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JJS, homem, 74 anos, com diabetes mellitus tipo 2
e hipertensão arterial sistêmica há 18 anos com acometimento coronariano multiarterial e indicação de revascularização miocárdica. Faz uso regular de metformina
2.000 mg/dia, gliclazida 120 mg/dia, enalapril 10 mg de
12/12 horas, sinvastatina 80 mg/dia, e hidroclorotiazida 50 mg/dia. Apresenta taxa de filtração glomerular
(CKD-EPI) de 55 mL/min/1,73m2
, HbA1c 9,1% (método
HPLC -cromatografia líquida de alta performance). Sobre o tratamento do diabetes mellitus tipo 2, assinale a
afirmativa correta.
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BGT, sexo feminino, eurocaucasiana, 24 anos,
procedente e residente em Goiânia, procura o pronto
atendimento localizado em seu bairro com quando de
febre (39 °C ), prostração, anorexia , cefaleia holocraniana , artralgia e erupção eritematosa mosqueada de face,
pescoço e tórax observados logo antes do início da febre;
vômitos persistentes e dor abdominal intensa. Ao exame
físico observamos: fígado a 3 cm do rebordo costal direito doloroso à palpação. Considerando a hipótese diagnóstica de dengue, qual a melhor conduta?
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DER, 16 anos, sexo feminino, apresenta alopecia
não cicatricial, úlcera oral diagnosticada pelo médico e
artrite metacarpo falangeana no terceiro dedo da mão
esquerda. Não faz uso de medicações regularmente. Alimentação quantitativamente e qualitativamente adequada. No hemograma apresentava anemia normocítica normocrômica sem anisocitose, leucócitos dentro do limite
de normalidade. EAS dentro do limite de normalidade.
IFI Hep-2(FAN) negativo. C3 = 80 (VR 90 – 180 mg/dL),
teste de Coombs direto positivo.
Esse relato clinico laboratorial sugere que:
Esse relato clinico laboratorial sugere que:
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Sobre a HIPERCALEMIA em pacientes não hospitalizados assinale V para verdadeiras e F para as falsas
e marque entre as alternativas a sequência correta.
( ) O uso de medicamentos, como diuréticos poupadores de potássio (hidroclorotiaziada, amilorida, triantereno),inibidores da ECA, antagonistas dos receptores da angiotensina II, anti-inflamatórios esteroidais, trimetoprima, ciclosporina, betabloqueador e penicilina G potássica podem levar a hipercalemia.
( ) No início da hipercalemia, é provável que ocorra mudança de padrão da onda T no eletrocardiograma, que se torna apiculada e com a base estreita (ou em “tenda”) nessa fase o nível de potássio sérico pode se encontrar entre 5,5 e 6,5 mEq/L.
( ) A hipercalemia pode levar a depressão do segmento ST e diminuição da amplitude da onda T.
( ) Quando o Potássio fica acima de 6,5 e abaixo de 7,5 mEq/L, é possível observar ondas P achatadas, com a amplitude reduzida.
( ) Caso a hipercalemia se agrave e atinja níveis entre 7,0 e 8,0 mEq/L, o sinal mais evidente é o alargamento do complexo QRS, junto a intervalos P-R prolongados.
( ) A hipercalemia pode levar ao aumento da amplitude das ondas U que ocorrem no final da onda T, além de prolongamento do intervalo QT.
( ) Valores superiores a 8,0 mEq/L fazem a onda P desaparecer, assim como o segmento S-T. O intervalo QRS se funde com a onda T, resultando num traçado de ECG grosseiro.
( ) O uso de medicamentos, como diuréticos poupadores de potássio (hidroclorotiaziada, amilorida, triantereno),inibidores da ECA, antagonistas dos receptores da angiotensina II, anti-inflamatórios esteroidais, trimetoprima, ciclosporina, betabloqueador e penicilina G potássica podem levar a hipercalemia.
( ) No início da hipercalemia, é provável que ocorra mudança de padrão da onda T no eletrocardiograma, que se torna apiculada e com a base estreita (ou em “tenda”) nessa fase o nível de potássio sérico pode se encontrar entre 5,5 e 6,5 mEq/L.
( ) A hipercalemia pode levar a depressão do segmento ST e diminuição da amplitude da onda T.
