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Foram encontradas 30 questões.

1332579 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: FGR
Orgão: Pref. Pompéu-MG
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No hospital de um município, um paciente obeso precisava perder 30 quilos e, para isso, foi submetido a um tratamento especial. O paciente era pesado ao final de cada mês de tratamento e no primeiro mês ele perdeu 19 quilos, no segundo ele perdeu a metade do peso perdido no primeiro mês. No terceiro mês e nos meses consecutivos, ele perdeu ¼ (um quarto) do peso perdido no mês anterior.
Podemos afirmar que esse paciente perdeu todo o peso pretendido:
 

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1332091 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FGR
Orgão: Pref. Pompéu-MG
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Internet: aprendendo a ensinar
Francisco Alves Filho
Depois de estourarem tantas bolhas de euforia na internet, um novo segmento é agora alvo das apostas. O ensino pela rede de computadores - ou e-learning, para os mais novidadeiros - é o novo filão que mobiliza internautas, webmasters, criadores de softwares e investidores. Grifes como Xerox, Embratel, Universidade de Harvard e Universidade de São Paulo entraram na onda dos cursos de aperfeiçoamento profissional e de extensão. Novos recursos, integração de áudio, vídeo e texto, professores que atendem on-line, fóruns e chats com especialistas são alguns dos recursos que passam a ser usados de uma forma nunca vista com o objetivo de fazer com que o aluno aprenda. Uma pesquisa realizada pela empresa MBG, do exministro das Comunicações Luiz Carlos Mendonça de Barros, revela que já existem mais de 30 mil cursos on-line somente no Brasil. Os professores assistem a todo esse movimento com um misto de perplexidade e fascinação, como pude observar no VIII Congresso Internacional de Educação a Distância, realizado em Brasília há duas semanas. Perplexos, porque temem ficar marginalizados se não conseguirem dominar essas novas tecnologias. Fascinados, porque muitos acreditam que o ensino pela internet vai resolver os problemas de aprendizado no País.
É tudo tão rápido e avassalador - ao estilo dos "fenômenos" anteriores da web - que se torna recomendável uma pausa para respirar, refletir e jogar no caminho algumas perguntas incômodas. A primeira: é realmente possível aprender pela internet? Os introdutores do e-learning - mais um nomezinho exótico - e alguns alunos dizem que sim. Mas os cursos são tão novos que não existem parâmetros confiáveis para medir a qualidade desse tipo de ensino. Por falar em qualidade, outra pergunta: como ensinar direito, se ainda não foi criado um modelo pedagógico voltado para web? Sem isso, esses cursos correm o risco de servir apenas para informação e não para formação - essa opinião é a de especialistas como o professor Paulo Blikstein, mestrando do Massachussets Institute of Technology, ou o professor argentino Daniel Luzzi, assessor da OEA e do BID.
Diante dessas dúvidas, é preciso que os mestres adotem uma postura bastante questionadora em relação ao ensino pela internet. Numa das salas em que se desenrolavam os debates paralelos ao auditório principal do Congresso Internacional de Ensino a Distância, ouvi a professora de uma universidade mineira expor com entusiasmo a experiência de sua instituição. Tudo parecia muito eficiente, revolucionário e a mestra chegou ao ápice de sua exposição com a seguinte frase: "Com nossos cursos on-line conseguimos uma troca melhor do que na sala de aula", disse ela. Fiquei pensando como seria possível uma coisa dessas. De que forma uma professora conseguiria um relacionamento melhor com seus alunos através do computador do que pessoalmente? É claro que uma conclusão dessas é resultado de uma supervalorização da internet, mais uma mistificação que deve ser combatida desde o nascedouro. O professor de carne e osso sempre será mais eficiente que qualquer computador ou tv. Pelo menos até que se prove o contrário, essas mídias são importantes para apoiar o ensino presencial e não para substituí-lo.
Aos alunos, aconselha-se também que não criem expectativas fenomenais quanto ao ensino pela internet. Um complemento, um acréscimo, um aperfeiçoamento - assim deve ser encarado esse tipo de aprendizado. Colocado em seu devido lugar, sem promessas fenomenais ou ilusões desvairadas, o tal e-learning terá mais chance de dar certo e se tornar respeitado. Urgente, nesse momento em que esses cursos são novidade no mundo todo, é a discussão que leve a uma pedagogia própria para esse veículo. Mais que discussão: estudos, pesquisas, medições. Assim, quem sabe, esse recurso possa ser uma efetiva ajuda na enorme tarefa de disseminar a educação entre os brasileiros, e não apenas um modismo que vai gerar diplomas rápidos e sem credibilidade. Afinal, ninguém quer que o ensino pela web se transforme em mais uma bolha, como tantas outras que já estouraram nessa trajetória da internet.
http://www.terra.com.br/istoe-temp/artigos/internet_aprendendo.htm Acesso em 18 out. 11
De acordo com a norma culta da língua portuguesa, o emprego da palavra ou expressão destacada está CORRETO em:
 

