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2009670 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
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O que é o homem leão, de Hohlenstein Stadel?
Por LOPES, 2016 (trecho de artigo adaptado).
O homem leão é uma pequena escultura pré-histórica com a altura de 29,6 centímetros. Foi toda esculpida no marfim de um único dente de mamute por meio de uma pedra lascada. Os fragmentos da estatueta foram descobertos em 1939, na caverna conhecida como Hohlenstein Stadel, localizada nos Alpes Suábios, ao sul da Alemanha.
Devido ao início da Segunda Guerra Mundial, o estudo dos fragmentos teve de ser deixado de lado e eles acabaram ficando esquecidos por trinta anos. Só após esse período, a estatueta começou a ser refeita. Foi quando cerca de 200 fragmentos começaram a revelar uma forma humana com cabeça de animal.
A primeira publicação do trabalho, em 1970, pelo Dr. Joachim Hahn, causou furor no meio especializado. Mas ainda era indefinido se a cabeça era de um urso ou de um felino. Na década seguinte, mais pedaços foram descobertos e, em 1989, a cabeça pôde ser completada. Surgiu, então, a figura de um ser humano com cabeça de leão (COOK, 2013, p. 28).
A primeira datação por carbono 14 sugeriu a idade de 30.000 anos. Nova e mais precisa datação, em 2013, revelou 40.000 anos. Tal descoberta ganhou manchetes de jornais no exterior e foi capa interna da famosa revista National Geographic, inclusive em sua edição brasileira (WALTER, 2015).
A paleontóloga e arqueóloga Elisabeth Schmid defendeu que a estatueta de Hohlenstein Stadel se tratava da figura de uma mulher leão (COOK, 2013, p. 30). Até agora não se chegou a um consenso, exceto o de provisoriamente chamála pelo nome de ‘humano leão’ – Löwenmensch, que no idioma alemão pertence ao gênero neutro. Em português algo semelhante a ‘pessoa leão’ (leon person).
(LOPES, Anchyses Jobim. Arte da era glacial - arte das cavernas: e o primeiro totem da humanidade (ou, não é que Totem e tabu pode estar certo?). Estud. psicanal, Belo Horizonte, n. 45, p. 15-36, jul. 2016.)
Leia o texto 'O que é o homem leão, de Hohlenstein Stadel?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que na década de 1980 mais pedaços foram descobertos e em 1989 a cabeça do homem leão pôde ser completada, revelando uma bela imagem com mais de um metro de altura, feita totalmente em vidro vulcânico. II. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que, quando foi completada, a estatueta do homem leão revelou a figura de um ser humano com corpo de peixe, sendo essa a mais antiga figura artística feita por um ser humano que se tem conhecimento.
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2009669 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
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NOVO PREDADOR

O Tiranossauro Rex é, possivelmente, um dos dinossauros mais populares do mundo. Não é à toa que a criatura, que viveu onde hoje é a América do Norte, está presente desde produtos infantis até filmes de Hollywood.

Agora, evidências de um novo predador foram descobertas na Austrália, com os seus fósseis indicando que ele foi tão grande quanto o Tiranossauro Rex. De acordo com estudo liderado pelo paleontólogo Anthony Romilio, da Universidade de Queensland, na Austrália, a descoberta foi feita através de uma pegada fossilizada existente onde já havia sido uma mina de carvão.

"Essas trilhas foram feitas por dinossauros que caminharam pelas florestas de pântano, que antes ocupavam muito da paisagem que hoje é o sul de Queensland", conta o pesquisador. Junto de seus colegas de estudos, Romilio documentou o total de 20 fósseis de rastros de dinossauros.

Enquanto a menor das criaturas tinha apenas o tamanho de uma ema, a maior possuía um pouco menos de três metros de altura e 10 metros de comprimento, sendo quase do tamanho de um Tiranossauro Rex, mas mais fino e alongado. A pegada deste novo grande carnívoro tem quase 80 centímetros de comprimento e o rastro fossilizado em que se encontrava conta com, aproximadamente, 160 milhões de anos, sendo ele, então, 90 milhões de anos mais velho que fósseis já encontrados do Tiranossauro Rex.

