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4225688 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC

As janelas iluminadas

Por Magali Moraes

Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela

iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,

o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão

chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais

interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.

Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular

os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.

Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo

afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,

lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.

Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa

das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.

Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures

criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca

vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.

Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais

de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente

atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou

falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de

esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?

(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa das pessoas que as habitam”, retirado do texto, o termo sublinhado se refere a:
 

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4225687 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC

As janelas iluminadas

Por Magali Moraes

Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela

iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,

o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão

chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais

interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.

Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular

os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.

Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo

afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,

lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.

Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa

das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.

Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures

criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca

vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.

Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais

de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente

atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou

falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de

esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?

(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica os sinais de pontuação que substituem corretamente as figuras no trecho a seguir, retirado do texto.

"Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias?"

 

 

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4225686 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC

As janelas iluminadas

Por Magali Moraes

Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela

iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,

o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão

chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais

interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.

Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular

os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.

Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo

afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,

lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.

Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa

das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.

Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures

criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca

vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.

Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais

de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente

atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou

falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de

esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?

(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “Quando o céu muda de cor”, retirado do texto, o verbo “muda” indica uma ação que acontece no:
 

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4225685 Ano: 2026
Disciplina: Português
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Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC

As janelas iluminadas

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Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela

iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,

o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão

chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais

interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.

Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular

os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.

Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo

afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,

lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.

Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa

das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.

Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures

criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca

vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.

Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais

de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente

atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou

falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de

esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?

(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Na frase “É outra forma de poesia urbana”, retirada do texto, a palavra “urbana” pertence à classe gramatical dos:
 

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4225684 Ano: 2026
Disciplina: Português
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As janelas iluminadas

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Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela

iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,

o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão

chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais

interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.

Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular

os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.

Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo

afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,

lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.

Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa

das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.

Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures

criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca

vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.

Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais

de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente

atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou

falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de

esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?

(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que a sílaba tônica da palavra “restaurante” tenha sido corretamente destacada.
 

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4225683 Ano: 2026
Disciplina: Português
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As janelas iluminadas

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Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela

iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,

o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão

chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais

interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.

Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular

os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.

Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo

afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,

lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.

Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa

das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.

Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures

criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca

vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.

Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais

de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente

atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou

falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de

esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?

(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que a divisão silábica da palavra “mosquitinho” está correta.
 

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4225682 Ano: 2026
Disciplina: Português
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As janelas iluminadas

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Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela

iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,

o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão

chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais

interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.

Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular

os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.

Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo

afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,

lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.

Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa

das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.

Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures

criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca

vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.

Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais

de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente

atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou

falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de

esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?

(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta um possível sinônimo para a palavra “iluminada” no trecho “Em cada janela iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente”, retirado do texto.
 

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Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela

iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,

o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão

chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais

interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.

Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular

os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.

Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo

afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,

lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.

Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa

das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.

Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures

criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca

vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.

Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais

de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente

atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou

falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de

esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?

(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes”, retirado do texto, a expressão “ponto fraco” significa:
 

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4225680 Ano: 2026
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Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela

iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,

o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão

chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais

interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.

Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular

os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.

Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo

afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,

lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.

Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa

das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.

Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures

criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca

vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.

Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais

de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente

atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou

falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de

esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?

(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o texto, por que a autora observa as janelas de casas e de edifícios residenciais?
 

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Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela

iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,

o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão

chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais

interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.

Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular

os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.

Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo

afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,

lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.

Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa

das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.

Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures

criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca

vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.

Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais

de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente

atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou

falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de

esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?

(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual é a ideia principal do texto?
 

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