Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

1521847 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Remígio-PB
Provas:

Leia o texto verbal de uma propaganda que homenageia os profissionais da imprensa (pessoas que trabalham com jornais, televisão, rádio, agências, etc).

“AGENTE SEMPRE ENCONTRAQUEM VOCÊ FICAPROCURANDO. ”

“UMAHOMENAGEM AOS PROFISSIONAIS DAIMPRENSA, ELES QUE SABEM TUDO SOBRE PÚBLICO-ALVO.

Grupo de Mídia Minas Gerais Sigla Comunicação (Adaptado)

Sobre o emprego dos pronomes do texto, pode-se afirmar:

I- O emprego de a gente é inadequado, uma vez que está carregado de marcas da linguagem coloquial desajustadas à situação comunicativa apresentada.

II- O pronome você não marca necessariamente a interlocução, trata-se de um recurso de linguagem utilizado como forma de expressar ideias genéricas.

III- O emprego de termos de significação indefinida como tudo prejudica a compreensão do texto, pois o leitor não consegue entender, com clareza, a mensagem veiculada no contexto.

IV- O pronome eles no contexto tem como referente “os profissionais de imprensa”.

Está (ão) CORRETA(s), apenas

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1521846 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Remígio-PB
Provas:

Leia a estrofe a seguir da canção “Cotidiano”, de Chico Buarque de Holanda:

Todo dia ela faz tudo sempre igual

Me sacode às seis horas da manhã

Me sorri um sorriso pontual

E me beija com a boca de hortelã

BUARQUE, Chico. Construção, Universal, 1971.CD

Com relação ao texto, pode-se afirmar corretamente, EXCETO:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1521845 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Remígio-PB
Provas:

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 8.


01

02

03

04

05

06

07

08

09

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

Mitos das redes sociais

Essas plataformas têm valor comunicativo e profissional que não as isenta de debate crítico acerca de seus aspectos mais

controversos

Ninguém duvida da imensa utilidade das redes sociais como ferramenta profissional e recreativa. Organizam um

gigantesco contingente de usuários conforme suas afinidades e facilitam toda forma de comunicação interpessoal. Tornam

a vida mais prática. Mais controvertidas são suas dimensões política e midiática. primeira vista um enorme fórum de

livre debate, as redes são formadas por células que mais reiteram as próprias certezas e hábitos do que os submetem a

discussão. Esta, quando ocorre, adquire tons de estéril guerrilha verbal. s vezes se formam consensos formidáveis e

legítima mobilização, como visto em junho passado, mas que tendem a ser passageiros, além de superficiais. Talvez pela

natureza fluida do veículo em que se expressam, falta-lhes organicidade e duração. Tampouco cabe dúvida de que o

jornalismo amador ou militante, impulsionado pela internet, ajuda a suplementar de informação como um todo. Nem por

isso está isento de críticas. Embora faça a apologia da veracidade, essa forma de jornalismo se mostra ainda mais sujeita a

falhas do que as já frequentes no jornalismo profissional. Informações se divulgam sem comprovação, quase sempre

embaladas nas estridentes convicções, autênticas, mas parciais, de seu emitente. Os usuários sabem disso, e se

comportamento sugere que as redes são antes uma ampla câmara de ressonância da própria mídia. Levantamento publicado

pela Folha mostrou que mais de 80% do conteúdo informativo tramitado pelo Twitter, por exemplo, relativo às jornadas

de junho passado, era produzido pelo jornalismo profissional da imprensa e da TV. Para os conglomerados empresariais

que exploram as redes, política ou jornalismo são facetas secundárias do negócio. Daí a desfaçatez com que "posts"

noticiosos são censurados, como ocorreu duas vezes, somente na semana passada, com inserções desta Folha no Facebook

