Foram encontradas 50 questões.
Tem-se a seguinte imagem da barra de endereços do Google Chrome, versão 112, em um computador com Microsoft
Windows 10, ambos em sua configuração original, mostrando que foi aberta uma página HTML, previamente gravada na
pasta C:\TEMP.

Ao abrir a pasta C:\TEMP no Explorador de Arquivos, o arquivo que representa essa página HTML é
Ao abrir a pasta C:\TEMP no Explorador de Arquivos, o arquivo que representa essa página HTML é
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Usando o Microsoft PowerPoint 2016, em sua configuração original, um usuário criou uma apresentação com 50 slides,
sendo que nenhum está oculto. Ao iniciar o Modo de Apresentação, o usuário começou a navegar pelos slides e, exibindo
o slide 6, pressionou a tecla END por engano, passando, assim, a exibir o slide 50.
Assinale a alternativa que apresenta o botão de ação que, se adicionado no slide 50, por padrão, é configurado como um Hiperlink para o último slide visitado e, assim, ao ser clicado em Modo de Apresentação, considerando o mesmo cenário descrito no enunciado, voltará a exibir o slide 6.
Assinale a alternativa que apresenta o botão de ação que, se adicionado no slide 50, por padrão, é configurado como um Hiperlink para o último slide visitado e, assim, ao ser clicado em Modo de Apresentação, considerando o mesmo cenário descrito no enunciado, voltará a exibir o slide 6.
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Tem-se a seguinte planilha criada no Microsoft Excel 2016, em sua configuração padrão, com a célula A1 hachurada propositalmente.
A | B | |
1 | 2023 |
A célula B1 contém a função =MUDAR(A1;3;2; 23 ).
Assinale a alternativa com o conteúdo correto que deve estar na célula A1, para produzir o resultado 2023 na célula B1.
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Tem-se a seguinte tabela, criada no Microsoft Word 2016, em sua configuração padrão.

Com o cursor do mouse na primeira célula da tabela, um usuário digitou a letra A e pressionou ENTER. Em seguida digitou a letra B e pressionou ENTER. Depois digitou a letra C e pressionou ENTER. Finalmente, digitou a letra D.
Assinale a alternativa com o resultado correto das ações.

Com o cursor do mouse na primeira célula da tabela, um usuário digitou a letra A e pressionou ENTER. Em seguida digitou a letra B e pressionou ENTER. Depois digitou a letra C e pressionou ENTER. Finalmente, digitou a letra D.
Assinale a alternativa com o resultado correto das ações.
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Tem-se o seguinte conteúdo da pasta C:\TEMP, exibida no Explorador de Arquivos do Microsoft Windows 10, ambos em
sua configuração padrão.

Um usuário executou as seguintes ações, na ordem apresentada, considerando que as 3 pastas, Pasta1, Pasta2 e Pasta3 estão vazias, e que esse usuário tem todas as permissões.
I. Clicou com o botão primário do mouse na Pasta2 e, com o botão pressionado, arrastou-a até a Pasta1, e soltou o botão do mouse. II. Clicou com o botão primário do mouse no Arquivo1.txt e, com a tecla CTRL pressionada e com o botão do mouse pressionado, arrastou-o até a Pasta1, soltou o botão do mouse e, em seguida, também soltou a tecla CTRL. III. Clicou com o botão primário do mouse na Pasta3 e, com o botão pressionado, arrastou-a até a Pasta1, e soltou o botão do mouse.
Assinale a alternativa que indica o(s) local(is) onde o Arquivo1.txt existe.