( ) Quando o Potássio fica acima de 6,5 e abaixo de 7,5 mEq/L, é possível observar ondas P achatadas, com a amplitude reduzida.
( ) Caso a hipercalemia se agrave e atinja níveis entre 7,0 e 8,0 mEq/L, o sinal mais evidente é o alargamento do complexo QRS, junto a intervalos P-R prolongados.
( ) A hipercalemia pode levar ao aumento da amplitude das ondas U que ocorrem no final da onda T, além de prolongamento do intervalo QT.
( ) Valores superiores a 8,0 mEq/L fazem a onda P desaparecer, assim como o segmento S-T. O intervalo QRS se funde com a onda T, resultando num traçado de ECG grosseiro.
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GFE, sexo masculino, 25 anos, etilista, tabagista
e usuário de drogas injetáveis, chega ao Pronto Atendimento com queixa de colúria e acolia fecal há 3 dias. Relata que há aproximadamente 20 dias apresentou quadro
de mal-estar, astenia, vômitos e diarreia com resolução
rápida dos sintomas. Ao exame físico: PA: 135×85; FC: 86
bpm; FR: 17 ipm, bem orientado no tempo e espaço, regular estado geral e nutricional, ictérico (++/4+), acianótico, eupneico, afebril, mucosas hipocoradas (+/4+). Sem
linfonodos adenomegalias. Tórax simétrico, com boa
expansibilidade, MV preservado sem ruídos adventícios,
frêmito toraco vocal presente. Ritmo cardíaco regular 2
tempos bulhas normofoneticas. Abdome plano, cicatriz
umbilical intrusa sem circulação colateral; RHA presentes; timpanismo à percussão, traube livre, sem sinais de
ascite; dor à palpação de hipocôndrio direito; fígado palpado abaixo do rebordo costal, doloroso à palpação.
Exames laboratoriais: Hb – 13,8; Leucograma – 9.000; Plaquetas – 180.000; ALT – 438 U/L; AST – 377 U/L; Bilirrubinas totais – 6,6 mg/dL; HBsAg (+) ; HBeAg (-) ; Ac HBe (+) ; Ac HBc IgM (-) ; Ac HBc total (+) ; Ac HBs (-), ; Anti-HCV – não reagente; Com relação a hepatite desse paciente podemos assinalar:
Exames laboratoriais: Hb – 13,8; Leucograma – 9.000; Plaquetas – 180.000; ALT – 438 U/L; AST – 377 U/L; Bilirrubinas totais – 6,6 mg/dL; HBsAg (+) ; HBeAg (-) ; Ac HBe (+) ; Ac HBc IgM (-) ; Ac HBc total (+) ; Ac HBs (-), ; Anti-HCV – não reagente; Com relação a hepatite desse paciente podemos assinalar:
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JCS, sexo masculino, descendente de italiano, 23
anos de idade, raça eurocaucasiana, servente de pedreiro
procurou a unidade de saúde por: surgiu febre (39°C), astenia, anorexia e dor abdominal constante, mais intensa
em hipogastro. Dois dias antes do início dos sintomas,
fez uso de dorflex devido a dores musculares. AO exame
físico apresentava icterícia (+/4+); palidez da pele e mucosas; febre (39,7°C); hepatoesplenomegalia; dor a palpação de região hipogástrica, mas sem reação peritoneal.
Foi acompanhado laboratorialmente durante treze dias
com os seguintes resultados:

Qual das anemias abaixo esta compatível com o quadro clinico laboratorial de JCS:

Qual das anemias abaixo esta compatível com o quadro clinico laboratorial de JCS:
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HJT, sexo feminino, 28 anos, hipertensa há sete
anos, sem controle adequado com tratamento irregular com Captopril 100mg/dia, refere que há cerca de um
ano vem apresentando frequentes “crises de pressão alta”
(sic). Chega a unidade com queixa de diminuição da acuidade visual à direita, escotomas, cefaleia periorbital e holocraniana de forte intensidade, em pulsação . Ao exame
físico, está em mau estado geral, sonolenta, eupneica em
ar ambiente, acianótica, anictérica, normocorada, hidratada. Bulhas rítmicas e normofonéticas, em dois tempos
e sem sopros. À percussão em tórax, som claro-pulmonar em periferia, expansibilidade e elasticidade preservados e murmúrios vesiculares universalmente audíveis
bilateralmente, sem sibilos; abdome flácido. Ao exame
neurológico apresenta força mantida em membros e não
tem alterações na avaliação de pares cranianos. A pressão arterial aferida no membro superior esquerdo era de
200/120 mmHg. Após realizar fundoscopia foi observado presença de papiledema bilateral, cruzamento arteriovenoso, hemorragias em chama de vela, exsudatos moles
e duros, classificado como retinopatia hipertensiva grau
IV. Resultados de exames complementares: U:123 mg/
dl – Cr: 5,0 mg/dl – Na: 136 mEq/l – K 4,5 mEq/l - Hb:
8,5 g/dl – Ht: 27% - Leucócitos: 8400 – Plaquetas: 53000.
Urina Tipo I: pH: 5,0 – Densidade: 1.010 – Proteinúria:
++ –Hemácias: 25/campo.
Sobre este caso, podemos afirmar, marcar verdadeiro ou falso nas opções a seguir:
( ) É um caso de emergência hipertensiva.
( ) O paciente possui hipertensão acelerada maligna.
( ) O prognóstico da hipertensão maligna é quase sempre fatal se não reconhecida ou não tratada adequadamente, com uma mortalidade de cerca de 80% em dois anos .
( ) A sonolência é decorrente provavelmente da síndrome urêmica.
Sobre este caso, podemos afirmar, marcar verdadeiro ou falso nas opções a seguir:
( ) É um caso de emergência hipertensiva.
( ) O paciente possui hipertensão acelerada maligna.
( ) O prognóstico da hipertensão maligna é quase sempre fatal se não reconhecida ou não tratada adequadamente, com uma mortalidade de cerca de 80% em dois anos .
( ) A sonolência é decorrente provavelmente da síndrome urêmica.
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MAS, sexo feminino, 38 anos, usuária de cocaína
e alcoólatra foi internada em um serviço de emergência por apresentar há 5 dias história de: oligúria; urina
avermelhada; edema de membros inferiores, abdome
e pálpebras; dor abdominal; náusea; vômito e mialgia
generalizada, principalmente na panturrilha. Fazia uso
irregular de captopril. Consumo de álcool (bebida destilada 1L/dia) por 23 anos e uso de cocaína por 20 anos 3-4
vezes por semana. Ao exame físico apresentava pressão
arterial de 160 x 95 mmHg, abdôme difusamente doloroso, medema de membros inferiores. Quanto aos exames
complementares apresentava: creatinina sérica 12,97
mg/dL, uréia sérica 161 mg/dL, sódio 126 mEq/L e potássio 5,0 mEq/L. O exame de urina mostrou proteinúria
(+++) e hematúria. A proteinúria foi de 5.428 mg por 24
horas. Entre as alternativas abaixo marque a alternativa
que possa justificar o quadro clinico de MAS.
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KAR, 45 anos, previamente hígido, tabagista,
etilista social, deu entrada no pronto atendimento com
queixa de dor torácica anterior de início agudo desde
acordou, há 2 horas. Ao exame físico apresentava edema
da terceira articulação condroesternal e sensibilidade à
palpação. Nos exames complementares, apresentava eletrocardiograma, RX de tórax, glicemia, creatinina, ácido
úrico, contagem de leucócitos e nível de troponina sérica
dentro do limite de normalidade. A hipótese diagnostica mais provável é:
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KWL, mulher, 37 anos, admitida com história de
dor precordial de moderada intensidade, em aperto, com
irradiação para o dorso há cerca de 18 horas, sem outros
sintomas associados. Negava antecedentes pessoais e familiares de comorbidades. Quanto a história obstétrica,
relatava três abortos com menos de 10 semanas de gestação. Foi diagnosticada com infarto agudo do miocárdio.
Durante o acompanhamento ambulatorial, apresentava
os seguintes resultados de exames: anticorpo anticardiolipina (ACA) com IgG de 33,8 GPL/mL (positivo >
14 GPL/mL) e IgM de 3,7 MPL/mL (negativo < 7 MPL/
ml) e anti-β2-Glicoproteína I (anti-β2GP I) com IgG de
38,22 (positivo > 8 U/mL) e IgM 3,17 (negativo < 5.0 U/
mL). Assinale entre as alternativas abaixo o mais provável diagnóstico da doença de base da paciente KWL.
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