Daí a docilidade dessas empresas -todas norte-americanas- em face das exigências paranoides de seu governo à custa da

privacidade dos usuários mundo afora. É honesto reconhecer um aspecto corporativo nestas críticas, pois as redes sociais

e os buscadores de notícias se beneficiam comercialmente da audiência gerada por produtos jornalísticos que não criaram

nem custearam. Este é apenas um dos problemas a serem enfrentados pela legislação relativa ao Marco Civil da Internet,

que a Câmara dos Deputados deve votar em agosto. Admitir esse aspecto de interesse próprio, porém, não impede este

jornal de contribuir para a crítica que as redes sociais, com todo o seu valor comunicativo e utilitário, merecem

Editorial Folha de SP- 28/07/2013

Em: “Ninguém duvida da imensa utilidade das redes sociais como ferramenta profissional e recreativa. Organizam um gigantesco contingente de usuários conforme suas afinidades e facilitam toda forma de comunicação interpessoal. Tornam a vida mais prática.” As palavras destacadas se classificam, respectivamente, como

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1521844 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Remígio-PB
Provas:

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 8.


01

02

03

04

05

06

07

08

09

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

Mitos das redes sociais

Essas plataformas têm valor comunicativo e profissional que não as isenta de debate crítico acerca de seus aspectos mais

controversos

Ninguém duvida da imensa utilidade das redes sociais como ferramenta profissional e recreativa. Organizam um

gigantesco contingente de usuários conforme suas afinidades e facilitam toda forma de comunicação interpessoal. Tornam

a vida mais prática. Mais controvertidas são suas dimensões política e midiática. primeira vista um enorme fórum de

livre debate, as redes são formadas por células que mais reiteram as próprias certezas e hábitos do que os submetem a

discussão. Esta, quando ocorre, adquire tons de estéril guerrilha verbal. s vezes se formam consensos formidáveis e

legítima mobilização, como visto em junho passado, mas que tendem a ser passageiros, além de superficiais. Talvez pela

natureza fluida do veículo em que se expressam, falta-lhes organicidade e duração. Tampouco cabe dúvida de que o

jornalismo amador ou militante, impulsionado pela internet, ajuda a suplementar de informação como um todo. Nem por

isso está isento de críticas. Embora faça a apologia da veracidade, essa forma de jornalismo se mostra ainda mais sujeita a

falhas do que as já frequentes no jornalismo profissional. Informações se divulgam sem comprovação, quase sempre

embaladas nas estridentes convicções, autênticas, mas parciais, de seu emitente. Os usuários sabem disso, e se

comportamento sugere que as redes são antes uma ampla câmara de ressonância da própria mídia. Levantamento publicado

pela Folha mostrou que mais de 80% do conteúdo informativo tramitado pelo Twitter, por exemplo, relativo às jornadas

de junho passado, era produzido pelo jornalismo profissional da imprensa e da TV. Para os conglomerados empresariais

que exploram as redes, política ou jornalismo são facetas secundárias do negócio. Daí a desfaçatez com que "posts"

noticiosos são censurados, como ocorreu duas vezes, somente na semana passada, com inserções desta Folha no Facebook

Daí a docilidade dessas empresas -todas norte-americanas- em face das exigências paranoides de seu governo à custa da

privacidade dos usuários mundo afora. É honesto reconhecer um aspecto corporativo nestas críticas, pois as redes sociais

e os buscadores de notícias se beneficiam comercialmente da audiência gerada por produtos jornalísticos que não criaram

nem custearam. Este é apenas um dos problemas a serem enfrentados pela legislação relativa ao Marco Civil da Internet,

que a Câmara dos Deputados deve votar em agosto. Admitir esse aspecto de interesse próprio, porém, não impede este

jornal de contribuir para a crítica que as redes sociais, com todo o seu valor comunicativo e utilitário, merecem

Editorial Folha de SP- 28/07/2013

Sabe-se que a linguagem pode ter uso denotativo e conotativo, e que a conotação (sentido especial que tonam os termos em um contexto específico) pode acarretar metaforização. Assinale a única alternativa em que NÃO ocorre o processo da conotação/metaforização.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1521843 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Remígio-PB
Provas:

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 8.


