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Leia o texto, para responder à questão.
A conspiração da feiura
O mundo, ao que me parece, foi terrivelmente enfeado nas últimas décadas, a um ritmo acelerado, desde o fim da Segunda Guerra Mundial. E isso vai continuar envenenando a vida das pessoas no futuro.
Não estou dizendo que o mundo está pior do que era antes em todos os aspectos: isso seria ridículo. Até certo ponto, sem dúvida, um grau de “enfeamento” era inevitável, com o rápido aumento da população e o desenvolvimento de uma sociedade de consumo. Não podemos consumir sem produzir e distribuira, e nem a produção nem a distribuição em massa costumam ser bonitas em si. Não são muitos de nós que estão dispostos a abrir mãob dos altos níveis de consumo como um todo.
No fim das contas não posso deixar de me perguntar se o mundo precisa ser tão feio quanto o deixamos. As pessoas que chegam a Paris pelo aeroporto Charles De Gaulle, por exemplo, mal conseguem acreditar, quando vão de trem ou táxi até o centro da Cidade Luz. Na metrópole supostamente mais linda do mundo, elas são recebidas pelo que a Unicef deveria declarar um patrimônio histórico da feiura feito pela humanidade. No centro da cidade em si, praticamente todo edifício construído de 1945 em diante prejudica a beleza de seus arredores.
O que é verdade para Paris é verdade para grande parte dos outros lugares. É como se tivesse havido uma espécie de determinação de enfear o mundo, de modo que nenhuma parte pudesse escapar. Se tivesse havido uma conspiração para deixar o mundo mais feio, teria sido a conspiração mais bem-sucedida da históriae. É como se alguém tivesse decidido, a partir de uma ideia de justiça, que, se nem todo mundo podia viver na beleza, ninguém deveria viver na beleza.
Não espero que todo mundo concorde comigo. É até possível que eu esteja completamente enganado. Mas, de todo jeito, o tema da beleza (e seu oposto) é obviamente importante de discutir, algo que raramente aconteced. É como se estivéssemos ocupados demais com outras coisas mais urgentes para gastar tempo com isso, como se a beleza fosse apenas algo extra e excepcional na vida.
Mas a beleza enriquece e aprimora a vida, assim como a feiura a prejudica e envenenac.
(Theodore Darymple. Disponível em: <https://revistaoeste.com/revista/edicao-103>. Acesso em: 12.03.2024)
O trecho destacado está substituído pelo que está entre parênteses, de acordo com a norma-padrão de colocação pronominal, em:
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A conspiração da feiura
O mundo, ao que me parece, foi terrivelmente enfeado nas últimas décadas, a um ritmo acelerado, desde o fim da Segunda Guerra Mundial. E isso vai continuar envenenando a vida das pessoas no futuro.
Não estou dizendo que o mundo está pior do que era antes em todos os aspectos: isso seria ridículo. Até certo ponto, sem dúvida, um grau de “enfeamento” era inevitável, com o rápido aumento da população e o desenvolvimento de uma sociedade de consumo. Não podemos consumir sem produzir e distribuir, e nem a produção nem a distribuição em massa costumam ser bonitas em si. Não são muitos de nós que estão dispostos a abrir mão dos altos níveis de consumo como um todo.
No fim das contas não posso deixar de me perguntar se o mundo precisa ser tão feio quanto o deixamos. As pessoas que chegam a Paris pelo aeroporto Charles De Gaulle, por exemplo, mal conseguem acreditar, quando vão de trem ou táxi até o centro da Cidade Luz. Na metrópole supostamente mais linda do mundo, elas são recebidas pelo que a Unicef deveria declarar um patrimônio histórico da feiura feito pela humanidade. No centro da cidade em si, praticamente todo edifício construído de 1945 em diante prejudica a beleza de seus arredores.
O que é verdade para Paris é verdade para grande parte dos outros lugares. É como se tivesse havido uma espécie de determinação de enfear o mundo, de modo que nenhuma parte pudesse escapar. Se tivesse havido uma conspiração para deixar o mundo mais feio, teria sido a conspiração mais bem-sucedida da história. É como se alguém tivesse decidido, a partir de uma ideia de justiça, que, se nem todo mundo podia viver na beleza, ninguém deveria viver na beleza.
Não espero que todo mundo concorde comigo. É até possível que eu esteja completamente enganado. Mas, de todo jeito, o tema da beleza (e seu oposto) é obviamente importante de discutir, algo que raramente acontece. É como se estivéssemos ocupados demais com outras coisas mais urgentes para gastar tempo com isso, como se a beleza fosse apenas algo extra e excepcional na vida.
