Foram encontradas 60 questões.
Leia o texto Acabar em pizza, de João Pereira Coutinho, para
responder à questão.
Tenho um amigo de infância que ainda vive na casa dos
pais. Estranho? Talvez, se tivermos em conta que ele tem
40 anos.
E, antes que o leitor imagine o personagem como uma
triste figura – um rapaz que só vive para os estudos e sem
atrativos físicos, por favor, não se iluda.
O rapaz está em excelente forma. A vida sentimental
sempre foi como a cabeça de Carmen Miranda – colorida e
suculenta. E, economicamente falando, o desgraçado é mais
rico do que eu.
Mas o pior não são estas evidências. É escutá-lo sobre
a situação doméstica, que ele relata com uma serenidade
oriental. A questão é bastante simples – e razoável. Os
pais sempre insistiram para que ele “voasse para fora do
ninho”. Mas ele, mais inteligente que os pais, começou a
fazer contas. E ficou no ninho.
Um apartamento custa dinheiro. Uma empregada para
tratar da roupa e da limpeza da casa também não é grátis.
Os cozinhados da mãe suplantam qualquer produto congelado. E, quando existem encontros românticos, nada se
compara a um bom hotel com um bom room service. Além
disso, as poupanças de viver com os pais permitem-lhe
trabalhar a meio-termo.
“E se um dia surgir uma mulher permanente?”, pergunto
eu, desesperado. A resposta é lógica: “A casa é suficientemente grande para todos”.
Escuto tudo com uma mistura de pasmo e inveja.
E depois penso: a sorte dele é não viver na Itália.
Alguns números: na pátria do “dolce far niente”, 65% dos
italianos entre os 18 e os 34 anos ainda vivem na casa dos
pais (uma enormidade em termos europeus). São os chamados “mammone” – uma palavra que expressa a ligação umbilical dos filhos adultos às respectivas mães.
E esses meninos da mamãe se parecem com meu amigo.
Mas com uma diferença: no caso dos italianos, a trilogia cama-mesa-roupa lavada não basta. É preciso acrescentar também
uma mesada.
Felizmente, os pais italianos começam a reagir contra
os abusos da descendência. E todos os anos há milhares
– repito: milhares – de processos em tribunal com os pais a
implorar ao juiz para que o filho seja expulso de casa.
Nem sempre conseguem. Relata o Daily Telegraph
que, em Modena (uma simpática cidade da região italiana
de Emília-Romanha), um pai foi judicialmente obrigado pelo
filho a continuar a sustentar os seus “estudos”. O filho tem
28 anos. E só em Modena há 8000 processos anuais de
filhos contra pais por motivos de mesadas.
(Folha de S. Paulo, 03.05.2016. Adaptado)
E, quando existem encontros românticos, nada se compara a um bom hotel com um bom room service. (5º parágrafo)
E todos os anos há milhares – repito: milhares – de processos em tribunal com os pais a implorar ao juiz para que o filho seja expulso de casa. (10º parágrafo)
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, essas expressões podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
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- SintaxeConcordância
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Leia o texto para responder à questão.

(Folha de S.Paulo, 12.06.2016. Adaptado)
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Leia o texto Acabar em pizza, de João Pereira Coutinho, para
responder à questão.
Tenho um amigo de infância que ainda vive na casa dos
pais. Estranho? Talvez, se tivermos em conta que ele tem
40 anos.
E, antes que o leitor imagine o personagem como uma
triste figura – um rapaz que só vive para os estudos e sem
atrativos físicos, por favor, não se iluda.
O rapaz está em excelente forma. A vida sentimental
sempre foi como a cabeça de Carmen Miranda – colorida e
suculenta. E, economicamente falando, o desgraçado é mais
rico do que eu.