01

02

03

04

05

06

07

08

09

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

Mitos das redes sociais

Essas plataformas têm valor comunicativo e profissional que não as isenta de debate crítico acerca de seus aspectos mais

controversos

Ninguém duvida da imensa utilidade das redes sociais como ferramenta profissional e recreativa. Organizam um

gigantesco contingente de usuários conforme suas afinidades e facilitam toda forma de comunicação interpessoal. Tornam

a vida mais prática. Mais controvertidas são suas dimensões política e midiática. primeira vista um enorme fórum de

livre debate, as redes são formadas por células que mais reiteram as próprias certezas e hábitos do que os submetem a

discussão. Esta, quando ocorre, adquire tons de estéril guerrilha verbal. s vezes se formam consensos formidáveis e

legítima mobilização, como visto em junho passado, mas que tendem a ser passageiros, além de superficiais. Talvez pela

natureza fluida do veículo em que se expressam, falta-lhes organicidade e duração. Tampouco cabe dúvida de que o

jornalismo amador ou militante, impulsionado pela internet, ajuda a suplementar de informação como um todo. Nem por

isso está isento de críticas. Embora faça a apologia da veracidade, essa forma de jornalismo se mostra ainda mais sujeita a

falhas do que as já frequentes no jornalismo profissional. Informações se divulgam sem comprovação, quase sempre

embaladas nas estridentes convicções, autênticas, mas parciais, de seu emitente. Os usuários sabem disso, e se

comportamento sugere que as redes são antes uma ampla câmara de ressonância da própria mídia. Levantamento publicado

pela Folha mostrou que mais de 80% do conteúdo informativo tramitado pelo Twitter, por exemplo, relativo às jornadas

de junho passado, era produzido pelo jornalismo profissional da imprensa e da TV. Para os conglomerados empresariais

que exploram as redes, política ou jornalismo são facetas secundárias do negócio. Daí a desfaçatez com que "posts"

noticiosos são censurados, como ocorreu duas vezes, somente na semana passada, com inserções desta Folha no Facebook

Daí a docilidade dessas empresas -todas norte-americanas- em face das exigências paranoides de seu governo à custa da

privacidade dos usuários mundo afora. É honesto reconhecer um aspecto corporativo nestas críticas, pois as redes sociais

e os buscadores de notícias se beneficiam comercialmente da audiência gerada por produtos jornalísticos que não criaram

nem custearam. Este é apenas um dos problemas a serem enfrentados pela legislação relativa ao Marco Civil da Internet,

que a Câmara dos Deputados deve votar em agosto. Admitir esse aspecto de interesse próprio, porém, não impede este

jornal de contribuir para a crítica que as redes sociais, com todo o seu valor comunicativo e utilitário, merecem

Editorial Folha de SP- 28/07/2013

Analise as sentenças abaixo, atentando para a concordância verbal e suas respectivas explicações ao lado.

I- “...falta-lhes organicidade e duração.” (linha 7) – Com sujeito composto proposto ao verbo, este pode ficar no singular.

II- “As redes são antes...” (linha 12) – O verbo ser concorda com o predicativo.

III- “Como ocorreu duas vezes, somente na semana passada...” (linhas 16) – Está em desacordo com a norma, pois o sujeito plural deve levar o verbo também para o plural “ocorreram”.

Está(ão) CORRETA(s), apenas:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1521842 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Remígio-PB
Provas:

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 8.