Mas a beleza enriquece e aprimora a vida, assim como a feiura a prejudica e envenena.
(Theodore Darymple. Disponível em: <https://revistaoeste.com/revista/edicao-103>. Acesso em: 12.03.2024)
Na passagem – Se tivesse havido uma conspiração para deixar o mundo mais feio, teria sido a conspiração mais bem-sucedida da história. – os termos destacados estabelecem, nos respectivos contextos, relações de sentido de
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A conspiração da feiura
O mundo, ao que me parece, foi terrivelmente enfeado nas últimas décadas, a um ritmo acelerado, desde o fim da Segunda Guerra Mundial. E isso vai continuar envenenando a vida das pessoas no futuroa.
Não estou dizendo que o mundo está pior do que era antes em todos os aspectos: isso seria ridículo. Até certo ponto, sem dúvida, um grau de “enfeamento” era inevitável, com o rápido aumento da população e o desenvolvimento de uma sociedade de consumo. Não podemos consumir sem produzir e distribuir, e nem a produção nem a distribuição em massa costumam ser bonitas em si. Não são muitos de nós que estão dispostos a abrir mão dos altos níveis de consumo como um todo.
No fim das contas não posso deixar de me perguntar se o mundo precisa ser tão feio quanto o deixamosb. As pessoas que chegam a Parisc pelo aeroporto Charles De Gaulle, por exemplo, mal conseguem acreditar, quando vão de trem ou táxi até o centro da Cidade Luz. Na metrópole supostamente mais linda do mundo, elas são recebidas pelo que a Unicef deveria declarar um patrimônio histórico da feiura feito pela humanidade. No centro da cidade em si, praticamente todo edifício construído de 1945 em diante prejudica a beleza de seus arredores.
O que é verdade para Paris é verdade para grande parte dos outros lugares. É como se tivesse havido uma espécie de determinação de enfear o mundo, de modo que nenhuma parte pudesse escapar. Se tivesse havido uma conspiração para deixar o mundo mais feio, teria sido a conspiração mais bem-sucedida da história. É como se alguém tivesse decididod, a partir de uma ideia de justiça, que, se nem todo mundo podia viver na beleza, ninguém deveria viver na beleza.
Não espero que todo mundo concorde comigo. É até possível que eu esteja completamente enganado. Mas, de todo jeito, o tema da beleza (e seu oposto) é obviamente importante de discutir, algo que raramente acontecee. É como se estivéssemos ocupados demais com outras coisas mais urgentes para gastar tempo com isso, como se a beleza fosse apenas algo extra e excepcional na vida.
Mas a beleza enriquece e aprimora a vida, assim como a feiura a prejudica e envenena.
(Theodore Darymple. Disponível em: <https://revistaoeste.com/revista/edicao-103>. Acesso em: 12.03.2024)
Assinale a alternativa que identifica corretamente, nos parênteses, a relação que os termos destacados estabelecem nos enunciados.
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A conspiração da feiura
O mundo, ao que me parece, foi terrivelmente enfeado nas últimas décadas, a um ritmo acelerado, desde o fim da Segunda Guerra Mundial. E isso vai continuar envenenando a vida das pessoas no futuro.a
Não estou dizendo que o mundo está pior do que era antes em todos os aspectos: isso seria ridículo. Até certo ponto, sem dúvida, um grau de “enfeamento” era inevitável, com o rápido aumento da população e o desenvolvimento de uma sociedade de consumo. Não podemos consumir sem produzir e distribuir, e nem a produção nem a distribuição em massa costumam ser bonitas em sib. Não são muitos de nós que estão dispostos a abrir mão dos altos níveis de consumo como um todo.
No fim das contas não posso deixar de me perguntar se o mundo precisa ser tão feio quanto o deixamos. As pessoas que chegam a Paris pelo aeroporto Charles De Gaulle, por exemplo, mal conseguem acreditar, quando vão de trem ou táxi até o centro da Cidade Luz. Na metrópole supostamente mais linda do mundoc, elas são recebidas pelo que a Unicef deveria declarar um patrimônio histórico da feiura feito pela humanidade. No centro da cidade em si, praticamente todo edifício construído de 1945 em diante prejudica a beleza de seus arredoresd.
O que é verdade para Paris é verdade para grande parte dos outros lugares. É como se tivesse havido uma espécie de determinação de enfear o mundo, de modo que nenhuma parte pudesse escapar. Se tivesse havido uma conspiração para deixar o mundo mais feioe, teria sido a conspiração mais bem-sucedida da história. É como se alguém tivesse decidido, a partir de uma ideia de justiça, que, se nem todo mundo podia viver na beleza, ninguém deveria viver na beleza.
