Foram encontradas 40 questões.
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Disponível em: <https://www.ivancabral.com/2011/04/charge-do-diaconvenio.html>. Acesso em: 15 fev. 2024.
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Leia o poema a seguir.
O Poeta da Roça
Patativa do Assaré
Sou fio das mata, cantô da mão grossa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio
Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô
Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu sei o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! Vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estudá
Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo, na roça
Na pobre paióça, da serra ao sertão
Só canto o buliço da vida apertada
Da lida pesada, das roça e dos e dos eito
E às veiz, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito
Eu canto o cabôco com suas cassada
Nas noite assombrada que tudo apavora
Por dentro das mata, com tanta corage
Topando as visage chamada caipóra
Eu canto o vaquêro vestido de côro
Brigando com o tôro no mato fechado
Que pega na ponta do brabo novio
Ganhando logio do dono do gado
Eu canto o mendigo de sujo farrapo
Coberto de trapo e mochila na mão
Que chora pedindo socorro dos home
E tomba de fome sem casa e sem pão
E assim, sem cobiça dos cofre luzente
Eu vivo contente e feliz com a sorte
Morando no campo, sem vê a cidade
Cantando as verdade das coisa do norte
Disponível em: <https://www.letras.mus.br/patativa-do-assare/872145/>. Acesso em: 12 mar. 2024.
O poema é construído por meio da variação linguística
O Poeta da Roça
Patativa do Assaré
Sou fio das mata, cantô da mão grossa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio
Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô
Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu sei o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! Vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estudá
Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo, na roça
Na pobre paióça, da serra ao sertão
Só canto o buliço da vida apertada
Da lida pesada, das roça e dos e dos eito
E às veiz, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito
Eu canto o cabôco com suas cassada
Nas noite assombrada que tudo apavora
Por dentro das mata, com tanta corage
Topando as visage chamada caipóra
Eu canto o vaquêro vestido de côro
Brigando com o tôro no mato fechado
Que pega na ponta do brabo novio
Ganhando logio do dono do gado
Eu canto o mendigo de sujo farrapo
Coberto de trapo e mochila na mão
Que chora pedindo socorro dos home
E tomba de fome sem casa e sem pão
E assim, sem cobiça dos cofre luzente
Eu vivo contente e feliz com a sorte
Morando no campo, sem vê a cidade
Cantando as verdade das coisa do norte
Disponível em: <https://www.letras.mus.br/patativa-do-assare/872145/>. Acesso em: 12 mar. 2024.
O poema é construído por meio da variação linguística
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Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Felicidade clandestina
Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos
excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto
enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como
se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do
busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança
devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.
Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para
aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos
entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por
cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos,
com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra
bordadíssima palavras como “data natalícia” e “saudade”. (....)
Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer
sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informoume que possuía as reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.
Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar
vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E, completamente
acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua
casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. (....)
No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela
não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me
mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que
havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no
dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em
breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava
na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar
pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a
promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam
mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me
esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí
nenhuma vez (....).
LISPECTOR, Clarice. Felicidade Clandestina. Rio de Janeiro, Rocco,
1998.
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Texto 2
Felicidade clandestina
Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos
excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto
enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como
se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do
busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança
devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.
Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para
aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos
entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por
cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos,
com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra
bordadíssima palavras como “data natalícia” e “saudade”. (....)
Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer
sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informoume que possuía as reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.
Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar
vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E, completamente
acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua
casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. (....)
No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela
não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me
mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que
havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no
dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em
breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava
na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar
pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a
promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam
mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me
esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí
nenhuma vez (....).
LISPECTOR, Clarice. Felicidade Clandestina. Rio de Janeiro, Rocco,
1998.
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Felicidade clandestina
Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos
excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto
enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como
se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do
busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança
devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.
Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para
aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos
entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por
cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos,
com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra
bordadíssima palavras como “data natalícia” e “saudade”. (....)
Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer
sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informoume que possuía as reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.
Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar
vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E, completamente
acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua
casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. (....)
No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela
não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me
mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que
havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no
dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em
breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava
na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar
pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a
promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam
mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me
esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí
nenhuma vez (....).
LISPECTOR, Clarice. Felicidade Clandestina. Rio de Janeiro, Rocco,
1998.
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Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Kombucha a bebida que vem conquistando os brasileiros
A Kombucha, uma bebida fermentada, está ganhando
espaço no mercado brasileiro, podendo ser aromatizada,
gaseificada e até mesmo apresentar teor alcoólico, de acordo
com classificações específicas.
O aumento da demanda por opções de bebidas que
combinam o sabor de refrigerantes com propriedades
funcionais tem impulsionado a popularidade da Kombucha, que
atende a esse público crescente. Além disso, a facilidade de
preparo caseiro também tem contribuído para seu sucesso,
assim como o sabor refrescante, levemente adocicado e
ligeiramente ácido.
A maioria dos benefícios associados à Kombucha está
relacionada à sua composição ácida. Acredita-se que sua
capacidade de desintoxicação seja devida à presença do ácido
glicurônico, produzido durante o processo de fermentação, que
se liga às moléculas de toxinas e ajuda a eliminá-las do
organismo por meio dos rins ou do intestino. Além disso, o
processo de fermentação induz a síntese de complexo B de
vitaminas e ácido fólico, conhecidos por seus inúmeros
benefícios à saúde. (....)
Disponível em: <https://afrebras.org.br/noticias/kombucha-a-bebida-que-vemconquistando-os-brasileiros/>. Acesso em: 14 fev. 2024. [Adaptado].
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Texto 1
Kombucha a bebida que vem conquistando os brasileiros
A Kombucha, uma bebida fermentada, está ganhando
espaço no mercado brasileiro, podendo ser aromatizada,
gaseificada e até mesmo apresentar teor alcoólico, de acordo
com classificações específicas.
O aumento da demanda por opções de bebidas que
combinam o sabor de refrigerantes com propriedades
funcionais tem impulsionado a popularidade da Kombucha, que
atende a esse público crescente. Além disso, a facilidade de
preparo caseiro também tem contribuído para seu sucesso,
assim como o sabor refrescante, levemente adocicado e
ligeiramente ácido.
A maioria dos benefícios associados à Kombucha está
relacionada à sua composição ácida. Acredita-se que sua
capacidade de desintoxicação seja devida à presença do ácido
glicurônico, produzido durante o processo de fermentação, que
se liga às moléculas de toxinas e ajuda a eliminá-las do
organismo por meio dos rins ou do intestino. Além disso, o
processo de fermentação induz a síntese de complexo B de
vitaminas e ácido fólico, conhecidos por seus inúmeros
benefícios à saúde. (....)
Disponível em: <https://afrebras.org.br/noticias/kombucha-a-bebida-que-vemconquistando-os-brasileiros/>. Acesso em: 14 fev. 2024. [Adaptado].
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No contexto do Código de Ética de Enfermagem, o
abandono de plantão é considerado
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Durante a triagem em um centro de saúde, um enfermeiro
recebe um paciente suspeito de estar com dengue. O
enfermeiro deve avaliar os sinais vitais do paciente para
determinar a gravidade da condição. Quais são os sinais
vitais que o enfermeiro deve monitorar em um paciente com
suspeita de dengue?
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