Foram encontradas 30 questões.
4138327
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
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Veja no quadro as palavras (encontro, coincidiram, infinita), depois assinale a alternativa correta.
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4138326
Ano: 2026
Disciplina: Português
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Disciplina: Português
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Referindo-se à significação das palavras, marque onde temos sinônimos.
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4138325
Ano: 2026
Disciplina: Português
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Disciplina: Português
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Aludindo-se à significação das palavras, determine onde temos antônimos.
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4138324
Ano: 2026
Disciplina: Português
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Disciplina: Português
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A respeito dos tipos de frase, marque a alternativa incorreta.
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4138323
Ano: 2026
Disciplina: Português
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Disciplina: Português
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Tratando-se de frase, assinale a alternativa incorreta.
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4138322
Ano: 2026
Disciplina: Português
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https//br.printerest.com
No período do texto “e querer só uma estrela!”, temos uma frase:
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4138321
Ano: 2026
Disciplina: Português
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Leia o texto para responder às próximas quatro questões.
No interessante livro Homem Lento, de ... (Marta Medeiros).
No interessante livro HOMEM LENTO, de J.M. Coetzee, há uma passagem que me marcou. É um
confronto verbal entre o personagem principal do livro, um homem de mais de 60 anos que teve
uma perna amputada depois de um acidente de bicicleta, e um garoto adolescente. Ambos estão
no sombrio e decadente apartamento do velho, que resmunga: "Eu fui ultrapassado pelo tempo.
Este apartamento e tudo o que existe dentro dele foi ultrapassado pelo tempo". O garoto
pergunta se ele não gosta de coisas novas. O velho (que nem é tão velho) responde: "Isso tudo
um dia foi novo. Tudo no mundo um dia foi novo. Até eu fui novo. Na hora em que nasci, eu era a
coisa mais moderna da face da terra".
Nada é tão moderno quanto nós ao nascermos. Sublinhei.
Prosseguindo o diálogo, o garoto então comenta, como quem não quer nada, que um dia foi
visitar o avô para mostrar como funcionava um computador. O avô era bem velho e também
tinha sido ultrapassado pelo tempo. Hoje fazia compras pela internet, enviava e-mails, recebia
fotos.
"E daí?", pergunta o mal-humorado sem perna.
"Daí que dá pra escolher".
Eis uma frase, uma verdade, um verso: dá pra escolher. Todo dia, ao levantar da cama, eu
procuro me lembrar: dá pra escolher. Nem eu nem você estamos jogados ao léu, nas mãos do
destino. Não temos controle sobre tudo, mas dá pra escolher entre ter amigos ou viver recluso,
dá pra escolher entre privilegiar um amor ou ter vários casos superficiais, dá pra escolher entre
participar ativamente de um projeto que alavanque nosso bem-estar ou ficar de fora apenas
criticando, dá pra escolher entre se refugiar num lugar tranquilo ou aprender a lidar com o stress
urbano, dá pra escolher entre levar a vida com bom-humor ou levar a vida na ponta da faca.
Tudo é uma escolha, inclusive ser velho ou ser jovem, e isto não se resolve apenas numa clínica
de estética. Todas as nossas escolhas passam pelo estado de espírito. É ele que vai determinar
se vamos viver uma vida mais simples ou mais complicada, mais solitária ou mais social, mais
produtiva ou mais lerda. Dá pra escolher entre ser carnívoro ou vegetariano, entre fumar ou não,
entre correr na praia ou ficar um pouco mais na cama, entre jogar paciência ou ler um livro, entre
amores serenos ou amores turbulentos. Se a escolha será acertada, aí já é outro assunto, o
futuro vai dizer. Pensando bem, acertos e erros nem estão em pauta aqui. O que importa é ter
consciência de que ficar sentado esperando que a vida escolha por nós não é uma opção
confortável como parece. Descansados da silva, vem o tempo e crau: nos ultrapassa.
Fonte: https://www.google.com.br/search?
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4138320
Ano: 2026
Disciplina: Português
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Leia o texto para responder às próximas quatro questões.
No interessante livro Homem Lento, de ... (Marta Medeiros).
No interessante livro HOMEM LENTO, de J.M. Coetzee, há uma passagem que me marcou. É um
confronto verbal entre o personagem principal do livro, um homem de mais de 60 anos que teve
uma perna amputada depois de um acidente de bicicleta, e um garoto adolescente. Ambos estão
no sombrio e decadente apartamento do velho, que resmunga: "Eu fui ultrapassado pelo tempo.