Não espero que todo mundo concorde comigo. É até possível que eu esteja completamente enganado. Mas, de todo jeito, o tema da beleza (e seu oposto) é obviamente importante de discutir, algo que raramente acontece. É como se estivéssemos ocupados demais com outras coisas mais urgentes para gastar tempo com isso, como se a beleza fosse apenas algo extra e excepcional na vida.
Mas a beleza enriquece e aprimora a vida, assim como a feiura a prejudica e envenena.
(Theodore Darymple. Disponível em: <https://revistaoeste.com/revista/edicao-103>. Acesso em: 12.03.2024)
A passagem em que a expressão destacada está empregada em sentido figurado é:
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A conspiração da feiura
O mundo, ao que me parece, foi terrivelmente enfeado nas últimas décadas, a um ritmo acelerado, desde o fim da Segunda Guerra Mundial. E isso vai continuar envenenando a vida das pessoas no futuro.
Não estou dizendo que o mundo está pior do que era antes em todos os aspectos: isso seria ridículo. Até certo ponto, sem dúvida, um grau de “enfeamento” era inevitável, com o rápido aumento da população e o desenvolvimento de uma sociedade de consumo. Não podemos consumir sem produzir e distribuir, e nem a produção nem a distribuição em massa costumam ser bonitas em si. Não são muitos de nós que estão dispostos a abrir mão dos altos níveis de consumo como um todo.
No fim das contas não posso deixar de me perguntar se o mundo precisa ser tão feio quanto o deixamos. As pessoas que chegam a Paris pelo aeroporto Charles De Gaulle, por exemplo, mal conseguem acreditar, quando vão de trem ou táxi até o centro da Cidade Luz. Na metrópole supostamente mais linda do mundo, elas são recebidas pelo que a Unicef deveria declarar um patrimônio histórico da feiura feito pela humanidade. No centro da cidade em si, praticamente todo edifício construído de 1945 em diante prejudica a beleza de seus arredores.
O que é verdade para Paris é verdade para grande parte dos outros lugares. É como se tivesse havido uma espécie de determinação de enfear o mundo, de modo que nenhuma parte pudesse escapar. Se tivesse havido uma conspiração para deixar o mundo mais feio, teria sido a conspiração mais bem-sucedida da história. É como se alguém tivesse decidido, a partir de uma ideia de justiça, que, se nem todo mundo podia viver na beleza, ninguém deveria viver na beleza.
Não espero que todo mundo concorde comigo. É até possível que eu esteja completamente enganado. Mas, de todo jeito, o tema da beleza (e seu oposto) é obviamente importante de discutir, algo que raramente acontece. É como se estivéssemos ocupados demais com outras coisas mais urgentes para gastar tempo com isso, como se a beleza fosse apenas algo extra e excepcional na vida.
Mas a beleza enriquece e aprimora a vida, assim como a feiura a prejudica e envenena.
(Theodore Darymple. Disponível em: <https://revistaoeste.com/revista/edicao-103>. Acesso em: 12.03.2024)
Para responder a esta questão, considere os trechos destacados nas passagens:
E isso vai continuar envenenando a vida das pessoas no futuro.
As pessoas que chegam a Paris pelo aeroporto Charles De Gaulle…
… mal conseguem acreditar, quando vão de trem ou táxi até o centro da Cidade Luz. …
praticamente todo edifício construído de 1945 em diante prejudica a beleza de seus arredores.
Assinale a alternativa que substitui, respectivamente, os trechos destacados de acordo com a norma-padrão de regência e emprego do sinal de crase.
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O mundo, ao que me parece, foi terrivelmente enfeado nas últimas décadas, a um ritmo acelerado, desde o fim da Segunda Guerra Mundial. E isso vai continuar envenenando a vida das pessoas no futuro.
Não estou dizendo que o mundo está pior do que era antes em todos os aspectos: isso seria ridículo. Até certo ponto, sem dúvida, um grau de “enfeamento” era inevitável, com o rápido aumento da população e o desenvolvimento de uma sociedade de consumo. Não podemos consumir sem produzir e distribuir, e nem a produção nem a distribuição em massa costumam ser bonitas em si. Não são muitos de nós que estão dispostos a abrir mão dos altos níveis de consumo como um todo.