01

02

03

04

05

06

07

08

09

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

Mitos das redes sociais

Essas plataformas têm valor comunicativo e profissional que não as isenta de debate crítico acerca de seus aspectos mais

controversos

Ninguém duvida da imensa utilidade das redes sociais como ferramenta profissional e recreativa. Organizam um

gigantesco contingente de usuários conforme suas afinidades e facilitam toda forma de comunicação interpessoal. Tornam

a vida mais prática. Mais controvertidas são suas dimensões política e midiática. primeira vista um enorme fórum de

livre debate, as redes são formadas por células que mais reiteram as próprias certezas e hábitos do que os submetem a

discussão. Esta, quando ocorre, adquire tons de estéril guerrilha verbal. s vezes se formam consensos formidáveis e

legítima mobilização, como visto em junho passado, mas que tendem a ser passageiros, além de superficiais. Talvez pela

natureza fluida do veículo em que se expressam, falta-lhes organicidade e duração. Tampouco cabe dúvida de que o

jornalismo amador ou militante, impulsionado pela internet, ajuda a suplementar de informação como um todo. Nem por

isso está isento de críticas. Embora faça a apologia da veracidade, essa forma de jornalismo se mostra ainda mais sujeita a

falhas do que as já frequentes no jornalismo profissional. Informações se divulgam sem comprovação, quase sempre

embaladas nas estridentes convicções, autênticas, mas parciais, de seu emitente. Os usuários sabem disso, e se

comportamento sugere que as redes são antes uma ampla câmara de ressonância da própria mídia. Levantamento publicado

pela Folha mostrou que mais de 80% do conteúdo informativo tramitado pelo Twitter, por exemplo, relativo às jornadas

de junho passado, era produzido pelo jornalismo profissional da imprensa e da TV. Para os conglomerados empresariais

que exploram as redes, política ou jornalismo são facetas secundárias do negócio. Daí a desfaçatez com que "posts"

noticiosos são censurados, como ocorreu duas vezes, somente na semana passada, com inserções desta Folha no Facebook

Daí a docilidade dessas empresas -todas norte-americanas- em face das exigências paranoides de seu governo à custa da

privacidade dos usuários mundo afora. É honesto reconhecer um aspecto corporativo nestas críticas, pois as redes sociais

e os buscadores de notícias se beneficiam comercialmente da audiência gerada por produtos jornalísticos que não criaram

nem custearam. Este é apenas um dos problemas a serem enfrentados pela legislação relativa ao Marco Civil da Internet,

que a Câmara dos Deputados deve votar em agosto. Admitir esse aspecto de interesse próprio, porém, não impede este

jornal de contribuir para a crítica que as redes sociais, com todo o seu valor comunicativo e utilitário, merecem

Editorial Folha de SP- 28/07/2013

Sabe-se que as orações subordinadas podem vir, muitas vezes, sob a forma reduzida ou desenvolvida. Indique entre as alternativas abaixo aquela em que a reescrita da oração está INADEQUADA com relação à original:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1521841 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Remígio-PB
Provas:

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 8.


01

02

03

04

05

06

07

08

09

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

Mitos das redes sociais

Essas plataformas têm valor comunicativo e profissional que não as isenta de debate crítico acerca de seus aspectos mais

controversos

Ninguém duvida da imensa utilidade das redes sociais como ferramenta profissional e recreativa. Organizam um

gigantesco contingente de usuários conforme suas afinidades e facilitam toda forma de comunicação interpessoal. Tornam

a vida mais prática. Mais controvertidas são suas dimensões política e midiática. primeira vista um enorme fórum de

livre debate, as redes são formadas por células que mais reiteram as próprias certezas e hábitos do que os submetem a

discussão. Esta, quando ocorre, adquire tons de estéril guerrilha verbal. s vezes se formam consensos formidáveis e

legítima mobilização, como visto em junho passado, mas que tendem a ser passageiros, além de superficiais. Talvez pela

natureza fluida do veículo em que se expressam, falta-lhes organicidade e duração. Tampouco cabe dúvida de que o

jornalismo amador ou militante, impulsionado pela internet, ajuda a suplementar de informação como um todo. Nem por

isso está isento de críticas. Embora faça a apologia da veracidade, essa forma de jornalismo se mostra ainda mais sujeita a

falhas do que as já frequentes no jornalismo profissional. Informações se divulgam sem comprovação, quase sempre

