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Foram encontradas 313 questões.

262739 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Serctam
Orgão: Pref. Quixadá-CE
Leia os provérbios abaixo e marque aquele que apresenta substantivos abstratos:
 

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262738 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Serctam
Orgão: Pref. Quixadá-CE

A vida na aldeia: uma lição dos índios

O que mais chama a atenção na forma de vida dos índios é a existência de uma igualdade entre eles muito maior do que em nossa sociedade. Numa comunidade indígena, todos podem usar a terra em função da relação de parentesco entre eles. Ninguém passa fome por não ter onde plantar, caçar, pescar; Não há patrões e empregados: nem ricos, nem pobres.

A terra pertence à comunidade. Isso não quer dizer que a propriedade seja coletiva ou que todos trabalhem juntos. Embora a terra seja da comunidade, o que cada indivíduo ou cada grupo de parentes possui é bem definido. Cada índio ou grupo de parentes tem a própria roça e não deve roubar a plantação dos outros. Há muita troca de trabalho; é comum que um homem ajude um parente na roça durante alguns dias, para mais adiante receber a retribuição. Existe também a obrigação de trocar presentes.

Enfim, não existe a preocupação em acumular, como em nossa sociedade. Tudo o que os índios produzem serve para usarem, darem, para poderem ser generosos uns com os outros: para eles, isso significa ser rico, generoso.

Fernando Portela e Betty Minolin.

A questão do Índio. São Paulo, Ática, 1989.

De acordo com o texto acima, responda a questão:

Numa sociedade indígena todos tem acesso à terra, conseqüência disso não há nesta sociedade:
 

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262737 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Serctam
Orgão: Pref. Quixadá-CE
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LIBERDADE


Deve existir nos homens um sentimento profundo que corresponde a essa palavra LIBERDADE, pois sobre ela se têm escrito poemas e hinos, a ela se têm levantado estátuas e monumentos, por ela se tem até morrido com alegria e felicidade.

Diz-se que o homem nasceu livre, que a liberdade de cada um acaba onde começa a liberdade de outrem; que onde não há liberdade não há pátria; que a morte é preferível à falta de liberdade; que renunciar à liberdade é renunciar à própria condição humana; que a liberdade é o maior bem do mundo; que a liberdade é o oposto à fatalidade e à escravidão; nossos bisavós gritavam "Liberdade, Igualdade e Fraternidade! "; nossos avós cantaram: "Ou ficar a Pátria livre/ ou morrer pelo Brasil!"; nossos pais pediam: "Liberdade! Liberdade/ abre as asas sobre nós", e nós recordamos todos os dias que "o sol da liberdade em raios fúlgidos/ brilhou no céu da Pátria..." em certo instante.

Somos, pois, criaturas nutridas de liberdade há muito tempo, com disposições de cantá-la, amá- la, combater e certamente morrer por ela.

Ser livre como diria o famoso conselheiro, é não ser escravo; é agir segundo a nossa cabeça e o nosso coração, mesmo tendo de partir esse coração e essa cabeça para encontrar um caminho... Enfim, ser livre é ser responsável, é repudiar a condição de autômato e de teleguiado, é proclamar o triunfo luminoso do espírito. (Suponho que seja isso.) Ser livre é ir mais além: é buscar outro espaço, outras dimensões, é ampliar a órbita da vida. É não estar acorrentado. É não viver obrigatoriamente entre quatro paredes. Por isso, os meninos atiram pedras e soltam papagaios. A pedra inocentemente vai até onde o sonho das crianças deseja ir. (Às vezes, é certo, quebra alguma coisa, no seu percurso...)

Os papagaios vão pelos ares até onde os meninos de outrora (muito de outrora!...) não acreditavam que se pudesse chegar tão simplesmente, com um fio de linha e um pouco de vento!

Acontece, porém, que um menino, para empinar um papagaio, esqueceu-se da fatalidade dos fios elétricos e perdeu a vida.

E os loucos que sonharam sair de seus pavilhões, usando a fórmula do incêndio para chegarem à liberdade, morreram queimados, com o mapa da liberdade nas mãos!

São essas coisas tristes que contornam sombriamente aquele sentimento luminoso da LIBERDADE. Para alcançá-la estamos todos os dias expostos à morte. E os tímidos preferem ficar onde estão, preferem mesmo prender melhor suas correntes e não pensar em assunto tão ingrato.

Mas os sonhadores vão para a frente, soltando seus papagaios, morrendo nos seus incêndios, como as crianças e os loucos. E cantando aqueles hinos, que falam de asas, de raios fúlgidos linguagem de seus antepassados, estranha linguagem humana, nestes andaimes dos construtores de Babel...


(MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho: Crônicas)

Assinale a alternativa, cuja correlação entre os tempos verbais esteja correta.
 

