Foram encontradas 35 questões.
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do
PL 5.810
Para pacientes que convivem com lesões medulares, o
tempo não é apenas um dado técnico — é esperança,
autonomia e qualidade de vida.
Quando um tratamento revolucionário com potencial de
regeneração celular leva 17 anos para receber uma
decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o
inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam
avanços capazes de devolver mobilidade.
Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo
pedido de patente tramitou por quase duas décadas no
Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate
jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso
Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei
5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por
atrasos na análise de patentes.
Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do
Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em
2025. Durante todo esse período, o prazo legal de
vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão
foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já
havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse
avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.
O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos
diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora
administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção
de tecnologias que exigem décadas de pesquisa,
investimentos elevados e cooperação com centros
clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise
busca enfrentar.
Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação
científica até desenvolver a tecnologia baseada em
polilaminina, associada a estudos de regeneração celular
e reconstrução de conexões neurais.
Experimentos indicam potencial de estímulo ao
crescimento e à diferenciação celular, área estratégica
da medicina regenerativa. O trabalho ganhou
repercussão por representar avanço promissor para
pacientes com lesões medulares que convivem com
perda de mobilidade.
Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação
básica prolongada, validação laboratorial, etapas
adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação
com centros clínicos e parceiros industriais. A
transformação da descoberta em aplicação terapêutica
depende de ambiente regulatório estável e
previsibilidade para alocação de capital.
Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos
recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam
comprometidos.
No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no
momento do depósito, enquanto a proteção plena só se
consolida com a concessão formal.
Se a análise se estende por mais de uma década,
parcela relevante desse prazo é consumida antes que o
titular possa exercer plenamente o direito.
Em setores intensivos em capital e conhecimento, como
o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão
limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o
licenciamento da tecnologia e encurta a janela de
recuperação dos recursos aplicados ao longo de
décadas para sustentar novas descobertas.
A demora administrativa aumenta o custo do capital e
eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem
risco científico e financeiro elevado.
Os números indicam pressão sobre o sistema.
Informações do Instituto Nacional da Propriedade
Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025,
foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos
pedidos foram protocolados no mesmo período,
evidenciando descompasso entre demanda e
capacidade de exame.
No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no
Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização
Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou
o menor volume de concessões em cinco anos, segundo
dados oficiais do INPI.
Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo
de análise influencia diretamente a competitividade do
país em setores de maior intensidade tecnológica
https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas
e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
O pronome 'se' está corretamente empregado em próclise no enunciado. Agora, analise a colocação pronominal nas orações a seguir e verifique se estão em conformidade com a norma-padrão.
I.Espero não vê-lo enquanto todos os outros estiverem presentes.
II.Não era meu objetivo magoar-te, e sim expressar meu ponto de vista.
III.Ao regressar do serviço, mostrava-me bastante exausto.
IV.Devo-lhe mandar o relatório ainda hoje.
Há colocação pronominal conforme as regras da norma padrão em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do
PL 5.810
Para pacientes que convivem com lesões medulares, o
tempo não é apenas um dado técnico — é esperança,
autonomia e qualidade de vida.
Quando um tratamento revolucionário com potencial de
regeneração celular leva 17 anos para receber uma
decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o
inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam
avanços capazes de devolver mobilidade.
Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo
pedido de patente tramitou por quase duas décadas no
Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate
jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso
Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei
5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por
atrasos na análise de patentes.
Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do
Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em
2025. Durante todo esse período, o prazo legal de
vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão
foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já
havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse
avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.
O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos
diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora
administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção
de tecnologias que exigem décadas de pesquisa,
investimentos elevados e cooperação com centros
clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise
busca enfrentar.
Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação
científica até desenvolver a tecnologia baseada em
polilaminina, associada a estudos de regeneração celular
e reconstrução de conexões neurais.
Experimentos indicam potencial de estímulo ao
crescimento e à diferenciação celular, área estratégica
da medicina regenerativa. O trabalho ganhou
repercussão por representar avanço promissor para
pacientes com lesões medulares que convivem com
perda de mobilidade.
Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação
básica prolongada, validação laboratorial, etapas
adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação
com centros clínicos e parceiros industriais. A
transformação da descoberta em aplicação terapêutica
depende de ambiente regulatório estável e
previsibilidade para alocação de capital.
Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos
recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam
comprometidos.
No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no
momento do depósito, enquanto a proteção plena só se
consolida com a concessão formal.