Este apartamento e tudo o que existe dentro dele foi ultrapassado pelo tempo". O garoto
pergunta se ele não gosta de coisas novas. O velho (que nem é tão velho) responde: "Isso tudo
um dia foi novo. Tudo no mundo um dia foi novo. Até eu fui novo. Na hora em que nasci, eu era a
coisa mais moderna da face da terra".
Nada é tão moderno quanto nós ao nascermos. Sublinhei.
Prosseguindo o diálogo, o garoto então comenta, como quem não quer nada, que um dia foi
visitar o avô para mostrar como funcionava um computador. O avô era bem velho e também
tinha sido ultrapassado pelo tempo. Hoje fazia compras pela internet, enviava e-mails, recebia
fotos.
"E daí?", pergunta o mal-humorado sem perna.
"Daí que dá pra escolher".
Eis uma frase, uma verdade, um verso: dá pra escolher. Todo dia, ao levantar da cama, eu
procuro me lembrar: dá pra escolher. Nem eu nem você estamos jogados ao léu, nas mãos do
destino. Não temos controle sobre tudo, mas dá pra escolher entre ter amigos ou viver recluso,
dá pra escolher entre privilegiar um amor ou ter vários casos superficiais, dá pra escolher entre
participar ativamente de um projeto que alavanque nosso bem-estar ou ficar de fora apenas
criticando, dá pra escolher entre se refugiar num lugar tranquilo ou aprender a lidar com o stress
urbano, dá pra escolher entre levar a vida com bom-humor ou levar a vida na ponta da faca.
Tudo é uma escolha, inclusive ser velho ou ser jovem, e isto não se resolve apenas numa clínica
de estética. Todas as nossas escolhas passam pelo estado de espírito. É ele que vai determinar
se vamos viver uma vida mais simples ou mais complicada, mais solitária ou mais social, mais
produtiva ou mais lerda. Dá pra escolher entre ser carnívoro ou vegetariano, entre fumar ou não,
entre correr na praia ou ficar um pouco mais na cama, entre jogar paciência ou ler um livro, entre
amores serenos ou amores turbulentos. Se a escolha será acertada, aí já é outro assunto, o
futuro vai dizer. Pensando bem, acertos e erros nem estão em pauta aqui. O que importa é ter
consciência de que ficar sentado esperando que a vida escolha por nós não é uma opção
confortável como parece. Descansados da silva, vem o tempo e crau: nos ultrapassa.
Fonte: https://www.google.com.br/search?
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4138319
Ano: 2026
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Leia o texto para responder às próximas quatro questões.
No interessante livro Homem Lento, de ... (Marta Medeiros).
No interessante livro HOMEM LENTO, de J.M. Coetzee, há uma passagem que me marcou. É um
confronto verbal entre o personagem principal do livro, um homem de mais de 60 anos que teve
uma perna amputada depois de um acidente de bicicleta, e um garoto adolescente. Ambos estão
no sombrio e decadente apartamento do velho, que resmunga: "Eu fui ultrapassado pelo tempo.
Este apartamento e tudo o que existe dentro dele foi ultrapassado pelo tempo". O garoto
pergunta se ele não gosta de coisas novas. O velho (que nem é tão velho) responde: "Isso tudo
um dia foi novo. Tudo no mundo um dia foi novo. Até eu fui novo. Na hora em que nasci, eu era a
coisa mais moderna da face da terra".
Nada é tão moderno quanto nós ao nascermos. Sublinhei.
Prosseguindo o diálogo, o garoto então comenta, como quem não quer nada, que um dia foi
visitar o avô para mostrar como funcionava um computador. O avô era bem velho e também
tinha sido ultrapassado pelo tempo. Hoje fazia compras pela internet, enviava e-mails, recebia
fotos.
"E daí?", pergunta o mal-humorado sem perna.
"Daí que dá pra escolher".