Com base nas pegadas individuais e nas trilhas nas quais cada uma delas foi encontrada, os paleontólogos conseguem descobrir como se moviam estes animais de duas pernas, informação que traz conclusões sobre a forma em que eles viajavam pelos ambientes em que passavam. Boa parte dos dinossauros grandes costumavam andar em ritmo de caminhada, com passos mais curtos devido ao tamanho de suas pernas. Porém, duas das trilhas encontradas pelos pesquisadores apontavam para um tamanho de passo maior, típico de animais em fuga.

Essa distância entre os passos sugere, então, que esses grandes dinossauros se movimentavam em velocidades de até 35 quilômetros por hora. A fim de comparação, um ser humano consegue correr cerca de 24 quilômetros por hora. A mais recente descoberta dos paleontólogos, segundo Romilio, preenche um vazio nos registros de dinossauros australianos. Até o momento, os maiores dinossauros encontrados no país estão na classe herbívora, como o Brontossauro e Mutaburrassauro.

Por Natalie Rosa, em 2020 (disponível em: https://bit.ly/30aSUOg). Com adaptações.

Leia o texto 'NOVO PREDADOR' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que as trilhas descobertas foram feitas por dinossauros que caminharam pelas florestas de pântano, que antes ocupavam muito da paisagem que hoje é o sul de Queensland.

II. Com base nas pegadas individuais e nas trilhas nas quais cada uma delas foi encontrada, os paleontólogos conseguem descobrir como se moviam os animais de duas pernas encontrados, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto.

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2009668 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
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João Cabral de Melo Neto e a tradição do romance de 30
Por CARVALHO, 2009 (trecho de artigo adaptado).
Quando João Cabral de Melo Neto começou a escrever poesia no Recife do final dos anos 1930, perdia fôlego a vigorosa produção de romances de autores nordestinos que caracterizou um momento decisivo da literatura brasileira: Rachel de Queiroz, depois de O quinze (1930) e mais três romances, (1) passaria a se dedicar ao jornalismo; José Lins do Rego já criara o seu “ciclo da cana-de-açúcar”, (2) antes de chegar à obra-prima Fogo morto (1943); e Graciliano Ramos encerrara com Vidas secas (1938) a sua série de “ficções” para explorar a “confissão” das memórias. O grupo que Cabral frequentava, liderado por Willy Lewin, preferia cultivar uma poesia inspirada pelas sugestões do sonho, em lugar dos estímulos da terra que provocaram poetas da região durante a década de 1920, como Jorge de Lima, Ascenso Ferreira, Joaquim Cardozo e Jorge Fernandes. Não era mais tempo do Primeiro Congresso Regionalista do Nordeste, no qual, em 1926, Gilberto Freyre lançara seu célebre manifesto de valorização de temas regionais, mas sim do Congresso de Poesia do Recife, no qual, em 1941, Cabral apresentaria sua tese “Considerações sobre o poeta dormindo”.
Embora a obra de estreia Pedra do sono (1942) muito deva a esse contexto inicial, nada regionalista, Cabral desde cedo se tornou leitor dos romancistas nordestinos da década anterior. Mas seu caminho rumo a uma poesia cada vez mais centrada em seu aspecto construtivo, culminando em Psicologia da composição (1947), não incluía, em suas paisagens solares e desérticas, o Sertão e a Zona da Mata do Nordeste evocado por aqueles autores. Já em Os três mal-amados, de 1943, reconhecia, por meio do monólogo “devorador” de Joaquim, essa ausência:
O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso. (Melo Neto, 1997a, p.26)
Na tentativa de descrição, reconhecemos o cenário de mais de um romance de José Lins do Rego, que no máximo poderia ser expurgado e logo descartado na fala prosaica de Joaquim, interrompida pelo silêncio. Se não fosse mais um romance na esteira de Zé Lins e companhia, a poesia parece que não daria conta de todo um mundo que fora tão bem representado, inclusive em ensaios.
É justamente fora do país, na Espanha, que Cabral retornou à sua região. Motivado por ideias marxistas e pela necessidade de denúncia social na obra de arte, mas sem prejuízo da sua dimensão estética, escreveu seu primeiro poema centrado na paisagem e no homem nordestino, O cão sem plumas (1951), metáfora para o Rio Capibaribe de Pernambuco. Além disso, para cumprir o ideal de comunicação com o público, a partir de uma linguagem mais prosaica, as obras seguintes - O rio (1954) e Morte e vida Severina (1954-1955) -, baseadas em elementos da poesia medieval espanhola e da literatura popular nordestina, fincam a terra natal na poesia cabralina.
(CARVALHO, Ricardo Souza de. João Cabral de Melo Neto e a tradição do romance de 30. Estud. av, São Paulo, v. 23, n. 67, p. 269-278, 2009.)
Leia o texto 'João Cabral de Melo Neto e a tradição do romance de 30' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. As informações presentes no texto permitem concluir que os estímulos da terra provocaram poetas durante a década de 1920, como Jorge de Lima, Ascenso Ferreira, Joaquim Cardozo e Jorge Fernandes. II. Após a análise do texto, é possível concluir que José Lins do Rego criou o seu “ciclo da cana-de-açúcar” antes de chegar à obra-prima “Fogo morto”, em 1943.
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2009667 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
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NOVO PREDADOR