No fim das contas não posso deixar de me perguntar se o mundo precisa ser tão feio quanto o deixamos. As pessoas que chegam a Paris pelo aeroporto Charles De Gaulle, por exemplo, mal conseguem acreditar, quando vão de trem ou táxi até o centro da Cidade Luz. Na metrópole supostamente mais linda do mundo, elas são recebidas pelo que a Unicef deveria declarar um patrimônio histórico da feiura feito pela humanidade. No centro da cidade em si, praticamente todo edifício construído de 1945 em diante prejudica a beleza de seus arredores.
O que é verdade para Paris é verdade para grande parte dos outros lugares. É como se tivesse havido uma espécie de determinação de enfear o mundo, de modo que nenhuma parte pudesse escapar. Se tivesse havido uma conspiração para deixar o mundo mais feio, teria sido a conspiração mais bem-sucedida da história. É como se alguém tivesse decidido, a partir de uma ideia de justiça, que, se nem todo mundo podia viver na beleza, ninguém deveria viver na beleza.
Não espero que todo mundo concorde comigo. É até possível que eu esteja completamente enganado. Mas, de todo jeito, o tema da beleza (e seu oposto) é obviamente importante de discutir, algo que raramente acontece. É como se estivéssemos ocupados demais com outras coisas mais urgentes para gastar tempo com isso, como se a beleza fosse apenas algo extra e excepcional na vida.
Mas a beleza enriquece e aprimora a vida, assim como a feiura a prejudica e envenena.
(Theodore Darymple. Disponível em: <https://revistaoeste.com/revista/edicao-103>. Acesso em: 12.03.2024)
É correto afirmar que o emprego de dois pontos na passagem – Não estou dizendo que o mundo está pior do que era antes em todos os aspectos: isso seria ridículo. – sinaliza a introdução de
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A conspiração da feiura
O mundo, ao que me parece, foi terrivelmente enfeado nas últimas décadas, a um ritmo acelerado, desde o fim da Segunda Guerra Mundial. E isso vai continuar envenenando a vida das pessoas no futuro.
Não estou dizendo que o mundo está pior do que era antes em todos os aspectos: isso seria ridículo. Até certo ponto, sem dúvida, um grau de “enfeamento” era inevitável, com o rápido aumento da população e o desenvolvimento de uma sociedade de consumo. Não podemos consumir sem produzir e distribuir, e nem a produção nem a distribuição em massa costumam ser bonitas em si. Não são muitos de nós que estão dispostos a abrir mão dos altos níveis de consumo como um todo.
No fim das contas não posso deixar de me perguntar se o mundo precisa ser tão feio quanto o deixamos. As pessoas que chegam a Paris pelo aeroporto Charles De Gaulle, por exemplo, mal conseguem acreditar, quando vão de trem ou táxi até o centro da Cidade Luz. Na metrópole supostamente mais linda do mundo, elas são recebidas pelo que a Unicef deveria declarar um patrimônio histórico da feiura feito pela humanidade. No centro da cidade em si, praticamente todo edifício construído de 1945 em diante prejudica a beleza de seus arredores.
O que é verdade para Paris é verdade para grande parte dos outros lugares. É como se tivesse havido uma espécie de determinação de enfear o mundo, de modo que nenhuma parte pudesse escapar. Se tivesse havido uma conspiração para deixar o mundo mais feio, teria sido a conspiração mais bem-sucedida da história. É como se alguém tivesse decidido, a partir de uma ideia de justiça, que, se nem todo mundo podia viver na beleza, ninguém deveria viver na beleza.
Não espero que todo mundo concorde comigo. É até possível que eu esteja completamente enganado. Mas, de todo jeito, o tema da beleza (e seu oposto) é obviamente importante de discutir, algo que raramente acontece. É como se estivéssemos ocupados demais com outras coisas mais urgentes para gastar tempo com isso, como se a beleza fosse apenas algo extra e excepcional na vida.
Mas a beleza enriquece e aprimora a vida, assim como a feiura a prejudica e envenena.
(Theodore Darymple. Disponível em: <https://revistaoeste.com/revista/edicao-103>. Acesso em: 12.03.2024)
A relação de oposição de sentido que existe entre beleza e feiura está presente também no par
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A conspiração da feiura
O mundo, ao que me parece, foi terrivelmente enfeado nas últimas décadasa, a um ritmo acelerado, desde o fim da Segunda Guerra Mundial. E isso vai continuar envenenando a vida das pessoas no futuro.
Não estou dizendo que o mundo está pior do que era antes em todos os aspectosb: isso seria ridículo. Até certo ponto, sem dúvida, um grau de “enfeamento” era inevitável, com o rápido aumento da população e o desenvolvimento de uma sociedade de consumo. Não podemos consumir sem produzir e distribuir, e nem a produção nem a distribuição em massa costumam ser bonitas em si. Não são muitos de nós que estão dispostos a abrir mão dos altos níveis de consumo como um todo.
No fim das contas não posso deixar de me perguntar se o mundo precisa ser tão feio quanto o deixamos. As pessoas que chegam a Paris pelo aeroporto Charles De Gaulle, por exemplo, mal conseguem acreditar, quando vão de trem ou táxi até o centro da Cidade Luz. Na metrópole supostamente mais linda do mundo, elas são recebidas pelo que a Unicef deveria declarar um patrimônio histórico da feiura feito pela humanidade. No centro da cidade em si, praticamente todo edifício construído de 1945 em diante prejudica a beleza de seus arredores.c
O que é verdade para Paris é verdade para grande parte dos outros lugares. É como se tivesse havido uma espécie de determinação de enfear o mundo, de modo que nenhuma parte pudesse escapar. Se tivesse havido uma conspiração para deixar o mundo mais feio, teria sido a conspiração mais bem-sucedida da história. É como se alguém tivesse decidido, a partir de uma ideia de justiça, que, se nem todo mundo podia viver na beleza, ninguém deveria viver na beleza.
Não espero que todo mundo concorde comigo. É até possível que eu esteja completamente enganadod. Mas, de todo jeito, o tema da beleza (e seu oposto) é obviamente importante de discutir, algo que raramente acontece. É como se estivéssemos ocupados demais com outras coisas mais urgentes para gastar tempo com isso, como se a beleza fosse apenas algo extra e excepcional na vida.
Mas a beleza enriquece e aprimora a vida, assim como a feiura a prejudica e envenenae.
(Theodore Darymple. Disponível em: <https://revistaoeste.com/revista/edicao-103>. Acesso em: 12.03.2024)
Assinale a alternativa contendo a passagem em que o autor faz uma afirmação assertiva, sem ressalva àquilo que afirma.
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A conspiração da feiura
O mundo, ao que me parece, foi terrivelmente enfeado nas últimas décadas, a um ritmo acelerado, desde o fim da Segunda Guerra Mundial. E isso vai continuar envenenando a vida das pessoas no futuro.
Não estou dizendo que o mundo está pior do que era antes em todos os aspectos: isso seria ridículo. Até certo ponto, sem dúvida, um grau de “enfeamento” era inevitável, com o rápido aumento da população e o desenvolvimento de uma sociedade de consumo. Não podemos consumir sem produzir e distribuir, e nem a produção nem a distribuição em massa costumam ser bonitas em si. Não são muitos de nós que estão dispostos a abrir mão dos altos níveis de consumo como um todo.
No fim das contas não posso deixar de me perguntar se o mundo precisa ser tão feio quanto o deixamos. As pessoas que chegam a Paris pelo aeroporto Charles De Gaulle, por exemplo, mal conseguem acreditar, quando vão de trem ou táxi até o centro da Cidade Luz. Na metrópole supostamente mais linda do mundo, elas são recebidas pelo que a Unicef deveria declarar um patrimônio histórico da feiura feito pela humanidade. No centro da cidade em si, praticamente todo edifício construído de 1945 em diante prejudica a beleza de seus arredores.
O que é verdade para Paris é verdade para grande parte dos outros lugares. É como se tivesse havido uma espécie de determinação de enfear o mundo, de modo que nenhuma parte pudesse escapar. Se tivesse havido uma conspiração para deixar o mundo mais feio, teria sido a conspiração mais bem-sucedida da história. É como se alguém tivesse decidido, a partir de uma ideia de justiça, que, se nem todo mundo podia viver na beleza, ninguém deveria viver na beleza.
Não espero que todo mundo concorde comigo. É até possível que eu esteja completamente enganado. Mas, de todo jeito, o tema da beleza (e seu oposto) é obviamente importante de discutir, algo que raramente acontece. É como se estivéssemos ocupados demais com outras coisas mais urgentes para gastar tempo com isso, como se a beleza fosse apenas algo extra e excepcional na vida.
Mas a beleza enriquece e aprimora a vida, assim como a feiura a prejudica e envenena.
(Theodore Darymple. Disponível em: <https://revistaoeste.com/revista/edicao-103>. Acesso em: 12.03.2024)
É correto afirmar que a abordagem do autor à questão do “enfeamento”
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Leia a tira.

(André Dahmer, Quadrinhos dos anos 10. Disponível em: <roundfinal.blogspot.com>. Acesso em 15.03.2024)
No último quadrinho, a frase do homem deixa implícita a ideia de que
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