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Foram encontradas 30 questões.

941147 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG

João comprou quatro produtos: um barbeador, um creme de barbear, uma loção pós-barba e um pincel de barbear.Considere as seguintes informações:

• o barbeador foi o item mais caro;

• a loção não foi mais barata que o pincel; e,

• o pincel custou R$ 3,00 a mais do que o creme.


A ordem crescente dos preços destes produtos é

 

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941145 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG

Um garçom memorizou os pedidos de três clientes – uma jovem, uma criança e um senhor –, que foram: um pedaçode torta de legumes, um bife à milanesa com arroz, um filé de frango com salada, água mineral, vinho e refrigerante.Considere que cada um deles fez um pedido de um alimento e uma bebida e o garçom esqueceu quem fez cadapedido; porém, sabe que:

o senhor: é vegetariano e pediu água;

a criança: pediu bife à milanesa e não toma bebida alcoólica; e,

a jovem: está de regime e não bebe refrigerante.


Qual das alternativas corresponde a dois itens pedidos por uma mesma pessoa?

 

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941144 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Texto


Respeito e autoridade


Certa vez, eu ia dar uma palestra sobre educação. Ainda no hotel, conversei com alguns jornalistas. O primeiro deles a falar, um rapaz simpático, perguntou qual seria o tema da minha apresentação. Respondi: “Educação e autoridade". Ele piscou os claros olhos e disse, espontaneamente: “Autoridade? Aquilo que diz isso pode, isso não pode?" Achei graça e confirmei: “Isso mesmo".

O assunto me voltou à lembrança nestes dias em que tanto se fragilizam o conceito e a instituição “autoridade" no país varado de manifestações e greves. Não quero analisar se elas são justas: geralmente têm sido. Há miséria, omissão, desencanto e injustiça demais por aqui. Mas eu falo na questão da autoridade: quando se baseia no respeito, encontra eco. Quando mal fundamentada, vem a confusão, como nesta fase em que a inquietação pipoca em tantos pontos e momentos, em toda sorte de protesto. [...]

Não sou do tipo severo, não sou rigorosa demais, porém me preocupa esse singular sentimento de mal-estar, expresso por tanta gente quando diz: “Tem algo esquisito no Brasil, algo estranho paira no ar, não consigo definir bem". Muitas coisas inquietantes acontecem, talvez tantas que não se possam qualificar com uma expressão só. Mas um dos fatores dessa situação é a quebra da autoridade, e de seu irmão, o respeito: isso se conquista. Respeito é essencial para que qualquer coisa funcione: tem a ver com hierarquia, com cuidados, como na família – organização em que tudo começa. Quem ama cuida e, em certos momentos, precisa exercer autoridade, sobretudo com relação a crianças e adolescentes. Pois, se os adultos não conseguem ter, e impor, um mínimo de ordem no ambiente familiar, na compostura dos filhos (e de si próprios), não haverá uma família, mas um grupo desordenado, possivelmente belicoso, e de pouca ajuda na preparação para os embates da vida lá fora. Talvez, nesse território pessoal, fosse bom deixar um pouco de lado os psicologismos (não falo da verdadeira psicologia, que pode ajudar a minimizar graves problemas individuais ou de convivência), que nos sugerem exercer quase zero de autoridade, e nada de severidade, tentando sempre “o diálogo". Nem sempre é possível dialogar com uma criança enfurecida ou um adolescente confuso, e uma dose amorosa de rigor pode pôr as coisas de novo em ordem, aliviando a situação. [...]

Se não somos iguais – nem devemos ser, pois cada indivíduo é único, cada grupo, região, país e cultura são únicos – o essencial é que todos tenham a máxima dignidade para se sentir respeitados, e as melhores condições para que possam se desenvolver. Segurança, tranquilidade, educação, saúde, moradia, transporte deveriam ser bens óbvios de cada pessoa. Copa ou não Copa, é bom rever nossos valores em todos os níveis. Pois, se continuar a generalizada inquietação social cada dia mais grave, desmoronam as instituições que nos orientam, amparam e nos tornam (ainda) uma democracia.


(Lya Luft, Revista Veja. Junho de 2014. Adaptado.)
“... saúde, moradia, transporte deveriam ser bens óbvios de cada pessoa.” (4º§). A palavra que possui o sentido oposto de “óbvio” é
 

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941139 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
São algumas habilidades importantes para o desenvolvimento da compreensão leitora, EXCETO:
 

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941137 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Texto


Respeito e autoridade


Certa vez, eu ia dar uma palestra sobre educação. Ainda no hotel, conversei com alguns jornalistas. O primeiro deles a falar, um rapaz simpático, perguntou qual seria o tema da minha apresentação. Respondi: “Educação e autoridade". Ele piscou os claros olhos e disse, espontaneamente: “Autoridade? Aquilo que diz isso pode, isso não pode?" Achei graça e confirmei: “Isso mesmo".