embaladas nas estridentes convicções, autênticas, mas parciais, de seu emitente. Os usuários sabem disso, e se

comportamento sugere que as redes são antes uma ampla câmara de ressonância da própria mídia. Levantamento publicado

pela Folha mostrou que mais de 80% do conteúdo informativo tramitado pelo Twitter, por exemplo, relativo às jornadas

de junho passado, era produzido pelo jornalismo profissional da imprensa e da TV. Para os conglomerados empresariais

que exploram as redes, política ou jornalismo são facetas secundárias do negócio. Daí a desfaçatez com que "posts"

noticiosos são censurados, como ocorreu duas vezes, somente na semana passada, com inserções desta Folha no Facebook

Daí a docilidade dessas empresas -todas norte-americanas- em face das exigências paranoides de seu governo à custa da

privacidade dos usuários mundo afora. É honesto reconhecer um aspecto corporativo nestas críticas, pois as redes sociais

e os buscadores de notícias se beneficiam comercialmente da audiência gerada por produtos jornalísticos que não criaram

nem custearam. Este é apenas um dos problemas a serem enfrentados pela legislação relativa ao Marco Civil da Internet,

que a Câmara dos Deputados deve votar em agosto. Admitir esse aspecto de interesse próprio, porém, não impede este

jornal de contribuir para a crítica que as redes sociais, com todo o seu valor comunicativo e utilitário, merecem

Editorial Folha de SP- 28/07/2013

Os conectivos ou partículas de ligação, além de exercerem funções coesivas, manifestam ainda diferentes relações de sentido entre os enunciados. Aponte, dentre as alternativas a seguir, aquela em que a relação estabelecida pelo conectivo em destaque está CORRETAMENTE indicada entre parênteses.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1521840 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Remígio-PB
Provas:

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 8.


01

02

03

04

05

06

07

08

09

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

Mitos das redes sociais

Essas plataformas têm valor comunicativo e profissional que não as isenta de debate crítico acerca de seus aspectos mais

controversos

Ninguém duvida da imensa utilidade das redes sociais como ferramenta profissional e recreativa. Organizam um

gigantesco contingente de usuários conforme suas afinidades e facilitam toda forma de comunicação interpessoal. Tornam

a vida mais prática. Mais controvertidas são suas dimensões política e midiática. primeira vista um enorme fórum de

livre debate, as redes são formadas por células que mais reiteram as próprias certezas e hábitos do que os submetem a

discussão. Esta, quando ocorre, adquire tons de estéril guerrilha verbal. s vezes se formam consensos formidáveis e

legítima mobilização, como visto em junho passado, mas que tendem a ser passageiros, além de superficiais. Talvez pela

natureza fluida do veículo em que se expressam, falta-lhes organicidade e duração. Tampouco cabe dúvida de que o

jornalismo amador ou militante, impulsionado pela internet, ajuda a suplementar de informação como um todo. Nem por

isso está isento de críticas. Embora faça a apologia da veracidade, essa forma de jornalismo se mostra ainda mais sujeita a

falhas do que as já frequentes no jornalismo profissional. Informações se divulgam sem comprovação, quase sempre

embaladas nas estridentes convicções, autênticas, mas parciais, de seu emitente. Os usuários sabem disso, e se

comportamento sugere que as redes são antes uma ampla câmara de ressonância da própria mídia. Levantamento publicado

pela Folha mostrou que mais de 80% do conteúdo informativo tramitado pelo Twitter, por exemplo, relativo às jornadas

de junho passado, era produzido pelo jornalismo profissional da imprensa e da TV. Para os conglomerados empresariais

que exploram as redes, política ou jornalismo são facetas secundárias do negócio. Daí a desfaçatez com que "posts"

noticiosos são censurados, como ocorreu duas vezes, somente na semana passada, com inserções desta Folha no Facebook

