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enunciado 954097-1

De acordo com o texto é incorreto afirmar que:
 

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A LIÇÃO DO JARDINEIRO


Um dia, uma senhora contratou pelo telefone um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim.

Chegando em casa, a senhora viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, pediu para que o garoto executasse o serviço.

Quando terminou, o garoto solicitou à dono da casa permissão para utilizar o telefone, entretanto, estando próxima ao aparelho, a gentil senhora não pôde deixar de ouvir a conversa do garoto que ligou para uma mulher e perguntou:

"A senhora está precisando de um jardineiro?"

"Não. Eu já tenho um", foi a resposta. "Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo."

"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso."

E o garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço."

"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."

"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível."

"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."

Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço é um dos melhores."

"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom."

Desligado o telefone, a dona da casa disse ao jardineiro: "Meu rapaz, não pude deixar de ouvir a conversa. Que pena, você perdeu um cliente."

"Claro que não", respondeu rápido o garoto. "Eu sou o jardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo."

Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro? E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro?

Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos? Ou estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da mais pura? Como temos lubrificado nossas “ferramentas” de trabalho?

(Autor Desconhecido) http://www.drcamilo.odo.br/parabolas/parabola_015.html

Observe a seguinte oração: “Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa.", justifica-se o uso da vírgula para:
 

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enunciado 954095-1

Observe o seguinte fragmento: “[...] desafios para garantir a inclusão dos que ainda vivem na extrema pobreza.” O termo em destaque possui:
 

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enunciado 954094-1

De acordo com o texto é incorreto afirmar que:

 

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954093 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: RBO
Orgão: Pref. Porto Ferreira-SP
Considerando o processo de formação de palavras, identifique a alternativa que apresenta uma derivação imprópria.
 

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A LIÇÃO DO JARDINEIRO


Um dia, uma senhora contratou pelo telefone um jardineiroautônomo para fazer a manutenção do seu jardim.

Chegando em casa, a senhora viu que estava contratandoum garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como jáestava contratado, pediu para que o garoto executasse o serviço.

Quando terminou, o garoto solicitou à dono da casapermissão para utilizar o telefone, entretanto, estando próxima aoaparelho, a gentil senhora não pôde deixar de ouvir a conversa dogaroto que ligou para uma mulher e perguntou:

"A senhora está precisando de um jardineiro?"

"Não. Eu já tenho um", foi a resposta."Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu tambémtiro o lixo."

"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha.O meu jardineiro também faz isso."

E o garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas asferramentas no final do serviço."

"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."

"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápidopossível."

"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente.Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."

Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço éum dos melhores."

"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! Opreço do meu jardineiro também é muito bom."

Desligado o telefone, a dona da casa disse ao jardineiro:"Meu rapaz, não pude deixar de ouvir a conversa. Que pena, vocêperdeu um cliente."

"Claro que não", respondeu rápido o garoto. "Eu sou ojardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estavasatisfeita comigo."

Em se falando do jardim das afeições, quantos de nósteríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro? E, sefizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o graude satisfação da cliente do pequeno jardineiro?

Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso,aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos?Ou estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e daindiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores damais pura? Como temos lubrificado nossas “ferramentas” detrabalho?

(Autor Desconhecido)http://www.drcamilo.odo.br/parabolas/parabola_015.html

Observe o seguinte trecho: “Chegando em casa, a senhora viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade.” A palavra sublinhada possui respectivamente:
 

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A IMPORTÂNCIA DO PAI - I
André Gonçalves Fernandes




