Foram encontradas 80 questões.
Analise a frase abaixo para responder à questão.
pessoas hoje gostariam de fazer uma viagem em família, mas algumas olhadas nos preços das passagens para desistirem.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à concordância verbal, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
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Analise a frase abaixo para responder à questão.
Jamais se tivesse achado que algum mal.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à colocação pronominal, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
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Analise a frase abaixo para responder à questão.
Afinal inteligência é um dos pilares do desenvolvimento assim como o motor é o da linguagem e alcançar um destes marcos não significa que necessariamente a criança será ágil em outros.
(www.semprefamilia.com.br. Adaptado).
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à pontuação, assinale a alternativa correta.
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De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à ortografia, assinale a alternativa correta.
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Analise as frases abaixo para responder à questão.
Disseram que qualquer momento os preços podem começar subir.
Mas eu prefiro essa realidade em que faltam itens básicos no mercado.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto ao uso da crase, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.
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Escondida no centro do Rio de Janeiro, encontrei a loja que merecia o título de uma das sete maravilhas do comércio popular. Dotada dos espécimes mais variados da flora "made in China", era a meca dos que compram plantas de mentira.
Sim, sou esse tipo de pessoa. Enquanto amigos saem por aí, telúricos e naturais, visitando hortos e garden centers em busca de novas aquisições para suas florestas particulares, sempre aguardei a primavera pensando: "O que vou brutalmente assassinar hoje?".
É como um dedo verde, porém podre. Indiscriminadamente, dizimei todos os seres vivos do reino vegetal, em sua versão urban jungle. Peperômias, guaimbês, marantas: descansem em paz. Dracenas, pacovás, árvores da felicidade: foi bom enquanto durou. E durou bem pouco mesmo.
Até plantas aéreas, dessas que não precisam de terra e vivem de brisa, eu consegui exterminar. "Tenta zamioculca! Adora luz fria de shopping, então não vai estrebuchar com você". Ah, que honra é ver brotar a esperança que os outros depositam em mim. Entretanto, não deu uma semana e babau. Nem comigo-ninguém-pode podia comigo.
Tudo mudou, é claro, quando fui parar nesse eldorado das costelas-de-adão, ficus lyratas e begônias maculatas de silicone e resina. Hipnotizada, toquei em pétalas do mais artificial encanto. Uma “epifania” coroada pela conversa que escutei entre mãe e filha, enquanto adquiriam um buquê de girassóis que parecia feito de papel crepom. "Tão lindos, né? Já vêm com orvalho!" Na verdade, purpurina — mas que brilhava igual ao olhar empolgado daquelas duas.
Ali, me dei conta de que cínico algum seria capaz de apreciar uma bromélia de poliéster. Apenas emocionados transformam glitter vagabundo em poesia. Toda planta de plástico, a seu modo, tenta eternizar o efêmero. E a vida o que é, além disso? Quiçá mera trepadeira existencial.
(Bia Braune. www1.folha.uol.com.br).
Analise a frase abaixo para responder à questão.
"Tão lindos, né? Já ‘vêm’ com orvalho!"
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à acentuação, assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta sobre a palavra “vêm” destacada acima.
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Escondida no centro do Rio de Janeiro, encontrei a loja que merecia o título de uma das sete maravilhas do comércio popular. Dotada dos espécimes mais variados da flora "made in China", era a meca dos que compram plantas de mentira.
Sim, sou esse tipo de pessoa. Enquanto amigos saem por aí, telúricos e naturais, visitando hortos e garden centers em busca de novas aquisições para suas florestas particulares, sempre aguardei a primavera pensando: "O que vou brutalmente assassinar hoje?".
É como um dedo verde, porém podre. Indiscriminadamente, dizimei todos os seres vivos do reino vegetal, em sua versão urban jungle. Peperômias, guaimbês, marantas: descansem em paz. Dracenas, pacovás, árvores da felicidade: foi bom enquanto durou. E durou bem pouco mesmo.
Até plantas aéreas, dessas que não precisam de terra e vivem de brisa, eu consegui exterminar. "Tenta zamioculca! Adora luz fria de shopping, então não vai estrebuchar com você". Ah, que honra é ver brotar a esperança que os outros depositam em mim. Entretanto, não deu uma semana e babau. Nem comigo-ninguém-pode podia comigo.
Tudo mudou, é claro, quando fui parar nesse eldorado das costelas-de-adão, ficus lyratas e begônias maculatas de silicone e resina. Hipnotizada, toquei em pétalas do mais artificial encanto. Uma “epifania” coroada pela conversa que escutei entre mãe e filha, enquanto adquiriam um buquê de girassóis que parecia feito de papel crepom. "Tão lindos, né? Já vêm com orvalho!" Na verdade, purpurina — mas que brilhava igual ao olhar empolgado daquelas duas.
Ali, me dei conta de que cínico algum seria capaz de apreciar uma bromélia de poliéster. Apenas emocionados transformam glitter vagabundo em poesia. Toda planta de plástico, a seu modo, tenta eternizar o efêmero. E a vida o que é, além disso? Quiçá mera trepadeira existencial.
(Bia Braune. www1.folha.uol.com.br).
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto às classes de palavras, assinale a alternativa em que a palavra destacada tem forma de adjetivo, mas foi usada com função de advérbio.
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Escondida no centro do Rio de Janeiro, encontrei a loja que merecia o título de uma das sete maravilhas do comércio popular. Dotada dos espécimes mais variados da flora "made in China", era a meca dos que compram plantas de mentira.
Sim, sou esse tipo de pessoa. Enquanto amigos saem por aí, telúricos e naturais, visitando hortos e garden centers em busca de novas aquisições para suas florestas particulares, sempre aguardei a primavera pensando: "O que vou brutalmente assassinar hoje?".
É como um dedo verde, porém podre. Indiscriminadamente, dizimei todos os seres vivos do reino vegetal, em sua versão urban jungle. Peperômias, guaimbês, marantas: descansem em paz. Dracenas, pacovás, árvores da felicidade: foi bom enquanto durou. E durou bem pouco mesmo.
Até plantas aéreas, dessas que não precisam de terra e vivem de brisa, eu consegui exterminar. "Tenta zamioculca! Adora luz fria de shopping, então não vai estrebuchar com você". Ah, que honra é ver brotar a esperança que os outros depositam em mim. Entretanto, não deu uma semana e babau. Nem comigo-ninguém-pode podia comigo.
Tudo mudou, é claro, quando fui parar nesse eldorado das costelas-de-adão, ficus lyratas e begônias maculatas de silicone e resina. Hipnotizada, toquei em pétalas do mais artificial encanto. Uma “epifania” coroada pela conversa que escutei entre mãe e filha, enquanto adquiriam um buquê de girassóis que parecia feito de papel crepom. "Tão lindos, né? Já vêm com orvalho!" Na verdade, purpurina — mas que brilhava igual ao olhar empolgado daquelas duas.
Ali, me dei conta de que cínico algum seria capaz de apreciar uma bromélia de poliéster. Apenas emocionados transformam glitter vagabundo em poesia. Toda planta de plástico, a seu modo, tenta eternizar o efêmero. E a vida o que é, além disso? Quiçá mera trepadeira existencial.
(Bia Braune. www1.folha.uol.com.br).
Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra “epifania” destacada no texto.
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Escondida no centro do Rio de Janeiro, encontrei a loja que merecia o título de uma das sete maravilhas do comércio popular. Dotada dos espécimes mais variados da flora "made in China", era a meca dos que compram plantas de mentira.
Sim, sou esse tipo de pessoa. Enquanto amigos saem por aí, telúricos e naturais, visitando hortos e garden centers em busca de novas aquisições para suas florestas particulares, sempre aguardei a primavera pensando: "O que vou brutalmente assassinar hoje?".
É como um dedo verde, porém podre. Indiscriminadamente, dizimei todos os seres vivos do reino vegetal, em sua versão urban jungle. Peperômias, guaimbês, marantas: descansem em paz. Dracenas, pacovás, árvores da felicidade: foi bom enquanto durou. E durou bem pouco mesmo.
Até plantas aéreas, dessas que não precisam de terra e vivem de brisa, eu consegui exterminar. "Tenta zamioculca! Adora luz fria de shopping, então não vai estrebuchar com você". Ah, que honra é ver brotar a esperança que os outros depositam em mim. Entretanto, não deu uma semana e babau. Nem comigo-ninguém-pode podia comigo.
Tudo mudou, é claro, quando fui parar nesse eldorado das costelas-de-adão, ficus lyratas e begônias maculatas de silicone e resina. Hipnotizada, toquei em pétalas do mais artificial encanto. Uma “epifania” coroada pela conversa que escutei entre mãe e filha, enquanto adquiriam um buquê de girassóis que parecia feito de papel crepom. "Tão lindos, né? Já vêm com orvalho!" Na verdade, purpurina — mas que brilhava igual ao olhar empolgado daquelas duas.
Ali, me dei conta de que cínico algum seria capaz de apreciar uma bromélia de poliéster. Apenas emocionados transformam glitter vagabundo em poesia. Toda planta de plástico, a seu modo, tenta eternizar o efêmero. E a vida o que é, além disso? Quiçá mera trepadeira existencial.
(Bia Braune. www1.folha.uol.com.br).
Leia o trecho abaixo para responder à questão.
“Ali, me dei conta de que cínico algum seria capaz de apreciar uma bromélia de poliéster. Apenas emocionados transformam glitter vagabundo em poesia. Toda planta de plástico, a seu modo, tenta eternizar o efêmero”.
Assinale a alternativa que apresenta a correta paráfrase do trecho acima.
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Escondida no centro do Rio de Janeiro, encontrei a loja que merecia o título de uma das sete maravilhas do comércio popular. Dotada dos espécimes mais variados da flora "made in China", era a meca dos que compram plantas de mentira.
Sim, sou esse tipo de pessoa. Enquanto amigos saem por aí, telúricos e naturais, visitando hortos e garden centers em busca de novas aquisições para suas florestas particulares, sempre aguardei a primavera pensando: "O que vou brutalmente assassinar hoje?".
É como um dedo verde, porém podre. Indiscriminadamente, dizimei todos os seres vivos do reino vegetal, em sua versão urban jungle. Peperômias, guaimbês, marantas: descansem em paz. Dracenas, pacovás, árvores da felicidade: foi bom enquanto durou. E durou bem pouco mesmo.
Até plantas aéreas, dessas que não precisam de terra e vivem de brisa, eu consegui exterminar. "Tenta zamioculca! Adora luz fria de shopping, então não vai estrebuchar com você". Ah, que honra é ver brotar a esperança que os outros depositam em mim. Entretanto, não deu uma semana e babau. Nem comigo-ninguém-pode podia comigo.
Tudo mudou, é claro, quando fui parar nesse eldorado das costelas-de-adão, ficus lyratas e begônias maculatas de silicone e resina. Hipnotizada, toquei em pétalas do mais artificial encanto. Uma “epifania” coroada pela conversa que escutei entre mãe e filha, enquanto adquiriam um buquê de girassóis que parecia feito de papel crepom. "Tão lindos, né? Já vêm com orvalho!" Na verdade, purpurina — mas que brilhava igual ao olhar empolgado daquelas duas.
Ali, me dei conta de que cínico algum seria capaz de apreciar uma bromélia de poliéster. Apenas emocionados transformam glitter vagabundo em poesia. Toda planta de plástico, a seu modo, tenta eternizar o efêmero. E a vida o que é, além disso? Quiçá mera trepadeira existencial.
(Bia Braune. www1.folha.uol.com.br).
De acordo com o texto, o problema central da autora é que
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