Daí a docilidade dessas empresas -todas norte-americanas- em face das exigências paranoides de seu governo à custa da

privacidade dos usuários mundo afora. É honesto reconhecer um aspecto corporativo nestas críticas, pois as redes sociais

e os buscadores de notícias se beneficiam comercialmente da audiência gerada por produtos jornalísticos que não criaram

nem custearam. Este é apenas um dos problemas a serem enfrentados pela legislação relativa ao Marco Civil da Internet,

que a Câmara dos Deputados deve votar em agosto. Admitir esse aspecto de interesse próprio, porém, não impede este

jornal de contribuir para a crítica que as redes sociais, com todo o seu valor comunicativo e utilitário, merecem

Editorial Folha de SP- 28/07/2013

Calcado em seus argumentos, o editorial claramente toma posição contrária ao jornalismo independente; para isso, usa os argumentos abaixo, EXCETO:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1521839 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Remígio-PB
Provas:

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 8.


01

02

03

04

05

06

07

08

09

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

Mitos das redes sociais

Essas plataformas têm valor comunicativo e profissional que não as isenta de debate crítico acerca de seus aspectos mais

controversos

Ninguém duvida da imensa utilidade das redes sociais como ferramenta profissional e recreativa. Organizam um

gigantesco contingente de usuários conforme suas afinidades e facilitam toda forma de comunicação interpessoal. Tornam

a vida mais prática. Mais controvertidas são suas dimensões política e midiática. primeira vista um enorme fórum de

livre debate, as redes são formadas por células que mais reiteram as próprias certezas e hábitos do que os submetem a

discussão. Esta, quando ocorre, adquire tons de estéril guerrilha verbal. s vezes se formam consensos formidáveis e

legítima mobilização, como visto em junho passado, mas que tendem a ser passageiros, além de superficiais. Talvez pela

natureza fluida do veículo em que se expressam, falta-lhes organicidade e duração. Tampouco cabe dúvida de que o

jornalismo amador ou militante, impulsionado pela internet, ajuda a suplementar de informação como um todo. Nem por

isso está isento de críticas. Embora faça a apologia da veracidade, essa forma de jornalismo se mostra ainda mais sujeita a

falhas do que as já frequentes no jornalismo profissional. Informações se divulgam sem comprovação, quase sempre

embaladas nas estridentes convicções, autênticas, mas parciais, de seu emitente. Os usuários sabem disso, e se

comportamento sugere que as redes são antes uma ampla câmara de ressonância da própria mídia. Levantamento publicado

pela Folha mostrou que mais de 80% do conteúdo informativo tramitado pelo Twitter, por exemplo, relativo às jornadas

de junho passado, era produzido pelo jornalismo profissional da imprensa e da TV. Para os conglomerados empresariais

que exploram as redes, política ou jornalismo são facetas secundárias do negócio. Daí a desfaçatez com que "posts"

noticiosos são censurados, como ocorreu duas vezes, somente na semana passada, com inserções desta Folha no Facebook

Daí a docilidade dessas empresas -todas norte-americanas- em face das exigências paranoides de seu governo à custa da

privacidade dos usuários mundo afora. É honesto reconhecer um aspecto corporativo nestas críticas, pois as redes sociais

e os buscadores de notícias se beneficiam comercialmente da audiência gerada por produtos jornalísticos que não criaram

nem custearam. Este é apenas um dos problemas a serem enfrentados pela legislação relativa ao Marco Civil da Internet,

que a Câmara dos Deputados deve votar em agosto. Admitir esse aspecto de interesse próprio, porém, não impede este

jornal de contribuir para a crítica que as redes sociais, com todo o seu valor comunicativo e utilitário, merecem

Editorial Folha de SP- 28/07/2013

Leia e analise as proposições abaixo sobre o texto:

I- Em “Levantamento publicado pela Folha mostrou que mais de 80% do conteúdo informativo tramitado pelo Twitter...” (linha 12-13), os dados numéricos desqualificam a argumentação do texto, pois esses perdem o efeito de veracidade porque não podem ser provados no próprio texto.