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1331781 Ano: 2011
Disciplina: Segurança Pública
Banca: FGR
Orgão: Pref. Pompéu-MG
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Com base na lei que criou a Guarda Municipal de Pompéu, marque a alternativa INCORRETA:
 

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1330718 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FGR
Orgão: Pref. Pompéu-MG
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Internet: aprendendo a ensinar
Francisco Alves Filho
Depois de estourarem tantas bolhas de euforia na internet, um novo segmento é agora alvo das apostas. O ensino pela rede de computadores - ou e-learning, para os mais novidadeiros - é o novo filão que mobiliza internautas, webmasters, criadores de softwares e investidores. Grifes como Xerox, Embratel, Universidade de Harvard e Universidade de São Paulo entraram na onda dos cursos de aperfeiçoamento profissional e de extensão. Novos recursos, integração de áudio, vídeo e texto, professores que atendem on-line, fóruns e chats com especialistas são alguns dos recursos que passam a ser usados de uma forma nunca vista com o objetivo de fazer com que o aluno aprenda. Uma pesquisa realizada pela empresa MBG, do exministro das Comunicações Luiz Carlos Mendonça de Barros, revela que já existem mais de 30 mil cursos on-line somente no Brasil. Os professores assistem a todo esse movimento com um misto de perplexidade e fascinação, como pude observar no VIII Congresso Internacional de Educação a Distância, realizado em Brasília há duas semanas. Perplexos, porque temem ficar marginalizados se não conseguirem dominar essas novas tecnologias. Fascinados, porque muitos acreditam que o ensino pela internet vai resolver os problemas de aprendizado no País.
É tudo tão rápido e avassalador - ao estilo dos "fenômenos" anteriores da web - que se torna recomendável uma pausa para respirar, refletir e jogar no caminho algumas perguntas incômodas. A primeira: é realmente possível aprender pela internet? Os introdutores do e-learning - mais um nomezinho exótico - e alguns alunos dizem que sim. Mas os cursos são tão novos que não existem parâmetros confiáveis para medir a qualidade desse tipo de ensino. Por falar em qualidade, outra pergunta: como ensinar direito, se ainda não foi criado um modelo pedagógico voltado para web? Sem isso, esses cursos correm o risco de servir apenas para informação e não para formação - essa opinião é a de especialistas como o professor Paulo Blikstein, mestrando do Massachussets Institute of Technology, ou o professor argentino Daniel Luzzi, assessor da OEA e do BID.
Diante dessas dúvidas, é preciso que os mestres adotem uma postura bastante questionadora em relação ao ensino pela internet. Numa das salas em que se desenrolavam os debates paralelos ao auditório principal do Congresso Internacional de Ensino a Distância, ouvi a professora de uma universidade mineira expor com entusiasmo a experiência de sua instituição. Tudo parecia muito eficiente, revolucionário e a mestra chegou ao ápice de sua exposição com a seguinte frase: "Com nossos cursos on-line conseguimos uma troca melhor do que na sala de aula", disse ela. Fiquei pensando como seria possível uma coisa dessas. De que forma uma professora conseguiria um relacionamento melhor com seus alunos através do computador do que pessoalmente? É claro que uma conclusão dessas é resultado de uma supervalorização da internet, mais uma mistificação que deve ser combatida desde o nascedouro. O professor de carne e osso sempre será mais eficiente que qualquer computador ou tv. Pelo menos até que se prove o contrário, essas mídias são importantes para apoiar o ensino presencial e não para substituí-lo.
Aos alunos, aconselha-se também que não criem expectativas fenomenais quanto ao ensino pela internet. Um complemento, um acréscimo, um aperfeiçoamento - assim deve ser encarado esse tipo de aprendizado. Colocado em seu devido lugar, sem promessas fenomenais ou ilusões desvairadas, o tal e-learning terá mais chance de dar certo e se tornar respeitado. Urgente, nesse momento em que esses cursos são novidade no mundo todo, é a discussão que leve a uma pedagogia própria para esse veículo. Mais que discussão: estudos, pesquisas, medições. Assim, quem sabe, esse recurso possa ser uma efetiva ajuda na enorme tarefa de disseminar a educação entre os brasileiros, e não apenas um modismo que vai gerar diplomas rápidos e sem credibilidade. Afinal, ninguém quer que o ensino pela web se transforme em mais uma bolha, como tantas outras que já estouraram nessa trajetória da internet.
http://www.terra.com.br/istoe-temp/artigos/internet_aprendendo.htm Acesso em 18 out. 11
Para defender suas ideias, o autor do texto:
I – Fornece exemplos de situações relativas ao ensino pela rede de computadores.
II – Adota uma postura crítica em relação ao ensino pela internet.
III – Apresenta soluções possíveis para o problema que discute.
Marque a alternativa CORRETA:
 