O Tiranossauro Rex é, possivelmente, um dos dinossauros mais populares do mundo. Não é à toa que a criatura, que viveu onde hoje é a América do Norte, está presente desde produtos infantis até filmes de Hollywood.

Agora, evidências de um novo predador foram descobertas na Austrália, com os seus fósseis indicando que ele foi tão grande quanto o Tiranossauro Rex. De acordo com estudo liderado pelo paleontólogo Anthony Romilio, da Universidade de Queensland, na Austrália, a descoberta foi feita através de uma pegada fossilizada existente onde já havia sido uma mina de carvão.

"Essas trilhas foram feitas por dinossauros que caminharam pelas florestas de pântano, que antes ocupavam muito da paisagem que hoje é o sul de Queensland", conta o pesquisador. Junto de seus colegas de estudos, Romilio documentou o total de 20 fósseis de rastros de dinossauros.

Enquanto a menor das criaturas tinha apenas o tamanho de uma ema, a maior possuía um pouco menos de três metros de altura e 10 metros de comprimento, sendo quase do tamanho de um Tiranossauro Rex, mas mais fino e alongado. A pegada deste novo grande carnívoro tem quase 80 centímetros de comprimento e o rastro fossilizado em que se encontrava conta com, aproximadamente, 160 milhões de anos, sendo ele, então, 90 milhões de anos mais velho que fósseis já encontrados do Tiranossauro Rex.

Com base nas pegadas individuais e nas trilhas nas quais cada uma delas foi encontrada, os paleontólogos conseguem descobrir como se moviam estes animais de duas pernas, informação que traz conclusões sobre a forma em que eles viajavam pelos ambientes em que passavam. Boa parte dos dinossauros grandes costumavam andar em ritmo de caminhada, com passos mais curtos devido ao tamanho de suas pernas. Porém, duas das trilhas encontradas pelos pesquisadores apontavam para um tamanho de passo maior, típico de animais em fuga.

Essa distância entre os passos sugere, então, que esses grandes dinossauros se movimentavam em velocidades de até 35 quilômetros por hora. A fim de comparação, um ser humano consegue correr cerca de 24 quilômetros por hora. A mais recente descoberta dos paleontólogos, segundo Romilio, preenche um vazio nos registros de dinossauros australianos. Até o momento, os maiores dinossauros encontrados no país estão na classe herbívora, como o Brontossauro e Mutaburrassauro.

Por Natalie Rosa, em 2020 (disponível em: https://bit.ly/30aSUOg). Com adaptações.

Leia o texto 'NOVO PREDADOR' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. As informações presentes no texto permitem concluir que a menor das criaturas encontradas tinha apenas o tamanho de uma ema, a maior possuía um pouco menos de três metros de altura e 10 metros de comprimento, sendo quase do tamanho de um Tiranossauro Rex, mas mais fino e alongado.

II. O novo grande carnívoro, cujas evidências foram descobertas na Austrália, e o rastro fossilizado em que se encontrava, contam com, aproximadamente, 160 milhões de anos, sendo ele, então, 90 milhões de anos mais velho que os fósseis já encontrados do Tiranossauro Rex, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.

