Foram encontradas 50 questões.
Usando o navegador Google Chrome 112, em sua configuração padrão, um usuário clicou nos três pontos no canto superior direito e viu o seguinte menu, exibido parcialmente.

Ao selecionar a opção o Chrome abre uma nova janela, onde o histórico de navegação gravado.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas do texto anterior

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Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas do texto anterior
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Usando o Microsoft PowerPoint 2016, em sua configuração original, um usuário criou uma apresentação com 1 slide, não
oculto e sem transição, e 3 AutoFormas, e configurou uma animação em cada uma das AutoFormas, conforme imagem a
seguir do Painel de Animação.

Ao iniciar o Modo de Apresentação pressionando a tecla F5 e considerando que o usuário não clicou no mouse, tampouco no teclado após iniciar o Modo de Apresentação, quantos segundos serão necessários para concluir a exibição de todas as 3 AutoFormas?

Ao iniciar o Modo de Apresentação pressionando a tecla F5 e considerando que o usuário não clicou no mouse, tampouco no teclado após iniciar o Modo de Apresentação, quantos segundos serão necessários para concluir a exibição de todas as 3 AutoFormas?
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Tem-se a seguinte planilha criada no Microsoft Excel 2016, em sua configuração padrão.
A | B | |
1 | 8 | 6 |
2 | 7 | 4 |
3 | 5 | 2 |
4 |
Ao inserir na célula A4 a função =MÍNIMO(A1:B3;1) o resultado será
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Tem-se a seguinte tabela, criada no Microsoft Word 2016, em sua configuração padrão, com 1 linha e 3 colunas.

Com o cursor do mouse posicionado na primeira célula, um usuário pressionou , vezes e, com isso, a tabela ficou com o formato da imagem a seguir.

Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas do texto do enunciado.

Com o cursor do mouse posicionado na primeira célula, um usuário pressionou , vezes e, com isso, a tabela ficou com o formato da imagem a seguir.

Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas do texto do enunciado.
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Tem-se a seguinte estrutura de pastas, exibida no Explorador de Arquivos do Microsoft Windows 10, ambos em sua configuração padrão, com o conteúdo da pasta C:\temp.

Ao clicar sobre Pasta1, destacada na imagem a seguir, logo abaixo da pasta Temp, pressionar a tecla DEL, e confirmar quaisquer eventuais solicitações de confirmação do Windows, assinale a alternativa que indica o que será enviado para a Lixeira do Windows.


Ao clicar sobre Pasta1, destacada na imagem a seguir, logo abaixo da pasta Temp, pressionar a tecla DEL, e confirmar quaisquer eventuais solicitações de confirmação do Windows, assinale a alternativa que indica o que será enviado para a Lixeira do Windows.