Mas o pior não são estas evidências. É escutá-lo sobre
a situação doméstica, que ele relata com uma serenidade
oriental. A questão é bastante simples – e razoável. Os
pais sempre insistiram para que ele “voasse para fora do
ninho”. Mas ele, mais inteligente que os pais, começou a
fazer contas. E ficou no ninho.
Um apartamento custa dinheiro. Uma empregada para
tratar da roupa e da limpeza da casa também não é grátis.
Os cozinhados da mãe suplantam qualquer produto congelado. E, quando existem encontros românticos, nada se
compara a um bom hotel com um bom room service. Além
disso, as poupanças de viver com os pais permitem-lhe
trabalhar a meio-termo.
“E se um dia surgir uma mulher permanente?”, pergunto
eu, desesperado. A resposta é lógica: “A casa é suficientemente grande para todos”.
Escuto tudo com uma mistura de pasmo e inveja.
E depois penso: a sorte dele é não viver na Itália.
Alguns números: na pátria do “dolce far niente”, 65% dos
italianos entre os 18 e os 34 anos ainda vivem na casa dos
pais (uma enormidade em termos europeus). São os chamados “mammone” – uma palavra que expressa a ligação umbilical dos filhos adultos às respectivas mães.
E esses meninos da mamãe se parecem com meu amigo.
Mas com uma diferença: no caso dos italianos, a trilogia cama-mesa-roupa lavada não basta. É preciso acrescentar também
uma mesada.
Felizmente, os pais italianos começam a reagir contra
os abusos da descendência. E todos os anos há milhares
– repito: milhares – de processos em tribunal com os pais a
implorar ao juiz para que o filho seja expulso de casa.
Nem sempre conseguem. Relata o Daily Telegraph
que, em Modena (uma simpática cidade da região italiana
de Emília-Romanha), um pai foi judicialmente obrigado pelo
filho a continuar a sustentar os seus “estudos”. O filho tem
28 anos. E só em Modena há 8000 processos anuais de
filhos contra pais por motivos de mesadas.
(Folha de S. Paulo, 03.05.2016. Adaptado)
As frases “A vida sentimental sempre foi como a cabeça de Carmen Miranda – colorida e suculenta” e “São os chamados ‘mammone’ – uma palavra que expressa a ligação umbilical dos filhos adultos às respectivas mães” evidenciam, respectivamente, __________ e __________, empregadas pelo autor com referência __________ vida sentimental do rapaz e __________ uma condição peculiar que caracteriza a relação familiar de alguns italianos.
As lacunas do texto devem ser preenchidas, correta e respectivamente, por:
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Leia o texto Acabar em pizza, de João Pereira Coutinho, para
responder à questão.
Tenho um amigo de infância que ainda vive na casa dos
pais. Estranho? Talvez, se tivermos em conta que ele tem
40 anos.
E, antes que o leitor imagine o personagem como uma
triste figura – um rapaz que só vive para os estudos e sem
atrativos físicos, por favor, não se iluda.
O rapaz está em excelente forma. A vida sentimental
sempre foi como a cabeça de Carmen Miranda – colorida e
suculenta. E, economicamente falando, o desgraçado é mais
rico do que eu.
Mas o pior não são estas evidências. É escutá-lo sobre
a situação doméstica, que ele relata com uma serenidade
oriental. A questão é bastante simples – e razoável. Os
pais sempre insistiram para que ele “voasse para fora do
ninho”. Mas ele, mais inteligente que os pais, começou a
fazer contas. E ficou no ninho.
Um apartamento custa dinheiro. Uma empregada para
tratar da roupa e da limpeza da casa também não é grátis.
Os cozinhados da mãe suplantam qualquer produto congelado. E, quando existem encontros românticos, nada se
compara a um bom hotel com um bom room service. Além
disso, as poupanças de viver com os pais permitem-lhe
trabalhar a meio-termo.
“E se um dia surgir uma mulher permanente?”, pergunto
eu, desesperado. A resposta é lógica: “A casa é suficientemente grande para todos”.