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2009666 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
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João Cabral de Melo Neto e a tradição do romance de 30
Por CARVALHO, 2009 (trecho de artigo adaptado).
Quando João Cabral de Melo Neto começou a escrever poesia no Recife do final dos anos 1930, perdia fôlego a vigorosa produção de romances de autores nordestinos que caracterizou um momento decisivo da literatura brasileira: Rachel de Queiroz, depois de O quinze (1930) e mais três romances, (1) passaria a se dedicar ao jornalismo; José Lins do Rego já criara o seu “ciclo da cana-de-açúcar”, (2) antes de chegar à obra-prima Fogo morto (1943); e Graciliano Ramos encerrara com Vidas secas (1938) a sua série de “ficções” para explorar a “confissão” das memórias. O grupo que Cabral frequentava, liderado por Willy Lewin, preferia cultivar uma poesia inspirada pelas sugestões do sonho, em lugar dos estímulos da terra que provocaram poetas da região durante a década de 1920, como Jorge de Lima, Ascenso Ferreira, Joaquim Cardozo e Jorge Fernandes. Não era mais tempo do Primeiro Congresso Regionalista do Nordeste, no qual, em 1926, Gilberto Freyre lançara seu célebre manifesto de valorização de temas regionais, mas sim do Congresso de Poesia do Recife, no qual, em 1941, Cabral apresentaria sua tese “Considerações sobre o poeta dormindo”.
Embora a obra de estreia Pedra do sono (1942) muito deva a esse contexto inicial, nada regionalista, Cabral desde cedo se tornou leitor dos romancistas nordestinos da década anterior. Mas seu caminho rumo a uma poesia cada vez mais centrada em seu aspecto construtivo, culminando em Psicologia da composição (1947), não incluía, em suas paisagens solares e desérticas, o Sertão e a Zona da Mata do Nordeste evocado por aqueles autores. Já em Os três mal-amados, de 1943, reconhecia, por meio do monólogo “devorador” de Joaquim, essa ausência:
O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso. (Melo Neto, 1997a, p.26)
Na tentativa de descrição, reconhecemos o cenário de mais de um romance de José Lins do Rego, que no máximo poderia ser expurgado e logo descartado na fala prosaica de Joaquim, interrompida pelo silêncio. Se não fosse mais um romance na esteira de Zé Lins e companhia, a poesia parece que não daria conta de todo um mundo que fora tão bem representado, inclusive em ensaios.
É justamente fora do país, na Espanha, que Cabral retornou à sua região. Motivado por ideias marxistas e pela necessidade de denúncia social na obra de arte, mas sem prejuízo da sua dimensão estética, escreveu seu primeiro poema centrado na paisagem e no homem nordestino, O cão sem plumas (1951), metáfora para o Rio Capibaribe de Pernambuco. Além disso, para cumprir o ideal de comunicação com o público, a partir de uma linguagem mais prosaica, as obras seguintes - O rio (1954) e Morte e vida Severina (1954-1955) -, baseadas em elementos da poesia medieval espanhola e da literatura popular nordestina, fincam a terra natal na poesia cabralina.
(CARVALHO, Ricardo Souza de. João Cabral de Melo Neto e a tradição do romance de 30. Estud. av, São Paulo, v. 23, n. 67, p. 269-278, 2009.)
Leia o texto 'João Cabral de Melo Neto e a tradição do romance de 30' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Na Espanha, João Cabral retornou à sua região motivado por ideias reformistas e colonialistas e pela necessidade de denúncia social na obra de arte, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto. II. O texto procura deixar claro para o leitor que, no final dos anos 1930, perdia fôlego a vigorosa produção de romances de autores nordestinos que caracterizou um momento decisivo da literatura brasileira, onde reinavam as obras de terror psicológico ou mesmo aquelas voltadas para a valorização das novas tecnologias de fabricação.
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2009665 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
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O que é o homem leão, de Hohlenstein Stadel?
Por LOPES, 2016 (trecho de artigo adaptado).
O homem leão é uma pequena escultura pré-histórica com a altura de 29,6 centímetros. Foi toda esculpida no marfim de um único dente de mamute por meio de uma pedra lascada. Os fragmentos da estatueta foram descobertos em 1939, na caverna conhecida como Hohlenstein Stadel, localizada nos Alpes Suábios, ao sul da Alemanha.
Devido ao início da Segunda Guerra Mundial, o estudo dos fragmentos teve de ser deixado de lado e eles acabaram ficando esquecidos por trinta anos. Só após esse período, a estatueta começou a ser refeita. Foi quando cerca de 200 fragmentos começaram a revelar uma forma humana com cabeça de animal.
A primeira publicação do trabalho, em 1970, pelo Dr. Joachim Hahn, causou furor no meio especializado. Mas ainda era indefinido se a cabeça era de um urso ou de um felino. Na década seguinte, mais pedaços foram descobertos e, em 1989, a cabeça pôde ser completada. Surgiu, então, a figura de um ser humano com cabeça de leão (COOK, 2013, p. 28).
A primeira datação por carbono 14 sugeriu a idade de 30.000 anos. Nova e mais precisa datação, em 2013, revelou 40.000 anos. Tal descoberta ganhou manchetes de jornais no exterior e foi capa interna da famosa revista National Geographic, inclusive em sua edição brasileira (WALTER, 2015).
A paleontóloga e arqueóloga Elisabeth Schmid defendeu que a estatueta de Hohlenstein Stadel se tratava da figura de uma mulher leão (COOK, 2013, p. 30). Até agora não se chegou a um consenso, exceto o de provisoriamente chamála pelo nome de ‘humano leão’ – Löwenmensch, que no idioma alemão pertence ao gênero neutro. Em português algo semelhante a ‘pessoa leão’ (leon person).
(LOPES, Anchyses Jobim. Arte da era glacial - arte das cavernas: e o primeiro totem da humanidade (ou, não é que Totem e tabu pode estar certo?). Estud. psicanal, Belo Horizonte, n. 45, p. 15-36, jul. 2016.)
Leia o texto 'O que é o homem leão, de Hohlenstein Stadel?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Quando a estatueta do homem leão começou a ser refeita, cerca de 200 fragmentos começaram a revelar uma forma humana com cabeça de animal, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto. II. Após a análise do texto, é possível inferir que o homem leão é uma pequena escultura pré-histórica com a altura de 29,6 centímetros e que foi toda esculpida no marfim de um único dente de mamute, por meio de uma pedra lascada.
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Analise as afirmativas a seguir:

I. Conjugar um verbo é dizê-lo, de acordo com um sistema determinado, um paradigma, em todas as suas formas, nas diversas pessoas, números, tempos, modos e vozes.

II. O atual entendimento sobre os pronomes na Língua Portuguesa permite classificá-los em quatro categorias: pessoais (abarcando o artigo definido), demonstrativos (abarcando o artigo indefinido), interrogativos e relativos.

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Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?

Manter um bom nível de comunicação dentro das empresas é de primordial importância para o andamento do trabalho. Uma boa comunicação com as chefias é também essencial para que o profissional possa dar o seu melhor, assim como entender o que lhe é requisitado. Porém, uma palavra, de apenas três sílabas, na frase anterior, é o que pode colocar tudo a perder, ou a ganhar: entender.

O entendimento humano passa pelo processo de comunicação, todavia quando existem ruídos entre o emissor e receptor, a mensagem não é transmitida, ou pior, ela é entendida de maneira errada. E isso vem acontecendo muito ainda no patamar das empresas nacionais, que, por não prezarem a área de comunicação ou mesmo a qualificação de seus gestores, acabam pecando na maneira de informar seus colaboradores.

Muitas vezes, os chefes são pessoas que não reconhecem sua falha na comunicação e, assim, vão tocando o negócio sem priorizar esse bem, achando que o erro está em seu subordinado. Normalmente, quem não está preparado para este cargo, que requer o poder de comunicar, não ouve o que seus funcionários têm a dizer e, ainda, julga estar sempre com a razão. Isso acontece pelo desconhecimento que os chefes têm do poder da comunicação no ambiente empresarial.

Em uma organização, é preciso deixar claro quem são os líderes, e estes precisam deixar mais claro ainda para seus colaboradores que estão ali para guiar, orientar e apoiar. Os chefes devem entender que a comunicação em suas empresas, além de necessária, é um exercício de gentileza e respeito, por isso, não é só mandar, mas liderar de forma ampla, envolvendo e cativando os colaboradores de uma organização. E nada melhor para isso do que o uso devido da comunicação.

(TENHO doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem? Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: https://bit.ly/3j3MyZD. Acesso em: mar 2020)