Um usuário executou as seguintes ações, na ordem apresentada, considerando que as 3 pastas, Pasta1, Pasta2 e Pasta3 estão vazias, e que esse usuário tem todas as permissões.
I. Clicou com o botão primário do mouse na Pasta2 e, com o botão pressionado, arrastou-a até a Pasta1, e soltou o botão do mouse. II. Clicou com o botão primário do mouse no Arquivo1.txt e, com a tecla CTRL pressionada e com o botão do mouse pressionado, arrastou-o até a Pasta1, soltou o botão do mouse e, em seguida, também soltou a tecla CTRL. III. Clicou com o botão primário do mouse na Pasta3 e, com o botão pressionado, arrastou-a até a Pasta1, e soltou o botão do mouse.
Assinale a alternativa que indica o(s) local(is) onde o Arquivo1.txt existe.
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A norma-padrão de regência verbal e nominal foi observada na frase:
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Uma pesquisa demonstra que a melatonina, conhecida popularmente como “hormônio do sono”, a despeito de seu efeito antioxidante e regulador do sono, pode piorar a inflamação intestinal, dependendo do conjunto de bactérias que vivem no corpo humano, especialmente no intestino do hospedeiro – isto é, na microbiota, antigamente chamada “flora intestinal”.
O uso de melatonina pela população, sem prescrição médica, tem sido bastante corriqueiro para dormir melhor. “O problema principal é que todo mundo acha que é inócuo, que um hormônio como a melatonina não causa males, só melhora o sono, e o que esse estudo acaba de revelar é que as pessoas têm de ficar atentas, porque uma suplementação hormonal pode melhorar o sono, mas pode piorar outra coisa”, diz a professora Cristina Ribeiro de Barros Cardoso, da Universidade de São Paulo (USP).
No laboratório de Cardoso, enfermidades inflamatórias intestinais são pesquisadas, entre elas doença de Crohn e retocolite ulcerativa. São condições imunomediadas, ou seja, correspondem a respostas imunológicas descontroladas que acabam causando destruição no trato gastrointestinal e efeitos clínicos muito fortes, como dores abdominais, diarreias constantes, sangramentos e muita fadiga. É preciso, assim, diminuir ou suprimir a imunidade para reduzir a inflamação excessiva que causa danos ao intestino.
A pesquisadora ressalta que muitos pacientes não respondem adequadamente nem mesmo aos tratamentos mais modernos e dispendiosos, gerando a necessidade de cirurgias para a remoção de partes do intestino. Esses são procedimentos bastante invasivos para os pacientes, com consequências diretas na sua qualidade de vida, o que levou o grupo de pesquisa a procurar novas opções terapêuticas.
A melatonina, então, entrou no foco de investigação do grupo de Cardoso. O hormônio pode atuar como antioxidante e melhorar diversas condições fisiológicas ou patológicas. “Começamos esse trabalho imaginando que teríamos um potencial novo tratamento para doença de Crohn e retocolite ulcerativa, mas, para nossa surpresa, o que vimos foi exatamente o contrário. E esse alerta precisa ser feito”, ressalva Cardoso.
(Ricardo Muniz. Melatonina, comumente usada para dormir melhor, pode piorar quadros de inflamação intestinal. www1.folha.uol.com.br, 28.04.2023. Adaptado)
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Uma pesquisa demonstra que a melatonina, conhecida popularmente como “hormônio do sono”, a despeito de seu efeito antioxidante e regulador do sono, pode piorar a inflamação intestinal, dependendo do conjunto de bactérias que vivem no corpo humano, especialmente no intestino do hospedeiro – isto é, na microbiota, antigamente chamada “flora intestinal”.
O uso de melatonina pela população, sem prescrição médica, tem sido bastante corriqueiro para dormir melhor. “O problema principal é que todo mundo acha que é inócuo, que um hormônio como a melatonina não causa males, só melhora o sono, e o que esse estudo acaba de revelar é que as pessoas têm de ficar atentas, porque uma suplementação hormonal pode melhorar o sono, mas pode piorar outra coisa”, diz a professora Cristina Ribeiro de Barros Cardoso, da Universidade de São Paulo (USP).
No laboratório de Cardoso, enfermidades inflamatórias intestinais são pesquisadas, entre elas doença de Crohn e retocolite ulcerativa. São condições imunomediadas, ou seja, correspondem a respostas imunológicas descontroladas que acabam causando destruição no trato gastrointestinal e efeitos clínicos muito fortes, como dores abdominais, diarreias constantes, sangramentos e muita fadiga. É preciso, assim, diminuir ou suprimir a imunidade para reduzir a inflamação excessiva que causa danos ao intestino.
A pesquisadora ressalta que muitos pacientes não respondem adequadamente nem mesmo aos tratamentos mais modernos e dispendiosos, gerando a necessidade de cirurgias para a remoção de partes do intestino. Esses são procedimentos bastante invasivos para os pacientes, com consequências diretas na sua qualidade de vida, o que levou o grupo de pesquisa a procurar novas opções terapêuticas.
A melatonina, então, entrou no foco de investigação do grupo de Cardoso. O hormônio pode atuar como antioxidante e melhorar diversas condições fisiológicas ou patológicas. “Começamos esse trabalho imaginando que teríamos um potencial novo tratamento para doença de Crohn e retocolite ulcerativa, mas, para nossa surpresa, o que vimos foi exatamente o contrário. E esse alerta precisa ser feito”, ressalva Cardoso.