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1330050 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FGR
Orgão: Pref. Pompéu-MG
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Internet: aprendendo a ensinar
Francisco Alves Filho
Depois de estourarem tantas bolhas de euforia na internet, um novo segmento é agora alvo das apostas. O ensino pela rede de computadores - ou e-learning, para os mais novidadeiros - é o novo filão que mobiliza internautas, webmasters, criadores de softwares e investidores. Grifes como Xerox, Embratel, Universidade de Harvard e Universidade de São Paulo entraram na onda dos cursos de aperfeiçoamento profissional e de extensão. Novos recursos, integração de áudio, vídeo e texto, professores que atendem on-line, fóruns e chats com especialistas são alguns dos recursos que passam a ser usados de uma forma nunca vista com o objetivo de fazer com que o aluno aprenda. Uma pesquisa realizada pela empresa MBG, do exministro das Comunicações Luiz Carlos Mendonça de Barros, revela que já existem mais de 30 mil cursos on-line somente no Brasil. Os professores assistem a todo esse movimento com um misto de perplexidade e fascinação, como pude observar no VIII Congresso Internacional de Educação a Distância, realizado em Brasília há duas semanas. Perplexos, porque temem ficar marginalizados se não conseguirem dominar essas novas tecnologias. Fascinados, porque muitos acreditam que o ensino pela internet vai resolver os problemas de aprendizado no País.
É tudo tão rápido e avassalador - ao estilo dos "fenômenos" anteriores da web - que se torna recomendável uma pausa para respirar, refletir e jogar no caminho algumas perguntas incômodas. A primeira: é realmente possível aprender pela internet? Os introdutores do e-learning - mais um nomezinho exótico - e alguns alunos dizem que sim. Mas os cursos são tão novos que não existem parâmetros confiáveis para medir a qualidade desse tipo de ensino. Por falar em qualidade, outra pergunta: como ensinar direito, se ainda não foi criado um modelo pedagógico voltado para web? Sem isso, esses cursos correm o risco de servir apenas para informação e não para formação - essa opinião é a de especialistas como o professor Paulo Blikstein, mestrando do Massachussets Institute of Technology, ou o professor argentino Daniel Luzzi, assessor da OEA e do BID.
Diante dessas dúvidas, é preciso que os mestres adotem uma postura bastante questionadora em relação ao ensino pela internet. Numa das salas em que se desenrolavam os debates paralelos ao auditório principal do Congresso Internacional de Ensino a Distância, ouvi a professora de uma universidade mineira expor com entusiasmo a experiência de sua instituição. Tudo parecia muito eficiente, revolucionário e a mestra chegou ao ápice de sua exposição com a seguinte frase: "Com nossos cursos on-line conseguimos uma troca melhor do que na sala de aula", disse ela. Fiquei pensando como seria possível uma coisa dessas. De que forma uma professora conseguiria um relacionamento melhor com seus alunos através do computador do que pessoalmente? É claro que uma conclusão dessas é resultado de uma supervalorização da internet, mais uma mistificação que deve ser combatida desde o nascedouro. O professor de carne e osso sempre será mais eficiente que qualquer computador ou tv. Pelo menos até que se prove o contrário, essas mídias são importantes para apoiar o ensino presencial e não para substituí-lo.
Aos alunos, aconselha-se também que não criem expectativas fenomenais quanto ao ensino pela internet. Um complemento, um acréscimo, um aperfeiçoamento - assim deve ser encarado esse tipo de aprendizado. Colocado em seu devido lugar, sem promessas fenomenais ou ilusões desvairadas, o tal e-learning terá mais chance de dar certo e se tornar respeitado. Urgente, nesse momento em que esses cursos são novidade no mundo todo, é a discussão que leve a uma pedagogia própria para esse veículo. Mais que discussão: estudos, pesquisas, medições. Assim, quem sabe, esse recurso possa ser uma efetiva ajuda na enorme tarefa de disseminar a educação entre os brasileiros, e não apenas um modismo que vai gerar diplomas rápidos e sem credibilidade. Afinal, ninguém quer que o ensino pela web se transforme em mais uma bolha, como tantas outras que já estouraram nessa trajetória da internet.
http://www.terra.com.br/istoe-temp/artigos/internet_aprendendo.htm Acesso em 18 out. 11
Leia este trecho:
“[...] é realmente possível aprender pela internet? Os introdutores do e-learning – mais um nomezinho exótico – e alguns alunos dizem que sim.”
Nessa passagem, o autor do texto mostra-se:
 

