Foram encontradas 35 questões.
Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência
explica
Para Marla, a sheepdog inglesa de 11 meses da Bridgett
von Holdt, o mundo inteiro é um amigo que ela ainda não
conheceu.
"Ela é hipersociável. Eu até tive que fazer um exame de
genótipo", admite von Holdt.
O interesse de Von Holdt não é mera curiosidade. A
biólogo evolutiva de Princeton e alguns colegas
passaram os últimos três anos estudando a base
genética responsável pelo comportamento social em
cães e lobos.
Estudos mostram que os cães são mais sociáveis do que
os lobos criados em circunstâncias semelhantes − eles
geralmente prestam mais atenção aos seres humanos e
seguem nossas diretrizes e comandos de forma mais
eficaz.
A experiência de Von Holdt em genética evolutiva fez
com que ela se perguntasse sobre a potencial base
genética dessas diferenças.
O estudo, publicado no periódico Ciências Avançadas,
fornece uma dica interessante: cães hipersociáveis,
como a Marla, carregam variantes de dois genes
chamados de GTF2I e GTF2IRD1. A exclusão desses
genes nas pessoas causa a síndrome de Williams,
caracterizada por aparência facial "élfica", dificuldades
cognitivas e tendência a amar todos.
Von Holdt suspeita que as variantes dos genes em cães
inibam sua função normal, levando aos mesmos
problemas observados em humanos com a síndrome de
Williams.
"Nós podemos ter criado uma síndrome comportamental
em um animal de companhia", diz ela.
Para o novo estudo, Von Holdt realizou análises
genéticas adicionais da parte do genoma envolvendo o
gene WBSCR17 alterado em uma amostra maior de
cachorros e lobos.
Além de confirmar suas descobertas iniciais de que
WBSCR17 variou em cachorros e lobos, ela encontrou
dois genes próximos, GTF2I e GTF2IRD1, também
diferentes.
A combinação dos dados genéticos e comportamentais
mostrou à von Holdt que as mudanças nesta região do
genoma ajudaram a transformar lobos em cachorros que
amavam os seres humanos.
Karen Overall, da Universidade da Pensilvânia, observa
que a amostragem do estudo era pequena, o que limita a
força das descobertas. Mas elogiou a análise genética.
"Estamos agora selecionando cachorros que são fáceis
de lidar, que podem passar longos períodos de tempo
em pequenos apartamentos," observa Overall.
"Estamos mudando o comportamento de cachorros a
cada ano".
https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2018/01/por-que-oscachorros-sao-tao-amigaveis-a-ciencia-explica
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Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência
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Para Marla, a sheepdog inglesa de 11 meses da Bridgett
von Holdt, o mundo inteiro é um amigo que ela ainda não
conheceu.
"Ela é hipersociável. Eu até tive que fazer um exame de
genótipo", admite von Holdt.
O interesse de Von Holdt não é mera curiosidade. A
biólogo evolutiva de Princeton e alguns colegas
passaram os últimos três anos estudando a base
genética responsável pelo comportamento social em
cães e lobos.
Estudos mostram que os cães são mais sociáveis do que
os lobos criados em circunstâncias semelhantes − eles
geralmente prestam mais atenção aos seres humanos e
seguem nossas diretrizes e comandos de forma mais
eficaz.
A experiência de Von Holdt em genética evolutiva fez
com que ela se perguntasse sobre a potencial base
genética dessas diferenças.
O estudo, publicado no periódico Ciências Avançadas,
fornece uma dica interessante: cães hipersociáveis,
como a Marla, carregam variantes de dois genes
chamados de GTF2I e GTF2IRD1. A exclusão desses
genes nas pessoas causa a síndrome de Williams,
caracterizada por aparência facial "élfica", dificuldades
cognitivas e tendência a amar todos.
Von Holdt suspeita que as variantes dos genes em cães
inibam sua função normal, levando aos mesmos
problemas observados em humanos com a síndrome de
Williams.
"Nós podemos ter criado uma síndrome comportamental
em um animal de companhia", diz ela.
Para o novo estudo, Von Holdt realizou análises
genéticas adicionais da parte do genoma envolvendo o
gene WBSCR17 alterado em uma amostra maior de
cachorros e lobos.
Além de confirmar suas descobertas iniciais de que
WBSCR17 variou em cachorros e lobos, ela encontrou
dois genes próximos, GTF2I e GTF2IRD1, também
diferentes.
A combinação dos dados genéticos e comportamentais
mostrou à von Holdt que as mudanças nesta região do
genoma ajudaram a transformar lobos em cachorros que
amavam os seres humanos.
Karen Overall, da Universidade da Pensilvânia, observa
que a amostragem do estudo era pequena, o que limita a
força das descobertas. Mas elogiou a análise genética.
"Estamos agora selecionando cachorros que são fáceis
de lidar, que podem passar longos períodos de tempo
em pequenos apartamentos," observa Overall.
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"Ela é hipersociável. Eu até tive que fazer um exame de
genótipo", admite von Holdt.
