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Foram encontradas 40 questões.

1420817 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
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Assinale a alternativa que NÃO caracteriza a estética Parnasiana.
 

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1370779 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
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Marque a opção que apresenta substantivos formados por sufixos a partir de adjetivos.
 

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1370078 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
O que podemos aprender com o PISA para melhorar a educação no Brasil
Currículos simples e com foco, implementados por professores instrumentalizados de forma adequada:
caminhos com pouca chance de erro para a nossa educação.
Por João Batista Oliveira
Publicado em 23 dez 2019
No 10º e último post desta série, ressaltamos algumas lições que podemos aprender com base na experiência de países que experimentaram grandes avanços em seus sistemas educacionais.
Não há segredo sobre o que precisa ser feito. Mas, infelizmente, não há entendimento claro a respeito disso em nosso país. Num trabalho que publiquei recentemente (“Para desatar os nós da educação – uma nova agenda”), procuro mostrar que o elevado grau de consenso a respeito dos problemas e as soluções propostas para a educação no Brasil passam ao largo da experiência internacional e até mesmo do conhecimento mais adequado de nossa realidade.
Dentre os vários “nós” que nos impedem de avançar, o mais importante deles é a ideia de que só se avança com “mais” – mais recursos, mais escolas, mais salários para professores, maior titulação para professores, mais anos de escolaridade obrigatória, mais tempo na escola – a última moda é que a salvação virá da implantação do tempo integral. Ou seja: se dermos mais da mesma qualidade do ensino, as coisas vão melhorar. Não vão – só os custos irão aumentar.
Um outro nó reside no vago conceito de “valorização do professor”, e que, na prática, se reflete na luta – legítima – por melhores salários, condições de trabalho para os professores e infindáveis “capacitações”. Nada de errado nisso. O problema é que, dado o nível de formação dos atuais professores, essas estratégias, por mais justas que sejam, não provocam melhoria no ensino. O nível de preparo dos nossos professores requer estratégias diferentes de meras melhorias salariais. E o salto de qualidade de que a educação precisa requer professores com um perfil diferenciado.
Um terceiro nó reside na ideia de que todos podem, devem e vão ingressar no ensino superior. Essa ideia distorce a função da escola, prejudica os currículos e penaliza a maioria dos alunos – que não irão entrar ou não irão concluir o curso superior. A forma de seleção dos alunos para as universidades (ENEM e vestibulares) e a falta de um ensino médio diversificado constituem um enorme fator de atraso da educação brasileira. É algo que tanto pune os alunos menos preparados quanto prejudica o bom preparo de nossas elites.
Um quarto nó reside na convicção de que tudo deve vir de Brasília e que precisamos de uma política nacional única e igual para todos. Ora, o Brasil é muito diferente e desigual. Tratar igualmente os desiguais nem respeita o princípio da isonomia nem contribui para melhorar a educação. Mesmo porque precisamos experimentar e testar muitas ideias e práticas antes de adotá-las em escala.
No entanto, a experiência de outros países, revista ao longo dessa série de posts, sugere alguns caminhos com pouca chance de erro: currículos simples e com foco, e professores instrumentalizados de forma adequada para implementarem o currículo. Alguns países usam sistemas de incentivos associados ao desempenho. Em princípio, a ideia é boa e faz sentido, mas, na prática, são poucas as reformas em que o uso de incentivos desempenhou um papel fundamental.
Existem conhecimentos, experiências e instrumentos que permitiriam aos estados e municípios realizar profundas reformas educativas num espaço de tempo relativamente curto. As mudanças demográficas, se forem aproveitadas nos próximos anos, podem facilitar a implementação dessas reformas. A experiência do PISA mostra que, por trás da diversidade e da cor locais, há um conjunto central de ideais que, se perseguidas com insistência e consistência, podem dar resultados significativos. E em prazos relativamente curtos.
https://veja.abril.com.br/blog/educacao-em-evidencia/o-que-podemos-
aprender-com-o-pisa-para-melhorar-a-educacao-no-brasil/
O principal objetivo comunicativo do texto é:
 

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1368326 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
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Leia o seguinte texto:
“Huma das cousas que sustenta e abasta muito os moradores desta terra do Brasil, he a muita caça que ha nestes matos de muitos generos e de diversas maneiras, a qual os mesmos indios da terra matão assi com frechas como por industria de seus laços e fojos, onde costumão tomar a maior parte della.”
(Pero de Magalhães Gândavo. Tratado da terra do Brasil: História da Província Santa Cruz)
O texto é um exemplo que representa a variação linguística:
 

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1368254 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
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Leia um dos poemas mais conhecidos de Carlos Drummond de Andrade e responda a questão.
Enunciado 1368254-1
“No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.”
O poema acima pertence à seguinte fase do Modernismo:
 

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1367135 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
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Na frase “Essa é a reportagem divulgada pela imprensa.”, a oração destacada é classificada como:
 

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Indique a alternativa em que ocorre voz passiva analítica.
 