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1329969 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: FGR
Orgão: Pref. Pompéu-MG
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Caio é produtor rural e vende ovos para um comerciante. O valor que Caio recebe por ovo vendido é de R$0,15. Sabe-se que o comerciante vende a dúzia de ovos por R$4,20 e, em outras quantidades, cada unidade custa o valor equivalente (valor da dúzia dividido pela quantidade de unidades em uma dúzia).
Vendendo uma centena de ovos, o comerciante, que tem o Caio como único fornecedor, alcançará lucro de, no máximo:
 

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1328901 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FGR
Orgão: Pref. Pompéu-MG
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Internet: aprendendo a ensinar
Francisco Alves Filho
Depois de estourarem tantas bolhas de euforia na internet, um novo segmento é agora alvo das apostas. O ensino pela rede de computadores - ou e-learning, para os mais novidadeiros - é o novo filão que mobiliza internautas, webmasters, criadores de softwares e investidores. Grifes como Xerox, Embratel, Universidade de Harvard e Universidade de São Paulo entraram na onda dos cursos de aperfeiçoamento profissional e de extensão. Novos recursos, integração de áudio, vídeo e texto, professores que atendem on-line, fóruns e chats com especialistas são alguns dos recursos que passam a ser usados de uma forma nunca vista com o objetivo de fazer com que o aluno aprenda. Uma pesquisa realizada pela empresa MBG, do exministro das Comunicações Luiz Carlos Mendonça de Barros, revela que já existem mais de 30 mil cursos on-line somente no Brasil. Os professores assistem a todo esse movimento com um misto de perplexidade e fascinação, como pude observar no VIII Congresso Internacional de Educação a Distância, realizado em Brasília há duas semanas. Perplexos, porque temem ficar marginalizados se não conseguirem dominar essas novas tecnologias. Fascinados, porque muitos acreditam que o ensino pela internet vai resolver os problemas de aprendizado no País.
É tudo tão rápido e avassalador - ao estilo dos "fenômenos" anteriores da web - que se torna recomendável uma pausa para respirar, refletir e jogar no caminho algumas perguntas incômodas. A primeira: é realmente possível aprender pela internet? Os introdutores do e-learning - mais um nomezinho exótico - e alguns alunos dizem que sim. Mas os cursos são tão novos que não existem parâmetros confiáveis para medir a qualidade desse tipo de ensino. Por falar em qualidade, outra pergunta: como ensinar direito, se ainda não foi criado um modelo pedagógico voltado para web? Sem isso, esses cursos correm o risco de servir apenas para informação e não para formação - essa opinião é a de especialistas como o professor Paulo Blikstein, mestrando do Massachussets Institute of Technology, ou o professor argentino Daniel Luzzi, assessor da OEA e do BID.
Diante dessas dúvidas, é preciso que os mestres adotem uma postura bastante questionadora em relação ao ensino pela internet. Numa das salas em que se desenrolavam os debates paralelos ao auditório principal do Congresso Internacional de Ensino a Distância, ouvi a professora de uma universidade mineira expor com entusiasmo a experiência de sua instituição. Tudo parecia muito eficiente, revolucionário e a mestra chegou ao ápice de sua exposição com a seguinte frase: "Com nossos cursos on-line conseguimos uma troca melhor do que na sala de aula", disse ela. Fiquei pensando como seria possível uma coisa dessas. De que forma uma professora conseguiria um relacionamento melhor com seus alunos através do computador do que pessoalmente? É claro que uma conclusão dessas é resultado de uma supervalorização da internet, mais uma mistificação que deve ser combatida desde o nascedouro. O professor de carne e osso sempre será mais eficiente que qualquer computador ou tv. Pelo menos até que se prove o contrário, essas mídias são importantes para apoiar o ensino presencial e não para substituí-lo.
Aos alunos, aconselha-se também que não criem expectativas fenomenais quanto ao ensino pela internet. Um complemento, um acréscimo, um aperfeiçoamento - assim deve ser encarado esse tipo de aprendizado. Colocado em seu devido lugar, sem promessas fenomenais ou ilusões desvairadas, o tal e-learning terá mais chance de dar certo e se tornar respeitado. Urgente, nesse momento em que esses cursos são novidade no mundo todo, é a discussão que leve a uma pedagogia própria para esse veículo. Mais que discussão: estudos, pesquisas, medições. Assim, quem sabe, esse recurso possa ser uma efetiva ajuda na enorme tarefa de disseminar a educação entre os brasileiros, e não apenas um modismo que vai gerar diplomas rápidos e sem credibilidade. Afinal, ninguém quer que o ensino pela web se transforme em mais uma bolha, como tantas outras que já estouraram nessa trajetória da internet.
http://www.terra.com.br/istoe-temp/artigos/internet_aprendendo.htm Acesso em 18 out. 11
Leia este trecho:
Afinal, ninguém quer que o ensino pela web se transforme em mais uma bolha, como tantas outras que já estouraram nessa trajetória da internet.”
A classe gramatical das palavras destacadas no trecho está classificada CORRETAMENTE em:
 