Eis uma frase, uma verdade, um verso: dá pra escolher. Todo dia, ao levantar da cama, eu
procuro me lembrar: dá pra escolher. Nem eu nem você estamos jogados ao léu, nas mãos do
destino. Não temos controle sobre tudo, mas dá pra escolher entre ter amigos ou viver recluso,
dá pra escolher entre privilegiar um amor ou ter vários casos superficiais, dá pra escolher entre
participar ativamente de um projeto que alavanque nosso bem-estar ou ficar de fora apenas
criticando, dá pra escolher entre se refugiar num lugar tranquilo ou aprender a lidar com o stress
urbano, dá pra escolher entre levar a vida com bom-humor ou levar a vida na ponta da faca.
Tudo é uma escolha, inclusive ser velho ou ser jovem, e isto não se resolve apenas numa clínica
de estética. Todas as nossas escolhas passam pelo estado de espírito. É ele que vai determinar
se vamos viver uma vida mais simples ou mais complicada, mais solitária ou mais social, mais
produtiva ou mais lerda. Dá pra escolher entre ser carnívoro ou vegetariano, entre fumar ou não,
entre correr na praia ou ficar um pouco mais na cama, entre jogar paciência ou ler um livro, entre
amores serenos ou amores turbulentos. Se a escolha será acertada, aí já é outro assunto, o
futuro vai dizer. Pensando bem, acertos e erros nem estão em pauta aqui. O que importa é ter
consciência de que ficar sentado esperando que a vida escolha por nós não é uma opção
confortável como parece. Descansados da silva, vem o tempo e crau: nos ultrapassa.
Fonte: https://www.google.com.br/search?
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4138318
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Leia o texto para responder às próximas quatro questões.
No interessante livro Homem Lento, de ... (Marta Medeiros).
No interessante livro HOMEM LENTO, de J.M. Coetzee, há uma passagem que me marcou. É um
confronto verbal entre o personagem principal do livro, um homem de mais de 60 anos que teve
uma perna amputada depois de um acidente de bicicleta, e um garoto adolescente. Ambos estão
no sombrio e decadente apartamento do velho, que resmunga: "Eu fui ultrapassado pelo tempo.
Este apartamento e tudo o que existe dentro dele foi ultrapassado pelo tempo". O garoto
pergunta se ele não gosta de coisas novas. O velho (que nem é tão velho) responde: "Isso tudo
um dia foi novo. Tudo no mundo um dia foi novo. Até eu fui novo. Na hora em que nasci, eu era a
coisa mais moderna da face da terra".
Nada é tão moderno quanto nós ao nascermos. Sublinhei.
Prosseguindo o diálogo, o garoto então comenta, como quem não quer nada, que um dia foi
visitar o avô para mostrar como funcionava um computador. O avô era bem velho e também
tinha sido ultrapassado pelo tempo. Hoje fazia compras pela internet, enviava e-mails, recebia
fotos.
"E daí?", pergunta o mal-humorado sem perna.
"Daí que dá pra escolher".
Eis uma frase, uma verdade, um verso: dá pra escolher. Todo dia, ao levantar da cama, eu
procuro me lembrar: dá pra escolher. Nem eu nem você estamos jogados ao léu, nas mãos do
destino. Não temos controle sobre tudo, mas dá pra escolher entre ter amigos ou viver recluso,
dá pra escolher entre privilegiar um amor ou ter vários casos superficiais, dá pra escolher entre
participar ativamente de um projeto que alavanque nosso bem-estar ou ficar de fora apenas
criticando, dá pra escolher entre se refugiar num lugar tranquilo ou aprender a lidar com o stress
urbano, dá pra escolher entre levar a vida com bom-humor ou levar a vida na ponta da faca.
Tudo é uma escolha, inclusive ser velho ou ser jovem, e isto não se resolve apenas numa clínica
de estética. Todas as nossas escolhas passam pelo estado de espírito. É ele que vai determinar
se vamos viver uma vida mais simples ou mais complicada, mais solitária ou mais social, mais
produtiva ou mais lerda. Dá pra escolher entre ser carnívoro ou vegetariano, entre fumar ou não,
entre correr na praia ou ficar um pouco mais na cama, entre jogar paciência ou ler um livro, entre
amores serenos ou amores turbulentos. Se a escolha será acertada, aí já é outro assunto, o
futuro vai dizer. Pensando bem, acertos e erros nem estão em pauta aqui. O que importa é ter
consciência de que ficar sentado esperando que a vida escolha por nós não é uma opção
confortável como parece. Descansados da silva, vem o tempo e crau: nos ultrapassa.
Fonte: https://www.google.com.br/search?
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