O interesse de Von Holdt não é mera curiosidade. A
biólogo evolutiva de Princeton e alguns colegas
passaram os últimos três anos estudando a base
genética responsável pelo comportamento social em
cães e lobos.
Estudos mostram que os cães são mais sociáveis do que
os lobos criados em circunstâncias semelhantes − eles
geralmente prestam mais atenção aos seres humanos e
seguem nossas diretrizes e comandos de forma mais
eficaz.
A experiência de Von Holdt em genética evolutiva fez
com que ela se perguntasse sobre a potencial base
genética dessas diferenças.
O estudo, publicado no periódico Ciências Avançadas,
fornece uma dica interessante: cães hipersociáveis,
como a Marla, carregam variantes de dois genes
chamados de GTF2I e GTF2IRD1. A exclusão desses
genes nas pessoas causa a síndrome de Williams,
caracterizada por aparência facial "élfica", dificuldades
cognitivas e tendência a amar todos.
Von Holdt suspeita que as variantes dos genes em cães
inibam sua função normal, levando aos mesmos
problemas observados em humanos com a síndrome de
Williams.
"Nós podemos ter criado uma síndrome comportamental
em um animal de companhia", diz ela.
Para o novo estudo, Von Holdt realizou análises
genéticas adicionais da parte do genoma envolvendo o
gene WBSCR17 alterado em uma amostra maior de
cachorros e lobos.
Além de confirmar suas descobertas iniciais de que
WBSCR17 variou em cachorros e lobos, ela encontrou
dois genes próximos, GTF2I e GTF2IRD1, também
diferentes.
A combinação dos dados genéticos e comportamentais
mostrou à von Holdt que as mudanças nesta região do
genoma ajudaram a transformar lobos em cachorros que
amavam os seres humanos.
Karen Overall, da Universidade da Pensilvânia, observa
que a amostragem do estudo era pequena, o que limita a
força das descobertas. Mas elogiou a análise genética.
"Estamos agora selecionando cachorros que são fáceis
de lidar, que podem passar longos períodos de tempo
em pequenos apartamentos," observa Overall.
"Estamos mudando o comportamento de cachorros a
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"Ela é hipersociável. Eu até tive que fazer um exame de
genótipo", admite von Holdt.
O interesse de Von Holdt não é mera curiosidade. A
biólogo evolutiva de Princeton e alguns colegas
passaram os últimos três anos estudando a base
genética responsável pelo comportamento social em
cães e lobos.
Estudos mostram que os cães são mais sociáveis do que
os lobos criados em circunstâncias semelhantes − eles
geralmente prestam mais atenção aos seres humanos e
seguem nossas diretrizes e comandos de forma mais
eficaz.
A experiência de Von Holdt em genética evolutiva fez
com que ela se perguntasse sobre a potencial base
genética dessas diferenças.
O estudo, publicado no periódico Ciências Avançadas,
fornece uma dica interessante: cães hipersociáveis,
como a Marla, carregam variantes de dois genes
chamados de GTF2I e GTF2IRD1. A exclusão desses
genes nas pessoas causa a síndrome de Williams,
caracterizada por aparência facial "élfica", dificuldades
cognitivas e tendência a amar todos.
Von Holdt suspeita que as variantes dos genes em cães
inibam sua função normal, levando aos mesmos
problemas observados em humanos com a síndrome de
Williams.
"Nós podemos ter criado uma síndrome comportamental
em um animal de companhia", diz ela.
Para o novo estudo, Von Holdt realizou análises
genéticas adicionais da parte do genoma envolvendo o
gene WBSCR17 alterado em uma amostra maior de
cachorros e lobos.
Além de confirmar suas descobertas iniciais de que
WBSCR17 variou em cachorros e lobos, ela encontrou
dois genes próximos, GTF2I e GTF2IRD1, também
diferentes.
A combinação dos dados genéticos e comportamentais
mostrou à von Holdt que as mudanças nesta região do
genoma ajudaram a transformar lobos em cachorros que
amavam os seres humanos.
Karen Overall, da Universidade da Pensilvânia, observa
que a amostragem do estudo era pequena, o que limita a
força das descobertas. Mas elogiou a análise genética.
"Estamos agora selecionando cachorros que são fáceis
de lidar, que podem passar longos períodos de tempo
em pequenos apartamentos," observa Overall.
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explica
Para Marla, a sheepdog inglesa de 11 meses da Bridgett
von Holdt, o mundo inteiro é um amigo que ela ainda não
conheceu.
"Ela é hipersociável. Eu até tive que fazer um exame de
genótipo", admite von Holdt.
O interesse de Von Holdt não é mera curiosidade. A
biólogo evolutiva de Princeton e alguns colegas
passaram os últimos três anos estudando a base
genética responsável pelo comportamento social em
cães e lobos.
Estudos mostram que os cães são mais sociáveis do que
os lobos criados em circunstâncias semelhantes − eles
geralmente prestam mais atenção aos seres humanos e
seguem nossas diretrizes e comandos de forma mais
eficaz.