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1328833 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FGR
Orgão: Pref. Pompéu-MG
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Internet: aprendendo a ensinar
Francisco Alves Filho
Depois de estourarem tantas bolhas de euforia na internet, um novo segmento é agora alvo das apostas. O ensino pela rede de computadores - ou e-learning, para os mais novidadeiros - é o novo filão que mobiliza internautas, webmasters, criadores de softwares e investidores. Grifes como Xerox, Embratel, Universidade de Harvard e Universidade de São Paulo entraram na onda dos cursos de aperfeiçoamento profissional e de extensão. Novos recursos, integração de áudio, vídeo e texto, professores que atendem on-line, fóruns e chats com especialistas são alguns dos recursos que passam a ser usados de uma forma nunca vista com o objetivo de fazer com que o aluno aprenda. Uma pesquisa realizada pela empresa MBG, do exministro das Comunicações Luiz Carlos Mendonça de Barros, revela que já existem mais de 30 mil cursos on-line somente no Brasil. Os professores assistem a todo esse movimento com um misto de perplexidade e fascinação, como pude observar no VIII Congresso Internacional de Educação a Distância, realizado em Brasília há duas semanas. Perplexos, porque temem ficar marginalizados se não conseguirem dominar essas novas tecnologias. Fascinados, porque muitos acreditam que o ensino pela internet vai resolver os problemas de aprendizado no País.
É tudo tão rápido e avassalador - ao estilo dos "fenômenos" anteriores da web - que se torna recomendável uma pausa para respirar, refletir e jogar no caminho algumas perguntas incômodas. A primeira: é realmente possível aprender pela internet? Os introdutores do e-learning - mais um nomezinho exótico - e alguns alunos dizem que sim. Mas os cursos são tão novos que não existem parâmetros confiáveis para medir a qualidade desse tipo de ensino. Por falar em qualidade, outra pergunta: como ensinar direito, se ainda não foi criado um modelo pedagógico voltado para web? Sem isso, esses cursos correm o risco de servir apenas para informação e não para formação - essa opinião é a de especialistas como o professor Paulo Blikstein, mestrando do Massachussets Institute of Technology, ou o professor argentino Daniel Luzzi, assessor da OEA e do BID.
Diante dessas dúvidas, é preciso que os mestres adotem uma postura bastante questionadora em relação ao ensino pela internet. Numa das salas em que se desenrolavam os debates paralelos ao auditório principal do Congresso Internacional de Ensino a Distância, ouvi a professora de uma universidade mineira expor com entusiasmo a experiência de sua instituição. Tudo parecia muito eficiente, revolucionário e a mestra chegou ao ápice de sua exposição com a seguinte frase: "Com nossos cursos on-line conseguimos uma troca