A ausência do pai é a principal causa de retrocesso no bem-estar dos filhos. Também é um fator crucial para se compreender, hoje, a crise atual da instituição da família. A diminuição da função paterna tem consequências sobre a estruturação psíquica dos indivíduos, nas fases de infância e de juventude, e, indiretamente, sobre a sociedade.
A debilitação da imagem masculina, os transtornos de filiação, o acréscimo das condutas ilícitas, a perda de sentido dos limites (toxicomanias, bulimia, anorexia, práticas sexuais heterodoxas e dificuldades de socialização) são alguns dos exemplos mais marcantes e propalados na mídia.
A sociedade atual valora muito mais a figura materna. Indubitavelmente, a mãe é uma fonte de segurança para os filhos, contudo a relação entre mãe e filho necessita da complementação decorrente da função paterna. O pai é aquele que diz não (tanto ao filho como à mãe), é aquele que introduz a negatividade na vida de um infante e aquele que declara a proibição, a saber, o limite do possível.
A imagem do pai é imprescindível para o desenvolvimento psicológico equilibrado dos filhos. O pai, com efeito, seria uma espécie de mediador entre o filho e a realidade. Permite ao filho tomar iniciativas e aprender a distinguir entre o certo e o errado e, a partir disso, entender as consequências de uma ou outra escolha.
O pai ocupa uma posição de terceiro em relação ao filho, de companheiro da mãe e não uma versão masculina desta. Graças à figura do pai, o bebê aprende a se diferenciar da mãe e paulatinamente, ao longo de anos, alcançar sua autonomia psíquica. A criança descobre que não faz as regras, mas que elas existem independentemente dele.
Em virtude da relação com o pai, o menino e a menina adquirem também sua identidade sexual. A diferença de sexos encarnada pelo pai traz, por outro lado, um papel de revelação e confirmação da identidade sexuada. Tanto o menino quanto a menina têm, com efeito, a tendência, no início da vida, a mimetizar o sexo da mãe e o pai, na medida em que é reconhecido por esta, vai permitir ao filho situar-se sexualmente.
Por que se impôs em nossa sociedade a ideia de ausência ou pouca importância do pai? Hoje, divulga-se a imagem do pai indigno, incompetente ou pouco afeito às lides domésticas, sustentada pela lei e estereotipada pelos meios de comunicação.
Na maior parte dos programas de televisão, o pai é apresentado como um sujeito incapaz de assumir um posto na relação educativa, de ocupar seu tempo com os adolescentes, quanto mais enfrentar, com maestria, o papel de proclamar as exigências necessárias para a vida em sociedade para os filhos, incluindo a repreensão quando estritamente conveniente.
Muitas mulheres evitam que os homens cumpram seu papel de pai quando, mais ou menos conscientemente, elas tomam conta da situação para não lhes deixar o lugar que lhes corresponde. A mãe, assim, afasta o pai da relação familiar, com o risco de culpá-lo em um processo perverso, no qual confirma seu poder e seu sentimento de onipotência sobre os filhos, o homem e o pai.
Nos dias atuais, as atenções da psicologia e da lei se situam na relação mãe/filho e o pai crê que necessita assumir a condição de uma “segunda mãe” para se fazer aceitar no círculo familiar. Alguns homens, condicionados por este conformismo, chegam a identificar-se como um modelo de pai meio pusilânime, lembrando mais a imagem de um irmão mais velho, conivente com as estripulias éticas do caçula, ou de um tio que só aparece no aniversário com um presente bem caro para “compensar” a ausência sentida pelo sobrinho.
A falta do pai se explica também pela confusão entre procriação e maternidade, gerada pelo fantasma feminino da partenogênese (fecundação sem a contribuição gênica paterna), já que a sociedade acredita na ideia de que a mulher pode, sem grandes percalços, educar um filho sem um pai.
O desenvolvimento dos métodos contraceptivos e a trivialização do aborto contribuem, consideravelmente, para sustentar a ilusão de que a mulher domina sozinha a procriação. Tanto que o chavão feminista sustenta: “Meu corpo me pertence”. Afirmar tal slogan é subentender que “a procriação me pertence”, assertiva bastante discutível. Se a maternidade é algo exclusivo da mulher, a procriação é compartilhada pelo homem e pela mulher: não é competência exclusiva desta.
Os pais devem sentir-se sócios das mães num empreendimento conjunto. A liderança moral que devem exercer na família não pode ser substituída pela erosão conceitual, provocada, sobretudo, pelo feminismo exacerbado. Devem ser exemplo vivo de caráter e de consciência. O respeito filial daí decorrente neutralizará a influência negativa dos colegas na adolescência e será o ponto de apoio firme nos anos de maturidade.

http://miguelitoeducacao.blogspot.com.br/2010/06/textoreflexivos-para-os-pais.html



Considere as seguintes afirmações:

I. De acordo com o texto, a figura do pai é aquela que coíbe, diz não, impõe limites.
II. É essencial para o desenvolvimento psicológico equilibrado dos filhos a presença do pai posto que seja ele, o pai, quem permite ao filho tomar iniciativas e aprender a distinguir entre o certo e o errado e, a partir disso, entender as consequências de uma ou outra escolha.
III. O pai ocupa uma posição de terceiro em relação ao filho, de companheiro da mãe e não uma versão masculina desta. Graças à figura do pai, o bebê aprende a se diferenciar da mãe e, rapidamente passo a passo, ao longo de anos, alcançar sua autonomia psíquica.
IV. É exatamente a posição ocupada pela figura paterna que possibilita o descobrimento de que a criança não faz as regras, mas que elas existem independentemente dele.


Está correto o que se afirma em:
 

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A LIÇÃO DO JARDINEIRO


Um dia, uma senhora contratou pelo telefone um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim.

Chegando em casa, a senhora viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, pediu para que o garoto executasse o serviço.

