e muito menos para outros seres da escala animal. A escuta é um sinalizador da aproximação tanto do bem quanto do mal. É o ouvido que nos alerta de que é bom “dar no pé” depois de nos certificarmos também pelo olhar. O que escutamos é o que nos avisa para dar uma olhada. Mergulhar em um grande silêncio, profundo e longo, nos leva frequentemente ao medo. (...)

Quando imposto, vira castigo – recurso, aliás, muito usado em sistemas correcionais em que frequentemente se apela para o isolamento (a solitária nas prisões, o quarto escuro para as crianças). Por outro lado, esse mesmo silêncio é indispensável para adquirir ou fixar novos conhecimentos. Instaurar silêncio em local de estudo não deve ser punição, mas condição para que a aprendizagem ocorra. O silêncio é, pois, um fato ambíguo. Ele é necessário para que se percebam com clareza os ruídos que vêm para ameaçar nossa integridade, mas, sem eles, não podemos nos desenvolver nem emocional nem intelectualmente. (...)

(MAUTNER, Anna Verônica. Folha de S. Paulo, Equilíbrio, 11/01/2007.)

Em sua preposição, o texto apresenta a expressão “paradoxal” ao caracterizar o assunto que será abordado no texto. Em relação ao emprego de tal expressão, pode-se afirmar que
 

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Silêncio e barulho

Pode parecer paradoxal querer falar sobre silêncio em se tratando de educação ou reeducação para o exercício da cidadania. Para sermos humanamente plenos, é indispensável que tenhamos sido treinados para lidar tanto com o barulho quanto com o silêncio.

Se o excesso de ruído embrutece, o silêncio absoluto nos enfraquece. Ambos nos impedem de notar nuances do mundo, absolutamente necessárias para que possamos antever o momento seguinte. Morreremos rápido se não formos capazes de antecipar a chegada de um carro, o estouro de uma boiada ou a queda de uma pedra.

Por outro lado, o silêncio é importante para nos humanizar. O aprendiz precisa ser capaz de focar no que vai aprender, e focar sem silêncio é difícil. Mas o aprendiz precisa não ter medo de se isolar do meio, e isso exige treino intensivo. Não se pode ter medo dos fantasmas do nosso mundo interno, que sempre surgem quando o mundo exterior se esvai.

O silêncio não é condição natural para os homens e muito menos para outros seres da escala animal. A escuta é um sinalizador da aproximação tanto do bem quanto do mal. É o ouvido que nos alerta de que é bom “dar no pé” depois de nos certificarmos também pelo olhar. O que escutamos é o que nos avisa para dar uma olhada. Mergulhar em um grande silêncio, profundo e longo, nos leva frequentemente ao medo. (...)

Quando imposto, vira castigo – recurso, aliás, muito usado em sistemas correcionais em que frequentemente se apela para o isolamento (a solitária nas prisões, o quarto escuro para as crianças). Por outro lado, esse mesmo silêncio é indispensável para adquirir ou fixar novos conhecimentos. Instaurar silêncio em local de estudo não deve ser punição, mas condição para que a aprendizagem ocorra. O silêncio é, pois, um fato ambíguo. Ele é necessário para que se percebam com clareza os ruídos que vêm para ameaçar nossa integridade, mas, sem eles, não podemos nos desenvolver nem emocional nem intelectualmente. (...)

(MAUTNER, Anna Verônica. Folha de S. Paulo, Equilíbrio, 11/01/2007.)

Considerando o fragmento “Ambos nos impedem de notar nuances do mundo, absolutamente necessárias para que possamos antever o momento seguinte.” (2º§), está correta a reelaboração proposta mantendo a mesma relação de sentido e correção gramatical presentes no contexto original:
 

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Silêncio e barulho

Pode parecer paradoxal querer falar sobre silêncio em se tratando de educação ou reeducação para o exercício da cidadania. Para sermos humanamente plenos, é indispensável que tenhamos sido treinados para lidar tanto com o barulho quanto com o silêncio.

Se o excesso de ruído embrutece, o silêncio absoluto nos enfraquece. Ambos nos impedem de notar nuances do mundo, absolutamente necessárias para que possamos antever o momento seguinte. Morreremos rápido se não formos capazes de antecipar a chegada de um carro, o estouro de uma boiada ou a queda de uma pedra.

Por outro lado, o silêncio é importante para nos humanizar. O aprendiz precisa ser capaz de focar no que vai aprender, e focar sem silêncio é difícil. Mas o aprendiz precisa não ter medo de se isolar do meio, e isso exige treino intensivo. Não se pode ter medo dos fantasmas do nosso mundo interno, que sempre surgem quando o mundo exterior se esvai.

O silêncio não é condição natural para os homens e muito menos para outros seres da escala animal. A escuta é um sinalizador da aproximação tanto do bem quanto do mal. É o ouvido que nos alerta de que é bom “dar no pé” depois de nos certificarmos também pelo olhar. O que escutamos é o que nos avisa para dar uma olhada. Mergulhar em um grande silêncio, profundo e longo, nos leva frequentemente ao medo. (...)

Quando imposto, vira castigo – recurso, aliás, muito usado em sistemas correcionais em que frequentemente se apela para o isolamento (a solitária nas prisões, o quarto escuro para as crianças). Por outro lado, esse mesmo silêncio é indispensável para adquirir ou fixar novos conhecimentos. Instaurar silêncio em local de estudo não deve ser punição, mas condição para que a aprendizagem ocorra. O silêncio é, pois, um fato ambíguo. Ele é necessário para que se percebam com clareza os ruídos que vêm para ameaçar nossa integridade, mas, sem eles, não podemos nos desenvolver nem emocional nem intelectualmente. (...)

(MAUTNER, Anna Verônica. Folha de S. Paulo, Equilíbrio, 11/01/2007.)

De acordo com a estruturação textual e os recursos empregados para a sua construção, pode-se afirmar que dentre os componentes que o constituem está a tese, expressa no texto pela autora em:
 

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