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Uma mulher de 30 anos, gestante de 35 semanas, previamente hígida, é admitida no
departamento de emergência, após episódio súbito de dispneia intensa seguido de colapso
circulatório. Ao exame inicial, apresenta-se inconsciente, sem movimentos respiratórios
espontâneos e sem pulso palpável em grandes artérias. O monitor cardíaco demonstra
atividade elétrica organizada sem débito circulatório detectável. São iniciadas, imediatamente,
compressões torácicas de alta qualidade, ventilação com dispositivo bolsa-válvula-máscara,
deslocamento manual uterino para a esquerda e administração de Adrenalina conforme
protocolo. Durante o atendimento, observa-se que a altura uterina encontra-se, claramente,
acima da cicatriz umbilical. Após breve reavaliação do cenário, a equipe assistente considera
baixa probabilidade de reversão imediata da causa da parada cardiorrespiratória. À luz das
recomendações atuais de suporte avançado de vida cardiovascular, qual é a conduta mais
apropriada?
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Uma mulher de 63 anos, previamente independente, é levada ao pronto-socorro após início
súbito de dificuldade para falar e fraqueza em hemicorpo direito enquanto tomava café com a
família. Segundo o acompanhante, os sintomas começaram há, aproximadamente, 2 hora e 20
minutos. Na admissão: PA: 168/94 mmHg; FC: 88 bpm, FR: 18 irpm, saturação: 97% em ar
ambiente, glicemia capilar: 108 mg/dL. Ao exame neurológico: desvio de rima labial à esquerda;
força grau 2/5 em membro superior e inferior direitos; afasia motora. Tomografia de crânio sem
contraste realizada, imediatamente, não demonstra sinais de hemorragia intracraniana. Qual é a
conduta mais apropriada neste momento?
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Um homem de 64 anos, com histórico de insuficiência cardíaca e doença renal crônica, sofre
colapso súbito durante internação hospitalar. A equipe de resposta rápida inicia atendimento
imediatamente. Na avaliação: paciente inconsciente, sem responsividade; ausência de pulso
carotídeo. Monitor cardíaco demonstra ritmo organizado com complexos QRS largos a 40 bpm.
Não há pulso palpável correspondente ao ritmo no monitor. Após confirmação do ritmo, qual é
a conduta mais adequada?
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Um homem de 29 anos é trazido ao pronto-socorro após colisão motociclística de alta
energia. Encontra-se agitado, taquipneico e refere intensa dor torácica à direita. Durante a avaliação primária, apresenta: FC 142bpm, PA 82/48 mmHg, FR 30irpm. Ao exame físico:
ingurgitamento de veia jugular, desvio traqueal à esquerda, murmúrio vesicular abolido em
hemitórax direito e hipertimpanismo à percussão no lado direito. Qual é o diagnóstico mais
provável?
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Um paciente masculino de 68 anos, hipertenso, com histórico de cardiopatia isquêmica,
apresentando ritmo sinusal em ECG prévio, chega ao pronto-socorro com precordialgia,
palpitações intensas e dispneia súbita. PA 78X46mmHg, FC 167bpm. ECG: ritmo irregular,
ausência de ondas P, QRS estreito. Diante da principal hipótese diagnóstica, qual é a melhor
conduta imediata?
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Uma mulher de 42 anos procura atendimento por dor articular há 4 meses, acometendo
mãos e punhos de forma bilateral, associada a rigidez matinal com duração aproximada de 90
minutos. Refere melhora parcial ao longo do dia. Nega febre. Ao exame, apresenta sinovite em
articulações metacarpofalângicas e interfalângicas proximais. Exames laboratoriais mostram
fator reumatoide negativo, PCR discretamente elevada e hemograma sem alterações. Qual é o
diagnóstico mais provável?
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Um homem de 31 anos procura atendimento por lesão genital há cerca de 10 dias. Refere
que iniciou como pequena pápula indolor, evoluindo para úlcera única. Nega dor local
significativa. Nas últimas 48 horas, passou a apresentar aumento doloroso em região inguinal
direita. Ao exame: úlcera genital única, de bordas bem delimitadas, base limpa e endurecida.
Presença de linfonodo inguinal aumentado, doloroso, com sinais inflamatórios locais. Nega
febre. A partir do diagnóstico mais provável, qual é a hipótese principal?
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Um homem de 58 anos, com Diabetes Mellitus tipo, 2 há 10 anos, em uso de metformina
2.000 mg/dia e glibenclamida, procura atendimento por controle glicêmico inadequado.
Apresenta HbA1c de 9,2%. Refere ganho ponderal recente e episódios ocasionais de
hipoglicemia leve. Tem história de infarto prévio há 3 anos e doença renal crônica estágio 3,
(TFG estimada: 48 mL/min/1,73m²). PA controlada. Levando-se em conta as diretrizes mais
recentes, qual é a melhor estratégia terapêutica para intensificação do tratamento?
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Uma mulher de 34 anos procura atendimento por desconforto epigástrico recorrente há 4
meses, descrito como sensação de plenitude pós-prandial e saciedade precoce. Nega pirose ou
regurgitação. Sem perda ponderal, anemia, vômitos persistentes ou disfagia. Não faz uso de
anti-inflamatórios. Exame físico sem alterações. Considerando-se a melhor abordagem inicial
para esse quadro, qual é a conduta mais adequada?
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Um homem de 41 anos, previamente hígido, residente em área rural, procura atendimento
por dor abdominal intermitente e episódios de diarreia há cerca de 2 semanas. Evolui com tosse
seca e sibilância nos últimos dias. Nega febre. Ao exame: abdome discretamente doloroso
difusamente e sibilos esparsos à ausculta pulmonar. Hemograma mostra leucocitose com
eosinofilia significativa. Parasitológico de fezes ainda não disponível. Tendo em vista o
diagnóstico mais provável, qual é a melhor conduta inicial?
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