Quando terminou, o garoto solicitou à dono da casa permissão para utilizar o telefone, entretanto, estando próxima ao aparelho, a gentil senhora não pôde deixar de ouvir a conversa do garoto que ligou para uma mulher e perguntou:

"A senhora está precisando de um jardineiro?"

"Não. Eu já tenho um", foi a resposta. "Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo."

"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso."

E o garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço."

"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."

"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível."

"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."

Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço é um dos melhores."

"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom."

Desligado o telefone, a dona da casa disse ao jardineiro: "Meu rapaz, não pude deixar de ouvir a conversa. Que pena, você perdeu um cliente."

"Claro que não", respondeu rápido o garoto. "Eu sou o jardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo."

Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro? E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro?

Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos? Ou estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da mais pura? Como temos lubrificado nossas “ferramentas” de trabalho?

(Autor Desconhecido) http://www.drcamilo.odo.br/parabolas/parabola_015.html

Observa-se, no texto, a recorrência em relação ao emprego das aspas. Identifique a alternativa que justifica seu uso.
 

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A LIÇÃO DO JARDINEIRO


Um dia, uma senhora contratou pelo telefone um jardineiroautônomo para fazer a manutenção do seu jardim.

Chegando em casa, a senhora viu que estava contratandoum garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como jáestava contratado, pediu para que o garoto executasse o serviço.

Quando terminou, o garoto solicitou à dono da casapermissão para utilizar o telefone, entretanto, estando próxima aoaparelho, a gentil senhora não pôde deixar de ouvir a conversa dogaroto que ligou para uma mulher e perguntou:

"A senhora está precisando de um jardineiro?"

"Não. Eu já tenho um", foi a resposta."Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu tambémtiro o lixo."

"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha.O meu jardineiro também faz isso."

E o garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas asferramentas no final do serviço."

"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."

"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápidopossível."

"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente.Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."

Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço éum dos melhores."

"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! Opreço do meu jardineiro também é muito bom."

Desligado o telefone, a dona da casa disse ao jardineiro:"Meu rapaz, não pude deixar de ouvir a conversa. Que pena, vocêperdeu um cliente."

"Claro que não", respondeu rápido o garoto. "Eu sou ojardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estavasatisfeita comigo."

Em se falando do jardim das afeições, quantos de nósteríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro? E, sefizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o graude satisfação da cliente do pequeno jardineiro?

Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso,aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos?Ou estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e daindiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores damais pura? Como temos lubrificado nossas “ferramentas” detrabalho?

(Autor Desconhecido)http://www.drcamilo.odo.br/parabolas/parabola_015.html

No trecho: “Quando terminou, o garoto solicitou à dona da casa permissão para utilizar o telefone [...]”, o termo em destaque possui na ordem em que aparece:
 

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954088 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: RBO
Orgão: Pref. Porto Ferreira-SP
O texto abaixo é referência para a questão.

Bulllying internacional
Israel e Irã – As ameaças recíprocas endurecem o caminho das eleições dos EUA

Como um BEDEL, que repreende alunos briguentos, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, criticou tanto Israel quanto o Irã por suas ameaças recíprocas. Há anos, o governo de Bem-jamin Netanyahu ameaça Teerã com um bombardeio às suas instalações nucleares caso insista em enriquecer urânio e pressiona os EUA a endossarem a ameaça. Permitiu o uso de sua imagem na propaganda republicana e cobrou Barack Obama, que reagiu à ingratidão esnobando o líder israelense em sua última visita aos EUA.
Agora o governo de Aiatolá Khamenei e do presidente Mahmoud Ahmadinejad responde na mesma moeda. Referir-se, retoricamente, a Israel como uma “perturbação mínima que veio para o quadro desta fase histórica para ser eliminada”, como fez o presidente na segunda-feira 24, é uma coisa, ameaçar com um “ataque preventivo” caso julguem que Israel prepara uma ação militar, como fizera seu general Amir Ali Hajizadeh na véspera, é outra, mais perigosa.
Por um lado, Tel-Aviv superestima a força do seu lobby junto a Washington e sua capacidade de influenciar as eleições e embarca em uma aventura política que pode ser desastrosa para os próprios interesses, por mais que ganhe aplausos do seu público interno. De outro, Teerã aposta que Israel não ousará um ataque sem respaldo de Washington e provavelmente tem razão – e que a Casa Branca evitará uma ação militar no Irã enquanto este não testar de fato uma arma nuclear, premissa mais duvidosa.
Observa-se, no primeiro parágrafo, o uso da vírgula em várias situações. Nesse sentido, assinale a alternativa que indica um aposto isolado por vírgulas.
 

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