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1363811 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
O que podemos aprender com o PISA para melhorar a educação no Brasil
Currículos simples e com foco, implementados por professores instrumentalizados de forma adequada:
caminhos com pouca chance de erro para a nossa educação.
Por João Batista Oliveira
Publicado em 23 dez 2019
No 10º e último post desta série, ressaltamos algumas lições que podemos aprender com base na experiência de países que experimentaram grandes avanços em seus sistemas educacionais.
Não há segredo sobre o que precisa ser feito. Mas, infelizmente, não há entendimento claro a respeito disso em nosso país. Num trabalho que publiquei recentemente (“Para desatar os nós da educação – uma nova agenda”), procuro mostrar que o elevado grau de consenso a respeito dos problemas e as soluções propostas para a educação no Brasil passam ao largo da experiência internacional e até mesmo do conhecimento mais adequado de nossa realidade.
Dentre os vários “nós” que nos impedem de avançar, o mais importante deles é a ideia de que só se avança com “mais” – mais recursos, mais escolas, mais salários para professores, maior titulação para professores, mais anos de escolaridade obrigatória, mais tempo na escola – a última moda é que a salvação virá da implantação do tempo integral. Ou seja: se dermos mais da mesma qualidade do ensino, as coisas vão melhorar. Não vão – só os custos irão aumentar.
Um outro nó reside no vago conceito de “valorização do professor”, e que, na prática, se reflete na luta – legítima – por melhores salários, condições de trabalho para os professores e infindáveis “capacitações”. Nada de errado nisso. O problema é que, dado o nível de formação dos atuais professores, essas estratégias, por mais justas que sejam, não provocam melhoria no ensino. O nível de preparo dos nossos professores requer estratégias diferentes de meras melhorias salariais. E o salto de qualidade de que a educação precisa requer professores com um perfil diferenciado.
Um terceiro nó reside na ideia de que todos podem, devem e vão ingressar no ensino superior. Essa ideia distorce a função da escola, prejudica os currículos e penaliza a maioria dos alunos – que não irão entrar ou não irão concluir o curso superior. A forma de seleção dos alunos para as universidades (ENEM e vestibulares) e a falta de um ensino médio diversificado constituem um enorme fator de atraso da educação brasileira. É algo que tanto pune os alunos menos preparados quanto prejudica o bom preparo de nossas elites.
Um quarto nó reside na convicção de que tudo deve vir de Brasília e que precisamos de uma política nacional única e igual para todos. Ora, o Brasil é muito diferente e desigual. Tratar igualmente os desiguais nem respeita o princípio da isonomia nem contribui para melhorar a educação. Mesmo porque precisamos experimentar e testar muitas ideias e práticas antes de adotá-las em escala.
No entanto, a experiência de outros países, revista ao longo dessa série de posts, sugere alguns caminhos com pouca chance de erro: currículos simples e com foco, e professores instrumentalizados de forma adequada para implementarem o currículo. Alguns países usam sistemas de incentivos associados ao desempenho. Em princípio, a ideia é boa e faz sentido, mas, na prática, são poucas as reformas em que o uso de incentivos desempenhou um papel fundamental.
Existem conhecimentos, experiências e instrumentos que permitiriam aos estados e municípios realizar profundas reformas educativas num espaço de tempo relativamente curto. As mudanças demográficas, se forem aproveitadas nos próximos anos, podem facilitar a implementação dessas reformas. A experiência do PISA mostra que, por trás da diversidade e da cor locais, há um conjunto central de ideais que, se perseguidas com insistência e consistência, podem dar resultados significativos. E em prazos relativamente curtos.
https://veja.abril.com.br/blog/educacao-em-evidencia/o-que-podemos-
aprender-com-o-pisa-para-melhorar-a-educacao-no-brasil/
Com qual elemento da comunicação está relacionada a função referencial da linguagem presente no texto lido?
 

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1360324 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
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Leia o fragmento abaixo, do Padre Antônio Vieira:
Tudo cura o tempo, tudo faz esquecer, tudo gasta, tudo digere, tudo acaba.”
A figura de linguagem predominante é:
 

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1354454 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
Provas:
Analise as frases quanto à regência verbal:
I. Aspirou ao perfume das rosas do jardim.
II. Os ingleses preferem chá a café.
III. Poucos desobedecem esta ordem.
IV. Sua não participação na reunião de hoje implica demissão.
V. Todos visam ao reconhecimento de seus esforços.
Estão CORRETAS, de acordo com a norma culta, apenas:
 

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