A experiência de Von Holdt em genética evolutiva fez
com que ela se perguntasse sobre a potencial base
genética dessas diferenças.
O estudo, publicado no periódico Ciências Avançadas,
fornece uma dica interessante: cães hipersociáveis,
como a Marla, carregam variantes de dois genes
chamados de GTF2I e GTF2IRD1. A exclusão desses
genes nas pessoas causa a síndrome de Williams,
caracterizada por aparência facial "élfica", dificuldades
cognitivas e tendência a amar todos.
Von Holdt suspeita que as variantes dos genes em cães
inibam sua função normal, levando aos mesmos
problemas observados em humanos com a síndrome de
Williams.
"Nós podemos ter criado uma síndrome comportamental
em um animal de companhia", diz ela.
Para o novo estudo, Von Holdt realizou análises
genéticas adicionais da parte do genoma envolvendo o
gene WBSCR17 alterado em uma amostra maior de
cachorros e lobos.
Além de confirmar suas descobertas iniciais de que
WBSCR17 variou em cachorros e lobos, ela encontrou
dois genes próximos, GTF2I e GTF2IRD1, também
diferentes.
A combinação dos dados genéticos e comportamentais
mostrou à von Holdt que as mudanças nesta região do
genoma ajudaram a transformar lobos em cachorros que
amavam os seres humanos.
Karen Overall, da Universidade da Pensilvânia, observa
que a amostragem do estudo era pequena, o que limita a
força das descobertas. Mas elogiou a análise genética.
"Estamos agora selecionando cachorros que são fáceis
de lidar, que podem passar longos períodos de tempo
em pequenos apartamentos," observa Overall.
"Estamos mudando o comportamento de cachorros a
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Durante visita domiciliar, o Agente Comunitário de Saúde
(ACS) observa acúmulo de lixo no entorno da residência,
presença de água parada em recipientes e dificuldade de
acesso da família à Unidade Básica de Saúde. Um dos
moradores relata sintomas recentes sem avaliação pela
equipe.
Diante dessa situação, considerando as ações do ACS na visita domiciliar, assinale a alternativa CORRETA:
Diante dessa situação, considerando as ações do ACS na visita domiciliar, assinale a alternativa CORRETA:
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Em uma ação de vigilância em saúde realizada por uma
equipe da Estratégia Saúde da Família em área de risco,
foram discutidas medidas de prevenção e controle da
febre amarela, especialmente diante da circulação do
vírus em regiões silvestres e da importância da
imunização da população.
Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde, analise as afirmativas:
( ) A febre amarela é uma doença viral aguda transmitida pela picada de mosquitos infectados, não havendo transmissão direta entre pessoas.
( ) No ciclo urbano da febre amarela, o principal vetor é o Aedes aegypti, enquanto no ciclo silvestre a transmissão ocorre por mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes.
( ) A vacinação é uma das principais medidas de prevenção, sendo recomendada pelo Programa Nacional de Imunizações em áreas com indicação epidemiológica.
( ) Os primatas não humanos atuam como principais transmissores da febre amarela ao ser humano no ciclo silvestre.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde, analise as afirmativas:
( ) A febre amarela é uma doença viral aguda transmitida pela picada de mosquitos infectados, não havendo transmissão direta entre pessoas.
( ) No ciclo urbano da febre amarela, o principal vetor é o Aedes aegypti, enquanto no ciclo silvestre a transmissão ocorre por mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes.
( ) A vacinação é uma das principais medidas de prevenção, sendo recomendada pelo Programa Nacional de Imunizações em áreas com indicação epidemiológica.
( ) Os primatas não humanos atuam como principais transmissores da febre amarela ao ser humano no ciclo silvestre.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
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A participação da comunidade constitui uma diretriz do
Sistema Único de Saúde (SUS), sendo fundamental para
o fortalecimento do controle social e para a construção
de políticas públicas de saúde, com atuação
institucionalizada por meio de instâncias colegiadas
previstas em lei.
Nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA:
Nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA:
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Durante o planejamento de uma ação educativa em uma
comunidade com baixa adesão às atividades da Unidade
Básica de Saúde, o Agente Comunitário de Saúde
(ACS), em conjunto com a equipe, organiza um encontro
em espaço comunitário. Para favorecer a participação e
o envolvimento dos moradores, o ACS adota estratégias
baseadas na escuta e na valorização das experiências
locais.
Nesse contexto, a ação educativa deve ser desenvolvida por meio do __________, favorecendo a troca de saberes, e pela utilização de uma linguagem __________, adequada à realidade da comunidade.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas:
Nesse contexto, a ação educativa deve ser desenvolvida por meio do __________, favorecendo a troca de saberes, e pela utilização de uma linguagem __________, adequada à realidade da comunidade.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas:
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A malária é uma doença infecciosa de grande relevância
em saúde pública no Brasil, especialmente na região
amazônica.
De acordo com o Ministério da Saúde, assinale a alternativa CORRETA:
De acordo com o Ministério da Saúde, assinale a alternativa CORRETA:
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