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Uma mulher de 42 anos procura atendimento por dor articular há 4 meses, acometendo
mãos e punhos de forma bilateral, associada a rigidez matinal com duração aproximada de 90
minutos. Refere melhora parcial ao longo do dia. Nega febre. Ao exame, apresenta sinovite em
articulações metacarpofalângicas e interfalângicas proximais. Exames laboratoriais mostram
fator reumatoide negativo, PCR discretamente elevada e hemograma sem alterações. Qual é o
diagnóstico mais provável?
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Um homem de 31 anos procura atendimento por lesão genital há cerca de 10 dias. Refere
que iniciou como pequena pápula indolor, evoluindo para úlcera única. Nega dor local
significativa. Nas últimas 48 horas, passou a apresentar aumento doloroso em região inguinal
direita. Ao exame: úlcera genital única, de bordas bem delimitadas, base limpa e endurecida.
Presença de linfonodo inguinal aumentado, doloroso, com sinais inflamatórios locais. Nega
febre. A partir do diagnóstico mais provável, qual é a hipótese principal?
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Um homem de 58 anos, com Diabetes Mellitus tipo, 2 há 10 anos, em uso de metformina
2.000 mg/dia e glibenclamida, procura atendimento por controle glicêmico inadequado.
Apresenta HbA1c de 9,2%. Refere ganho ponderal recente e episódios ocasionais de
hipoglicemia leve. Tem história de infarto prévio há 3 anos e doença renal crônica estágio 3,
(TFG estimada: 48 mL/min/1,73m²). PA controlada. Levando-se em conta as diretrizes mais
recentes, qual é a melhor estratégia terapêutica para intensificação do tratamento?
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Uma mulher de 34 anos procura atendimento por desconforto epigástrico recorrente há 4
meses, descrito como sensação de plenitude pós-prandial e saciedade precoce. Nega pirose ou
regurgitação. Sem perda ponderal, anemia, vômitos persistentes ou disfagia. Não faz uso de
anti-inflamatórios. Exame físico sem alterações. Considerando-se a melhor abordagem inicial
para esse quadro, qual é a conduta mais adequada?
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Um homem de 41 anos, previamente hígido, residente em área rural, procura atendimento
por dor abdominal intermitente e episódios de diarreia há cerca de 2 semanas. Evolui com tosse
seca e sibilância nos últimos dias. Nega febre. Ao exame: abdome discretamente doloroso
difusamente e sibilos esparsos à ausculta pulmonar. Hemograma mostra leucocitose com
eosinofilia significativa. Parasitológico de fezes ainda não disponível. Tendo em vista o
diagnóstico mais provável, qual é a melhor conduta inicial?
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Uma puérpera de 29 anos, no 5º dia pós-parto, procura atendimento por dor mamária
intensa à esquerda, associada à área endurecida e hiperemiada. Refere febre, (38,5 °C) e mal
estar nas últimas 24 horas. O recém-nascido está em aleitamento materno exclusivo, com boa
pega segundo relato. Ao exame: área dolorosa, quente e mal - delimitada na mama esquerda, sem
flutuação. Não há sinais de sepse. Qual é a conduta mais adequada?
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Uma mulher de 36 anos procura atendimento por cefaleia de início há 5 dias, progressiva, de
forte intensidade, holocraniana, associada a náuseas e piora ao deitar. Refere episódio recente
de uso de anticoncepcional oral combinado e viagem longa há cerca de 10 dias. Nega história
prévia de enxaqueca. Ao exame: papiledema bilateral, sem déficits neurológicos focais.
Temperatura normal. Qual é o diagnóstico mais provável?
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Um homem de 57 anos, etilista crônico, dá entrada com febre, cefaleia intensa e rebaixamento
do nível de consciência há 12 horas. Ao exame: Glasgow 12, rigidez de nuca, sem déficits focais
evidentes. São coletadas hemoculturas e iniciada antibioticoterapia empírica. A análise do
líquor, obtido após tomografia de crânio sem contraindicações, revela: 1.800 leucócitos/mm³
(90% neutrófilos), glicose 28 mg/dL, (glicemia sérica 110 mg/dL), proteína 220 mg/dL.
Considerando-se o agente etiológico mais provável nesse contexto clínico, qual é o esquema antimicrobiano empírico mais adequado?
Considerando-se o agente etiológico mais provável nesse contexto clínico, qual é o esquema antimicrobiano empírico mais adequado?
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Um homem de 68 anos, com diagnóstico de Doença de Parkinson há 6 anos, em uso de
levodopa/carbidopa em doses fracionadas, refere piora progressiva da mobilidade ao longo do
dia, com períodos de boa resposta intercalados com episódios de rigidez e bradicinesia,
(“wearing-off”). Relata, ainda, surgimento recente de movimentos involuntários coreiformes nos
períodos de melhor resposta à medicação. Nega sintomas psicóticos. Ao exame, apresenta
discinesias de pico de dose e flutuações motoras previsíveis. Qual é a melhor estratégia
terapêutica inicial para manejo desse quadro?
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Uma mulher de 62 anos, com diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, (DPOC),
GOLD III e uso recente de antibiótico por exacerbação há 20 dias, procura atendimento por
febre, dispneia progressiva e tosse produtiva. Ao exame: FR 30 irpm, PA 92/58 mmHg, FC 118
bpm, SatO₂ 88% em ar ambiente. Apresenta confusão leve. Radiografia de tórax mostra infiltrado
multilobar. Foi internada em enfermaria nas últimas 3 semanas por exacerbação da DPOC. A
partir do quadro clínico e fatores de risco, qual é a melhor conduta inicial em relação à
antibioticoterapia empírica?
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