melhor do que na sala de aula", disse ela. Fiquei pensando como seria possível uma coisa dessas. De que forma uma professora conseguiria um relacionamento melhor com seus alunos através do computador do que pessoalmente? É claro que uma conclusão dessas é resultado de uma supervalorização da internet, mais uma mistificação que deve ser combatida desde o nascedouro. O professor de carne e osso sempre será mais eficiente que qualquer computador ou tv. Pelo menos até que se prove o contrário, essas mídias são importantes para apoiar o ensino presencial e não para substituí-lo.
Aos alunos, aconselha-se também que não criem expectativas fenomenais quanto ao ensino pela internet. Um complemento, um acréscimo, um aperfeiçoamento - assim deve ser encarado esse tipo de aprendizado. Colocado em seu devido lugar, sem promessas fenomenais ou ilusões desvairadas, o tal e-learning terá mais chance de dar certo e se tornar respeitado. Urgente, nesse momento em que esses cursos são novidade no mundo todo, é a discussão que leve a uma pedagogia própria para esse veículo. Mais que discussão: estudos, pesquisas, medições. Assim, quem sabe, esse recurso possa ser uma efetiva ajuda na enorme tarefa de disseminar a educação entre os brasileiros, e não apenas um modismo que vai gerar diplomas rápidos e sem credibilidade. Afinal, ninguém quer que o ensino pela web se transforme em mais uma bolha, como tantas outras que já estouraram nessa trajetória da internet.
http://www.terra.com.br/istoe-temp/artigos/internet_aprendendo.htm Acesso em 18 out. 11
A palavra destacada foi corretamente interpretada, de acordo com seu sentido no texto, EXCETO em:
 

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1328227 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: FGR
Orgão: Pref. Pompéu-MG
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O caminhão de Marco passa pelo ponto A de uma rodovia a uma velocidade de 50 quilômetros por hora. Uma hora após Marco passar pelo ponto A, o carro de Janete passa por um ponto B da mesma rodovia, localizado a 310 quilômetros de distância do ponto A, em sentido contrário ao de Marco. (Marco viaja no sentido de A para B) Sabendo que a velocidade de Janete era de 80 quilômetros por hora, e considerando o fato de as velocidades não se alterarem nesse trajeto, marque a alternativa que contenha o tempo necessário para que Janete passe por Marco nessa rodovia.
 

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1327503 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: FGR
Orgão: Pref. Pompéu-MG
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João corre 6 quilômetros por dia e despende 40 minutos nessa atividade. Marque a alternativa que contenha a quantidade de dias e a quantidade de minutos de corrida necessários para João correr 300 quilômetros.
 

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