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Criar seu filho
Alguém me escreve pedindo qualquer coisa sobre a arte
de criar um filho. Neste mundo confuso de hoje, uma pobre
mãe se vê tonta; dantes era só ensinar o ABC e o temor a
Deus e aos pais e dormir de coração descansado, porque a
batalha estava ganha. Mas hoje, o menino não aceita temor
nenhum, do céu nem da terra.
E há tantas teorias, tantas receitas de vencer na vida...
Eu é que não lhe posso indicar nada. Não tenho filhos. Mas,
se tivesse um filho, suponho que o haveria de amar com
uma cegueira de amor tão grande que provavelmente esse
amor tão excessivo me incapacitaria para qualquer esforço
educativo.
Contudo, caso eu conseguisse vencer essa fraqueza,
nem assim acredito que meu sistema de educação fosse lhe
parecer desejável, porque não ensinaria a meu filho nenhuma das artes de vencer na vida, não incutiria nele nenhum
desejo de triunfo e grandeza. Pelo contrário, a primeira coisa
que eu haveria de ensinar seria a humildade, a consciência
profunda da nossa pequenez, da nossa transitoriedade.
Depois, ensinaria o amor aos seus semelhantes e
encaminharia esse amor de preferência aos pequenos, aos
sem nome e sem história. Jamais lhe contaria os feitos de
Alexandre1
ou de César2
– tremo só de pensar no perigo de
ver meu filho contaminado pelo abjeto culto ao herói. Basta
um homem acreditar em si, imaginar-se diferente ou único
para representar uma ameaça, e eu lhe ensinaria a temer
essa autoridade que não representa a força coletiva da
defesa comum.
Nos estudos, deixaria que sua curiosidade o guiasse. Se
ele tivesse sede da verdade e da ciência, procuraria satisfazer o seu desejo: o amor ao estudo, como qualquer outro
amor, tem de ser espontâneo.
E, acima de tudo, não lhe incutiria noções de bem e de
mal, porque todo o meu esforço seria no sentido de tornar
para meu filho o bem uma necessidade em si, indiscutível,
algo obrigatório e sem alternativa.
Vê, minha senhora, que o meu programa não serve, porque a senhora não deseja para o seu rapaz destino tão humilde, quer fazer dele um cidadão-modelo e uma glória para o
seu país. É o que em geral desejam todas as mães, eu é que
sou uma miserável e solitária unidade.
(https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/8556/criar-seu-filho IMS –
Portal da Crônica Brasileira. Texto publicado na revista
O Cruzeiro em 16.07.1949. Adaptado)
1. Alexandre, o Grande
2. Júlio César, importante governante do Império Romano
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Criar seu filho
Alguém me escreve pedindo qualquer coisa sobre a arte
de criar um filho. Neste mundo confuso de hoje, uma pobre
mãe se vê tonta; dantes era só ensinar o ABC e o temor a
Deus e aos pais e dormir de coração descansado, porque a
batalha estava ganha. Mas hoje, o menino não aceita temor
nenhum, do céu nem da terra.
E há tantas teorias, tantas receitas de vencer na vida...
Eu é que não lhe posso indicar nada. Não tenho filhos. Mas,
se tivesse um filho, suponho que o haveria de amar com
uma cegueira de amor tão grande que provavelmente esse
amor tão excessivo me incapacitaria para qualquer esforço
educativo.
Contudo, caso eu conseguisse vencer essa fraqueza,
nem assim acredito que meu sistema de educação fosse lhe
parecer desejável, porque não ensinaria a meu filho nenhuma das artes de vencer na vida, não incutiria nele nenhum
desejo de triunfo e grandeza. Pelo contrário, a primeira coisa
que eu haveria de ensinar seria a humildade, a consciência
profunda da nossa pequenez, da nossa transitoriedade.
Depois, ensinaria o amor aos seus semelhantes e
encaminharia esse amor de preferência aos pequenos, aos
sem nome e sem história. Jamais lhe contaria os feitos de
Alexandre1
ou de César2
– tremo só de pensar no perigo de
ver meu filho contaminado pelo abjeto culto ao herói. Basta
um homem acreditar em si, imaginar-se diferente ou único
para representar uma ameaça, e eu lhe ensinaria a temer
essa autoridade que não representa a força coletiva da
defesa comum.
Nos estudos, deixaria que sua curiosidade o guiasse. Se
ele tivesse sede da verdade e da ciência, procuraria satisfazer o seu desejo: o amor ao estudo, como qualquer outro
amor, tem de ser espontâneo.
E, acima de tudo, não lhe incutiria noções de bem e de
mal, porque todo o meu esforço seria no sentido de tornar
para meu filho o bem uma necessidade em si, indiscutível,
algo obrigatório e sem alternativa.
Vê, minha senhora, que o meu programa não serve, porque a senhora não deseja para o seu rapaz destino tão humilde, quer fazer dele um cidadão-modelo e uma glória para o
seu país. É o que em geral desejam todas as mães, eu é que
sou uma miserável e solitária unidade.
(https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/8556/criar-seu-filho IMS –
Portal da Crônica Brasileira. Texto publicado na revista
O Cruzeiro em 16.07.1949. Adaptado)
1. Alexandre, o Grande
2. Júlio César, importante governante do Império Romano
• Há tantas teorias e receitas de como vencer na vida, porém a autora não pretende ensinar essas teorias à sua leitora.
• Segundo a autora, ser humilde é um precioso aprendizado para a vida, e o que justifica esse aprendizado é a evidência de nossa pequenez e insignificância no mundo.
Atendendo à norma-padrão de emprego e de colocação dos pronomes, os trechos destacados podem ser substituídos por
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Criar seu filho
Alguém me escreve pedindo qualquer coisa sobre a arte
de criar um filho. Neste mundo confuso de hoje, uma pobre
mãe se vê tonta; dantes era só ensinar o ABC e o temor a
Deus e aos pais e dormir de coração descansado, porque a
batalha estava ganha. Mas hoje, o menino não aceita temor
nenhum, do céu nem da terra.
E há tantas teorias, tantas receitas de vencer na vida...
Eu é que não lhe posso indicar nada. Não tenho filhos. Mas,
se tivesse um filho, suponho que o haveria de amar com
uma cegueira de amor tão grande que provavelmente esse
amor tão excessivo me incapacitaria para qualquer esforço
educativo.
Contudo, caso eu conseguisse vencer essa fraqueza,
nem assim acredito que meu sistema de educação fosse lhe
parecer desejável, porque não ensinaria a meu filho nenhuma das artes de vencer na vida, não incutiria nele nenhum
desejo de triunfo e grandeza. Pelo contrário, a primeira coisa
que eu haveria de ensinar seria a humildade, a consciência
profunda da nossa pequenez, da nossa transitoriedade.
Depois, ensinaria o amor aos seus semelhantes e
encaminharia esse amor de preferência aos pequenos, aos
sem nome e sem história. Jamais lhe contaria os feitos de
Alexandre1
ou de César2
– tremo só de pensar no perigo de
ver meu filho contaminado pelo abjeto culto ao herói. Basta
um homem acreditar em si, imaginar-se diferente ou único
para representar uma ameaça, e eu lhe ensinaria a temer
essa autoridade que não representa a força coletiva da
defesa comum.
Nos estudos, deixaria que sua curiosidade o guiasse. Se
ele tivesse sede da verdade e da ciência, procuraria satisfazer o seu desejo: o amor ao estudo, como qualquer outro
amor, tem de ser espontâneo.
E, acima de tudo, não lhe incutiria noções de bem e de
mal, porque todo o meu esforço seria no sentido de tornar
para meu filho o bem uma necessidade em si, indiscutível,
algo obrigatório e sem alternativa.
Vê, minha senhora, que o meu programa não serve, porque a senhora não deseja para o seu rapaz destino tão humilde, quer fazer dele um cidadão-modelo e uma glória para o
seu país. É o que em geral desejam todas as mães, eu é que
sou uma miserável e solitária unidade.
(https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/8556/criar-seu-filho IMS –
Portal da Crônica Brasileira. Texto publicado na revista
O Cruzeiro em 16.07.1949. Adaptado)
1. Alexandre, o Grande
2. Júlio César, importante governante do Império Romano
Contudo, caso eu conseguisse vencer essa fraqueza, nem assim acredito que meu sistema de educação fosse lhe parecer desejável, porque não ensinaria a meu filho nenhuma das artes...
Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, as relações entre ideias estabelecidas pelos elementos destacados e apresenta termos ou expressões que podem substituí-los, preservando o sentido original do texto.
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Criar seu filho
Alguém me escreve pedindo qualquer coisa sobre a arte
de criar um filho. Neste mundo confuso de hoje, uma pobre
mãe se vê tonta; dantes era só ensinar o ABC e o temor a
Deus e aos pais e dormir de coração descansado, porque a
batalha estava ganha. Mas hoje, o menino não aceita temor
nenhum, do céu nem da terra.
E há tantas teorias, tantas receitas de vencer na vida...
Eu é que não lhe posso indicar nada. Não tenho filhos. Mas,
se tivesse um filho, suponho que o haveria de amar com
uma cegueira de amor tão grande que provavelmente esse
amor tão excessivo me incapacitaria para qualquer esforço
educativo.
Contudo, caso eu conseguisse vencer essa fraqueza,
nem assim acredito que meu sistema de educação fosse lhe
parecer desejável, porque não ensinaria a meu filho nenhuma das artes de vencer na vida, não incutiria nele nenhum
desejo de triunfo e grandeza. Pelo contrário, a primeira coisa
que eu haveria de ensinar seria a humildade, a consciência
profunda da nossa pequenez, da nossa transitoriedade.
Depois, ensinaria o amor aos seus semelhantes e
encaminharia esse amor de preferência aos pequenos, aos
sem nome e sem história. Jamais lhe contaria os feitos de
Alexandre1
ou de César2
– tremo só de pensar no perigo de
ver meu filho contaminado pelo abjeto culto ao herói. Basta
um homem acreditar em si, imaginar-se diferente ou único
para representar uma ameaça, e eu lhe ensinaria a temer
essa autoridade que não representa a força coletiva da
defesa comum.
Nos estudos, deixaria que sua curiosidade o guiasse. Se
ele tivesse sede da verdade e da ciência, procuraria satisfazer o seu desejo: o amor ao estudo, como qualquer outro
amor, tem de ser espontâneo.
E, acima de tudo, não lhe incutiria noções de bem e de
mal, porque todo o meu esforço seria no sentido de tornar
para meu filho o bem uma necessidade em si, indiscutível,
algo obrigatório e sem alternativa.
Vê, minha senhora, que o meu programa não serve, porque a senhora não deseja para o seu rapaz destino tão humilde, quer fazer dele um cidadão-modelo e uma glória para o
seu país. É o que em geral desejam todas as mães, eu é que
sou uma miserável e solitária unidade.
(https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/8556/criar-seu-filho IMS –
Portal da Crônica Brasileira. Texto publicado na revista
O Cruzeiro em 16.07.1949. Adaptado)
1. Alexandre, o Grande
2. Júlio César, importante governante do Império Romano
• Alguém me escreve pedindo qualquer coisa sobre a arte de criar um filho. (1° parágrafo) • ... era só ensinar o ABC e o temor a Deus e aos pais e dormir de coração descansado... (1° parágrafo) • ... provavelmente esse amor tão excessivo me incapacitaria para qualquer esforço educativo. (2° parágrafo)
Os trechos destacados podem ser substituídos, respectivamente e preservando-se o sentido do texto, por
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Alguém me escreve pedindo qualquer coisa sobre a arte
de criar um filho. Neste mundo confuso de hoje, uma pobre
mãe se vê tonta; dantes era só ensinar o ABC e o temor a
Deus e aos pais e dormir de coração descansado, porque a
batalha estava ganha. Mas hoje, o menino não aceita temor
nenhum, do céu nem da terra.
E há tantas teorias, tantas receitas de vencer na vida...
Eu é que não lhe posso indicar nada. Não tenho filhos. Mas,
se tivesse um filho, suponho que o haveria de amar com
uma cegueira de amor tão grande que provavelmente esse
amor tão excessivo me incapacitaria para qualquer esforço
educativo.
Contudo, caso eu conseguisse vencer essa fraqueza,
nem assim acredito que meu sistema de educação fosse lhe
parecer desejável, porque não ensinaria a meu filho nenhuma das artes de vencer na vida, não incutiria nele nenhum
desejo de triunfo e grandeza. Pelo contrário, a primeira coisa
que eu haveria de ensinar seria a humildade, a consciência
profunda da nossa pequenez, da nossa transitoriedade.
Depois, ensinaria o amor aos seus semelhantes e
encaminharia esse amor de preferência aos pequenos, aos
sem nome e sem história. Jamais lhe contaria os feitos de
Alexandre1
ou de César2
– tremo só de pensar no perigo de
ver meu filho contaminado pelo abjeto culto ao herói. Basta
um homem acreditar em si, imaginar-se diferente ou único
para representar uma ameaça, e eu lhe ensinaria a temer
essa autoridade que não representa a força coletiva da
defesa comum.
Nos estudos, deixaria que sua curiosidade o guiasse. Se
ele tivesse sede da verdade e da ciência, procuraria satisfazer o seu desejo: o amor ao estudo, como qualquer outro
amor, tem de ser espontâneo.
E, acima de tudo, não lhe incutiria noções de bem e de
mal, porque todo o meu esforço seria no sentido de tornar
para meu filho o bem uma necessidade em si, indiscutível,
algo obrigatório e sem alternativa.
Vê, minha senhora, que o meu programa não serve, porque a senhora não deseja para o seu rapaz destino tão humilde, quer fazer dele um cidadão-modelo e uma glória para o
seu país. É o que em geral desejam todas as mães, eu é que
sou uma miserável e solitária unidade.
(https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/8556/criar-seu-filho IMS –
Portal da Crônica Brasileira. Texto publicado na revista
O Cruzeiro em 16.07.1949. Adaptado)
1. Alexandre, o Grande
2. Júlio César, importante governante do Império Romano
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