II- A expressão “Ninguém duvida” (linha 1) faz o leitor acreditar que o que vai ser dito é uma verdade inquestionável, dando credibilidade sobre o que o texto está exemplificando.

III- O pronome demonstrativo “isso” (na contração “disso”) (linha 11) refere-se às falhas de informação e à parcialidade dos jornalistas independentes.

Está (ão) CORRETA(s), apenas

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1521838 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Remígio-PB
Provas:

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 8.


01

02

03

04

05

06

07

08

09

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

Mitos das redes sociais

Essas plataformas têm valor comunicativo e profissional que não as isenta de debate crítico acerca de seus aspectos mais

controversos

Ninguém duvida da imensa utilidade das redes sociais como ferramenta profissional e recreativa. Organizam um

gigantesco contingente de usuários conforme suas afinidades e facilitam toda forma de comunicação interpessoal. Tornam

a vida mais prática. Mais controvertidas são suas dimensões política e midiática. primeira vista um enorme fórum de

livre debate, as redes são formadas por células que mais reiteram as próprias certezas e hábitos do que os submetem a

discussão. Esta, quando ocorre, adquire tons de estéril guerrilha verbal. s vezes se formam consensos formidáveis e

legítima mobilização, como visto em junho passado, mas que tendem a ser passageiros, além de superficiais. Talvez pela

natureza fluida do veículo em que se expressam, falta-lhes organicidade e duração. Tampouco cabe dúvida de que o

jornalismo amador ou militante, impulsionado pela internet, ajuda a suplementar de informação como um todo. Nem por

isso está isento de críticas. Embora faça a apologia da veracidade, essa forma de jornalismo se mostra ainda mais sujeita a

falhas do que as já frequentes no jornalismo profissional. Informações se divulgam sem comprovação, quase sempre

embaladas nas estridentes convicções, autênticas, mas parciais, de seu emitente. Os usuários sabem disso, e se

comportamento sugere que as redes são antes uma ampla câmara de ressonância da própria mídia. Levantamento publicado

pela Folha mostrou que mais de 80% do conteúdo informativo tramitado pelo Twitter, por exemplo, relativo às jornadas

de junho passado, era produzido pelo jornalismo profissional da imprensa e da TV. Para os conglomerados empresariais

que exploram as redes, política ou jornalismo são facetas secundárias do negócio. Daí a desfaçatez com que "posts"

noticiosos são censurados, como ocorreu duas vezes, somente na semana passada, com inserções desta Folha no Facebook

Daí a docilidade dessas empresas -todas norte-americanas- em face das exigências paranoides de seu governo à custa da

privacidade dos usuários mundo afora. É honesto reconhecer um aspecto corporativo nestas críticas, pois as redes sociais

e os buscadores de notícias se beneficiam comercialmente da audiência gerada por produtos jornalísticos que não criaram

nem custearam. Este é apenas um dos problemas a serem enfrentados pela legislação relativa ao Marco Civil da Internet,

que a Câmara dos Deputados deve votar em agosto. Admitir esse aspecto de interesse próprio, porém, não impede este

jornal de contribuir para a crítica que as redes sociais, com todo o seu valor comunicativo e utilitário, merecem

Editorial Folha de SP- 28/07/2013

Leia e analise as proposições sobre as ideias do texto.

( ) O tema do editorial é a discussão sobre os debates controversos nas redes sociais e a relação entre jornalismo amador e profissional.

( ) O subtítulo antecipa a visão do editorial sobre o assunto discutido no texto porque destaca o caráter profissional e comunicativo das redes sociais e, ao mesmo tempo, questiona o caráter isento das discussões que lá circulam.

( ) O editorial pretende convencer os leitores de que as informações veiculadas pelo jornalismo amador são questionáveis e que o verdadeiro jornalismo é o profissional.

( ) O editorial afirma que apenas o jornalismo amador comete falhas.

A sequência CORRETA é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas