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Foram encontradas 39 questões.

2039816 Ano: 2021
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Redenção-PA
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Em uma determinada estrada brasileira há uma grande placa que diz: "Esta estrada é resultado do Consórcio Interestadual APPAMTTOMA". Sabendo que o nome do consórcio é formado pelas siglas de cinco Estados brasileiros, assinale a alternativa que informa correta e respectivamente quais são esses Estados.

 

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2039815 Ano: 2021
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Redenção-PA
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Em qual das alternativas encontramos uma proposição lógica?

 

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2039814 Ano: 2021
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Redenção-PA
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Na tabela abaixo, um dos números foi apagado acidentalmente, sabendo que a soma dos números das duas linhas da tabela é igual, qual número foi apagado?

12

4

23

7

2

Soma:48

3

14

1

8

Soma: 48

 

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2039813 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Redenção-PA
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Qual das opções abaixo é um serviço de armazenamento de Informações na nuvem da Microsoft?

 

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2039812 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Redenção-PA
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No Microsoft Word 2016, a guia padrão que permite ao usuário configurar as margens de um trabalho, orientação do papel, tamanho do papel, e colunas em trabalho que esteja digitando, encontram-se na guia:

 

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2039811 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Redenção-PA
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Sabemos que ao instalar o Sistema Operacional Windows 10, são disponibilizados uma série de programas que estarão disponíveis a seus usuários. Desta maneira, qual é o Navegador de Internet padrão disponibilizado no pacote do Windows 10?

 

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2039810 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Redenção-PA
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QUARENTENA, GIM-TONICA E SERASA


Escrevo esta coluna bêbado, 10 kg acima do meu peso, num teclado besuntado de maionese e com o nome no Serasa: sou um quarento, mas pode me chamar de quarentener.


Em março eu estava na melhor forma da minha vida. Vinha treinando havia meses para uma meia maratona. Bebia moderadamente. Comia quinoa. Brócolis. Kiwi. Faria ginástica funcional. Meu assoalho pélvico tava tinindo como um porcelanato com Pinho Sol. Cheguei perto, juro, de ter uma barriga de tanquinho. Então veio o corona.


No primeiro mês, tentei manter a normalidade. Para mim e para as crianças. Aquela pose austera e meio boba, tipo: não é porque estou sozinho que posso comer de boca aberta.


Tudo mudou em abril, quando li uma matéria no New York Times. No artigo, uma nutricionista sugeria que a quarentena só era o momento de educar as crianças para uma alimentação saudável. Elas já estavam sem escola, sem avós, sem a pracinha, sem amigos; talvez, nos dois meses que deveria durar a quarentena, fosse mais importante reconfortar suas pequenas almas com batata frita e ovo de páscoa recheado de chocotone do que proporcionar aos seus diminutos corpos a quantidade ideal de fibras, betacaroteno e flavonoides


Fechei o iPad, abri um Diamante Negro de 500 gramas pros meus filhos e - numa regra de três autoindulgente - escancarei um caminho sem volta pra mim.


Ué, se as crianças merecem açúcar e afeto, pensei, eu também mereço os meus correlatos. Começava ai um mergulho perigoso no alcoolismo, no hamburguismo, no pizzismo, no sedentarismo e no amazonismo - o vicio de entrar na Amazon quase todo dia e comprar coisas absolutamente inúteis.


Comprei: um estilingue que seria aprovado pelo COI, caso estilingue fosse esporte olímpico, um microscópio, uma barraca de camping, uma luminária a energia solar, um pandeiro, formas de gelo que parecem ter sido desenvolvidas pela Nasa, um saca-rolhas elétrico, um fone de ouvidos sem fio, outro fone de ouvidos sem fio, mais um fone de ouvidos sem fio, um moedor de carne manual, um moedor de carne elétrico. umas rodelas de metal pra moldar hambúrguer, umas minitampas de panela pra derreter o queijo do hambúrguer e uma quantidade de livros que três gerações dos meus descendentes não darão conta de ler.


Pros meus filhos: bastões luminescentes de camping. 28 bonecos dos Power Rangers, 189 mil jogos de iPad, caixa de lápis de cor, caixa de massinha, caixa de argila, 25 bonecas LOL (aí que entrei pro Serasa: uma Ferrari é mais barata do que as bonecas LOL).


Foi emocionante e divertido no começo. Eu trabalhava de casa todo dia, das dez as cinco e cinquenta e nove. Assim que dava seis da tarde, porém, eu sextava furiosamente


Por dois meses, como disse a nutricionista do NYT, tudo bem. Mas a pandemia, ao contrário do que ela previa, não acabou. E essa existência mezzo saloon de velho oeste, mezzo Passaporte da Alegria no Playcenter, oito meses depois, tá cobrando seu preço. Pro meu cartão de crédito. Pras minhas coronárias. Pra educação dos meus filhos.