Se a análise se estende por mais de uma década,
parcela relevante desse prazo é consumida antes que o
titular possa exercer plenamente o direito.
Em setores intensivos em capital e conhecimento, como
o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão
limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o
licenciamento da tecnologia e encurta a janela de
recuperação dos recursos aplicados ao longo de
décadas para sustentar novas descobertas.
A demora administrativa aumenta o custo do capital e
eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem
risco científico e financeiro elevado.
Os números indicam pressão sobre o sistema.
Informações do Instituto Nacional da Propriedade
Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025,
foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos
pedidos foram protocolados no mesmo período,
evidenciando descompasso entre demanda e
capacidade de exame.
No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no
Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização
Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou
o menor volume de concessões em cinco anos, segundo
dados oficiais do INPI.
Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo
de análise influencia diretamente a competitividade do
país em setores de maior intensidade tecnológica
https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas
e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
Com base na análise sintática, julgue as afirmativas a seguir:
I.No trecho, o verbo 'haver' é impessoal, não apresenta sujeito e deve permanecer na terceira pessoa do singular, do mesmo modo que o particípio do verbo 'ser'.
II.O verbo 'haver' apresenta sujeito cujo núcleo é determinado por um adjunto adnominal, que será flexionado obrigatoriamente caso esse núcleo seja colocado no plural.
III.O travessão indica que a oração subsequente é um aposto explicativo da oração principal.
IV.A palavra 'consumida' exerce a função de predicativo do sujeito, concordando com a expressão 'proteção'.
É correto o que se afirma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do
PL 5.810
Para pacientes que convivem com lesões medulares, o
tempo não é apenas um dado técnico — é esperança,
autonomia e qualidade de vida.
Quando um tratamento revolucionário com potencial de
regeneração celular leva 17 anos para receber uma
decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o
inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam
avanços capazes de devolver mobilidade.
Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo
pedido de patente tramitou por quase duas décadas no
Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate
jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso
Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei
5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por
atrasos na análise de patentes.
Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do
Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em
2025. Durante todo esse período, o prazo legal de
vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão
foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já
havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse
avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.
O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos
diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora
administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção
de tecnologias que exigem décadas de pesquisa,
investimentos elevados e cooperação com centros
clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise
busca enfrentar.
Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação
científica até desenvolver a tecnologia baseada em
polilaminina, associada a estudos de regeneração celular
e reconstrução de conexões neurais.
Experimentos indicam potencial de estímulo ao
crescimento e à diferenciação celular, área estratégica
da medicina regenerativa. O trabalho ganhou
repercussão por representar avanço promissor para
pacientes com lesões medulares que convivem com
perda de mobilidade.
Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação
básica prolongada, validação laboratorial, etapas
adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação
com centros clínicos e parceiros industriais. A
transformação da descoberta em aplicação terapêutica
depende de ambiente regulatório estável e
previsibilidade para alocação de capital.
Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos
recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam
comprometidos.
No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no
momento do depósito, enquanto a proteção plena só se
consolida com a concessão formal.
Se a análise se estende por mais de uma década,
parcela relevante desse prazo é consumida antes que o
titular possa exercer plenamente o direito.
Em setores intensivos em capital e conhecimento, como
o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão
limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o
licenciamento da tecnologia e encurta a janela de
recuperação dos recursos aplicados ao longo de
décadas para sustentar novas descobertas.
A demora administrativa aumenta o custo do capital e
eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem
risco científico e financeiro elevado.
Os números indicam pressão sobre o sistema.
Informações do Instituto Nacional da Propriedade
Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025,
foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos
pedidos foram protocolados no mesmo período,
evidenciando descompasso entre demanda e
capacidade de exame.
No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no
Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização
Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou
o menor volume de concessões em cinco anos, segundo
dados oficiais do INPI.
Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo
de análise influencia diretamente a competitividade do
país em setores de maior intensidade tecnológica
https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas
e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
No trecho, o verbo 'ficar' está flexionado no plural, concordando adequadamente com o sujeito composto. A seguir, analise outros enunciados com diferentes tipos de sujeito quanto à concordância verbal e nominal.
I.As crianças mesmo escolheram os livros que iriam ler na biblioteca.
II.Faltou um candidato e um supervisor para a prova de língua portuguesa.
III.Marcos com sua esposa abriu uma cafeteria próximo à universidade federal.
IV.Eram sete e vinte da manhã quando cheguei para fazer a prova do concurso.
Há concordância adequada segundo a norma-padrão em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do
PL 5.810
Para pacientes que convivem com lesões medulares, o
tempo não é apenas um dado técnico — é esperança,
autonomia e qualidade de vida.
Quando um tratamento revolucionário com potencial de
regeneração celular leva 17 anos para receber uma
decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o
inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam
avanços capazes de devolver mobilidade.
Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo
pedido de patente tramitou por quase duas décadas no
Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate
jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso
Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei
5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por
atrasos na análise de patentes.
Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do
Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em
2025. Durante todo esse período, o prazo legal de
vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão
foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já
havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse
avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.
O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos
diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora
administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção
de tecnologias que exigem décadas de pesquisa,
investimentos elevados e cooperação com centros
clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise
busca enfrentar.
Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação
científica até desenvolver a tecnologia baseada em
polilaminina, associada a estudos de regeneração celular
e reconstrução de conexões neurais.
Experimentos indicam potencial de estímulo ao
crescimento e à diferenciação celular, área estratégica
da medicina regenerativa. O trabalho ganhou
repercussão por representar avanço promissor para
pacientes com lesões medulares que convivem com
perda de mobilidade.
Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação
básica prolongada, validação laboratorial, etapas
adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação
com centros clínicos e parceiros industriais. A
transformação da descoberta em aplicação terapêutica
depende de ambiente regulatório estável e
previsibilidade para alocação de capital.
Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos
recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam
comprometidos.
No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no
momento do depósito, enquanto a proteção plena só se
consolida com a concessão formal.
Se a análise se estende por mais de uma década,
parcela relevante desse prazo é consumida antes que o
titular possa exercer plenamente o direito.
Em setores intensivos em capital e conhecimento, como
o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão
limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o
licenciamento da tecnologia e encurta a janela de
recuperação dos recursos aplicados ao longo de
décadas para sustentar novas descobertas.
A demora administrativa aumenta o custo do capital e
eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem
risco científico e financeiro elevado.
Os números indicam pressão sobre o sistema.
Informações do Instituto Nacional da Propriedade
Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025,
foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos
pedidos foram protocolados no mesmo período,
evidenciando descompasso entre demanda e
capacidade de exame.
No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no
Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização
Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou
o menor volume de concessões em cinco anos, segundo
dados oficiais do INPI.
Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo
de análise influencia diretamente a competitividade do
país em setores de maior intensidade tecnológica
https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas
e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
Considerando a regência verbal e nominal, marque com V, as afirmativas verdadeiras, e com F, as falsas:
( ) O verbo 'dedicar' atua como bitransitivo, exigindo preposição 'a' antes do objeto indireto.
( ) O verbo 'dedicar' atua apenas como transitivo indireto, exigindo complemento preposicionado, o que justifica o uso da crase, uma vez que 'investigação' admite o artigo definido feminino 'a'.
( ) O verbo 'desenvolver' está no infinitivo atuando como intransitivo e com seu sujeito posposto.
( ) A forma 'associada' exige complemento preposicionado, todavia, o vocábulo 'estudos', por se apresentar no plural, não admite o uso da crase. Caso estivesse no singular, o emprego da crase seria obrigatório.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do
PL 5.810
Para pacientes que convivem com lesões medulares, o
tempo não é apenas um dado técnico — é esperança,
autonomia e qualidade de vida.
Quando um tratamento revolucionário com potencial de
regeneração celular leva 17 anos para receber uma
decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o
inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam
avanços capazes de devolver mobilidade.
Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo
pedido de patente tramitou por quase duas décadas no
Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate
jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso
Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei
5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por
atrasos na análise de patentes.
Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do
Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em
2025. Durante todo esse período, o prazo legal de
vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão
foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já
havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse
avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.
O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos
diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora
administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção
de tecnologias que exigem décadas de pesquisa,
investimentos elevados e cooperação com centros
clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise
busca enfrentar.
Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação
científica até desenvolver a tecnologia baseada em
polilaminina, associada a estudos de regeneração celular
e reconstrução de conexões neurais.
Experimentos indicam potencial de estímulo ao
crescimento e à diferenciação celular, área estratégica
da medicina regenerativa. O trabalho ganhou
repercussão por representar avanço promissor para
pacientes com lesões medulares que convivem com
perda de mobilidade.
Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação
básica prolongada, validação laboratorial, etapas
adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação
com centros clínicos e parceiros industriais. A
transformação da descoberta em aplicação terapêutica
depende de ambiente regulatório estável e
previsibilidade para alocação de capital.
Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos
recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam
comprometidos.
No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no
momento do depósito, enquanto a proteção plena só se
consolida com a concessão formal.
Se a análise se estende por mais de uma década,
parcela relevante desse prazo é consumida antes que o
titular possa exercer plenamente o direito.
Em setores intensivos em capital e conhecimento, como
o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão
limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o
licenciamento da tecnologia e encurta a janela de
recuperação dos recursos aplicados ao longo de
décadas para sustentar novas descobertas.
A demora administrativa aumenta o custo do capital e
eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem
risco científico e financeiro elevado.
Os números indicam pressão sobre o sistema.
Informações do Instituto Nacional da Propriedade
Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025,
foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos
pedidos foram protocolados no mesmo período,
evidenciando descompasso entre demanda e
capacidade de exame.
No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no
Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização
Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou
o menor volume de concessões em cinco anos, segundo
dados oficiais do INPI.
Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo
de análise influencia diretamente a competitividade do
país em setores de maior intensidade tecnológica
https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas
e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
Considerando as regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir:
I.O vocábulo 'episódio' recebe acento por ser uma palavra paroxítona terminada em ditongo, já que todas paroxítonas com essa terminação são acentuadas, independentemente da natureza do ditongo.
II.Os vocábulos 'médica' e 'prática' recebem acento gráfico por serem proparoxítonos, e a supressão desses acentos modifica a classificação tônica e a classe gramatical, sem alterar a morfologia das palavras.
III.O vocábulo 'útil' é acentuado por ser uma palavra paroxítona terminada em 'l' e a sua flexão no plural não altera o acento nem a classificação tônica.
IV.O vocábulo 'saúde' obedece a uma regra de acentuação diferente da aplicada a 'período' e 'coreógrafo', que seguem outras normas específicas de acentuação.
É correto o que se afirma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do
PL 5.810
Para pacientes que convivem com lesões medulares, o
tempo não é apenas um dado técnico — é esperança,
autonomia e qualidade de vida.
Quando um tratamento revolucionário com potencial de
regeneração celular leva 17 anos para receber uma
decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o
inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam
avanços capazes de devolver mobilidade.
Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo
pedido de patente tramitou por quase duas décadas no
Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate
jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso
Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei
5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por
atrasos na análise de patentes.
Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do
Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em
2025. Durante todo esse período, o prazo legal de
vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão
foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já
havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse
avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.
O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos
diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora
administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção
de tecnologias que exigem décadas de pesquisa,
investimentos elevados e cooperação com centros
clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise
busca enfrentar.
Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação
científica até desenvolver a tecnologia baseada em
polilaminina, associada a estudos de regeneração celular
e reconstrução de conexões neurais.
Experimentos indicam potencial de estímulo ao
crescimento e à diferenciação celular, área estratégica
da medicina regenerativa. O trabalho ganhou
repercussão por representar avanço promissor para
pacientes com lesões medulares que convivem com
perda de mobilidade.
Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação
básica prolongada, validação laboratorial, etapas
adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação
com centros clínicos e parceiros industriais. A
transformação da descoberta em aplicação terapêutica
depende de ambiente regulatório estável e
previsibilidade para alocação de capital.
Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos
recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam
comprometidos.
No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no
momento do depósito, enquanto a proteção plena só se
consolida com a concessão formal.
Se a análise se estende por mais de uma década,
parcela relevante desse prazo é consumida antes que o
titular possa exercer plenamente o direito.
Em setores intensivos em capital e conhecimento, como
o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão
limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o
licenciamento da tecnologia e encurta a janela de
recuperação dos recursos aplicados ao longo de
décadas para sustentar novas descobertas.
A demora administrativa aumenta o custo do capital e
eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem
risco científico e financeiro elevado.
Os números indicam pressão sobre o sistema.
Informações do Instituto Nacional da Propriedade
Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025,
foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos
pedidos foram protocolados no mesmo período,
evidenciando descompasso entre demanda e
capacidade de exame.
No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no
Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização
Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou
o menor volume de concessões em cinco anos, segundo
dados oficiais do INPI.
Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo
de análise influencia diretamente a competitividade do
país em setores de maior intensidade tecnológica
https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas
e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
A palavra 'biotecnologia' não deve ser escrita com hífen, conforme as regras do Novo Acordo Ortográfico para palavras compostas. Considerando as normas ortográficas atualizadas, incluindo alterações além do emprego do hífen, identifique a alternativa que apresenta alguma palavra grafada INCORRETAMENTE.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4064371
Ano: 2026
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Provas:
- Comprensión de Lectura | Interpretação de Texto
- Enseñanza y Aprendizaje del Español | Ensino da Língua Espanhola
enseñanza de una lengua extranjera como el español
trasciende la gramática, involucrando la comprensión de
las nuanzas culturales y la formación de un ciudadano
crítico. Con relación a la interculturalidad en el aula,
señale la alternativa CORRECTA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4064370
Ano: 2026
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Provas:
La concordancia es la relación de armonía entre las
palabras de una oración, garantizando la cohesión
morfosintáctica del discurso. Con respecto a este tema,
marque V (verdadero) o F (falso) para cada una de las
siguientes afirmaciones:
( ) La concordancia nominal exige que los adjetivos y los artículos concuerden en género y número con el sustantivo al que se refieren.
( ) En español, cuando el sujeto está formado por varias personas gramaticales y entre ellas aparece «yo», la concordancia verbal se realiza en primera persona del plural.
( ) Cuando un adjetivo modifica a dos o más sustantivos de distinto género, la concordancia debe realizarse en femenino plural para mantener la simetría morfológica entre los elementos de la oración.
( ) Los verbos que expresan fenómenos de la naturaleza, como llover, nevar o tronar, cuando se emplean con su significado meteorológico, se conjugan habitualmente en tercera persona del singular, ya que carecen de sujeto léxico.
Después de analizar las afirmaciones, seleccione la alternativa que presenta la secuencia CORRECTA, de arriba hacia abajo.
( ) La concordancia nominal exige que los adjetivos y los artículos concuerden en género y número con el sustantivo al que se refieren.
( ) En español, cuando el sujeto está formado por varias personas gramaticales y entre ellas aparece «yo», la concordancia verbal se realiza en primera persona del plural.
( ) Cuando un adjetivo modifica a dos o más sustantivos de distinto género, la concordancia debe realizarse en femenino plural para mantener la simetría morfológica entre los elementos de la oración.
( ) Los verbos que expresan fenómenos de la naturaleza, como llover, nevar o tronar, cuando se emplean con su significado meteorológico, se conjugan habitualmente en tercera persona del singular, ya que carecen de sujeto léxico.
Después de analizar las afirmaciones, seleccione la alternativa que presenta la secuencia CORRECTA, de arriba hacia abajo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4064369
Ano: 2026
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Provas:
La producción de textos exige el dominio de la polisemia
para garantizar que la palabra seleccionada se adecue a
la intención discursiva del autor. Con respecto a este
tema, marque V (verdadero) o F (falso) para cada una de
las siguientes afirmaciones:
( ) Palabras como "estación" pueden referirse tanto a las épocas del año como a las terminales de transporte, dependiendo del contexto sintáctico y semántico del párrafo.
( ) El uso de la polisemia debe ser evitado en textos literarios para impedir que el lector tenga diferentes interpretaciones sobre el sentimiento expresado por el autor.
( ) La contextualización adecuada permite que términos como "copa" sean comprendidos como parte de un árbol, un trofeo o un utensilio de vidrio para beber.
( ) La producción textual en español restringe el uso de palabras con múltiples significados a los diccionarios técnicos de geología, vedándose su uso en la comunicación cotidiana.
Después de analizar las afirmaciones, seleccione la alternativa que presenta la secuencia CORRECTA, de arriba hacia abajo:
( ) Palabras como "estación" pueden referirse tanto a las épocas del año como a las terminales de transporte, dependiendo del contexto sintáctico y semántico del párrafo.
( ) El uso de la polisemia debe ser evitado en textos literarios para impedir que el lector tenga diferentes interpretaciones sobre el sentimiento expresado por el autor.
( ) La contextualización adecuada permite que términos como "copa" sean comprendidos como parte de un árbol, un trofeo o un utensilio de vidrio para beber.
( ) La producción textual en español restringe el uso de palabras con múltiples significados a los diccionarios técnicos de geología, vedándose su uso en la comunicación cotidiana.
Después de analizar las afirmaciones, seleccione la alternativa que presenta la secuencia CORRECTA, de arriba hacia abajo:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4064368
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Provas:
A análise do texto poético exige o conhecimento dos
recursos que conferem musicalidade e sonoridade aos
versos. No contexto da métrica e da rima, assinale a
alternativa CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container