(Ricardo Muniz. Melatonina, comumente usada para dormir melhor, pode piorar quadros de inflamação intestinal. www1.folha.uol.com.br, 28.04.2023. Adaptado)
Assinale a alternativa que, correta e respectivamente, completa as lacunas conforme o que se afirma no 4º parágrafo do texto.
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Uma pesquisa demonstra que a melatonina, conhecida popularmente como “hormônio do sono”, a despeito de seu efeito antioxidante e regulador do sono, pode piorar a inflamação intestinal, dependendo do conjunto de bactérias que vivem no corpo humano, especialmente no intestino do hospedeiro – isto é, na microbiota, antigamente chamada “flora intestinal”.
O uso de melatonina pela população, sem prescrição médica, tem sido bastante corriqueiro para dormir melhor. “O problema principal é que todo mundo acha que é inócuo, que um hormônio como a melatonina não causa males, só melhora o sono, e o que esse estudo acaba de revelar é que as pessoas têm de ficar atentas, porque uma suplementação hormonal pode melhorar o sono, mas pode piorar outra coisa”, diz a professora Cristina Ribeiro de Barros Cardoso, da Universidade de São Paulo (USP).
No laboratório de Cardoso, enfermidades inflamatórias intestinais são pesquisadas, entre elas doença de Crohn e retocolite ulcerativa. São condições imunomediadas, ou seja, correspondem a respostas imunológicas descontroladas que acabam causando destruição no trato gastrointestinal e efeitos clínicos muito fortes, como dores abdominais, diarreias constantes, sangramentos e muita fadiga. É preciso, assim, diminuir ou suprimir a imunidade para reduzir a inflamação excessiva que causa danos ao intestino.
A pesquisadora ressalta que muitos pacientes não respondem adequadamente nem mesmo aos tratamentos mais modernos e dispendiosos, gerando a necessidade de cirurgias para a remoção de partes do intestino. Esses são procedimentos bastante invasivos para os pacientes, com consequências diretas na sua qualidade de vida, o que levou o grupo de pesquisa a procurar novas opções terapêuticas.
A melatonina, então, entrou no foco de investigação do grupo de Cardoso. O hormônio pode atuar como antioxidante e melhorar diversas condições fisiológicas ou patológicas. “Começamos esse trabalho imaginando que teríamos um potencial novo tratamento para doença de Crohn e retocolite ulcerativa, mas, para nossa surpresa, o que vimos foi exatamente o contrário. E esse alerta precisa ser feito”, ressalva Cardoso.
(Ricardo Muniz. Melatonina, comumente usada para dormir melhor, pode piorar quadros de inflamação intestinal. www1.folha.uol.com.br, 28.04.2023. Adaptado)
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Uma pesquisa demonstra que a melatonina, conhecida popularmente como “hormônio do sono”, a despeito de seu efeito antioxidante e regulador do sono, pode piorar a inflamação intestinal, dependendo do conjunto de bactérias que vivem no corpo humano, especialmente no intestino do hospedeiro – isto é, na microbiota, antigamente chamada “flora intestinal”.
O uso de melatonina pela população, sem prescrição médica, tem sido bastante corriqueiro para dormir melhor. “O problema principal é que todo mundo acha que é inócuo, que um hormônio como a melatonina não causa males, só melhora o sono, e o que esse estudo acaba de revelar é que as pessoas têm de ficar atentas, porque uma suplementação hormonal pode melhorar o sono, mas pode piorar outra coisa”, diz a professora Cristina Ribeiro de Barros Cardoso, da Universidade de São Paulo (USP).
No laboratório de Cardoso, enfermidades inflamatórias intestinais são pesquisadas, entre elas doença de Crohn e retocolite ulcerativa. São condições imunomediadas, ou seja, correspondem a respostas imunológicas descontroladas que acabam causando destruição no trato gastrointestinal e efeitos clínicos muito fortes, como dores abdominais, diarreias constantes, sangramentos e muita fadiga. É preciso, assim, diminuir ou suprimir a imunidade para reduzir a inflamação excessiva que causa danos ao intestino.
A pesquisadora ressalta que muitos pacientes não respondem adequadamente nem mesmo aos tratamentos mais modernos e dispendiosos, gerando a necessidade de cirurgias para a remoção de partes do intestino. Esses são procedimentos bastante invasivos para os pacientes, com consequências diretas na sua qualidade de vida, o que levou o grupo de pesquisa a procurar novas opções terapêuticas.
A melatonina, então, entrou no foco de investigação do grupo de Cardoso. O hormônio pode atuar como antioxidante e melhorar diversas condições fisiológicas ou patológicas. “Começamos esse trabalho imaginando que teríamos um potencial novo tratamento para doença de Crohn e retocolite ulcerativa, mas, para nossa surpresa, o que vimos foi exatamente o contrário. E esse alerta precisa ser feito”, ressalva Cardoso.
(Ricardo Muniz. Melatonina, comumente usada para dormir melhor, pode piorar quadros de inflamação intestinal. www1.folha.uol.com.br, 28.04.2023. Adaptado)
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