Escuto tudo com uma mistura de pasmo e inveja.
E depois penso: a sorte dele é não viver na Itália.
Alguns números: na pátria do “dolce far niente”, 65% dos
italianos entre os 18 e os 34 anos ainda vivem na casa dos
pais (uma enormidade em termos europeus). São os chamados “mammone” – uma palavra que expressa a ligação umbilical dos filhos adultos às respectivas mães.
E esses meninos da mamãe se parecem com meu amigo.
Mas com uma diferença: no caso dos italianos, a trilogia cama-mesa-roupa lavada não basta. É preciso acrescentar também
uma mesada.
Felizmente, os pais italianos começam a reagir contra
os abusos da descendência. E todos os anos há milhares
– repito: milhares – de processos em tribunal com os pais a
implorar ao juiz para que o filho seja expulso de casa.
Nem sempre conseguem. Relata o Daily Telegraph
que, em Modena (uma simpática cidade da região italiana
de Emília-Romanha), um pai foi judicialmente obrigado pelo
filho a continuar a sustentar os seus “estudos”. O filho tem
28 anos. E só em Modena há 8000 processos anuais de
filhos contra pais por motivos de mesadas.
(Folha de S. Paulo, 03.05.2016. Adaptado)
E, economicamente falando, o desgraçado é mais rico do que eu. (3º parágrafo)
… um pai foi judicialmente obrigado pelo filho a continuar a sustentar os seus “estudos”. (último parágrafo)
Assinale a alternativa em que as expressões destacadas também apresentam, respectivamente, as circunstâncias de intensidade e modo.
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Leia o texto Acabar em pizza, de João Pereira Coutinho, para
responder à questão.
Tenho um amigo de infância que ainda vive na casa dos
pais. Estranho? Talvez, se tivermos em conta que ele tem
40 anos.
E, antes que o leitor imagine o personagem como uma
triste figura – um rapaz que só vive para os estudos e sem
atrativos físicos, por favor, não se iluda.
O rapaz está em excelente forma. A vida sentimental
sempre foi como a cabeça de Carmen Miranda – colorida e
suculenta. E, economicamente falando, o desgraçado é mais
rico do que eu.
Mas o pior não são estas evidências. É escutá-lo sobre
a situação doméstica, que ele relata com uma serenidade
oriental. A questão é bastante simples – e razoável. Os
pais sempre insistiram para que ele “voasse para fora do
ninho”. Mas ele, mais inteligente que os pais, começou a
fazer contas. E ficou no ninho.
Um apartamento custa dinheiro. Uma empregada para
tratar da roupa e da limpeza da casa também não é grátis.
Os cozinhados da mãe suplantam qualquer produto congelado. E, quando existem encontros românticos, nada se
compara a um bom hotel com um bom room service. Além
disso, as poupanças de viver com os pais permitem-lhe
trabalhar a meio-termo.
“E se um dia surgir uma mulher permanente?”, pergunto
eu, desesperado. A resposta é lógica: “A casa é suficientemente grande para todos”.
Escuto tudo com uma mistura de pasmo e inveja.
E depois penso: a sorte dele é não viver na Itália.
Alguns números: na pátria do “dolce far niente”, 65% dos
italianos entre os 18 e os 34 anos ainda vivem na casa dos
pais (uma enormidade em termos europeus). São os chamados “mammone” – uma palavra que expressa a ligação umbilical dos filhos adultos às respectivas mães.
E esses meninos da mamãe se parecem com meu amigo.
Mas com uma diferença: no caso dos italianos, a trilogia cama-mesa-roupa lavada não basta. É preciso acrescentar também
uma mesada.
Felizmente, os pais italianos começam a reagir contra
os abusos da descendência. E todos os anos há milhares
– repito: milhares – de processos em tribunal com os pais a
implorar ao juiz para que o filho seja expulso de casa.
Nem sempre conseguem. Relata o Daily Telegraph
que, em Modena (uma simpática cidade da região italiana
de Emília-Romanha), um pai foi judicialmente obrigado pelo
filho a continuar a sustentar os seus “estudos”. O filho tem
28 anos. E só em Modena há 8000 processos anuais de
filhos contra pais por motivos de mesadas.
(Folha de S. Paulo, 03.05.2016. Adaptado)
Os pronomes substituem corretamente as expressões destacadas e estão adequadamente colocados na frase, em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, em:
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403887
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Provas:
O resultado do plebiscito a favor da saída do Reino Unido
da União Europeia (UE) revelou profundas divisões entre
os britânicos. O resultado levou ao anúncio de renúncia
do primeiro-ministro David Cameron, que liderou a campanha pela permanência. 51,9% dos britânicos votaram
pela saída contra 48,1%. Espera-se que o processo seja
negociado ao longo dos próximos dois anos.
(UOL, 24 jun.16. Disponível em: http://goo.gl/DE1UMm. Adaptado)
Votaram majoritariamente pela saída do Reino Unido da União Europeia
Votaram majoritariamente pela saída do Reino Unido da União Europeia
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403886
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Provas:
O Comitê Olímpico Internacional decidiu não banir o país
da Olimpíada do Rio, mas o país está mesmo fora das
competições de atletismo. Até a atleta que denunciou o
esquema de doping não participará. Quanto às outras
modalidades, agora as federações internacionais de
cada esporte vão decidir, caso a caso, sobre a participação dos atletas.
(G1, 25 jul.16. Disponível em: http://goo.gl/PZF4FU. Adaptado)
O país que está fora das competições de atletismo da Olimpíada do Rio é
O país que está fora das competições de atletismo da Olimpíada do Rio é
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403881
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Provas:
O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (21 de
junho) o projeto de lei que estabelece novas regras de
administração das empresas estatais. Chamada de Lei
de Responsabilidade das Estatais, a proposta foi aprovada em votação simbólica e segue agora para sanção
presidencial.
(Folha de S.Paulo, 21 jun.16. Disponível em
http://goo.gl/YfrlSM. Adaptado)
A principal mudança provocada pelo projeto aprovado no Senado na gestão das estatais é
A principal mudança provocada pelo projeto aprovado no Senado na gestão das estatais é
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403879
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Provas:
Foi confirmado o candidato do Partido Republicano à presidência dos EUA nesta terça (19 de julho), ao conseguir
o número de delegados necessário durante a convenção
nacional do partido. A convenção, assim como a campanha, teve presente a polêmica em torno de sua candidatura, que venceu as prévias, mas é questionada por
lideranças do partido. Ele nunca ocupou cargo público.
Os opositores republicanos se mostram alarmados com
suas posições polêmicas a respeito de imigrantes e muçulmanos, bem como com seu distanciamento da ortodoxia do partido em temas como o comércio.
(UOL, 24 jun.16. Disponível em: http://goo.gl/KgY0hg. Adaptado)
O candidato republicano à presidência dos EUA é
O candidato republicano à presidência dos EUA é
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403867
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Provas:
O governo pediu à população que pare com os protestos
que se espalharam pelo país. O país está em convulsão
por causa da reforma trabalhista que o presidente pretende promover, que prevê medidas como o aumento da
jornada de trabalho. Em menos de dois meses, a polícia prendeu 1300 pessoas em manifestações violentas.
Nem as ruas nem o governo aceitam ceder. O primeiro-ministro afirmou que as marchas estão mais violentas.
Manifestantes acusam policiais de abusos. Do terrorismo
à economia, o país vive uma crise social. O crescimento
é pequeno, o desemprego fica perto de 10%, e um em
cada quatro jovens não trabalha.
(G1, 19 mai.16. Disponível em: http://goo.gl/wEHHYG. Adaptado)
Os protestos ocorreram
Os protestos ocorreram
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