Num mesmo dia o Dani perguntou: "Papai, o que a gente vai comprar hoje?". E a Olivia: "Papai, se eu te falar uma coisa, você no vai ficar bravo?". "Claro que não, filhota, o que é?." "E que a sua barriga tá ficando engraçada."


Decidi que tinha chegado ao fundo do poço. Precisava tomar uma atitude. Botei os dois pra dormir, fiz uma gim-tônica entre na Amazon e comprei um telescópio.


Antonio Proto


Escritor e roteirista, autor de "Nu, de Botas"

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2020/10/quarentena-gim-tonica-e-serasa.shtml

Neste trecho do texto ", se as crianças merecem açúcar e afeto, pensei, eu também mereço os meus correlatos.", o vocábulo destacado pertence à classe dos (as):

 

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2039809 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Redenção-PA
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QUARENTENA, GIM-TONICA E SERASA


Escrevo esta coluna bêbado, 10 kg acima do meu peso, num teclado besuntado de maionese e com o nome no Serasa: sou um quarento, mas pode me chamar de quarentener.


Em março eu estava na melhor forma da minha vida. Vinha treinando havia meses para uma meia maratona. Bebia moderadamente. Comia quinoa. Brócolis. Kiwi. Faria ginástica funcional. Meu assoalho pélvico tava tinindo como um porcelanato com Pinho Sol. Cheguei perto, juro, de ter uma barriga de tanquinho. Então veio o corona.


No primeiro mês, tentei manter a normalidade. Para mim e para as crianças. Aquela pose austera e meio boba, tipo: não é porque estou sozinho que posso comer de boca aberta.


Tudo mudou em abril, quando li uma matéria no New York Times. No artigo, uma nutricionista sugeria que a quarentena só era o momento de educar as crianças para uma alimentação saudável. Elas já estavam sem escola, sem avós, sem a pracinha, sem amigos; talvez, nos dois meses que deveria durar a quarentena, fosse mais importante reconfortar suas pequenas almas com batata frita e ovo de páscoa recheado de chocotone do que proporcionar aos seus diminutos corpos a quantidade ideal de fibras, betacaroteno e flavonoides


Fechei o iPad, abri um Diamante Negro de 500 gramas pros meus filhos e - numa regra de três autoindulgente - escancarei um caminho sem volta pra mim.


Ué, se as crianças merecem açúcar e afeto, pensei, eu também mereço os meus correlatos. Começava ai um mergulho perigoso no alcoolismo, no hamburguismo, no pizzismo, no sedentarismo e no amazonismo - o vicio de entrar na Amazon quase todo dia e comprar coisas absolutamente inúteis.


Comprei: um estilingue que seria aprovado pelo COI, caso estilingue fosse esporte olímpico, um microscópio, uma barraca de camping, uma luminária a energia solar, um pandeiro, formas de gelo que parecem ter sido desenvolvidas pela Nasa, um saca-rolhas elétrico, um fone de ouvidos sem fio, outro fone de ouvidos sem fio, mais um fone de ouvidos sem fio, um moedor de carne manual, um moedor de carne elétrico. umas rodelas de metal pra moldar hambúrguer, umas minitampas de panela pra derreter o queijo do hambúrguer e uma quantidade de livros que três gerações dos meus descendentes não darão conta de ler.


Pros meus filhos: bastões luminescentes de camping. 28 bonecos dos Power Rangers, 189 mil jogos de iPad, caixa de lápis de cor, caixa de massinha, caixa de argila, 25 bonecas LOL (aí que entrei pro Serasa: uma Ferrari é mais barata do que as bonecas LOL).


Foi emocionante e divertido no começo. Eu trabalhava de casa todo dia, das dez as cinco e cinquenta e nove. Assim que dava seis da tarde, porém, eu sextava furiosamente


Por dois meses, como disse a nutricionista do NYT, tudo bem. Mas a pandemia, ao contrário do que ela previa, não acabou. E essa existência mezzo saloon de velho oeste, mezzo Passaporte da Alegria no Playcenter, oito meses depois, tá cobrando seu preço. Pro meu cartão de crédito. Pras minhas coronárias. Pra educação dos meus filhos.


Num mesmo dia o Dani perguntou: "Papai, o que a gente vai comprar hoje?". E a Olivia: "Papai, se eu te falar uma coisa, você no vai ficar bravo?". "Claro que não, filhota, o que é?." "E que a sua barriga tá ficando engraçada."


Decidi que tinha chegado ao fundo do poço. Precisava tomar uma atitude. Botei os dois pra dormir, fiz uma gim-tônica entre na Amazon e comprei um telescópio.


Antonio Proto


Escritor e roteirista, autor de "Nu, de Botas"

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2020/10/quarentena-gim-tonica-e-serasa.shtml

Na passagem: "Fazia ginástica funcional", o vocábulo em negrito foi acentuado pela mesma razão que:

 

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2131560 Ano: 2021
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Redenção-PA
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A negação da proposição: "Marcelo é professor de matemática, então acerta as questões é":

Questão Anulada

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