O assunto me voltou à lembrança nestes dias em que tanto se fragilizam o conceito e a instituição “autoridade" no país varado de manifestações e greves. Não quero analisar se elas são justas: geralmente têm sido. Há miséria, omissão, desencanto e injustiça demais por aqui. Mas eu falo na questão da autoridade: quando se baseia no respeito, encontra eco. Quando mal fundamentada, vem a confusão, como nesta fase em que a inquietação pipoca em tantos pontos e momentos, em toda sorte de protesto. [...]

Não sou do tipo severo, não sou rigorosa demais, porém me preocupa esse singular sentimento de mal-estar, expresso por tanta gente quando diz: “Tem algo esquisito no Brasil, algo estranho paira no ar, não consigo definir bem". Muitas coisas inquietantes acontecem, talvez tantas que não se possam qualificar com uma expressão só. Mas um dos fatores dessa situação é a quebra da autoridade, e de seu irmão, o respeito: isso se conquista. Respeito é essencial para que qualquer coisa funcione: tem a ver com hierarquia, com cuidados, como na família – organização em que tudo começa. Quem ama cuida e, em certos momentos, precisa exercer autoridade, sobretudo com relação a crianças e adolescentes. Pois, se os adultos não conseguem ter, e impor, um mínimo de ordem no ambiente familiar, na compostura dos filhos (e de si próprios), não haverá uma família, mas um grupo desordenado, possivelmente belicoso, e de pouca ajuda na preparação para os embates da vida lá fora. Talvez, nesse território pessoal, fosse bom deixar um pouco de lado os psicologismos (não falo da verdadeira psicologia, que pode ajudar a minimizar graves problemas individuais ou de convivência), que nos sugerem exercer quase zero de autoridade, e nada de severidade, tentando sempre “o diálogo". Nem sempre é possível dialogar com uma criança enfurecida ou um adolescente confuso, e uma dose amorosa de rigor pode pôr as coisas de novo em ordem, aliviando a situação. [...]

Se não somos iguais – nem devemos ser, pois cada indivíduo é único, cada grupo, região, país e cultura são únicos – o essencial é que todos tenham a máxima dignidade para se sentir respeitados, e as melhores condições para que possam se desenvolver. Segurança, tranquilidade, educação, saúde, moradia, transporte deveriam ser bens óbvios de cada pessoa. Copa ou não Copa, é bom rever nossos valores em todos os níveis. Pois, se continuar a generalizada inquietação social cada dia mais grave, desmoronam as instituições que nos orientam, amparam e nos tornam (ainda) uma democracia.


(Lya Luft, Revista Veja. Junho de 2014. Adaptado.)
Respeito é essencial para que qualquer coisa funcione.” (3º§). A articulação das orações do período expressa uma ideia de
 

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941135 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Texto


Respeito e autoridade


Certa vez, eu ia dar uma palestra sobre educação. Ainda no hotel, conversei com alguns jornalistas. O primeiro deles a falar, um rapaz simpático, perguntou qual seria o tema da minha apresentação. Respondi: “Educação e autoridade". Ele piscou os claros olhos e disse, espontaneamente: “Autoridade? Aquilo que diz isso pode, isso não pode?" Achei graça e confirmei: “Isso mesmo".

O assunto me voltou à lembrança nestes dias em que tanto se fragilizam o conceito e a instituição “autoridade" no país varado de manifestações e greves. Não quero analisar se elas são justas: geralmente têm sido. Há miséria, omissão, desencanto e injustiça demais por aqui. Mas eu falo na questão da autoridade: quando se baseia no respeito, encontra eco. Quando mal fundamentada, vem a confusão, como nesta fase em que a inquietação pipoca em tantos pontos e momentos, em toda sorte de protesto. [...]

Não sou do tipo severo, não sou rigorosa demais, porém me preocupa esse singular sentimento de mal-estar, expresso por tanta gente quando diz: “Tem algo esquisito no Brasil, algo estranho paira no ar, não consigo definir bem". Muitas coisas inquietantes acontecem, talvez tantas que não se possam qualificar com uma expressão só. Mas um dos fatores dessa situação é a quebra da autoridade, e de seu irmão, o respeito: isso se conquista. Respeito é essencial para que qualquer coisa funcione: tem a ver com hierarquia, com cuidados, como na família – organização em que tudo começa. Quem ama cuida e, em certos momentos, precisa exercer autoridade, sobretudo com relação a crianças e adolescentes. Pois, se os adultos não conseguem ter, e impor, um mínimo de ordem no ambiente familiar, na compostura dos filhos (e de si próprios), não haverá uma família, mas um grupo desordenado, possivelmente belicoso, e de pouca ajuda na preparação para os embates da vida lá fora. Talvez, nesse território pessoal, fosse bom deixar um pouco de lado os psicologismos (não falo da verdadeira psicologia, que pode ajudar a minimizar graves problemas individuais ou de convivência), que nos sugerem exercer quase zero de autoridade, e nada de severidade, tentando sempre “o diálogo". Nem sempre é possível dialogar com uma criança enfurecida ou um adolescente confuso, e uma dose amorosa de rigor pode pôr as coisas de novo em ordem, aliviando a situação. [...]

Se não somos iguais – nem devemos ser, pois cada indivíduo é único, cada grupo, região, país e cultura são únicos – o essencial é que todos tenham a máxima dignidade para se sentir respeitados, e as melhores condições para que possam se desenvolver. Segurança, tranquilidade, educação, saúde, moradia, transporte deveriam ser bens óbvios de cada pessoa. Copa ou não Copa, é bom rever nossos valores em todos os níveis. Pois, se continuar a generalizada inquietação social cada dia mais grave, desmoronam as instituições que nos orientam, amparam e nos tornam (ainda) uma democracia.


(Lya Luft, Revista Veja. Junho de 2014. Adaptado.)

Mas um dos fatores dessa situação é a quebra da autoridade, e de seu irmão, o respeito: isso se conquista.” (3º§).


O excerto anterior contém um recurso de linguagem denominado

 

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Os candidatos à Presidência da República no Brasil, neste ano são: Aécio Neves; Dilma Rousseff; Eduardo Jorge; Eymael; Levy Fidelix; Luciana Genro; Marina Silva; Mauro Iasi; Pastor Everaldo; Rui Costa Pimenta; e, Zé Maria. Em relação às funções que devem (e podem) ser atribuídas e realizadas pelo Presidente da República no Brasil, o principal cargo político do país, num estado democrático, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


( ) Nomear pessoas para compor os ministérios, sem aprovação do Congresso.

( ) Vetar ou aprovar, total ou parcialmente os projetos de lei aprovados pelo Congresso nacional.

( ) Escolher os componentes de todas as instâncias dos poderes Legislativo e Judiciário das capitais brasileiras.

( ) Editar medidas provisórias com força de lei, em caráter de urgência.

( ) Submeter os setores econômicos, políticos e sociais do país, a um plano plurianual, de arrecadação e gastos, de sua autoria e responsabilidade integral.

A sequência está correta em

 

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Índios Ka’apor promovem caça a madeireiros no Maranhão

Índios da etnia Ka’apor promoveram uma caçada a madeireiros que agiam nas matas do Alto Turiaçu, próximo ao centro da cidade de Guilherme, no Maranhão. O flagra foi registrado por um fotógrafo da agência Reuters no dia 7 de agosto e divulgado nesta quinta-feira.

[...] os guerreiros Ka’apor amarraram os criminosos e tiraram a roupa de alguns deles. Eles também jogaram gasolina nos caminhões usados pelos madeireiros e atearam fogo.

(Disponível em: http://noticias.terra.com.br/brasil/indios-kaapor-promovem-caca-a-madeireiros-no-

maranhao,5791563332248410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html.)


Os conflitos envolvendo comunidades indígenas têm sido comuns nesses últimos tempos no Brasil. Tais conflitos têm como um dos principais panos de fundo:

 

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O aumento da criminalidade e da violência é uma preocupação mundial. No Brasil, a questão da idade penal é uma das grandes polêmicas que faz parte do cotidiano nacional e das discussões relacionadas a esse aumento assombroso da violência e do envolvimento cada vez maior de faixas etárias mais diversificadas nesses episódios. Segundo a Constituição vigente no país atualmente, a idade penal começa aos
 

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“O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado pela ONU, parte do pressuposto de que para aferir o avanço de uma população não se deve considerar apenas a dimensão econômica, mas também outras características sociais, culturais e políticas que influenciam a qualidade da vida humana. Tem o objetivo de oferecer um contraponto a outro indicador muito utilizado, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita, que considera apenas a dimensão econômica do desenvolvimento.” Em relação a esse índice (IDH) do Brasil, analise as afirmativas correlatas.


I. “No Brasil, tem sido utilizado também o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) que pode pretende ser uma medida geral e sintética do desenvolvimento humano e que tem demonstrado que as regiões em melhores condições nesse setor são do Sudeste, Sul e Centro-Oeste.”

PORQUE

II. “Além de computar o PIB per capita, o IDH também leva em conta dois outros componentes: a longevidade e a educação, cujos déficits são mais notáveis no Nordeste e Norte do Brasil.”


Assinale a alternativa correta.

 

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