Foram encontradas 50 questões.
A ingestão de quantidades excessivas de flúor pode resultar em expressivos defeitos do esmalte conhecidos como fluorose dentária. Sobre a fluorose dentária, analise as afirmativas a seguir.
I. Os dentes afetados pela fluorose são mais propensos à cárie.
II. Na fluorose sugere-se que o flúor crie defeitos no esmalte através da retenção das amelogeninas na estrutura do esmalte, ocasionando a formação de esmalte hipomineralizado.
III. A gravidade da fluorose dentária é dose-dependente.
IV. Indivíduos que ingerem níveis semelhantes de flúor podem exibir graus diferentes de fluorose.
Estão corretas apenas as afirmativas
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As neoplasias benignas que acometem a boca representam um grupo amplo e heterogêneo de lesões. Tais lesões podem apresentar localização periférica, em tecido mole, enquanto outras podem se situar centralmente, o que equivale dizer no interior da mandíbula ou da maxila. Sobre as neoplasias benignas que podem acometer a boca, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Hemangiomas são lesões que estão presentes ao nascimento e persistem ao longo da vida e representam alterações estruturais dos vasos sanguíneos.
( ) Baixos níveis de ácido vanilmandélico são geralmente encontrados na urina dos pacientes com tumor melanótico neuroectodérmico da infância.
( ) O fibroma ossificante é uma neoplasia incomum com predileção pela mandíbula e pelo gênero feminino.
( ) Cementoblastoma é uma neoplasia benigna de cementoblastos que possui ampla predileção pela região de pré-molares e molares da mandíbula e afeta especialmente pacientes jovens.
A sequência está correta em
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Leucoplasia é, de longe, a lesão potencialmente maligna mais comum, representando 85% dessas lesões. Além disso, mais de um terço dos carcinomas orais apresentam leucoplasia em estreita proximidade. Sobre a leucoplasia, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A leucoplasia verrucosa proliferativa invariavelmente se origina de uma leucoplasia verrucosa.
( ) Leucoplasias delgadas apresentam um índice alto de transformação maligna sem alteração do aspecto clínico, daí a necessidade de sempre se realizar a biópsia.
( ) Dentre os fatores adicionais associados a um aumento do risco para transformação maligna da leucoplasia se inclui ausência do hábito de fumar.
( ) A leucoplasia verrucosa proliferativa pode evoluir para um carcinoma verrucoso.
A sequência está correta em
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Texto para responder à questão.
Todo ato criativo acontece, inicialmente, por meio de uma crise. Em um mundo em crise, não se pode falar sobre criatividade sem ter a cooperação como condição prévia para a superação de uma crise. Neste desafio, deve-se ter como aliado o diálogo, possível instrumento de transformação do real e superação de crises e conflitos. O ato criativo, talvez consista na promoção do diálogo. Para isso, é preciso demonstrar que não há um método, ou uma dialética, mas apenas o diálogo, que é a fala entre duas pessoas. No diálogo, não há um método definido, há apenas um jogo. A dialética é uma técnica (techné), ou melhor, um método preciso e teleológico, que busca um fim, uma resposta. É por intermediação da dialética, que é a arte de raciocinar, da lógica – dialektiké (techné) discussão, em um constante processo de racionalização – que somos levados a vivenciar em um mundo dominado pela técnica moderna, o filho perverso da techné. É necessário, entretanto, cada vez mais de diálogo, de jogos de linguagem, de relações amorosas solidárias e carismáticas, e não de dialética, que é estéril.
(AMORIM, Wellington Lima. SILVA, Everaldo. Filosofia, Ciência e Vida. nº 121. Fragmento.)
De acordo com o texto:
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Texto para responder à questão.
Todo ato criativo acontece, inicialmente, por meio de uma crise. Em um mundo em crise, não se pode falar sobre criatividade sem ter a cooperação como condição prévia para a superação de uma crise. Neste desafio, deve-se ter como aliado o diálogo, possível instrumento de transformação do real e superação de crises e conflitos. O ato criativo, talvez consista na promoção do diálogo. Para isso, é preciso demonstrar que não há um método, ou uma dialética, mas apenas o diálogo, que é a fala entre duas pessoas. No diálogo, não há um método definido, há apenas um jogo. A dialética é uma técnica (techné), ou melhor, um método preciso e teleológico, que busca um fim, uma resposta. É por intermediação da dialética, que é a arte de raciocinar, da lógica – dialektiké (techné) discussão, em um constante processo de racionalização – que somos levados a vivenciar em um mundo dominado pela técnica moderna, o filho perverso da techné. É necessário, entretanto, cada vez mais de diálogo, de jogos de linguagem, de relações amorosas solidárias e carismáticas, e não de dialética, que é estéril.
(AMORIM, Wellington Lima. SILVA, Everaldo. Filosofia, Ciência e Vida. nº 121. Fragmento.)
A primeira frase do fragmento contém uma relação entre unidades de significado que expressam:
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“Paciente do gênero masculino, 60 anos de idade, apresenta aumento bilateral da glândula submandibular. A história clínica mostrou que o paciente apresenta uma pancreatite autoimune diagnosticada. O exame histopatológico da glândula submandibular direita evidenciou uma sialodenite crônica, com intenso infiltrado linfoplasmocitário, folículos linfoides hiperplásicos e atrofia acinar. Exames para os autoanticorpos nucleares anti-SS-A e anti-SS-B e para fator reumatoide foram negativos.” Baseado nos achados clínicos, laboratoriais e histológicos, assinale a alternativa que representa corretamente o diagnóstico da condição apresentada.
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A amelogênese imperfeita compreende um grupo complexo de condições que demonstram alterações de desenvolvimento na estrutura do esmalte na ausência de uma alteração sistêmica ou síndrome. Sobre a amelogênese imperfeita, analise as afirmativas a seguir.
I. O gene MMP-20 está associado à proteína do esmalte amelogenina. Mutações nesse gen estão associadas à amelogênese hipoplásica leve e difusa.
II. Na amelogênese imperfeita hipoplásica, a alteração básica se concentra na deposição inadequada de matriz do esmalte.
III. Na amelogênese imperfeita com taurodontia há uma combinação de hipoplasia do esmalte com hipomaturação.
IV. A variante hipomaturada da amelogênese imperfeita apresenta um esmalte semelhante a queijo, exceto na porção cervical. Já o padrão hipocalcificado está associado a um esmalte que fratura com facilidade e exibe grande perda tecidual após a erupção. Outra distinção pode ser observada no exame radiográfico, antes da erupção: o padrão hipomaturado apresenta uma diminuição expressiva da espessura de esmalte. Já o padrão hipocalcificado não apresenta espessura de esmalte comprometida na análise radiográfica.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Apesar de mantida em níveis endêmicos, a doença de Chagas ainda preocupa os serviços de vigilância em saúde devido às suas formas não peculiares de transmissão; analise-as.
I. Transmissão transfusional.
II. Transmissão alimentar.
III. Veiculação hídrica.
II. Transmissão alimentar.
III. Veiculação hídrica.
Está(ão) correta(s) a(s) alternativa(s)
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“Em uma determinada área com 150 mil habitantes, 5 crianças menores de 1 ano morreram no ano de 2015.” Sabendo-se que nasceram nesse mesmo período 500 crianças, assinale, a seguir, o coeficiente de mortalidade infantil do local.
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A ética das máquinas
[...] Imagine uma situação na qual uma máquina identifica o rosto de um terrorista internacional tentando embarcar em um voo no aeroporto de Tel Aviv. Imediatamente, um alarme soa e os embarques são suspensos. Todos os voos são, automaticamente, cancelados. Em poucos minutos, a notícia já percorre milhões de tablets e se espalha pelo mundo. O preço do barril de petróleo triplica e nas bolsas de valores há uma corrida pelas ações das empresas petrolíferas. Essa manobra faz com que o preço de outras ações desabe. A queda no valor das ações leva a uma corrida para o dólar e, em poucas horas, ele se valoriza mais de 15%. Contratos de importação e exportação são suspensos...
Essa cadeia inusitada de acontecimentos pode levar ao caos. Mas, o que significa um dia caótico na economia mundial diante da possibilidade de um ataque terrorista que poderia dizimar centenas de vidas? Os agentes da polícia portuária poderiam não ter identificado o rosto do terrorista e, nesse caso, a tragédia seria inevitável. No entanto, não é possível descartar a hipótese de que a máquina poderia ter identificado incorretamente um rosto e que, se ela não tivesse autonomia para suspender embarques e voos, um dia de caos na economia mundial poderia ter sido evitado. O que seria melhor? Tudo depende dos riscos que estamos dispostos a correr.
As máquinas estão se tornando cada vez mais autônomas. Máquinas autônomas não podem ser desligadas. Cada vez mais delegamos a elas decisões diante de situações imprevistas. Se o rosto do terrorista é identificado, o alarme soa e os embarques são automaticamente cancelados, independentemente da vontade de qualquer funcionário do aeroporto. Máquinas autônomas podem, também, alterar sua própria programação a partir de sua interação com o ambiente e, por isso, não temos controle pleno sobre elas.
Em geral, delegamos autonomia para máquinas quando, em algumas tarefas, sua performance é melhor do que a de um ser humano. Cálculos de engenharia, folhas de pagamento de grandes instituições são casos típicos nos quais a performance das máquinas ultrapassa o raciocínio e a memória humana. Em pouco tempo a identificação instantânea de rostos também integrará essa lista. [...]
Máquinas superinteligentes ainda são um sonho distante, mas não impossível. Não podemos, tampouco, descartar a possibilidade de elas serem produzidas acidentalmente. [...]
Como uma máquina autônoma não pode ser desligada, ficaríamos à mercê de seus caprichos, que poderia incluir a destruição completa da raça humana. [...]
O físico Stephen Hawking sugere que, diante desse risco, as pesquisas em inteligência artificial deveriam ser interrompidas. O filósofo Nick Bostrom, da Universidade de Oxford, defende que o aumento da inteligência se refletirá em um aprimoramento ético. Daniel Dennett, um dos pioneiros da Filosofia da Mente, afirma que a superinteligência não passa de uma lenda urbana que se baseia em atribuir às máquinas podres que elas nunca terão.
Temos de aguardar, com os dedos cruzados, os próximos capítulos da história da tecnologia. E torcer para que das inteligências sem consciência possa emergir algo mais do apenas eficiência cega, a competência sem compreensão.
(TEIXEIRA, João. Filosofia, Ciência e Vida. nº 121. Adaptado.)
De acordo com os recursos utilizados pelo autor para compor o tipo textual apresentado, pode-se afirmar que
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