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262736 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Serctam
Orgão: Pref. Quixadá-CE

A vida na aldeia: uma lição dos índios

O que mais chama a atenção na forma de vida dos índios é a existência de uma igualdade entre eles muito maior do que em nossa sociedade. Numa comunidade indígena, todos podem usar a terra em função da relação de parentesco entre eles. Ninguém passa fome por não ter onde plantar, caçar, pescar; Não há patrões e empregados: nem ricos, nem pobres.

A terra pertence à comunidade. Isso não quer dizer que a propriedade seja coletiva ou que todos trabalhem juntos. Embora a terra seja da comunidade, o que cada indivíduo ou cada grupo de parentes possui é bem definido. Cada índio ou grupo de parentes tem a própria roça e não deve roubar a plantação dos outros. Há muita troca de trabalho; é comum que um homem ajude um parente na roça durante alguns dias, para mais adiante receber a retribuição. Existe também a obrigação de trocar presentes.

Enfim, não existe a preocupação em acumular, como em nossa sociedade. Tudo o que os índios produzem serve para usarem, darem, para poderem ser generosos uns com os outros: para eles, isso significa ser rico, generoso.

Fernando Portela e Betty Minolin.

A questão do Índio. São Paulo, Ática, 1989.

De acordo com o texto acima, responda a questão:

O que mais chama atenção dos autores na sociedade indígena?
 

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262735 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Serctam
Orgão: Pref. Quixadá-CE

LIBERDADE


Deve existir nos homens um sentimento profundo que corresponde a essa palavra LIBERDADE, pois sobre ela se têm escrito poemas e hinos, a ela se têm levantado estátuas e monumentos, por ela se tem até morrido com alegria e felicidade.

Diz-se que o homem nasceu livre, que a liberdade de cada um acaba onde começa a liberdade de outrem; que onde não há liberdade não há pátria; que a morte é preferível à falta de liberdade; que renunciar à liberdade é renunciar à própria condição humana; que a liberdade é o maior bem do mundo; que a liberdade é o oposto à fatalidade e à escravidão; nossos bisavós gritavam "Liberdade, Igualdade e Fraternidade! "; nossos avós cantaram: "Ou ficar a Pátria livre/ ou morrer pelo Brasil!"; nossos pais pediam: "Liberdade! Liberdade/ abre as asas sobre nós", e nós recordamos todos os dias que "o sol da liberdade em raios fúlgidos/ brilhou no céu da Pátria..." em certo instante.

Somos, pois, criaturas nutridas de liberdade há muito tempo, com disposições de cantá-la, amá- la, combater e certamente morrer por ela. Ser livre como diria o famoso conselheiro, é não ser escravo; é agir segundo a nossa cabeça e o nosso coração, mesmo tendo de partir esse coração e essa cabeça para encontrar um caminho... Enfim, ser livre é ser responsável, é repudiar a condição de autômato e de teleguiado, é proclamar o triunfo luminoso do espírito. (Suponho que seja isso.)

Ser livre é ir mais além: é buscar outro espaço, outras dimensões, é ampliar a órbita da vida. É não estar acorrentado. É não viver obrigatoriamente entre quatro paredes. Por isso, os meninos atiram pedras e soltam papagaios. A pedra inocentemente vai até onde o sonho das crianças deseja ir. (Às vezes, é certo, quebra alguma coisa, no seu percurso...)

Os papagaios vão pelos ares até onde os meninos de outrora (muito de outrora!...) não acreditavam que se pudesse chegar tão simplesmente, com um fio de linha e um pouco de vento!

Acontece, porém, que um menino, para empinar um papagaio, esqueceu-se da fatalidade dos fios elétricos e perdeu a vida.

E os loucos que sonharam sair de seus pavilhões, usando a fórmula do incêndio para chegarem à liberdade, morreram queimados, com o mapa da liberdade nas mãos!

São essas coisas tristes que contornam sombriamente aquele sentimento luminoso da LIBERDADE. Para alcançá-la estamos todos os dias expostos à morte. E os tímidos preferem ficar onde estão, preferem mesmo prender melhor suas correntes e não pensar em assunto tão ingrato.

Mas os sonhadores vão para a frente, soltando seus papagaios, morrendo nos seus incêndios, como as crianças e os loucos. E cantando aqueles hinos, que falam de asas, de raios fúlgidos linguagem de seus antepassados, estranha linguagem humana, nestes andaimes dos construtores de Babel...

(MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho: Crônicas)

Quanto à classificação das orações, é correto afirmar:

...que o homem nasceu livre – 2º parágrafo;

...somos, pois, criaturas nutridas de liberdade há muito tempo – 3º parágrafo são:

 

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262734 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Serctam
Orgão: Pref. Quixadá-CE
enunciado 262734-1
No verso do texto, “E vibra, e cresce, e se desdobra, e estala num segundo”, há a repetição de:
 

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262733 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Serctam
Orgão: Pref. Quixadá-CE

A vida na aldeia: uma lição dos índios

O que mais chama a atenção na forma de vida dos índios é a existência de uma igualdade entre eles muito maior do que em nossa sociedade. Numa comunidade indígena, todos podem usar a terra em função da relação de parentesco entre eles. Ninguém passa fome por não ter onde plantar, caçar, pescar; Não há patrões e empregados: nem ricos, nem pobres.

A terra pertence à comunidade. Isso não quer dizer que a propriedade seja coletiva ou que todos trabalhem juntos. Embora a terra seja da comunidade, o que cada indivíduo ou cada grupo de parentes possui é bem definido. Cada índio ou grupo de parentes tem a própria roça e não deve roubar a plantação dos outros. Há muita troca de trabalho; é comum que um homem ajude um parente na roça durante alguns dias, para mais adiante receber a retribuição. Existe também a obrigação de trocar presentes.

Enfim, não existe a preocupação em acumular, como em nossa sociedade. Tudo o que os índios produzem serve para usarem, darem, para poderem ser generosos uns com os outros: para eles, isso significa ser rico, generoso.

Fernando Portela e Betty Minolin.

A questão do Índio. São Paulo, Ática, 1989.

De acordo com o texto acima, responda a questão:

O que significa ser rico para os índios?
 

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262732 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Serctam
Orgão: Pref. Quixadá-CE
enunciado 262732-1
A oração “se fôssemos eternos” – 1ª estrofe – classifica-se como:
 

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262731 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Serctam
Orgão: Pref. Quixadá-CE

LIBERDADE

Deve existir nos homens um sentimento profundo que corresponde a essa palavra LIBERDADE, pois sobre ela se têm escrito poemas e hinos, a ela se têm levantado estátuas e monumentos, por ela se tem até morrido com alegria e felicidade.

Diz-se que o homem nasceu livre, que a liberdade de cada um acaba onde começa a liberdade de outrem; que onde não há liberdade não há pátria; que a morte é preferível à falta de liberdade; que renunciar à liberdade é renunciar à própria condição humana; que a liberdade é o maior bem do mundo; que a liberdade é o oposto à fatalidade e à escravidão; nossos bisavós gritavam "Liberdade, Igualdade e Fraternidade! "; nossos avós cantaram: "Ou ficar a Pátria livre/ ou morrer pelo Brasil!"; nossos pais pediam: "Liberdade! Liberdade/ abre as asas sobre nós", e nós recordamos todos os dias que "o sol da liberdade em raios fúlgidos/ brilhou no céu da Pátria..." em certo instante.

Somos, pois, criaturas nutridas de liberdade há muito tempo, com disposições de cantá-la, amá- la, combater e certamente morrer por ela.

Ser livre como diria o famoso conselheiro, é não ser escravo; é agir segundo a nossa cabeça e o nosso coração, mesmo tendo de partir esse coração e essa cabeça para encontrar um caminho... Enfim, ser livre é ser responsável, é repudiar a condição de autômato e de teleguiado, é proclamar o triunfo luminoso do espírito. (Suponho que seja isso.) Ser livre é ir mais além: é buscar outro espaço, outras dimensões, é ampliar a órbita da vida. É não estar acorrentado. É não viver obrigatoriamente entre quatro paredes.

Por isso, os meninos atiram pedras e soltam papagaios. A pedra inocentemente vai até onde o sonho das crianças deseja ir. (Às vezes, é certo, quebra alguma coisa, no seu percurso...)

Os papagaios vão pelos ares até onde os meninos de outrora (muito de outrora!...) não acreditavam que se pudesse chegar tão simplesmente, com um fio de linha e um pouco de vento!

Acontece, porém, que um menino, para empinar um papagaio, esqueceu-se da fatalidade dos fios elétricos e perdeu a vida.

E os loucos que sonharam sair de seus pavilhões, usando a fórmula do incêndio para chegarem à liberdade, morreram queimados, com o mapa da liberdade nas mãos! São essas coisas tristes que contornam sombriamente aquele sentimento luminoso da LIBERDADE. Para alcançá-la estamos todos os dias expostos à morte. E os tímidos preferem ficar onde estão, preferem mesmo prender melhor suas correntes e não pensar em assunto tão ingrato.

Mas os sonhadores vão para a frente, soltando seus papagaios, morrendo nos seus incêndios, como as crianças e os loucos. E cantando aqueles hinos, que falam de asas, de raios fúlgidos linguagem de seus antepassados, estranha linguagem humana, nestes andaimes dos construtores de Babel...

(MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho: Crônicas)

A primeira oração do texto classifica-se como:
 

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262730 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Serctam
Orgão: Pref. Quixadá-CE
Com o uso do verbo preferir, é correta a regência verbal em
 

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