Leia o texto 'Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. É possível deduzir, a partir do texto, que, mesmo estando em uma posição hierárquica superior, a efetiva comunicação não depende somente dos líderes, isto é, como os comandos partem de uma relação horizontal, os colaboradores também precisam ter o poder de comunicar. II. O texto atribui certa responsabilidade à figura do chefe (líder) pelo uso devido da comunicação, visto que ele é o responsável por guiar, orientar e apoiar seus colaboradores.
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Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?
Manter um bom nível de comunicação dentro das empresas é de primordial importância para o andamento do trabalho. Uma boa comunicação com as chefias é também essencial para que o profissional possa dar o seu melhor, assim como entender o que lhe é requisitado. Porém, uma palavra, de apenas três sílabas, na frase anterior, é o que pode colocar tudo a perder, ou a ganhar: entender.
O entendimento humano passa pelo processo de comunicação, todavia quando existem ruídos entre o emissor e receptor, a mensagem não é transmitida, ou pior, ela é entendida de maneira errada. E isso vem acontecendo muito ainda no patamar das empresas nacionais, que, por não prezarem a área de comunicação ou mesmo a qualificação de seus gestores, acabam pecando na maneira de informar seus colaboradores.
Muitas vezes, os chefes são pessoas que não reconhecem sua falha na comunicação e, assim, vão tocando o negócio sem priorizar esse bem, achando que o erro está em seu subordinado. Normalmente, quem não está preparado para este cargo, que requer o poder de comunicar, não ouve o que seus funcionários têm a dizer e, ainda, julga estar sempre com a razão. Isso acontece pelo desconhecimento que os chefes têm do poder da comunicação no ambiente empresarial.
Em uma organização, é preciso deixar claro quem são os líderes, e estes precisam deixar mais claro ainda para seus colaboradores que estão ali para guiar, orientar e apoiar. Os chefes devem entender que a comunicação em suas empresas, além de necessária, é um exercício de gentileza e respeito, por isso, não é só mandar, mas liderar de forma ampla, envolvendo e cativando os colaboradores de uma organização. E nada melhor para isso do que o uso devido da comunicação.
(TENHO doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem? Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: https://bit.ly/3j3MyZD. Acesso em: mar 2020)
Leia o texto 'Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto mostra que se houver “ruídos” durante a comunicação (na relação entre quem “fala/escreve” e quem “ouve/lê”), podem acontecer equívocos que chegam a comprometer a mensagem. Este é um problema que atinge o patamar das empresas nacionais. II. No texto, pode-se perceber a ideia de que os investimentos governamentais em programas de formação científica, como os cursos de doutorado, têm contribuído para colocar o Brasil em uma posição de destaque entre os países que mundialmente são referência em novas tecnologias.
Marque a alternativa CORRETA:
 

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Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?

Manter um bom nível de comunicação dentro das empresas é de primordial importância para o andamento do trabalho. Uma boa comunicação com as chefias é também essencial para que o profissional possa dar o seu melhor, assim como entender o que lhe é requisitado. Porém, uma palavra, de apenas três sílabas, na frase anterior, é o que pode colocar tudo a perder, ou a ganhar: entender.
O entendimento humano passa pelo processo de comunicação, todavia quando existem ruídos entre o emissor e receptor, a mensagem não é transmitida, ou pior, ela é entendida de maneira errada. E isso vem acontecendo muito ainda no patamar das empresas nacionais, que, por não prezarem a área de comunicação ou mesmo a qualificação de seus gestores, acabam pecando na maneira de informar seus colaboradores.
Muitas vezes, os chefes são pessoas que não reconhecem sua falha na comunicação e, assim, vão tocando o negócio sem priorizar esse bem, achando que o erro está em seu subordinado. Normalmente, quem não está preparado para este cargo, que requer o poder de comunicar, não ouve o que seus funcionários têm a dizer e, ainda, julga estar sempre com a razão. Isso acontece pelo desconhecimento que os chefes têm do poder da comunicação no ambiente empresarial.
Em uma organização, é preciso deixar claro quem são os líderes, e estes precisam deixar mais claro ainda para seus colaboradores que estão ali para guiar, orientar e apoiar. Os chefes devem entender que a comunicação em suas empresas, além de necessária, é um exercício de gentileza e respeito, por isso, não é só mandar, mas liderar de forma ampla, envolvendo e cativando os colaboradores de uma organização. E nada melhor para isso do que o uso devido da comunicação.
(TENHO doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem? Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: https://bit.ly/3j3MyZD. Acesso em: mar 2020)


Leia o texto 'Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. No trecho “E nada melhor para isso [liderar de forma ampla] do que o uso devido da comunicação” está implícito que os chefes não conseguem comunicar-se efetivamente com seus colaboradores pela falta de empatia.
II. Uma das ideias presentes no texto é a de que a dificuldade de conquistar um emprego no setor privado tem levado muitos jovens a buscarem novas maneiras de obter qualificação, como os programas de mestrado e/ou doutorado.
Marque a alternativa CORRETA:
 

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